NEIP - Núcleo de Estudos e Intervenção Psicológica

NEIP - Núcleo de Estudos e Intervenção Psicológica Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de NEIP - Núcleo de Estudos e Intervenção Psicológica, Organização governamental, Vila Real de Santo António.

O NEIP – Núcleo de Estudos e Intervenção Psicológica, criado a 3 de Outubro de 2007 por psicólogos pertencentes à Câmara Municipal de Vila Real de Santo António. Tem como finalidades promover o bem-estar psicológico e o desenvolvimento pessoal e intelectual aprazível, assim como implementar um serviço de intervenção prática em vários domínios (educação, família, formação de profissionais e técnico

s de saúde, etc.), informar sobre diversos temas ligados à área da psicologia, e divulgar notícias relacionadas com a psicologia e como outras temáticas relevantes para esta área.

Portugal contra a violênciaVídeo com Conteúdo sensível a crianças e jovens
25/11/2021

Portugal contra a violência
Vídeo com Conteúdo sensível a crianças e jovens

Para assinalar o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, e a...

28/05/2021

Para celebrar o Dia Internacional do Brincar, a nossa psicóloga Dorisa Peres partilhou os seus conhecimentos sobre o brincar e a importância que o brincar tem para um desenvolvimento saudável da criança. Uma conversa a não perder.

Hoje comemora-se o dia da Consciencialização para a Dispraxia Verbal do Desenvolvimento. A DVD define-se como um défice ...
14/05/2021

Hoje comemora-se o dia da Consciencialização para a Dispraxia Verbal do Desenvolvimento.
A DVD define-se como um défice no planeamento e programação para os movimentos da fala, o que faz com que as crianças apresentem uma fala pouco inteligível.
Crianças com DVD são crianças com uma evolução mais lenta em terapia e que apresentam dificuldades na generalização das aprendizagens.

08/03/2021



As mulheres estão na "linha da frente" - no trabalho e em casa, no cuidado de quem precisa, nas tarefas domésticas e na tomada de decisões importantes para as famílias, as organizações e o país.

Apesar das desigualdade de género, as mulheres continuam a dar um contributo essencial para os mundos que as rodeiam: estimulam, encorajam, desenvolvem, resolvem, apoiam, cuidam.

Lembre-se de cuidar da sua Saúde Psicológica e inspire outras mulheres a cuidarem também.

Partilho convosco o artigo que escrevi para este Natal, uma reflexão para fechar o ano. Um abraço a todos.
23/12/2020

Partilho convosco o artigo que escrevi para este Natal, uma reflexão para fechar o ano.
Um abraço a todos.

A equipa NEIP deseja-vos a todos um FELIZ NATAL.

F**a aqui a nossa prendinha, embrulhada de uma forte mensagem e decorada com as melhores intenções.

Especial de Natal

Escrevo este artigo para fechar o ano. Um dos anos mais duros das nossas vidas individual e colectivamente e, com grande probabilidade, um dos mais estranhos que iremos viver.
Começamos o ano a viver como sempre, como dantes, ingenuamente. Quando algo nos atinge na vida, ataca de surpresa e foi o que aconteceu com a pandemia, apanhou-nos distraídos, relaxados, e foi como um tsunami. Devastador.
A angústia com que vivemos nas semanas seguintes deixará marcas na nossa memória emocional. As imagens transmitidas a partir de hospitais, os áudios de médicos, foi-se infiltrando em nós ao longo de meses, não nos permitindo relaxar. Algumas famílias começaram nessa altura a ser desmembradas. Tantos foram os mortos a quem não foi possível prestar uma última homenagem, tantos os familiares que não se puderam despedir dos seus. Essa dor pesa-nos a todos, com o medo de nós sermos os próximos a quem isso pode acontecer. Com o medo que morra alguém da nossa família. Para essas famílias vai o meu pensamento neste Natal. Quando discutirmos sobre que festejos deveriam ser permitidos e lamentamos não poder fazer festa de arromba no fim de ano, ou os habituais jantares convívio desta época, lembro-me que há muitas famílias, que não tem vontade nenhuma de celebrar.
Se este ano não perdeu alguém que ama, seja grato. Tem mais uma oportunidade.
Aproveite para transmitir o seu afecto sobretudo a todos aqueles que não pode ver ou tocar. Tentemos vir este Natal de constrangimentos, com maior intensidade afectiva, pois estamos mais conscientes da perda do que noutros anos. Este pode ser o último para muitos de nós. Talvez este ano não possamos ser tão generosos nos presentes que damos. Saibamos sê-lo nas palavras e nos sentimentos e nos comportamentos.
E aproveitemos o final do ano para, desta vez, de forma mais comedida, avaliarmos bem o nosso desempenho no ano que termina e perscrutarmos atentamente os nossos desejos para os próximos tempos, redefinindo valores e prioridades, programando objectivos e transformando-os e, em ações que façam a diferença.

Vila Real de Santo António, 21/12/2020
Sílvia Cardoso

A equipa NEIP deseja-vos a todos um FELIZ NATAL.F**a aqui a nossa prendinha, embrulhada de uma forte mensagem e decorada...
22/12/2020

A equipa NEIP deseja-vos a todos um FELIZ NATAL.

F**a aqui a nossa prendinha, embrulhada de uma forte mensagem e decorada com as melhores intenções.

Especial de Natal

Escrevo este artigo para fechar o ano. Um dos anos mais duros das nossas vidas individual e colectivamente e, com grande probabilidade, um dos mais estranhos que iremos viver.
Começamos o ano a viver como sempre, como dantes, ingenuamente. Quando algo nos atinge na vida, ataca de surpresa e foi o que aconteceu com a pandemia, apanhou-nos distraídos, relaxados, e foi como um tsunami. Devastador.
A angústia com que vivemos nas semanas seguintes deixará marcas na nossa memória emocional. As imagens transmitidas a partir de hospitais, os áudios de médicos, foi-se infiltrando em nós ao longo de meses, não nos permitindo relaxar. Algumas famílias começaram nessa altura a ser desmembradas. Tantos foram os mortos a quem não foi possível prestar uma última homenagem, tantos os familiares que não se puderam despedir dos seus. Essa dor pesa-nos a todos, com o medo de nós sermos os próximos a quem isso pode acontecer. Com o medo que morra alguém da nossa família. Para essas famílias vai o meu pensamento neste Natal. Quando discutirmos sobre que festejos deveriam ser permitidos e lamentamos não poder fazer festa de arromba no fim de ano, ou os habituais jantares convívio desta época, lembro-me que há muitas famílias, que não tem vontade nenhuma de celebrar.
Se este ano não perdeu alguém que ama, seja grato. Tem mais uma oportunidade.
Aproveite para transmitir o seu afecto sobretudo a todos aqueles que não pode ver ou tocar. Tentemos vir este Natal de constrangimentos, com maior intensidade afectiva, pois estamos mais conscientes da perda do que noutros anos. Este pode ser o último para muitos de nós. Talvez este ano não possamos ser tão generosos nos presentes que damos. Saibamos sê-lo nas palavras e nos sentimentos e nos comportamentos.
E aproveitemos o final do ano para, desta vez, de forma mais comedida, avaliarmos bem o nosso desempenho no ano que termina e perscrutarmos atentamente os nossos desejos para os próximos tempos, redefinindo valores e prioridades, programando objectivos e transformando-os e, em ações que façam a diferença.

Vila Real de Santo António, 21/12/2020
Sílvia Cardoso

Como complemento ao artigo de ontem, deixamos um vídeo sobre os spectos gerais da enurese noturna primária e tratamentos...
19/11/2020

Como complemento ao artigo de ontem, deixamos um vídeo sobre os spectos gerais da enurese noturna primária e tratamentos mais comuns utilizados.

Aspectos gerais da enurese noturna primária e tratamentos mais comuns utilizados.

“XIXI NA CAMA" (ou enurese mono-sintomática noturna primária)A Maria que é a mãe do João disse a medo no meio de um desa...
18/11/2020

“XIXI NA CAMA" (ou enurese mono-sintomática noturna primária)

A Maria que é a mãe do João disse a medo no meio de um desabafo: “Ele ainda faz xixi na cama..já não sei o que fazer!”. O João, que tem 5 anos e é um rapaz bastante desenrascado, envergonha-se com o comentário da mãe, encolhe-se, desvia o olhar e espera com nervosismo que mudem de assunto, aquela conversa deixa-o desconfortável, incomodado, envergonhado e às vezes até humilhado.

O João nunca conseguiu deixar a fralda durante a noite. Não tem mais nenhum sintoma que preocupe, é um rapaz bem desenvolvido e durante o dia urina sempre na casa de banho. “Então porque é que ele se descuida durante a noite?” - Pergunta a mãe que gostaria de ver esta situação resolvida.

A enurese mono-sintomática noturna primária conhecida como fazer xixi na cama, é a perda de urina durante a noite e somente à noite sem apresentar quaisquer outros sintomas ou problemas. É denominada de primária quando a criança (com pelo menos 5 anos) ou jovem nunca conseguiu manter um período seco de pelo menos 3 semanas.

É uma situação bio-fisiológica muito comum. Apresenta uma taxa de prevalência de cerca de 20% aos 5 anos de idade e tende a diminuir com o aumento da idade da criança. Sabe-se hoje que na maioria dos casos não é necessária qualquer intervenção porque tem tendência a desaparecer com a idade.

Ainda não foram determinadas as causas de tal condição, no entanto, existem algumas condições que são determinantes como o facto de existirem casos na família directa (pais, tios e avôs), atraso na maturação do aparelho urinário, perturbações no sono, e até outros fatores fisiológicos como obstipação.
Esta condição acarreta alguma vergonha quer para a criança quer para os pais e cuidadores. E, muitas vezes, a criança é impedida de dormir fora de casa para não ter que ser confrontada com esta situação.

Com frequência quer a criança quer os pais apresentam um sentido de imaturidade relativo à criança que pode condicionar o seu desenvolvimento e autonomia. Para além destas questões a inconveniência para a família é grande quer pela questão da limpeza e higiene quer pela questão económica na compra de materiais de contenção da urina (fraldas e protetores de colchão).

Os tratamentos existentes atualmente são vários e variam na sua complexidade e a efectividade a longo prazo nem sempre é garantida. Numa situação menos complexa recomenda-se aguardar pacientemente que a criança amadureça (desde que não coexista mais nenhum sintoma que possa indicar outra condição clinica), ou podem ser realizados esforços para ajudar a criança a permanecer seca durante a noite.

Em todos os tratamentos e mesmo na ausência destes, recomenda-se que apoie e ajude a criança, que a compreenda e que de nenhuma forma utilize a agressão (verbal ou física) nem o castigo como forma de incentivo. Estes apenas agravam o problema, deterioram a relação e acarretam consequências nefastas e duradouras para o desenvolvimento da criança.

Em todas as situações, todas as pessoas que rodeiam a criança e se deparam com esta condição devem manter a calma e perceber que não estão sozinhos. Esta criança não é a única e perder urina durante a noite não é necessariamente um sintoma de um problema maior. Como em tudo o que acontece no desenvolvimento infantil, o tempo de alcançar as metas de desenvolvimento são diferentes para cada criança. Apressar a criança para conseguir cumprir com prazos estipulados na teoria é perigoso e acarreta consequências no futuro. Na dúvida deve sempre aconselhar-se com um profissional especializado.

Para subir uma escada devemos apoiar-nos em todos os degraus e utilizar o corrimão, desta forma garantimos que subimos a escada com o maior apoio e equilíbrio possível.

O desenvolvimento infantil não é um campeonato, nem uma corrida com ordenação final. Ele é a base essencial sobre a qual assenta o futuro do indivíduo e sociedade.

O que aconteceria se utilizássemos um pouco mais de paciência e compaixão no tratamento das nossas crianças?

PARECEM SER DE OUTRO PLANETA❓❓Quantos de nós nos confrontamos com pessoas que parecem ter uma forma de ver as situações ...
28/10/2020

PARECEM SER DE OUTRO PLANETA❓❓

Quantos de nós nos confrontamos com pessoas que parecem ter uma forma de ver as situações de especial dureza de uma forma positiva?
Quantos de nós nos questionamos como é possível esta pessoa “não se passar da marmita”?

Estas pessoas são aquelas que por mais adversas que sejam as situações, aceitam-nas e seguem em frente. Chegam a dizer “para quê ficar chateado, não adianta nada” ou “não existe uma vida dura, só momentos difíceis”.
Estas pessoas causam-nos um misto de reacções e podemos pensar, sentir e agir de formas muito diversas.

Podemos pensar que estas pessoas não têm sentimentos, que vieram de outro planeta ou então que não compreendem a realidade que as rodeia. Mas tais justificações podem, por vezes, servir para atribuir aos outros a “causa” dos sentimentos, pensamentos e acções que nos provocam e não nos permitem “olhar para dentro” de nós próprios.

Se por um lado podem despertar em nós sentimentos, pensamentos ou acções negativas, como raiva, revolta, inveja, desconfiança, por outro lado, podem despertar sentimentos, pensamentos ou acções positivas, de admiração, esperança, apoio, optimismo.

Não está aqui em causa a pessoa em si, nem porque reage ou faz as coisas da maneira que faz, mas sim, o tomarmos consciência da forma como nós reagimos a este tipo de pessoas, dos nossos pensamentos, sentimentos e actos, e reflectirmos porque é que estes acontecem.
O que é que de facto, em concreto, aquela pessoa me faz pensar, sentir e agir desta ou daquela forma?

Comecemos por reconhecer que os nossos pensamentos, sentimentos e acções são legítimos e que não são de todo descabidos. Também notar que podem ser diferentes de dia para dia e às vezes até no próprio dia podem mudar. Porventura, podem ser mais negativos nos dias que dormimos mal, que estamos mais stressados, mais ansiosos ou até mais tristes. Noutros dias, em que nos sentimos mais calmos, que dormimos bem, que sentimos ter mais energia, as mesmas situações podem suscitar em nós emoções mais positivas.

Podemo-nos questionar se é possível também nós sermos assim, ou um bocadinho assim. E, mais uma vez, a resposta está dentro de nós. É preciso tomar consciência que queremos mudar. Depois, no dia-a-dia, há medida que as situações surgem, reflectir sobre o que aconteceu e o que poderíamos ter feito diferente. Posteriormente, arranjar estratégias para agir em vez de reagir, tomando um tempo para pensar com os “seus botões”.

Seja como for e o que decida fazer, queremos deixar uma mensagem positiva de encorajamento de que é sempre possível mudar, e se considerar que estas características são importantes talvez seja o momento de parar e pensar de que forma o pode fazer.

Não se esqueça que não está sozinho e se precisar de ajuda pode sempre contar com o NEIP.

Neste tempo de pandemia vemo-nos confrontados com uma situação de stress permanente. Agora, vivenciamos exigências const...
19/10/2020

Neste tempo de pandemia vemo-nos confrontados com uma situação de stress permanente.

Agora, vivenciamos exigências constantes que podem comprometer a nossa capacidade de tolerância e controlo do stress.

Sendo o stress definido como as exigências provenientes do meio em que vivemos, ou que experienciamos em determinado momento, os nossos mecanismos para lidar com o stress, (conhecidos como mecanismos de coping) são utilizados de forma rotineira, intuitiva, automática, sem demasiado desgaste psicológico. Por vezes somos também confrontados com o chamado stress situacional (stress pontual associado a situações novas), como por exemplo fazer um exame ou prova, ir a um tribunal, etc. Para tal utilizamos mecanismos de coping de forma menos intuitiva e sentimo-nos mais ansiosos, mais cansados, pelo desgaste psicológico criado por uma situação que fugiu à rotina.

O que esta nova situação de pandemia veio criar foi um desajuste do modo como lidávamos com ambientes rotineiros e criar dificuldades acrescidas. Uma simples ida ao supermercado, ida a uma consulta, um passeio numa rua movimentada de comércio, as tarefas normais do trabalho, exigem de nós a máxima atenção aos detalhes, e o eliminar de todos os gestos automáticos (cumprimentos físicos, proximidade física) todos estes ambientes estão diferentes, portanto mais stressantes e exigem uma reflexão e uma capacidade de planear contraintuitiva. Onde antes nos desenvolvíamos com naturalidade encontramos poucas semelhanças. Ao longo do dia sentimos que "agora está tudo diferente".

Quantas vezes chegamos a um sítio e verificamos que não podemos entrar porque esquecemos a máscara. O simples gesto de levar a máscara connosco implica uma capacidade de planeamento e antecipação dos nossos comportamentos que limita a espontaneidade, e a hipótese de mudar de ideias.
Algumas pessoas com maior tendência para a organização e planeamento podem conseguir lidar melhor com estas exigências sobretudo em situações onde as regras já são claras e previsíveis. Todavia existem ainda muitos contextos em que as regras são variáveis e eventualmente imprevisíveis. Com a pandemia em evolução, as regras emitidas pelas autoridades vão evoluindo e variando. Para aqueles que planeiam e conseguem antecipar, chegar a um local onde as regras mudaram pode ser uma enorme fonte de frustração e de conflito interno. Quando por diversas vezes verificamos que não controlamos a situação e que por muito que façamos não conseguimos controlar as nossas vidas, desenvolvemos o desamparo apreendido, que é a antecâmara da depressão. A necessidade de utilizar mais recursos mentais para lidar com a situação pode gerar comportamentos por vezes incompreensíveis. Para pessoas mais intuitivas e espontâneas, ou até mais impulsivas, podem gerar-se conflitos sociais constantes (como já todos assistimos em filas de supermercado, por exemplo).

Reforcemos mais ainda do que antes, a nossa capacidade de tolerância, compreensão e empatia face ao outro. Recordando-lhe instruções e ajudando-os a planear. Para podermos superar melhor os desafios que esta crise nos coloca.


"No Canto Sexto d’Os Lusíadas a tempestade não suspendeu a viagem, mas ofereceu a oportunidade para redescobrir o que significa estarmos no mesmo barco".

José Tolentino Mendonça, Discurso do 10 de Junho

Este sábado, 10 de outubro, assinala-se o Dia Mundial da Saúde Mental. A ManifestaMente — uma iniciativa cidadã pela Sa...
09/10/2020

Este sábado, 10 de outubro, assinala-se o Dia Mundial da Saúde Mental. A ManifestaMente — uma iniciativa cidadã pela Saúde Mental —, patrocinada pelo Programa Nacional para a Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde, desenvolveu um curso online que pretende "promover a literacia em saúde mental e combater o estigma associado às doenças mentais", identificando sinais de alerta e ajudando a encontrar soluções num ano em que a pandemia tem vindo a afetar bastante a saúde mental de muitos portugueses.

O curso, gratuito e acessível a todos os portugueses está disponível no website da Associação ManifestaMente a partir desta sexta-feira, 9 de outubro. Lançado na véspera do Dia Mundial da Saúde Mental, o ‘Kit básico de saúde mental’ foi desenvolvido por uma equipa que inclui psicólogos, psiquiatras, enfermeiros e outros especialistas em saúde e comunicação.

Uma sessão com a informação essencial sobre saúde mental que todos nós devíamos conhecer para lidarmos com as nossas dificuldades e as das pessoas que nos rodeiam, nomeadamente: o que é saúde...

Endereço

Vila Real De Santo António
8900

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 15:00
Terça-feira 09:00 - 15:00
Quarta-feira 09:00 - 15:00
Quinta-feira 09:00 - 15:00
Sexta-feira 09:00 - 15:00

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