Portugal À Frente - Vila Verde

Portugal À Frente - Vila Verde Página da Coligação Portugal À Frente (PSD/CDS-PP) no distrito de Braga

OBRIGADO!AGORA VILA VERDE PODE MAIS!
06/10/2015

OBRIGADO!
AGORA VILA VERDE PODE MAIS!

Domingo, dia 4 de Outubro. Vote PORTUGAL À FRENTE
02/10/2015

Domingo, dia 4 de Outubro. Vote PORTUGAL À FRENTE

O candidato vilaverdense a deputado da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva, visitou hoje...
02/10/2015

O candidato vilaverdense a deputado da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva, visitou hoje as instalações da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, uma das melhores a nível nacional. Trata-se de uma instituição que emprega cerca de 600 pessoas e que, recentemente, viu renovadas as instalações do seu Hospital, agora com condições de excelência.

Têxteis portugueses atravessam “bom momento de recuperação e crescimento”Candidato a deputado da coligação Portugal à Fr...
02/10/2015

Têxteis portugueses atravessam “bom momento de recuperação e crescimento”

Candidato a deputado da coligação Portugal à Frente, Rui Silva, visitou uma das maiores empregadoras do concelho na área têxtil e ouviu um discurso positivo e animador.

No último dia de campanha, o candidato vilaverdense a deputado da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva, visitou algumas das maiores entidades empregadoras do concelho de Vila Verde.
Ao início da tarde, o candidato deslocou-se às instalações da Costa Correia e C.ª Lda, uma empresa têxtil instalada em Freiriz, com quase 30 anos de experiência e que emprega mais de 100 funcionárias, a maioria dos quais vilaverdenses.
Esta é uma empresa que, segundo a direção, está a “viver uma fase de necessidade de expansão devido à elevada procura do mercado internacional”. “Mesmo os representantes das marcas de vestuário de luxo preferem trabalhar com as empresas de têxteis portuguesas. A qualidade do têxtil português é, claramente, muito apreciado fora de portas”, afirmou um dos administradores.
O empresário não tem dúvidas em afirmar que “os têxteis portugueses atravessam, agora, um bom momento, um momento de recuperação e crescimento”. “No nosso caso posso dizer que estamos sempre a contratar novos funcionários. Só em 2015 já foram mais de dez”, desvendaram. Por outro lado, garantem, “nunca houve tantos apoios e oportunidades de ensinar jovens colaboradoras como agora”.
Perante estas palavras, Rui Silva mostrou o seu agrado com as boas perspectivas nesta área de atividade e defendeu que “é sempre um bom sinal ouvir os empresários referirem que expandiram ou tencionam expandir o seu negócio e que pretendem modernizar os seus métodos de trabalho”. “Estas palavras são reflexo de uma nova esperança na nossa economia”, avaliou o candidato da coligação Portugal à Frente.
O candidato vilaverdense aproveitou, ainda, a ocasião para sublinhar a “coragem dos empresários que não se refugiam na crise e arriscam com a aposta num serviço de qualidade e na exportação”. “É caso para dizer que os empreendedores vilaverdenses têm espírito de expansão e inovação”, afirmou.

02/10/2015
Mobilização popular cada vez maior no final da campanha da Coligação em Vila VerdeSessões de esclarecimento nas freguesi...
02/10/2015

Mobilização popular cada vez maior no final da campanha da Coligação em Vila Verde
Sessões de esclarecimento nas freguesias têm registado elevada participação cidadã. O mesmo deve acontecer hoje, noite de encerramento do périplo, em Atiães, na Vila do Pico, na Ribeira do Neiva e em Vila Verde.

Centenas de pessoas marcaram presença nas sessões do penúltimo dia de campanha do candidato vilaverdense a deputado da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva, que ontem percorreu as freguesias da Loureira, da União de Freguesias do Vade, de Turiz e de Carreiras.
À medida que se aproxima o final da campanha eleitoral para as legislativas do próximo domingo, a mobilização de vilaverdenses em torno do candidato 'da terra' atinge níveis sem precedentes, mesmo em aglomerados de menor densidade populacional.
Ontem à noite, Rui Silva voltou a ser recebido com casas cheias, nalguns casos mesmo sobrelotadas, nas quatro freguesias por onde passou e aproveitou para apelar a uma maioria que confira “condições para uma governação estável” de Portugal.
Embalado pelas últimas sondagens, que dão já “uma vitória inequívoca da coligação, mesmo fora da margem de erro”, o candidato lembrou contudo que “só o voto ajuda a vencer eleições”. “Não nos podemos agarrar apenas às sondagens. Essas não vencem eleições nem elegem deputados. Se querem que Portugal continue a ter um governo estável e se querem ter dois vilaverdenses na Assembleia da República a defender os interesses do concelho, devem ir às urnas no domingo e votar, naturalmente, na coligação Portugal à Frente”, aconselhou.
Dirigindo-se ao eleitorado enquanto vilaverdense, o candidato a deputado assegurou que a eleição de dois deputados do concelho poderá ser “fundamental para alavancar definitivamente o desenvolvimento de Vila Verde e da região de Braga”. “É certo que falamos de legislativas, mas nos dias de hoje todas as decisões do Governo central têm implicação direta no nosso dia-a-dia. Veja-se o caso de Vila Verde que, em contra-ciclo com o País, se “tem desenvolvido fortemente, nos últimos anos, porque tem havido um trabalho de aproximação dos agentes locais aos elementos com capacidade de decisão no seio do Governo”. “Quase todos os ministros e secretários de estado estiveram já no nosso concelho e o nosso presidente da Câmara tem contactos regulares com quase todos eles. Comigo e com o Miguel Peixoto teremos ainda mais força em Vila Verde”, considerou, antes de garantir que, em Lisboa, será “uma voz ativa, e se necessário incomoda”, na defesa dos seus conterrâneos.
Rui Silva lamentou, no plano nacional, que o candidato a Primeiro Ministro do principal partido da oposição, António Costa, se comporte como “um homem sem responsabilidade nem sentido de Estado”, lembrando que o líder do PS afirmou “recusar-se a aprovar o Orçamento de Estado para o próximo ano, mesmo sem o conhecer, se não vencer as eleições”. “Isto é atitude clara de quem põe os seus interesses e os interesses partidários à frente do desenvolvimento do País”, considerou.
O candidato vilaverdense da coligação Portugal à Frente advogou, ainda, que o atual Governo “cumpriu com os objetivos traçados para o País”. “É certo que houve sacrifícios para todos, especialmente para os que mais podiam, não há que esconde-lo, mas esta política de contas rigorosas trouxe-nos de novo a esperança num país equilibrado e credível. No fundo, foi uma política de grande coragem”, analisou, antes de sublinhar a importância da estabilidade da economia portuguesa. “Para que os empresários saibam com o que podem contar, para que se sintam aptos a investir e a arriscar mais, temos que criar condições de estabilidade no país. Só assim o crescimento económico terá uma base sustentável”, afirmou Rui Silva.
A finalizar cada uma das sessões, o candidato lembrou as quatro áreas a que prestará especial atenção. Na próxima legislatura, “já com um projeto governativo sem limitações externas”, Rui Silva e Miguel Peixoto apoiarão um Governo de coligação “que aposte indubitavelmente em quatro áreas fundamentais”: a educação, levando a uma mais assertiva articulação entre o ensino e o mercado de trabalho; a saúde, fazendo com que todos os utentes portugueses, à semelhança do que acontece com Vila Verde, tenham o seu médico de família e se sintam protegidos; na segurança social, aumentando as pensões mínimas, como tem acontecido, e reduzindo as máximas; e, finalmente, na economia apostando na estabilidade, aumento das exportações e criação de emprego.

Cervães mobilizou-se pela coligação Portugal à FrenteRui Silva e Miguel Peixoto recebidos por centenas de pessoas, que s...
30/09/2015

Cervães mobilizou-se pela coligação Portugal à Frente
Rui Silva e Miguel Peixoto recebidos por centenas de pessoas, que sobre-lotaram o espaço de debate.

De casa cheia em casa cheia. Cada vez se torna maior a onda de apoio à coligação Portugal à Frente, em Vila Verde. Isso mesmo têm demonstrado as últimas noites de sessões de esclarecimento, realizadas nas mais diversas freguesias do concelho, pelos candidatos vilaverdenses a deputado da Assembleia da República pela coligação, Rui Silva e Miguel Peixoto.
No passado sábado foi mais uma vez que a população de Cervães mostrar que está com os candidatos da coligação, ao lotar completamente o espaço escolhido para a realização das intervenções, no renovado Centro Escolar da freguesia.
Aliás, foram mesmo para “o grande povo de Cervães” as primeiras palavras do candidato Rui Silva. Aos locais, Rui Silva lembrou que “não há criação de emprego, se não houver crescimento económico” e que este depende da estabilidade financeira do País. “O Estado já não cria empregos, desengane-se quem ainda pensa dessa forma. Nós temos é que fomentar a aposta no fortalecimento da economia, para permitir às empresas crescerem e criarem postos de trabalho”, analisou, antes de assegurar que nunca votará uma “lei que implique qualquer tipo de corte nas pensões ou salários mínimos”, nem que a mesma surja da sua própria bancada parlamentar.
O candidato da coligação Portugal à Frente recordou, ainda, as visitas realizadas ao tecido empresarial do concelho, durante as quais recebeu um “bom sinal” ao ouvir os empresários referirem que expandiram ou tencionam expandir o seu negócio e que pretendem modernizar os seus métodos de trabalho. “Estas palavras são reflexo de uma nova esperança na nossa economia”, avaliou Rui Silva.
O candidato a deputado, Rui Silva, entende, por outro lado, que “quem foi capaz de Governar e credibilizar o País, nas condições em que estávamos desde a chegada da Troika, terá capacidade redobrada para melhorar as condições de vida em Portugal executando a sua própria estratégia política”. “Não podemos permitir ao País regressar a ser refém do despesismo socialista, acrescentou, lembrando a governação “teimosa e desvairada” de José Sócrates.
Por isso, na próxima legislatura, “já com um projeto governativo sem limitações externas”, Rui Silva e Miguel Peixoto apoiarão um Governo de coligação “que aposte indubitavelmente em quatro áreas fundamentais”: a educação, a saúde, a segurança social e a criação de emprego.
Já Miguel Peixoto, candidato nomeado pela distrital da JSD, falou do “exemplo que Cervães é para todo o concelho”. O jovem candidato afirmou que, “nos últimos três anos, Portugal conseguiu o que nunca havia alcançado em termos de expansão e de internacionalização do seu tecido empresarial” e que, como tal, quer “evitar a todo o custo, o regresso a uma política de vistas curtas e a prazo”. Miguel Peixoto assegurou igualmente que, na sua linha de pensamento, “estarão sempre em primeiro lugar, naturalmente, os jovens portugueses e, em especial, os vilaverdenses”.
Coube ao mandatário concelhio da candidatura, António Vilela, encerrar os discursos, tendo este feito um apelo a uma “mobilização pela maioria da coligação”. “Esta equipa já mostrou do que é capaz, porventura no momento mais difícil que o país atravessou, desde o 25 de Abril de 1974. Como já percebemos, não podemos contar com o PS nem com qualquer outro partido à esquerda uma vez que, sem conhecerem o Orçamento de Estado para o ano que vem, nem o programa de governo, já anunciaram que votarão contra. É uma postura lamentável”, concluiu.

"Portugal e este Governo fizeram um trabalho verdadeiramente espetacular nos últimos quatro anos"Na Vila de Prado, Rui S...
28/09/2015

"Portugal e este Governo fizeram um trabalho verdadeiramente espetacular nos últimos quatro anos"

Na Vila de Prado, Rui Silva e Miguel Peixoto ouviram, das palavras de José Manuel Fernandes, elogios "europeus" ao comportamento português num dos períodos económicos mais críticos das últimas décadas.

Portugal fez, nos últimos quatro anos, no seio da União Europeia, um trabalho que, “embora não sendo ainda visível, foi verdadeiramente espetacular”. A ideia foi defendida pelo Eurodeputado vilaverdense, José Manuel Fernandes, ontem à noite, numa sessão de esclarecimento promovida pelos candidatos “da terra” a deputado da Assembleia da República (AR) pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva e Miguel Peixoto, na Vila de Prado.
O salão polivalente da EB 2,3 de Prado foi pequeno para acolher tantos interessados em ouvir os intervenientes que sublinharam a “imperiosa necessidade” de continuar a dar estabilidade ao País, concedendo um novo mandato à coligação que “governou e recuperou o país do abismo, em condições tão difíceis”. “Temos a obrigação de dar um ânimo adicional a estas pessoas que podem, agora, numa fase de maior tranquilidade e já sem condicionalismos externos, relançar o País numa recuperação económica de maior envergadura”, acrescentou José Manuel Fernandes, acompanhado de Rui Silva, Miguel Peixoto e do vereador do Município de Vila Verde, Patrício Araújo.
Os primeiros a apresentarem as suas ideias foram, contudo, os candidatos a deputado, com Rui Silva a começar por enunciar as áreas em que estará particularmente empenhado. Na próxima legislatura, “já com um projeto governativo sem limitações externas”, o candidato trabalhará mais afincadamente com o Governo de coligação para “que este aposte indubitavelmente em quatro áreas fundamentais”: a educação, a saúde, a ação social e a criação de emprego. “Empenhar-me-ei, do primeiro ao último dia de legislatura. Serei uma voz ativa e, sempre que necessário incómoda”, assegurou.
Rui Silva, apelida as políticas adotadas nos últimos quatro anos de “corajosas”, como reconhece a própria União Europeia, sem levar em linha de conta os ciclos eleitorais.
O candidato a deputado recordou que o Portugal foi, na sua história democrática, resgatado por três vezes e, em todas elas, tinha o Partido Socialista em funções governativas.
Nas suas funções de deputado da AR, nos próximos quatro anos, Rui Silva garante que tentará, ainda, aperfeiçoar a já "exemplar articulação entre Governo central e Município de Vila Verde".
Miguel Peixoto, por seu turno, aponta claramente à “promoção de políticas que defendam o futuro da juventude”, da sua geração, e deu, inclusive, alguns exemplos de medidas bem aplicadas pelo atual Governo de coligação, desde que iniciou funções: “desde que este Governo reformulou e reconduziu o programa de estágios profissionais para o País, dois em cada três estagiários acabam por ficar nas empresas, com contratos de longo termo”, afirmou, recordando também a continuidade da aposta no programa Porta 65, que ajuda os jovens no processo de arrendamento das suas próprias habitações.
Eleito como representante dos jovens socialdemocratas do distrito de Braga para as listas da coligação neste ciclo, Miguel Peixoto assegura que, na sua linha de pensamento “estarão sempre em primeiro lugar, naturalmente, os jovens portugueses e, em especial, os vilaverdenses”.
A concluir a sua intervenção, Miguel Peixoto citou Teixeira dos Santos, antigo Ministro das Finanças do governo de José Sócrates, que ainda ontem apelidou o programa do PS de “arriscado e perigoso” no atual contexto económico do País.

Dia dedicado ao Ambiente encerrou ao pôr-do-sol nas margens do Rio CávadoRui Silva e Miguel Peixoto foram anfitriões do ...
28/09/2015

Dia dedicado ao Ambiente encerrou ao pôr-do-sol nas margens do Rio Cávado
Rui Silva e Miguel Peixoto foram anfitriões do cabeça de lista da coligação por Braga, Jorge Moreira da Silva

No dia da campanha eleitoral dedicado ao Ambiente, os candidatos vilaverdenses a deputados da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, do ciclo eleitoral de Braga, Rui Silva e Miguel Peixoto, foram acompanhados por vários outros candidatos da coligação no distrito, em diversas visitas realizadas ao longo da tarde deste sábado, entre os quais se destacava a presença do Ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, na qualidade de cabeça de lista por Braga.
A tarde arrancou com um almoço no Restaurante Martinho, no Alívio, a que se seguiu uma visita de toda a comitiva às instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, onde Jorge Moreira da Silva, Rui Silva e demais candidatos a deputados ouviram os anseios dos corpos sociais da instituição.
Dali, a 'caravana' Portugal à Frente – que contava, ainda, com a presença dos candidatos Fernando Negrão, Hugo Soares, Vânia Dias da Silva, Clara Marques Mendes, Celeste Cardoso e Otília Gomes – seguiu para o complexo da nova Estação de Tratamento de Águas Residuais de Cabanelas, onde os candidatos se reuniram com os responsáveis da empresa Águas do Norte, que administra a infraestrutura.
A tarde terminou, pouco depois, no Mirante Bar junto ao rio Cávado, em Soutelo, espaço com uma vista que acabou por deslumbrar todos os candidatos presentes. Na ocasião, o cabeça de lista Jorge Moreira da Silva levantou um pouco o 'véu' sobre o Compromisso para o Crescimento Verde que Portugal assumiu e que, prevê, será um “fator extra de competitividade para o país”, no futuro próximo.

Candidatos da Coligação presentes na cerimónia de inauguração da nova Variante Urbana de Vila VerdeOs candidatos a deput...
26/09/2015

Candidatos da Coligação presentes na cerimónia de inauguração da nova Variante Urbana de Vila Verde

Os candidatos a deputado da Assembleia da República (AR) pela coligação Portugal À Frente, no círculo eleitoral de Braga, Rui Silva e Miguel Peixoto, marcaram esta tarde presença na cerimónia oficial de inauguração da nova Variante Urbana de Vila Verde, que liga a zona do Pingo Doce ao Centro Escolar da freguesia sede de concelho.
Dezenas de pessoas acorreram ao local, onde acabaram contagiadas pela alegria e grande entusiasmo dos alunos do Centro Escolar de Vila Verde que, vestido em tons de verde, participaram na cerimónia de abertura de uma via que é composta pela Avenida Mesquita Gavião e Avenida Torre de Alvim.
No futuro, o Município deverá concluir uma posterior ligação à Escola Secundária. Esta obra permitiu também criar uma ciclovia que fará a ligação à ciclovia do Homem/Cávado que virá de Esposende e passará, ainda, pela Adega Cultural e pelo centro da vila.
Presente na cerimónia de inauguração da Variante, o representante da CCDRN, Jorge Nunes, elogiou a capacidade de trabalho da autarquia vilaverdense que “só em fundos de ‘overbooking’ conseguiu financiamento para 56 projetos num total superior a 39 milhões de euros”. O Município de Vila Verde foi mesmo dado como um exemplo “no rigor e na boa aplicação dos fundos comunitários que permitiram criar obras que estão verdadeiramente ao serviço dos cidadãos”.

Vilaverdenses mobilizam-se e ouvem candidatos da Coligação pedir “estabilidade” para a economia e “segurança” para os em...
25/09/2015

Vilaverdenses mobilizam-se e ouvem candidatos da Coligação pedir “estabilidade” para a economia e “segurança” para os empresários

Rui Silva e Miguel Peixoto continuaram, ontem à noite, périplo das sessões de esclarecimento aos eleitores, em Sande e também em Lanhas, onde tiveram casa cheia.

Os candidatos vilaverdenses a deputado da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, no ciclo eleitoral de Braga, Rui Silva e Miguel Peixoto, deslocaram-se ontem à noite às freguesias de Sande e de Lanhas para pedir um “período de estabilidade governativa” para a atual maioria, que vá dos oito aos dez anos de exercício. “A seguir à reconquista da credibilidade, vem a necessidade de estabilizar políticas. Nenhum empresário – e são esses que criam emprego, convém lembrar – investe milhões no crescimento da sua empresa se não souber com o que pode contar em termos de políticas económicas adotadas a médio prazo”, sublinhou Rui Silva, em Lanhas, perante várias dezenas de vilaverdenses que lotaram completamente o auditório escolhido para a realização da sessão de informação.
O candidato da coligação Portugal à Frente recordou as recentes visitas realizadas ao tecido empresarial do concelho, durante as quais recebeu um “bom sinal” ao ouvir os empresários referirem que expandiram ou tencionam expandir o seu negócio e que pretendem modernizar os seus métodos de trabalho. “Estas palavras são reflexo de uma nova esperança na nossa economia”, avaliou Rui Silva.
Por sua vez, Miguel Peixoto, candidato vilaverdense sugerido pela distrital da JSD para as listas da Coligação no ciclo de Braga, lembrou que “nos últimos três anos, Portugal conseguiu o que nunca havia alcançado em termos de expansão e de internacionalização do seu tecido empresarial”. Ideia, aliás, igualmente defendida por vários empresários vilaverdenses, no dia dedicado pelos candidatos ao Emprego e ao Tecido Empresarial do concelho de Vila Verde.
“Pelo número e volume das encomendas que muitas das nossas empresas recebem, há que pensar num crescimento sustentado para o futuro próximo. Basta, para isso, que a economia continue a dar sinais positivos e os passos certos e firmes que tem dado. E, para tal, é preciso estabilidade e segurança. É assim que se cria emprego”, acrescentou.
Este foi, sem dúvida, o tema dominante dos debates mantidos com quase uma centena de vilaverdenses, em Sande e Lanhas, numa noite em que a falência portuguesa de 2011, a vinda da Troika e a posterior reconquista da soberania e credibilidade do País não foram esquecidas.
Assim como também não passaram ao lado as garantias dadas pelo candidato Rui Silva de tudo fazer em matéria de Educação, Saúde e Ação Social, para “proteger os que menos têm” de qualquer tipo de privação indigna. “Enquanto deputado, nunca aprovarei nenhuma lei que retire rendimentos aos que menos têm e menos recebem”, assegurou.
Num outro plano, coube posteriormente ao mandatário da candidatura, em Vila Verde, António Vilela, traçar a distinção, em jeito de conclusão, das listas de candidatos da coligação Portugal à Frente e do principal partido da oposição, no distrito de Braga. “A lista da coligação em Braga é, de longe, uma mais-valia comparativamente com as de outras forças políticas. Temos uma lista de inúmeros perfis com currículos de deputados, secretários de estado e, até, de ministros. Gente com qualidades técnicas e provas dadas”, resumiu.

“Vila Verde pode reivindicar mais investimento que muitas capitais de distrito”Rui Silva recorda aos vilaverdenses a den...
24/09/2015

“Vila Verde pode reivindicar mais investimento que muitas capitais de distrito”

Rui Silva recorda aos vilaverdenses a densidade populacional do concelho e explica como o voto na coligação pode dar força aos autarcas locais.

O candidato vilaverdense a deputado pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva, deu ontem à noite continuidade, em Nevogilde e Oleiros, às sessões de esclarecimento da população que o levarão a percorrer todo o concelho de Vila Verde, até final da campanha eleitoral.
Perante várias dezenas de pessoas, o candidato apelou, de forma vincada, a uma votação massiva dos vilaverdenses na coligação Portugal à Frente no sentido de “conferir maior poder de reivindicação dos autarcas do concelho junto do Governo Central”. “Os autarcas de Vila Verde têm uma relação de enorme proximidade com os membros do atual Governo, desde ministros a secretários de estado das mais diversas áreas. Ora, se lhes mostrarmos, uma vez mais, que o concelho é um bastião de apoio à coligação, mais fácil será esgrimir, depois, argumentos para captar investimento para a nossa terra”, defendeu Rui Silva.
O candidato reforçou a mensagem lembrando que os vilaverdenses “têm que ter noção da dimensão do seu concelho e do que isso pode significar”. “Vila Verde, enquanto concelho, tem mais população que muitas capitais de distrito, como Bragança, Guarda, Évora, Portalegre ou Beja, por exemplo. Só por si, este dado, que se traduz de forma indelével na contagem dos votos nas eleições legislativas, é um forte argumento para defendermos os nossos interesses, mostrando a força que temos”, resumiu.
Numa altura em que o concelho pode, pela primeira vez na história da democracia portuguesa, eleger dois vilaverdenses como deputados da Assembleia da República, Rui Silva garante que tudo fará para “defender os interesses e promover continuamente o desenvolvimento e crescimento de Vila Verde”. “Empenhar-me-ei, do primeiro ao último dia de legislatura”, assegurou.
Também o presidente da Câmara Municipal e mandatário concelhio da candidatura da coligação Portugal à Frente, António Vilela, sublinhou esta nota dominante defendendo que “estas eleições também têm muito a ver com o futuro das autarquias”. “As decisões que se tomam na Assembleia da República influenciam, direta e fortemente, o destino dos municípios e das freguesias”, afirmou o mandatário de Rui Silva e Miguel Peixoto.
Numa análise mais global ao desenvolvimento do País nos últimos quatro anos, António Vilela não tem dúvidas que, depois de um período de contração do investimento e de retrocesso económico, “começam já a surgir os primeiros sinais positivos, com mais apoios às empresas, mais empregos, aumentaram-se até as pensões mínimas e alguns salários”. “Nesse sentido, se isto foi conseguido após três anos de um enquadramento muito adverso, imagine-se o que esta coligação poderá fazer por Portugal, num cenário em que poderá aplicar o seu próprio projeto governativo”, concluiu.
A bancarrota de 2011, a vinda da Troika, a crise grega e a recuperação da soberania e credibilidade do País foram outros dos temas abordados nas sessões de ontem.

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