16/09/2026
A Câmara de Mesão Frio, alvo de investigação e buscas recentes pela PJ e cujos autarcas socialistas foram condenados ao pagamento de multas pelo Tribunal de Contas, elege a obra contra o CHEGA como a maior obra de não-ficção das últimas décadas, uma obra de referência para estes autarcas. Demonstram que além de maus governantes têm também um péssimo gosto literário. E se em vez de promoverem livros de qualidade duvidosa, utilizando os recursos públicos, promovessem e concretizassem obras para um efetivo desenvolvimento do concelho como Mesão Frio precisa e merece? E se em vez de gastarem como se não houvesse amanhã, tendo sido condenados pelo Tribunal de Contas ao pagamento de multas, usassem parcimoniosamente os recursos públicos e os colocassem ao serviço dos cidadãos do concelho?
Compreendemos que uns governantes deste (des)nível não gostem do CHEGA, porque nós não lhes damos sossego e denunciamos as suas artimanhas governativas. Mas chegar ao ponto de classificar uma obra que visa atacar o CHEGA como a maior referência literária do panorama português é o cúmulo da falta de cultura literária. Senhores autarcas do PS de Mesão Frio: concentrem-se na governação porque de literatura não percebem nada! E pelos vistos de contas e de acompanhamento de obras e de contratação de recursos humanos percebem outro tanto… talvez seja melhor o presidente não esperar pelo fim do mandato para renunciar a apresentar recandidatura: quem não sabe da poda, deixe podar quem sabe! E em terra de viticultores esta imagem é clara! Viva Mesão Frio! Vivam os Mesão-frienses! Viva o CHEGA! Viva Portugal!🇵🇹