Coletivo Fiúza Júnior

Coletivo Fiúza Júnior Coletivo vianense antifascista que luta contra qualquer forma de opressão e defende a igualdade.

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08/04/2021

Pack T-shirt e 5 stickers.
Temos disponível em tamanhos S, M, L, XL e XXL.

Pack 12 antifas + portes.

Dinheiro angariado reverterá para companheiros e camaradas que necessitem devido ao seu compromisso com a luta antifascista!

Os interessados, contactar por MP.

26/03/2021

Enfrente o seu passado colonial, Conselho da Europa diz a Portugal

- O Silêncio é Violento -

Hoje é o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Escravos. Tendo em conta que Portugal foi o país que mais contribuiu para este ostracismo e genocídio esperava que pelo menos um artigo ou uma reportagem saísse na imprensa. Até agora nada.
A amnésia colectiva nada contribui para o desenvolvimento social que se deve querer ter numa sociedade.

Já basta os livros de história virem com o romantismo dos "bons colonizadores" e "descobrimentos" como o maior motivo de orgulho da pátria.

O Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Escravos é celebrado anualmente no dia 25 de março e tem como objetivo, em primeiro lugar, prestar homenagem e lembrar aqueles que sofreram e morreram nas mãos do sistema brutal de escravidão e, em segundo lugar, aumentar a consciencialização sobre os perigos do racismo e do preconceito.

O dia 25 de março foi proclamado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Escravos através da Resolução 62/102 adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 17 de dezembro de 2007.

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Dia internacional contra a Descriminação RacialAlcindo Monteiro, Ângelo Semedo, António Pereira, Musso, Kuku, Toninho, T...
21/03/2021

Dia internacional contra a Descriminação Racial

Alcindo Monteiro, Ângelo Semedo, António Pereira, Musso, Kuku, Toninho, Teti, Cláudia Simões, Cova M6, Bruno Candé, ...

Não esquecemos! Não perdoamos!

Polícias na mira dos serviços secretos Líderes do Movimento Zero já estão identificados. Posts mais agressivos e de extr...
12/03/2021

Polícias na mira dos serviços secretos

Líderes do Movimento Zero já estão identificados. Posts mais agressivos e de extrema-direita são de guardas prisionais.

O Movimento Zero (M0), que junta polícias, militares e guardas prisionais, está na mira dos serviços de informações (SIS) e também de outras forças de segurança, por suspeitas de agregar um número crescente de simpatizantes da direita mais radical e estar a incentivar à desobediência. O recente relatório “Estado de Ódio: o Extremismo de Direita na Europa” descreve o M0 como sendo um movimento “populista de extrema-direita”.

Ao Expresso, uma fonte próxima da investigação a este universo garante que os líderes deste movimento, supostamente inorgânico, estão já identificados, apesar de agirem no anonimato: “São entre seis a dez elementos da PSP.”

No Facebook, o M0 conta já com cerca de 80 mil seguidores e tem apelado à GNR e à PSP para fazerem “zero autos de contraordenação e zero detenções” durante a pandemia, enfatizando que se o poder político não mudar a estratégia em relação à covid-19 arrisca-se a ficar sem a contribuição das polícias.
Isto num momento em que o país vive no estado de emergência e em que as autoridades têm sido chamadas a atuar com especial intensidade para fiscalizar se a população cumpre as regras impostas pelo Governo.

Já esta semana, marcou uma greve de 24 horas a 21 de junho, deixando no ar a hipótese de se repetirem confrontos entre polícias: “Forte possibilidade de um novo episódio dos secos e molhados de 1989 vir a acontecer”, alerta.

Uma fonte da segurança interna garante que esta estratégia do Movimento Zero é uma tentativa de capitalizar “algum descontentamento” existente entre os operacionais. Outra fonte policial é mais taxativa: “Há um extremar de posições que são inaceitáveis. Estamos a chegar a um ponto da linha que não deve ser ultrapassada com boicotes, indisciplina e greves.”

Nas páginas de dezenas de simpatizantes do M0 no Facebook a que o Expresso teve acesso, o primeiro-ministro António Costa é denominado de “monhé”, Mário Soares foi um “chulo”, André Ventura é tido como “um herói”, Oliveira Salazar era “um grande senhor”, Jair Bolsonaro punha “a escumalha a trabalhar”, o dirigente do SOS Racismo Mamadou Ba é chamado de “porco preto” e perde-se a conta das ofensas dirigidas a “pretos e ciganada”.

Nas redes sociais, os membros mais agressivos e que escrevem posts de cariz ra***ta e xenófobo, apelando a um estado securitário, são na sua maioria “guardas prisionais, militares e até polícias municipais”, avança uma fonte das forças de segurança. Mas também há agentes da PSP e militares da GNR a apelar ao
ódio.

Até ao fecho da edição não foi possível obter uma reação do M0.
No entanto, existe um post dedicado ao já referido relatório europeu sobre ódio: “Sermos conotados de populistas de extrema-direita é motivo de gargalharmos. Gargalharmos muito!”

Oito processos na PSP
A PSP revela que em 2020 e 2021 abriu oito processos disciplinares e três de inquérito a agentes por comentários impróprios no Facebook. “A manifestação, por qualquer meio, de visões extremistas ou ofensivas tem sido prontamente sinalizada e sancionada pela PSP, quer no âmbito disciplinar quer na denúncia às autoridades judiciais competentes”, diz a Polícia.

Já sobre o M0, a PSP acrescenta que se trata de um “movimento inorgânico” que “não representa qualquer instituição ou polícias da Polícia de Segurança Pública”. A GNR não revela quantos militares já foram castigados por posts extremistas, mas salienta que tem promovido videoconferências e cursos com a temática dos direitos humanos e discriminação racial. Já a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) informa que não foi, até à data, aplicada qualquer sanção disciplinar por prática discriminatória.
“Encontram-se pendentes dois processos.”

Quanto aos serviços prisionais garantem que não foram identificados guardas que na sua vida particular e social tenham tido comportamentos ra***tas, não havendo por isso qualquer inquérito interno.

Por Hugo Franco in Expresso 12.03.2021

Polícias na mira dos serviços secretos

Líderes do Movimento Zero já estão identificados. Posts mais agressivos e de extrema-direita são de guardas prisionais

O Movimento Zero (M0), que junta polícias, militares e guardas prisionais, está na mira dos serviços de informações (SIS) e também de outras forças de segurança, por suspeitas de agregar um número crescente de simpatizantes da direita mais radical e estar a incentivar à desobediência. O recente relatório “Estado de Ódio: o Extremismo de Direita na Europa” descreve o M0 como sendo um movimento “populista de extrema-direita”.

Ao Expresso, uma fonte próxima da investigação a este universo garante que os líderes deste movimento, supostamente inorgânico, estão já identificados, apesar de agirem no anonimato: “São entre seis a dez elementos da PSP.”

No Facebook, o M0 conta já com cerca de 80 mil seguidores e tem apelado à GNR e à PSP para fazerem “zero autos de contraordenação e zero detenções” durante a pandemia, enfatizando que se o poder político não mudar a estratégia em relação à covid-19 arrisca-se a ficar sem a contribuição das polícias. Isto num momento em que o país vive no estado de emergência e em que as autoridades têm sido chamadas a atuar com especial intensidade para fiscalizar se a população cumpre as regras impostas pelo Governo.

Já esta semana, marcou uma greve de 24 horas a 21 de junho, deixando no ar a hipótese de se repetirem confrontos entre polícias: “Forte possibilidade de um novo episódio dos secos e molhados de 1989 vir a acontecer”, alerta.

Uma fonte da segurança interna garante que esta estratégia do Movimento Zero é uma tentativa de capitalizar “algum descontentamento” existente entre os operacionais. Outra fonte policial é mais taxativa: “Há um extremar de posições que são inaceitáveis. Estamos a chegar a um ponto da linha que não deve ser ultrapassada com boicotes, indisciplina e greves.”

Nas páginas de dezenas de simpatizantes do M0 no Facebook a que o Expresso teve
acesso, o primeiro-ministro António Costa é denominado de “monhé”, Mário Soares foi um “chulo”, André Ventura é tido como “um herói”, Oliveira Salazar era “um grande senhor”, Jair Bolsonaro punha “a escumalha a trabalhar”, o dirigente do SOS Racismo Mamadou Ba é chamado de “porco preto” e perde-se a conta das ofensas dirigidas a “pretos e ciganada”.

Nas redes sociais, os membros mais agressivos e que escrevem posts de cariz ra***ta e xenófobo, apelando a um estado securitário, são na sua maioria “guardas prisionais, militares e até polícias municipais”, avança uma fonte das forças de segurança. Mas também há agentes da PSP e militares da GNR a apelar ao
ódio.

Até ao fecho da edição não foi possível obter uma reação do M0. No entanto, existe um post dedicado ao já referido relatório europeu sobre ódio: “Sermos conotados de populistas de extrema-direita é motivo de gargalharmos. Gargalharmos muito!”

Oito processos na PSP
A PSP revela que em 2020 e 2021 abriu oito processos disciplinares e três de inquérito a agentes por comentários impróprios no Facebook. “A manifestação, por qualquer meio, de visões extremistas ou ofensivas tem sido prontamente sinalizada e sancionada pela PSP, quer no âmbito disciplinar quer na denúncia às autoridades judiciais competentes”, diz a Polícia.

Já sobre o M0, a PSP acrescenta que se trata de um “movimento inorgânico” que “não representa qualquer instituição ou polícias da Polícia de Segurança Pública”. A GNR não revela quantos militares já foram castigados por posts extremistas, mas salienta que tem promovido videoconferências e cursos com a temática dos direitos humanos e discriminação racial. Já a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) informa que não foi, até à data, aplicada qualquer sanção disciplinar por prática discriminatória. “Encontram-se pendentes dois processos.”

Quanto aos serviços prisionais garantem que não foram identificados guardas que na sua vida particular e social tenham tido comportamentos ra***tas, não havendo por isso qualquer inquérito interno.

Por Hugo Franco in Expresso 12.03.2021

10 de marzo, Día da Clase Obreira Galega! ✊A súa orixe está no 10 de marzo de 1972, cando a policía franquista disparou ...
10/03/2021

10 de marzo, Día da Clase Obreira Galega! ✊

A súa orixe está no 10 de marzo de 1972, cando a policía franquista disparou contra unha protesta sindical nos estaleiros de Bazán, en Ferrol, e onde morreron dous responsables do comité ferrolán de Comisións Obreiras, Amador Rey e Daniel Niebla, e onde resultaron feridos ao redor de medio cento de manifestantes máis. Dende aquel ano, a data é homenaxeada polas diferentes organizacións sindicais de Galiza, reclamando melloras sociais e laborais.

Desde esta margem do rio Minho nos solidarizamos com toda a classe trabalhadora galega! GALIZA CEIVE!

CD & Merchan: http://www.lawebdehabitus.com/dakidarriahttp://itunes.apple.com/es/album/...utopias-emergentes/id480472993http://open.spotify.com/album/6SyLQyj...

Não baixaremos os braços nem abriremos punho dos direitos conquistados. Já nada nos cala ou detém. Continuamos e continu...
08/03/2021

Não baixaremos os braços nem abriremos punho dos direitos conquistados. Já nada nos cala ou detém. Continuamos e continuaremos firmes na luta das mulheres trabalhadoras.

Hoje o Museu do Aljube Resistência e Liberdade relembra Manuel Fiúza Júnior, e o seu legado de resistência e luta antifa...
02/03/2021

Hoje o Museu do Aljube Resistência e Liberdade relembra Manuel Fiúza Júnior, e o seu legado de resistência e luta antifascista.

Manuel Fiúza Júnior, o resistente antifascista vianense que dá nome ao nosso Coletivo! ✊

"Militante anarquista e libertário, Manuel Fiúza Júnior nasceu em Viana do Castelo, no ano de 1888. Era estucador e foi durante alguns anos editor de “A Voz dos Famintos”, quinzenário anarquista com uma importante influência doutrinária na região minhota. Mais tarde aderiu ao Partido Comunista Português (P*P) e entrou para a clandestinidade depois do 28 de Maio de 1926. Preso em março de 1949 em Viana do Castelo é libertado em julho e julgado e absolvido pelo Tribunal Plenário Criminal do Porto em abril de 1950.

Em 1957, a morte de Joaquim Lemos de Oliveira na sede da PIDE no Porto leva a protestos e manifestações, com distribuição de manifestos de denúncia da situação. É na sequência da sua participação nestes protestos que Manuel Fiúza Júnior é preso pela PSP em Viana do Castelo e enviado para a delegação do Porto para averiguações por “crimes contra a segurança do Estado”. No dia 2 de março de 1957 Fiúza Júnior morreu na Delegação da PIDE do Porto, na sequência das torturas que lhe foram infligidas. Tinha 69 anos."

https://www.facebook.com/museudoaljube/photos/a.343297749648021/777491469561978

Dos que vão sem nunca nos deixar. Ficam para além de tudo e no que somos, vivem como lume em cada resistir.Camarada Zeca...
23/02/2021

Dos que vão sem nunca nos deixar. Ficam para além de tudo e no que somos, vivem como lume em cada resistir.
Camarada Zeca, é tua a nossa voz. Continuas presente. Hoje, sempre.

Privado é de algun$, Público é de Todos!Documentário realizado pela AO NORTE Cineclube Viana."Águas em Conta acompanha a...
22/02/2021

Privado é de algun$, Público é de Todos!

Documentário realizado pela AO NORTE Cineclube Viana.

"Águas em Conta acompanha a divisão da água de rega na Montaria (S. Lourenço), uma freguesia onde essa partilha é uma tradição ancestral, ainda hoje visível nos seus vários lugares. Regista o depoimento de responsáveis pela gestão da água e de agricultores que a utilizam, bem como os trabalhos comunitários que lhe estão associados, como a limpeza e a manutenção dos regos, levadas e espaços de retenção da água."

Filme completo: https://url.gratis/bmc0q

SINOPSEÁguas em Conta acompanha a divisão da água de rega na Montaria (S. Lourenço), uma freguesia onde essa partilha é uma tradição ancestral, ainda hoje vi...

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Viana Do Castelo

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