PCP - Concelhia de Nelas

PCP - Concelhia de Nelas Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de PCP - Concelhia de Nelas, Organização política, Rua 21 de Agosto, Bloco 5B, 2ºA, Viseu.

04/09/2025
Artigo de opinião de Alexandre Hoffmann no «Jornal do Centro» on line.
06/11/2022

Artigo de opinião de Alexandre Hoffmann no «Jornal do Centro» on line.

👍 «RESPONDER AOS TEMPOS»

Reunir respostas concretas ao particular momento da vida política nacional e internacional

Artigo de opinião de Alexandre Hoffmann no «Jornal do Centro» on line.

👍 https://jornaldocentro.pt/noticias/colunistas/responder-aos-tempos

Artigo de opinião de Helena Barbosa no «Jornal do Centro» online
15/10/2022

Artigo de opinião de Helena Barbosa no «Jornal do Centro» online

👉 «BANDEIRA LEVANTADA DO CHÃO*»

Defendeu a democracia nas suas mais variadas dimensões – económica, social e cultural – e enfrentou, com coragem, o poder político dominante

Artigo de opinião de Helena Barbosa no «Jornal do Centro» online

👉 AQUI: https://jornaldocentro.pt/noticias/colunistas/bandeira-levantada-do-chao-

Artigo de opinião de Alexandre Hoffmann no «Jornal do Centro» on line.
26/09/2022

Artigo de opinião de Alexandre Hoffmann no «Jornal do Centro» on line.

👍 «A RESPOSTA NECESSÁRIA »

Sem respostas de fundo que alterem a actual situação económica das famílias e dos trabalhadores, é certo que se avizinham tempos de grandes e sérias dificuldades

Artigo de opinião de Alexandre Hoffmann no «Jornal do Centro» on line.

👉 https://jornaldocentro.pt/noticias/colunistas/a-resposta-necessaria

03/08/2022
👉 «PELA PAZ, TODOS NÃO SOMOS DEMAIS!»O desenvolvimento da situação internacional, como a situação na Palestina ou no Sah...
22/06/2022

👉 «PELA PAZ, TODOS NÃO SOMOS DEMAIS!»

O desenvolvimento da situação internacional, como a situação na Palestina ou no Sahara Ocidental, as guerras na Ucrânia, no Iémen, na Síria, na Líbia ou no Iraque, entre outros conflitos que flagelam o mundo, exige união e acção na condenação da guerra

Artigo de opinião de Helena Barbosa no «Jornal do Centro» online

👉 AQUI: https://jornaldocentro.pt/noticias/colunistas/pela-paz-todos-nao-somos-demais-

09/05/2022
24/04/2022

COMEMORAR ABRIL COM CONFIANÇA NO FUTURO!

Crónica de João Abreu na Emissora das Beiras

Com o 25 de Abril de 1974, a vida de Portugal e dos portugueses, foi tomada por uma explosão de liberdade, que não perduraria, se não fosse de imediato apoiada e defendida na rua pelo povo unido.

Às operações executadas, na madrugada, pelos Capitães de Abril, que desarmaram o regime opressor, associou-se a manhã de ruas e praças de gente feliz e esfusiante de alegria e esperança, pessoas que no decorrer daquele dia, de cravo vermelho em punho, se sentiram verdadeiramente cidadãos, assumindo o poder que lhes cabia para mudar o rumo do seu País.

O Povo clamava em uníssono pela Liberdade de pensamento e de expressão, pela liberdade de organização e de luta. Luta por mais pão, melhores salários, pensões e reformas na velhice, luta por saúde, educação e justiça para todos. Luta para que o Portugal profundo e rural, até então privado de boas vias de comunicação, saneamento básico e água potável, escolas secundárias e de ensino superior, as pudesse ter, num quadro de desenvolvimento equitativo do País.

Por isso, comemorar os 48 anos do 25 de Abril, exige afirmar o que a Revolução representa e expressa enquanto processo libertador com profundas transformações na sociedade portuguesa e um dos mais altos momentos da vida e da história do povo português e de Portugal.

Celebrar Abril é também evidenciar o que foi o fascismo e combater a onda do seu branqueamento. É destacar a luta anti-fascista, a luta dos heróis que sacrificaram a sua liberdade, as suas carreiras profissionais e a sua vida, para que houvesse liberdade e democracia.

Celebrar Abril é assinalar o seu sentido transformador e revolucionário, não rasurar a memória colectiva que o envolve, rejeitar as perversões e falsificações históricas, denunciar os que o invocam para o amputar do seu sentido mais profundo, sublinhar o que constitui hoje de valores e referências para um Portugal desenvolvido e soberano que décadas de política de direita têm contrariado.

Por mais que alguns doutos queiram desonestamente reescrever a história, Abril foi uma revolução, um momento e um processo de ruptura com 48 anos de fascismo, do qual herdámos o último lugar na europa nos índices de desenvolvimento.

Abril foi possível pela coragem dos capitães do MFA, mas essencialmente pela permanente resistência antifascista, pela entrega generosa e abnegada à luta pela democracia e a liberdade de comunistas e de muitos outros democratas, de mãos dadas com a luta dos trabalhadores das fábricas e dos campos, dos intelectuais, da juventude, do povo.

Comemorar Abril, é também assinalar e afirmar uma das suas mais perenes e singulares conquistas, o Poder Local democrático.

Em Dezembro de 1976, pela primeira vez, os eleitores portugueses puderam ser candidatos, eleger e ser eleitos para as Câmaras e Assembleias Municipais e para as Juntas e Assembleias de Freguesia. Naquela data, acabaram as nomeações, sem eleição, para os órgãos de poder local.

Mas falta ainda cumprir a Constituição, que consagra e determina a criação de regiões administrativas, completando assim o edifício do poder local com o nível regional a par dos municípios e freguesias, pondo fim às actuais CCDRs com os seus mandaretes e poderes desconcentrados a mando dos governos.

Devolver ao povo as freguesias liquidadas contra a sua vontade, repondo a proximidade, participação e representatividade que elas materializam é outra urgência do actual regime democrático.

Falar de Abril é também falar da criação do Serviço Nacional de Saúde, da escola para todos, do acesso à cultura. E lembrar, porque é tão actual nos tempos que correm, que o 25 de Abril pôs fim a 13 anos de uma injusta, sinistra e sangrenta guerra colonial, que o regime fascista impôs aos povos das ex-colónias e que deixou um saldo de dor com mais de 30 mil mortos e 300 mil estropiados.

E para fechar, não resisto a citar os versos sobre o 25 de Abril, da grande poetisa Sofia de Melo Breyner:

Esta é a madrugada que eu esperava, o dia inicial inteiro e limpo, onde emergimos da noite e do silêncio e livres habitamos na substância do tempo.

Viseu, 20/04/2022
João Abreu

Endereço

Rua 21 De Agosto, Bloco 5B, 2ºA
Viseu
3500-120

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando PCP - Concelhia de Nelas publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar