Bloco de Esquerda Póvoa de Varzim

Bloco de Esquerda Póvoa de Varzim O Bloco de Esquerda Póvoa de Varzim é a organização local do Bloco com vista ao incremento da qualidade de vida dos poveiros, poveiras e população em geral.

O Bloco de Esquerda Póvoa de Varzim é a organização local do BE com vista ao incremento da qualidade de vida dos poveiros, poveiras e população em geral. Além desta página de Facebook, pode ver a nossa atividade no site povoadevarzim.bloco.org e nos canais de comunicação da Comissão Coordenadora Distrital do Porto, à qual pertencemos. Para mais informação sobre as posições políticas e atividades d

o Bloco no seu contexto nacional, visite-nos na nossa sede ou consulte os sites nacionais do Bloco de Esquerda em:

http://www.esquerda.net e http://www.beparlamento.net

A 17 de maio assinala-se o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Nesta manhã, cravos coloridos com...
17/05/2026

A 17 de maio assinala-se o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Nesta manhã, cravos coloridos com a bandeira do Orgulho LGBTQIA+ floresceram pela Póvoa e espalhar-se-ão pelo país fora, lembrando a urgência de consagrar na sociedade os direitos e Liberdades que Abril colocou na lei.

Volvidos 36 anos da remoção da homossexualidade da lista de doenças mentais da Organização Mundial de Saúde, lembramos e solidarizamo-nos com todas as pessoas q***r que ainda são alvo de discriminação e violências várias em diferentes setores.

A LGBTQIAfobia é crime. Se precisares de falar ou denunciar uma situação que viveste ou presenciaste contacta:

Rede Ex Aequo — 968 781 841
Clube Safo — 969 926 694
AMPLOS — 918 820 063
Casa Qui — 960 081 111
Plano I — 222 085 052

A 17 de maio assinala-se o Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia — uma data de enorme importância p...
13/05/2026

A 17 de maio assinala-se o Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia — uma data de enorme importância para a comunidade LGBTQIA+ em todo o mundo em que se recorda que, apesar dos avanços conquistados nas últimas décadas, continuam a existir realidades profundamente marcadas pela discriminação, violência e negação de direitos fundamentais.

Ainda hoje, em cerca de 70 países é ilegal ser-se LGBTQIA+ e, em seis desses países, a pena de morte continua prevista para quem apenas procura viver de acordo com quem que é e como se sente. Pessoas trans continuam a ser assassinadas diariamente, enquanto múltiplas instituições e governos persistem em recusar a implementação de políticas públicas eficazes no combate à discriminação e ao ódio. Mesmo no espaço da União Europeia, países como a Polónia e a Hungria têm promovido ataques sistemáticos aos direitos da comunidade LGBTQIA+, alimentando um clima de intolerância e impunidade que não pode ser normalizado.

O Bloco de Esquerda orgulha-se de ter estado, desde o primeiro momento, ao lado da luta pelos direitos LGBTQIA+ em Portugal: da legalização das uniões de facto em 2001, ao casamento entre pessoas do mesmo s**o em 2010, passando pela adoção por casais homossexuais em 2015, até ao fim da discriminação na dádiva de sangue, aprovado em 2021.

Sabemos, contudo, que as conquistas não se fazem apenas através da legislação. A mudança constrói-se também na educação, na convivência e no compromisso diário com uma sociedade mais justa, respeitadora e inclusiva. E exige igualmente firmeza perante qualquer tentativa de retrocesso nos direitos já alcançados.

Num momento em que, em abril de 2026, o parlamento português aprovou — com os votos favoráveis do PSD, Chega e CDS-PP, uma lei que proíbe o hastear de bandeiras de “natureza ideológica, partidária ou associativa” em edifícios públicos, importa reafirmar que os direitos humanos são inegociáveis.

Neste sentido, o Bloco de Esquerda desafiou a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim a assinalar o próximo dia 17 de maio através do hastear da bandeira arco-íris nos Paços do Concelho e da afirmação pública do município como zona livre de LGBTQIA+fobia.

Contra o ódio, plantemos a dignidade. Contra a discriminação, afirmemos o orgulho.

A Quercus, associação responsável pela atribuição das distinções “Qualidade de Ouro”, anunciou as 434 praias portuguesas...
05/05/2026

A Quercus, associação responsável pela atribuição das distinções “Qualidade de Ouro”, anunciou as 434 praias portuguesas que vão poder içar esta bandeira em 2026 e, das sete zonas balneares galardoadas o ano passado, a Póvoa de Varzim conta agora apenas com duas. A Quercus atribui esta distinção há 15 anos, antes do início da época balnear, às praias portuguesas que apresentam qualidade da água nas análises efetuadas nos laboratórios das Administrações Regionais Hidrográficas.

Para o Bloco de Esquerda, a perda de cinco praias galardoadas não pode ser desvalorizada e nem tratada como circunstancial, já que se trata de um sinal claro de degradação da qualidade das águas. Em 2025, as praias da Codixeira, Estela-Barranha, Fragosa, Paimó, Quião, Zona Urbana Norte e Zona Urbana Sul II foram galardoadas, enquanto que, este Verão, apenas as praia da Zona Urbana Sul I e II mereceram a distinção. Tal diminuição suscita legítimas preocupações quanto à evolução da qualidade das águas balneares no concelho, bem como à eficácia das políticas de monitorização e preservação ambiental em vigor.

Neste sentido, consideramos imprescindível que o município preste esclarecimentos públicos sobre as causas subjacentes a esta redução e que sejam adotadas medidas adequadas com vista à reposição dos níveis de qualidade anteriormente verificados.

Hoje reconhecemos todas e todos aqueles que fazem o nosso país mexer, e a urgência na consagração da dignidade para quem...
01/05/2026

Hoje reconhecemos todas e todos aqueles que fazem o nosso país mexer, e a urgência na consagração da dignidade para quem trabalha. É dia de dar voz às reivindicações que moveram a população em Maio de 1974, e lutar pelo que resta ainda conquistar: é preciso hoje que a precariedade se combata, que se garantam contratos justos e salários que chegam ao fim do mês, que se respeitem as trabalhadoras e trabalhadores por turnos, que se reforcem os serviços e proteções sociais, que se equilibre a vida para que as pessoas possam aproveitá-la e não vivam para o trabalho, que se proteja o direito à greve, que cai o pacote laboral que a direita quer impor.

Estaremos neste 1º de Maio na rua, erguendo a nossa voz e os nossos braços para que a Liberdade que se conquistou em Abril se cumpra a cada dia numa existência mais justa para todas e para todos. Viva o Dia do Trabalhador!

Assinalamos hoje 52 anos da Revolução dos Cravos, carregando connosco os ideais de Abril e da nossa Constituição com já ...
25/04/2026

Assinalamos hoje 52 anos da Revolução dos Cravos, carregando connosco os ideais de Abril e da nossa Constituição com já meio século. Celebramos 52 anos de Liberdade, com a convicção de que só se concretiza Abril quando a plena Liberdade e Igualdade de Direitos for para todas e para todos.

Hoje saímos à rua para juntar a nossa voz às das lutas das trabalhadoras e trabalhadores, das pessoas migrantes, das pessoas com deficiência, das pessoas racializadas, das pessoas q***r e de todas as pessoas que sentem que falta ainda para elas cumprir Abril. Damos voz a Abril hoje e sempre, e não nos calarão.

A antiga lixeira de Laúndos, situada no concelho de Póvoa de Varzim, foi encerrada e selada em 2004, no âmbito de um pro...
17/04/2026

A antiga lixeira de Laúndos, situada no concelho de Póvoa de Varzim, foi encerrada e selada em 2004, no âmbito de um processo de recuperação ambiental conduzido pela LIPOR. Contudo, passadas duas décadas, a realidade no terreno demonstra um falhanço evidente das políticas públicas de acompanhamento, fiscalização e proteção ambiental, resultando numa situação grave que coloca em risco o ambiente e a Saúde Pública.

Em 2022 o Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a deposição ilegal de vários os tipos de resíduos (entulho de obras, colchões, roupas, louças de casa de banho, placas e restos de madeiras e telhas com amianto). A situação foi resolvida, mas esta zona voltou a transformar-se num autêntico vazadouro a céu aberto, onde são atualmente depositados resíduos perigosos e indiferenciados, incluindo telhas de amianto, mobiliário, plásticos, tubos e grandes quantidades de entulho de construção.

Consideramos urgente identificar a exata proveniência dos resíduos depositados nesta zona próxima do aeródromo da Póvoa de Varzim e apurar responsabilidades e atuar nos termos da lei. Acresce ainda a necessidade de se proceder à despoluição do local de forma a possibilitar a plena fruição deste espaço na freguesia de Laúndos.

No documento — em anexo — é questionado se o Governo tem conhecimento da deposição ilegal de resíduos na antiga lixeira na freguesia de Laúndos, se as entidades competentes (incluindo o SEPNA da GNR) foram notificadas da deposição ilegal de resíduos, e que medidas prevê o Governo adotar para evitar que se repitam este tipo de ocorrências.

Numa semana em que são capa de jornal os estragos do recente mau tempo nas zonas costeiras, o Bloco de Esquerda recorda ...
12/03/2026

Numa semana em que são capa de jornal os estragos do recente mau tempo nas zonas costeiras, o Bloco de Esquerda recorda que tem vindo a questionar os diferentes ministros do Ambiente sobre a erosão costeira entre a praia da Estela e a foz do rio Alto. Sobre a duna primária encontra-se o campo de golfe do Golf Club Estela, e nela foi também efetuada uma obra entre o antigo parque de campismo do Rio Alto e a praia.

A erosão costeira nesta linha da costa tem sido preocupante, e os sacos que estavam a suster a duna primária estão praticamente todos rebentados — por consequência, há plástico espalhado pelo areal, bem como pregos enferrujados e tecido, entre outros resíduos. Além dos fortes impactos visuais, a proliferação dos resíduos acarreta sérios riscos para o ambiente, para a biodiversidade costeira e para as pessoas que usufruem destas praias.

Consideramos que é necessário proceder com urgência à remoção dos resíduos que se encontram espalhados pela praia, encaminhando-os para um destino adequado. A salvaguarda da costa continental portuguesa, crescentemente pressionada pelos impactos da crise climática (a subida do nível médio do mar, a maior frequência e intensidade de tempestades e a consequente erosão acelerada de diversas áreas costeiras) é incompatível com a instalação de infraestruturas sobre dunas primárias, por comprometer a capacidade natural de defesa da nossa costa face ao avanço do mar e agravar a já preocupante perda de biodiversidade no país. É do Estado a competência de assegurar a defesa do interesse público e dos princípios fundamentais de conservação da natureza, promovendo o ordenamento adequado e a salvaguarda da costa contra interesses que coloquem em causa a sua preservação.

Assim, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda dirigiu ao Ministério do Ambiente e da Energia questões sobre o eventual conhecimento do Governo da erosão da duna primária da praia da Estela, as diligências que tomará para apurar responsabilidades e proceder à remoção dos resíduos, a quem compete em concreto a sua remoção, o prazo previsto para que as praias estejam limpas, e sobre a pertinência e importância da criação de um Plano para recuar o Campo de Golf.

Neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, lembramos que não basta travar as ultrapassagens de direitos perpetuadas ...
08/03/2026

Neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, lembramos que não basta travar as ultrapassagens de direitos perpetuadas pelo patriarcado, mas é essencial a cada dia caminharmos lado a lado na luta pelas conquistas que ainda faltam e cada vez mais pela manutenção do que até hoje se conquistou.

Estamos hoje — e todos os dias — ao lado das mulheres que carregam na sua voz a reivindicação dos seus direitos, sempre com a certeza de que partilhamos uma luta interseccional e um caminho partilhado em direcção a um mundo mais justo, para todos e para todas.

O Bloco de Esquerda vem manifestar profunda preocupação pelo facto de o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil (...
18/02/2026

O Bloco de Esquerda vem manifestar profunda preocupação pelo facto de o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil (PMEPC) da Póvoa de Varzim se encontrar desatualizado, situação que consideramos grave e incompatível com a responsabilidade que o Município tem na salvaguarda da população — sobretudo no contexto das intempéries que o nosso país tem enfrentado.

Segundo o sitio internet do Município e da Autoridade Nacional da Proteção Civil, o PMEC da Póvoa de Varzim — aprovado a 4 de julho de 2019 — esteve em vigor até setembro de 2024. Lembramos que, os Planos de Emergência de Proteção Civil constituem instrumentos formais através dos quais as autoridades aos diferentes níveis territoriais, estabelecem as linhas orientadoras para a atuação coordenada dos diversos organismos, serviços e estruturas envolvidos em operações de proteção civil. O PMEC é o principal instrumento de planeamento para resposta a acidentes graves e catástrofes, incluindo incêndios, cheias, galgamentos costeiros, fenómenos meteorológicos extremos e acidentes industriais.
Num concelho com vulnerabilidades específicas — nomeadamente risco costeiro e elevada densidade populacional — é inaceitável que o documento estruturante da proteção civil não esteja devidamente revisto e adaptado à realidade atual. A ausência de atualização pode significar uma desadequação face à legislação em vigor e às orientações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, falhas na identificação dos riscos efetivos do território, inventário desatualizado de meios e recursos e fragilidades na coordenação operacional em cenário de crise.

O Bloco de Esquerda da Póvoa de Varzim considera que o executivo municipal deve esclarecer publicamente quais as diligências tomadas para a revisão do PMEPC e qual o calendário concreto para a sua atualização e entrada em vigor.
Não basta fazer da Proteção Civil um pelouro (um dos vários assumidos pela presidente da Câmara Municipal): é necessário trabalho concreto, planeamento rigoroso e permanente, tendo a prevenção como primeira linha de defesa. Ignorar a necessidade de atualização de um instrumento de tanta importância é assumir riscos desnecessários para a população.

A apenas 10 dias para o início das Correntes d’Escritas, o Bloco de Esquerda manifesta a sua profunda preocupação para c...
11/02/2026

A apenas 10 dias para o início das Correntes d’Escritas, o Bloco de Esquerda manifesta a sua profunda preocupação para com o atraso indesculpável na divulgação pública da edição deste ano do festival literário: só ontem se realizou uma conferência de apresentação (a um auditório de duas dezenas de pessoas), não existe imagem gráfica divulgada (para além da presente nos registos fotográficos da conferência), e apenas na manhã de hoje foi tornado público o programa e a lista de convidadas e convidados.

Este esforço de comunicação penosamente tardio — que configura não mais do que ausência de divulgação — é tanto mais grave quanto se trata de um dos mais relevantes festivais literários do país, com projeção nacional e internacional, construído ao longo de anos com o envolvimento de escritores, leitores, escolas e da comunidade local. A falta de divulgação compromete o acesso democrático à Cultura, afasta públicos e desvaloriza um evento que deveria ser motivo de orgulho coletivo para a cidade. Não se compreende como é possível organizar um festival desta dimensão sem uma estratégia mínima de comunicação pública, transparente e atempada.

Ademais, condenamos a falta de organização e planeamento que conduziu à não-atribuição do Prémio Literário Casino da Póvoa (no valor de 25 mil euros) após as mudanças na concessão de jogo: o executivo não acautelou esta situação e não encontrou outro parceiro, tendo optado por não atribuir a distinção mais significativa do festival.

O Bloco de Esquerda considera que a Câmara Municipal tem a responsabilidade de garantir visibilidade, informação clara e promoção adequada de um evento financiado com recursos públicos. A Cultura não pode ser tratada como um assunto secundário, nem reservada a círculos restritos ou à divulgação tardia e insuficiente — deve fazer-se com participação, acesso e compromisso público. A Póvoa de Varzim merece mais.

Endereço

R. 5 DE OUTUBRO, 2000, Loja 10
Vila Do Conde

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