Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial

Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial Pós-graduação de Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial O número de créditos a totalizar pelo aluno para a obtenção da pós-graduação é 60 ECTS/30 créditos.

primorar a atuação técnica dos profissionais de História e demais áreas, na Pesquisa Arqueológica, Gestão do Património Cultural e Educação Patrimonial. Curso à distância: Plataforma e-learning e vídeo-conferência BBB
Língua: Português

O curso pretende oferecer uma sólida formação cultural, científica e tecnológica, sustentada por uma estrutura curricular e um plano curricular que inclui o perman

ente contacto com situações reais em laboratório e in situ. O modelo deste ciclo assenta no desenvolvimento de um conjunto diversificado de competências para excelentes saídas profissionais e para prosseguir estudos de pós-graduação e mestrado na área da arqueologia e património cultural. O plano do curso está dividido em duas fases:

Uma letiva de contacto, distribuídas ao longo de dois semestres
Uma parte mais prática, realizada no terceiro semestre onde o aluno terá a opção de desenvolver um estágio ou uma dissertação, num tema sobre a área. A maioria dos módulos obrigatórios funcionará ao fim de semana, sendo que alguns poderão também funcionar durante a semana, em horário pós-laboral, adaptado às diferenças de fuso-horário dos alunos dos diferentes países inscritos. Objectivos

- Aprendizagem dos conceitos, culturas, ocupação do território e dinâmicas de contato ao longo dos tempos.
- Aprofundar os conceitos e métodos da Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial, construindo uma formação especializada na área para a intervenção, preservação e proteção do património histórico-arqueológico.
- Desenvolver ações vinculando pesquisa, preservação, ensino, gestão e extensão;
- Possibilitar aos profissionais em Arqueologia, História e de outras áreas a integração em outros campos de atuação;
- Promover a interdisciplinaridade entre a disciplina de Arqueologia, História e demais áreas do conhecimento como Gestão do Património, Preservação e Educação Patrimonial. Este curso está direcionado para profissionais provenientes de cursos superiores que atuam em:

Arqueologia;
Património;
Pesquisa cultural;
Laboratórios de Arqueologia;
Museus;
Ongs e Oscips de interesse cultural e educacional;
Gestão de bens arqueológicos, históricos e culturais;
Pesquisas e estudos sobre educação patrimonial. Podem ainda ser aceites outros profissionais ou interessados com curriculum relevante na área ou em término de curso superior.

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Trata-se de uma pós-graduação em lato sensu, ou seja, especialista em Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial. A pós-graduação em Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial aposta numa aprendizagem à distância, através do e-Learning e videoconferência/plataforma BBB, usando as mais modernas e interativos meios de ensino pedagógico, dando a possibilidade a todos os interessados de poderem participar, num horário flexível e adaptado. O e-Learning é uma ferramenta de ensino, baseada nas novas tecnologias, que foge ao tradicional modelo de aprendizagem. Fornece ao formando um conjunto de conteúdos pedagógicos de audiotexto e videotexto com os quais poderá interagir livremente. Neste sentido aplica o potencial das tecnologias de informação e comunicação ao desenvolvimento da formação curricular individual do aluno. Este poderá, sem sair de casa, consultar o programa letivo, ter acesso aos apontamentos, realizar testes, enviar trabalhos, consultar as avaliações, solicitar explicações aos professores ou assistir em tempo real às aulas letivas. As aulas ainda que à distância pressupõe um sistema de controlo de presença, permitindo ao aluno, levantar questões na sala de aula, interagir com os colegas, desenvolver trabalhos de grupo, ser acompanhado pelo docente e rever as mesmas na altura em que entender e onde quiser.

É um processo personalizado que permite uma flexibilidade temporal e espacial, indo de encontro aos interesses do aluno e ao local onde este se encontra. Como qualquer programa letivo possui um conjunto de aulas de contacto direto (professor-aluno) e horas de trabalho independente. Como se desenrola o processo? Bastará possuir ligação à internet e auscultadores/microfone. Um computador normal é suficiente para processar a plataforma. No início da aula a webcamera e a plataforma são ativadas e a aula é transmitido on-line. O aluno (onde estiver) entrará com uma palavra passe na plataforma, permitindo ao docente saber quem está presente. O professor também possuirá um computador com acesso à plataforma. O aluno poderá pedir explicações e tirar dúvidas on-line, durante a aula, através da plataforma de aprendizagem BBB. O professor explicará para a turma e o aluno assistirá à explicação pelo computador. Na aula estará disponível um blackboard e um sistema para apresentação de powerpoints que permitirá ao aluno acompanhar os conteúdos que o professor leciona. As aulas serão gravadas podendo ser revistas pelo aluno em qualquer altura e as vezes que considerar necessário. Na plataforma será também exposto os apontamentos, vídeos, manuais, artigos e livros digitais, testes, exames, entre outros documentos. Os professores poderão optar por desenvolver exames escritos, podendo estes ser também realizados à distância. Poderão conter perguntas de resposta múltipla, verdadeiro /falso, correspondência correta ou outro sistema e terão tempo limite, as respostas possuem valores associados. O sistema presencial efetivo dos alunos só será exigido durante o estágio, no caso de opção deste. Siga o link seguinte para efetuar inscrição:

http://www.estt.ipt.pt/posgradAGEP/


Valores

Inscrição: 75 (euros)
Seguro: 2 (euros)
Taxas de frequência:1000 (euros)

Vem montar o puzzle da tua aldeia – ARQUEÓLOGO POR 1 DIAExiste um termo na atualidade que está em voga e que inunda as r...
20/06/2024

Vem montar o puzzle da tua aldeia – ARQUEÓLOGO POR 1 DIA
Existe um termo na atualidade que está em voga e que inunda as redes sociais, o arquétipo! E o que é isso de arquétipo? Segundo o dicionário de língua portuguesa, um arquétipo é um “modelo pelo qual se faz uma obra material ou intelectual”, e podíamos ficar já por aqui, mas arquétipo é mais que isso. É um modelo, um protótipo, um paradigma, um tipo ideal e supremo a partir do qual as coisas concretas são feitas. Em suma, imagine um arquétipo como um padrão de pensamento, símbolos e imagens que estão no inconsciente das pessoas e que servirá de molde e influência às ações, ideias e emoções de maneira profunda e muitas vezes impercetível de cada individuo.
Ora, o arquétipo mais conhecido de um Arqueólogo, é, sem dúvida, o Indiana Jones! E não há nada de mal nisso. O professor universitário de chicote em punho, põe desde os mais novos aos mais velhos a sonhar com aventuras de heróis contra vilões e a salvar o mundo de uma catástrofe, tudo por causa de um artefacto. Acontece que, a verdade é um pouco diferente. A arqueologia nunca é sobre um único artefacto! O objetivo da arqueologia é revelar o máximo possível sobre comunidades e culturas do passado e isso só se consegue através de muitos artefactos, como peças de um puzzle que vão sendo descobertas e encaixadas umas nas outras até “montar” um panorama e contar uma história. Muitas vezes, poucos objetos podem representar tudo o que sabemos sobre uma cultura antiga, especialmente as que não escreveram relatos sobre a sua existência, outras vezes com muitos artefatos sabemos poucas coisas, mas dificilmente os arqueólogos conseguiriam “montar um puzzle” só com uma peça.
É esse o desafio que é lançado nesta atividade, a decorrer às segundas-feiras no mês de julho, integrado na atividade ARQUEÓLOGO POR 1 DIA. A arqueologia passa por várias etapas para reunir as peças do puzzle suficientes para conseguir montar a história e queremos convidá-lo a vir descobrir como se faz. É sob essa premissa que o Projecto MEDICE II liderado pelo Instituto Politécnico de Tomar, Universidade Autónoma de Lisboa e a CAAPortugal em parceria com a Câmara Municipal de Ourém e outras instituições e centros de investigação parceiros convidam qualquer pessoa maior de idade a vir transformar um dia normal numa verdadeira aventura em busca das peças do puzzle que contam a história da sua aldeia e da cidade de Ourém. Um dia de ténis, chapéu de aba, colherins e microscópios, em que os investigadores abrem o véu do “arquétipo do Indiana Jones” e mostram as diversas etapas de uma ciência que vai muito além de qualquer produção cinematográfica. As inscrições são rápidas e fáceis de fazer, através do e-mail [email protected] e depois é só seguir as orientações dos investigadores e marcar o dia.

Ocupação Científica de Jovens nas férias – Ocupa o teu tempo de forma diferente Durante muitos anos era sempre o mesmo d...
20/06/2024

Ocupação Científica de Jovens nas férias – Ocupa o teu tempo de forma diferente
Durante muitos anos era sempre o mesmo dilema. Chegadas as férias de verão, pais e filhos, encarregados de educação e alunos, tinham sempre a mesma preocupação: E agora como é que vamos ocupar o tempo? Atualmente não é nada assim e essa realidade parece tão distante que já nem nos lembramos de todas as atividades que anteriormente fazíamos.
À medida que o ano letivo termina e as férias de verão se aproximam, a vontade de sair da rotina parece crescer a galope e o nosso organismo começa a fazer um shut-down das aulas e já só pensa em descanso. No entanto, aquilo que deveria ser um período de relaxamento – para o qual muitas vezes se investe tempo e dinheiro – pode tornar-se num período desafiante e de enorme stresse. Com tantas opções aliciantes, torna-se difícil escolher e nas férias, desde o planeamento de viagens, as malas e as preocupações financeiras até à seleção dos festivais, feiras e concertos, rapidamente o stress instala-se. Acresce o facto de muitos pais e encarregados de educação, e alguns profissionais do ensino, considerarem que o período de férias pode significar um distanciamento dos estudos e promover o esquecimento das matérias letivas.
Ora, a boa notícia é que é possível aproveitar este período e conciliá-las com atividades de aprendizagem. Aproveitar todos os momentos sem exageros, é tão importante como dormir 8 horas por dia ou apanhar sol com moderação. Tempo de férias bem aproveitado, alimenta o corpo e a mente, afinal, um período de descanso pode ser aproveitado para aprender coisas novas. Em alguns casos, até melhorar o currículum para se preparar ainda mais para o futuro.
Os programas de ocupação científica dos jovens promovidos pela Ciência Viva conseguem isso mesmo. Como eles dizem e muito bem, “é um programa de estágios de verão que oferece aos jovens a oportunidade de estagiar gratuitamente nas mais prestigiadas instituições científicas nacionais e que tem como objetivo promover o ensino experimental da ciência e fomentar a atração dos jovens para carreiras científicas.”
O Laboratório de Arqueologia e Conservação de Património Subaquático do IPT colabora com esta iniciativa há vários anos, possibilitando aos jovens contacto com investigadores nacionais e estrangeiros e permitindo que estes vivenciem na primeira pessoa as etapas que constituem uma investigação arqueológica. Nestes estágios de uma semana, os jovens acompanham os investigadores nas suas pesquisas, fazem parte das equipas de trabalho, realizam investigação de campo e de laboratório e vêm aplicadas algumas das matérias que aprenderam durante o ano letivo. Este ano não é excepção e o LabACPS-IPT recebe jovens de vários pontos do país. O palco das operações é na freguesia de Alburitel, concelho de Ourém, onde se concentra a investigação que é apoiada pela Camara Municipal de Ourem e a Junta de freguesia, e que dá seguimento aos estudos que decorrem há vários anos sobre a ocupação humana no Alto Nabão durante a pré-história. Este projeto que é liderado pelo Instituto Politécnico, o CAAPortugal e a Universidade Autónoma de Lisboa integra uma equipa internacional onde apresenta como parcerias outras instituições de ensino superior e centros de investigação. É integrados nesta equipa que estes jovens têm a oportunidade de melhorar o seu conhecimento científico, diretamente numa unidade de investigação, de forma criativa e inovadora, contribuindo para a melhoria dos processos de aprendizagem e de memorização das matérias, bem como na tomada de decisões sobre o seu futuro profissional. Inscreve-te em [email protected] ou pelo site Ciência Viva https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/2024. O projeto decorre no mês de julho, de 14 a 27.

No passado dia 7 de maio, foi apresentado o término do projeto CARACARA, ao município de Caldas da Rainha. Saiu dia 16 p...
22/05/2024

No passado dia 7 de maio, foi apresentado o término do projeto CARACARA, ao município de Caldas da Rainha. Saiu dia 16 publicação do evento no jornal a Gazeta das Caldas.

No dia 18 de maio, a sala da Junta de Freguesia de Alburitel transbordou de entusiasmo e curiosidade para a apresentação...
20/05/2024

No dia 18 de maio, a sala da Junta de Freguesia de Alburitel transbordou de entusiasmo e curiosidade para a apresentação do projeto de arqueologia MEDICE II – Memórias e Dinâmicas na Pré-história Recente. Este evento, que contou com um público ávido por conhecimento, marcou o início de uma jornada fascinante pelo passado remoto da região.
O projeto reúne uma equipa internacional de especialistas e é liderado pelo Instituto Politécnico de Tomar, a par com outras instituições.
Com um caráter plurianual, o MEDICE II visa aprofundar o entendimento sobre os nossos antepassados do período pré-histórico, por meio de intervenções em diversos sítios arqueológicos. Durante a apresentação, o público teve a oportunidade única de conhecer não apenas os detalhes do projeto e a equipa envolvida, mas também de apreciar uma exposição exclusiva. Esta exposição trouxe à luz elementos do contexto arqueológico funerário, frequentemente encontrados em sítios datados do IV ao II milénio antes de Cristo na região.
A sessão foi um verdadeiro sucesso, reunindo especialistas, estudantes e entusiastas da arqueologia num ambiente de descoberta. O projeto MEDICE II promete não apenas enriquecer nosso conhecimento sobre a pré-história recente, mas também inspirar futuras gerações a valorizar e preservar nosso património histórico.
Ainda durante o dia, depois da apresentação do projeto à comunidade e de possibilitar a visita à 1ª exposição temática promovida pela Junta, foi ainda possível fazer uma visita a um dos monumentos da região.
Os trabalhos de campo procurarão integrar jovens da região através do programa Ciência Viva, que será oferecido pelo Instituto Politécnico de Tomar no verão. Jovens do 9º ao 12º ano podem-se inscrever no site Ciência Viva no laboratório, já a partir de 4 de junho. Para mais informações contacte o [email protected]

Se és jovem do 9º ao 12º ano e gostas de arqueologia inscreve-te.
13/05/2024

Se és jovem do 9º ao 12º ano e gostas de arqueologia inscreve-te.

Ourém, sem inscrição, este sábado.
13/05/2024

Ourém, sem inscrição, este sábado.

Endereço

Tomar-Portugal
Tomar
2300-024

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