24/04/2026
Com a privatização das linhas mais rentáveis da CP, é toda a CP que f**a em causa, é todo o transporte ferroviário do País, incluindo o serviço regional que pode estar comprometido. Mais. a privatização dos serviços lucrativos da CP – Urbanos e Longo Curso – deve ser vista como um passo no regresso do encerramento de linhas e serviços que marcou o início do processo de liberalização da ferrovia nos anos 90.
O Governo deveria aprender com o processo da Fertagus, da concessão privada existente.
Onde todo o investimento foi público (comboios, infraestrutura, indemnizações compensatórias abundantes) e a gestão privada produziu uma oferta mais cara para os utentes e mais cara para o Estado, e um serviço que é o pior da AMLisboa neste momento. O País precisa de investir na ferrovia, não precisa de destruir a CP.
Assim, a Assembleia Municipal de Torres Novas aprova a seguinte Resolução:
- Solicitar ao governo que se concentre no acelerar da resolução do verdadeiro problema da ferrovia no país – a falta de comboios – e abandone os planos de criar novos problemas através de um processo de maior pulverização com a privatização/concessão da ferrovia.