Visão Africa 2060

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Esta Pagina intitulado Visão Africa 2060, é um espaço de interação social envolvendo intelectuais, Académicos, Lideres de diferentes áreas de actividades, fazedores de Opinião, etc para reflectir e opinar do que será a Africa nos proximos 40 anos

O Dia da África celebrado em 2021, uma reflexão profunda ( o que se pensou ser a Africa, o que a Africa é hoje, o que a ...
19/04/2021

O Dia da África celebrado em 2021, uma reflexão profunda ( o que se pensou ser a Africa, o que a Africa é hoje, o que a Africa vai ser amanhã);
Em todo Mundo os Africanos celebram o 25 de Maio a data de Africa. Em países como o Gana, o Mali, a Namíbia, a Zâmbia e o Zimbabwe, o Dia da África é um feriado.
 Em 1963, no dia 25 de Maio, surgia a Organização da Unidade Africana (OUA), na Etiópia, com o objetivo de defender e emancipar o continente africano.
 Em 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o dia 25 de maio como o Dia de África ou o Dia da Libertação da África.
 Em 2002, a OUA foi substituída pela União Africana, mas a celebração da data manteve-se e, este ano, celebramos de novo; então o que estamos celebrando?
1. A Data de criação da OUA?
2. A Emancipação e libertação do continente Africano?
3. Os conflitos e guerras em Africa?
4. A pobreza, as doenças e o subdesenvolvimento em Africa?
5. Ou uma Africa mais unida, organizada, desenvolvida e verdadeiramente independente?
Quando acordei às 5h00 da manhã hoje dia 25 de Maio, reflecti muito sobre a Africa; a data me fez recordar a historia da luta pela independência do continente africano, contra a colonização europeia e contra o regime do Apartheid na africa do sul;
Lembrei também que esta Africa, é o segundo continente com mais população do mundo e, o continente ao qual pertence a grande parte da população pobre, desnutrida e onde se apresentam os maiores problemas sociais, económicos e políticos da atualidade.

Um paradoxo que me custa entender:
Africa- berço da humanidade
Africa cheia de riquezas:
Africa berço da civilização do mundo;
O continente africano surgiu há 300 milhões de anos segundo os historiadores a partir da divisão da Pangéia (supercontinente) em dois grandes blocos: a Laurásia; formada pelas áreas que hoje é América do Norte e Eurásia; e Gondwna composta pelas áreas da América do Sul, África, Índia, Austrália e as ilhas do Pacífico Sul.

Será que podemos dizer que a Africa está Livre e independente?
Podemos celebrar esta data com consciência Tranquila do dever cumprido?
6 acontecimentos históricos formam a minha agenda de reflexão neste 25 de Maio de 2021:
1. 1884-1885 – Consolidação do Domínio Europeu em África – Na conferência de Berlim, na Alemanha, África é partilhada pelas potências europeias.
2. 1920 – realização do Congresso Pan-Africano em Paris; o Congresso é alimentado pela agitação anti-colonial e o nacionalismo africano de missionários negros e das elites do Ocidente. Essa agitação é expressa nos ataques de Serra Leoa e Nigéria.
3. 1963 – chegada da Guerra Fria – Período conturbado para o continente. As nações africanas emergentes beneficiam e ao mesmo tempo são prejudicadas pela competição global entre os Estados Unidos e a antiga URSS. O “jogo de xadrez” entre as duas super-potências faz com que estas procurem clientes-estados. O que fez com que muitos países do continente adotassem regimes lideres ditadores que queriam manter-se no poder de forma perpetua e castigando seus próprios povos;
4. 1989 – O fim da guerra fria. As lutas internas pelo poder nos países do continente, aumentaram de escala e os conflitos étnicos tornaram-se como regimes na maioria dos países africanos, consequência também do final da Guerra Fria, se lembrarmos do genocídio do Rwanda que mais tarde assola o país com a rivalidade étnica entre tutsis e hútus, um exemplo da ingenuidade do mundo em relação aos problemas africanos.
5. 1994 – A libertação sul-africana. O poder político é finalmente concedido aos negros sul-africanos com as primeiras eleições presidenciais. Nelson Mandela, antigo preso político e herói nacional, vence as eleições com maioria absoluta.
6. 2010 – Primeira africana, é eleita Miss universo; Leila Lopes, uma negra angolana eleita, é considerada a mulher mais bonita do mundo.
Portanto,
O que a Africa é hoje em cerca de 300 milhões de anos de sua existência;
O que Afrca é hoje desde 1920 que foi realizado o primeiro congresso Pan-africana que despertou o desejo de uma africa livre;
O que Africa é hoje desde a criação da OUA em 1963 que alimentou o desejo de um continente mais unido, organizado, desenvolvido e livre?
Africanos; vamos lutar pela Africa e pelas futuras gerações com atitude altruísta;

visita ao ilheu na terra do cacau STP
17/09/2020

visita ao ilheu na terra do cacau STP

FOTO COMO TRADUTOR
17/09/2020

FOTO COMO TRADUTOR

CELEBRAÇÃO DO 1º ANIVERSARIO DA VISITA DA MAE MOON
17/09/2020

CELEBRAÇÃO DO 1º ANIVERSARIO DA VISITA DA MAE MOON

03/09/2020

Bom dia a todos;
"Não deixe que o complexo te sufoque, que a rotina da vida te acomode, que o medo te impeça de tentar avançar até a meta. Desconfie do destino pois ele é incerto, acredite em você mesmo e vai licitamente atraz do propósito. Gaste mais horas aprendendo -fazendo, planificando-buscando, vivendo-lutando, Porque, quem consegue i alcançar é aquele que vai lutar, vai suar, trabalha determinado e vai persistir na estrada de espinhos e imbróglios; lute sem medo de morrer;
Tenham um bom dia;

30/08/2020
30/08/2020

QUE FUTURO SE ESPERA DE AFRICA NOS PROXIMOS 40 ANOS?
1. Em 2007, a Autoridade dos Chefes de Estado e do Governo da CEDEAO reafirmaram o seu compromisso de melhorar o processo de integração da África Ocidental e reforçar a sua eficácia.
 Para atingir esse objectivo, a Autoridade adoptou uma resolução para introduzir a Visão 2020 transformacional da CEDEAO. A Visão 2020 da CEDEAO tinha por objectivo criar uma direcção e meta transparentes para que de forma significativa, elevassem o padrão de vida dos seus povos através de programas conscientes e inclusivos que garantiriam um futuro brilhante para a África Ocidental e moldar o destino da região durante muitos anos e com perspectivas para o futuro. Neste contexto, o Presidente da Comissão da CEDEAO teve a directiva para mobilizar os cidadãos da região para a visão e ajudar a alcançá-la em 2020.

2. Em 2012, a SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral) Os Chefes de Estado e de Governo aprovaram, a Visão 2050 da organização, que tem como base o alicerce sólido da paz, segurança e governação democrática; definiu-se um novo plano de desenvolvimento, que deverá delinear a agenda de integração regional da África Austral até 2050.
 A Visão 2050 da SADC visa proporcionar um quadro para uma visão de longo prazo, uma vez que a região procura posicionar-se num contexto global de assuntos emergentes e continentais como as mudanças climáticas, a democratização das Nações Unidas e a crescente instabilidade financeira.
Portanto, o desempenho da África nos últimos 50 anos tem sido semelhante a uma montanha-russa de atração popular dos parques de diversões modernos. Em 2020, 17 países de África Subsaariana comemorarão 60 anos de independência. Os desafios que a região enfrenta não são poucos em termos de demografia, crescimento, pobreza e excessiva desigualdade social;
No entanto, desde o início do milênio, as perspectivas para a África tornaram-se um pouco mais otimistas em termos de realizações e cooperação internacional; Mas quando olhamos para o futuro da África, várias questões surgem tais como:
1. Quanto tempo os governos africanos precisam para desencadear mudanças institucionais promissoras para o melhoramento da vida de suas populações?
2. De todos os ganhos conquistados em Africa, quais desses ganhos podem ser consolidados e sustentados para o futuro?
3. Quê tendências positivas ou negativas estão por detrás de todos os acordos intergovernamentais estabelecidos para o futuro de Africa?
4. Será que o período recente de atenção e esforço global dos governos da CEDEAO e da SADEC, forneceu ao continente um verdadeiro andaime institucional sobre o qual um futuro positivo pode ser construído para Africa?
5. E o que precisa ser feito para garantir que os perigos da pobreza crônica, conflito e colapso institucional que ainda se escondem nas sombras dos interesses particulares, sejam contidos por tempo curto para que Africa desenvolve e ocupa seu lugar de verdadeiro berço da humanidade?
É gratificante verificar que o processo de visão montada pela CEDEAP e SADEC alcançou progressos notáveis, mas é preciso melhorar as condições socioeconómicas e mudanças na forma de fazer politica e governar para que até 2060, nos próximos 40 anos sinais positivos de bem estar despontar para as populações africanas;

24/08/2020

ESTAMOS VIVENDO NUMA ERA HISTORICO-REVOLUCIONÁRIA NO CONTEXTO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO SUSTENTÁVEL
O paradigma do Desenvolvimento Humano Sustentável, é um conceito amplo, multidimensional, que abrange:
1. Meios e fins;
2. Justiça social e desenvolvimento econômico;
3. Bens materiais e o bem-estar humano
4. Investimento social e o empoderamento das pessoas;
5. Atendimento das necessidades básicas e estabelecimento de redes de segurança;
6. Sustentabilidade ambiental para as gerações atuais e futuras;
7. A garantia dos direitos humanos — civis, políticos, sociais, econômicos e ambientais.
Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) vêm complementar o paradigma, ao oferecer uma agenda social integrada para sua execução num horizonte temporal identificado, e com o acompanhamento da performance dos governos ao longo do processo.
Na minha reflexão e de tantos outros críticos, os fatos e as pesquisas mostraram que o mundo actual não reflecte aquilo que este paradigma recomenda; Basta lembrar o fenômeno da extrema desigualdade social entre Nações, povos e famílias;
A desigualdade social é a diferença existente entre as classes sociais onde castas dominantes e as classes inferiores vivem a divisão silenciosa. Ao longo dos tempos, os sistemas econômicos e políticos das cidades foram criando mecanismos de distinção entre as pessoas. Nas chamadas sociedades estratificadas, esses mecanismos são as divisões de castas, como os nobres na Europa feudal e as castas indianas, predominantes como sistema de distinção até o século XX.
Nessas sociedades a possibilidade de mobilidade social (sair de uma casta inferior e passar para uma superior) é quase nula, sendo que a origem e a posição familiar determina o status de cada individuo na sociedade;
O republicanismo e o capitalismo criaram outro sistema de distinção baseado na capacidade de acúmulo de capital. Esse sistema tem uma possibilidade maior de mobilidade, mas alimenta-se ferozmente da desigualdade social, que é uma barreira para o pleno desenvolvimento do paradigma de desenvolvimento humano sustentável defendido pelas Nações Unidas;


A pergunta de reflexão é: até quando a nossa Africa (nossos governos) poderá alcançar sinais seguros de desenvolvimento económico sustentável, de desenvolvimento social e de desenvolvimento institucional para garantir o alcance das aspirações da Agenda 2063 da União Africana?
As dinâmicas do Desenvolvimento em África 2018 revela que, apesar do forte crescimento do continente, os empregos de qualidade ainda são escassos e as desigualdades elevadas. A economia africana cresceu 4.7% ao ano entre 2000 e 2017, tornando-se na segunda região de crescimento mais acelerado. No entanto, para alcançar as aspirações da Agenda 2063 da União Africana, novas estratégias de desenvolvimento precisam de ser elaboradas com foco e seriedade dos tomadores de decisões, ao meio a pandemia da Covid-19;

Portanto, uma Nova Revolução africana deve surgir no contexto de uma verdadeira perspectiva de vida que ajude construir uma cidadania africana coerente e uma produção direcionada e que o desenvolvimento sustentável, ocorra pela ampliação das capacidades, oportunidades e potencialidades criativas e dos direitos de escolha dos indivíduos através de um modelo de mudanças basicamente altruístas;

15/08/2020

AFRICA NUM PESADELO APÓS COVID-19

Boa noite minha Gente;
A crise econômica causada pela pandemia do COVID-19 em todo o mundo em particular em Africa, exige reações combinadas e coordenadas nos diferentes setores público e social incluindo privado de nossos países africanos;
Africa num Pesadelo após covid-19: pesadelo, é um sonho perturbador associado com sentimentos ruins, como ansiedade ou medo. Os sonhos e pesadelos acontecem durante o período do sono conhecido como REM, um pouco antes da pessoa acordar.
Já que a Africa está em vias de acordar, dois elementos após o ligeiro brandar da covid-19 tomam conta das lideranças nos governos africanos, são eles:
1. Ansiedade- em recuperar suas economias e manter uma perspectivas de vida equilibrada para seus povos;
2. Medo- em caso de aparecerem novos surtos da covid-19 e que inviabilize as tentativas de recuperação económica);
Um estudo recente indica que provavelmente muitos países africanos vão sofrer uma recessão económica como consequência do novo coronavírus; Mas há formas de dar a volta à situação, muito depende das lideranças nos nossos governos, uma vez que Africa é uma região ainda com vários conflitos e onde a integração económica continua longe do desejado;

Nota bem:
Em maio de 1963, à medida que a luta pela independência do domínio colonial ganhava força, líderes de Estados africanos independentes e representantes de movimentos de libertação, reuniram-se em Adis Abeba, na Etiópia, para formar uma frente unida na luta pela independência total do continente.
Desta reunião saiu a carta que criaria a primeira instituição continental pós-independência de África, a Organização da Unidade Africana (OUA); A OUA, que preconizava uma África unida, livre e responsável pelo seu próprio destino, foi estabelecida a 25 de maio de 1963, que seria também declarado o Dia da África.
Em 2002, a OUA foi substituída pela União Africana, que reafirmou os objetivos de "uma África integrada, próspera e pacífica, impulsionada pelos seus cidadãos e representando uma força dinâmica na cena mundial";

Portanto nesta luta contra a covid-19, minha preocupação é como as lideranças africanas vão envolver-se mutuamente diante de circunstâncias extremamente difíceis para reduzir o impacto negativo da covid-19, moldar novas politicas e integradoras, reforçar os sistemas de saúde, melhorar a proteção social e buscar soluções económicas favoráveis.
Africa num pesadelo após covid-19, é o titulo da reflexão que proponho a todos africanos;

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