CDU VALONGO

CDU VALONGO Informações sobre o concelho de valongo (alfena, campo, ermesinde, sobrado e valongo) e sobre a atividade da CDU.

⛈️ À Chuva, ao Vento, ao Sol, sem Estruturas nas Paragens.🚏A recente decisão de retirar as estruturas de cobertura, em p...
28/04/2026

⛈️ À Chuva, ao Vento, ao Sol, sem Estruturas nas Paragens.

🚏A recente decisão de retirar as estruturas de cobertura, em paragens de autocarro, no concelho de Valongo, sem uma substituição imediata e com remendos pouco dignificantes para com a população do concelho, representa um ataque direto aos direitos dos cidadãos, enquanto equipamentos de salvaguarda e defesa de proteção dos utilizadores de transportes públicos.

👉 A CDU já tomou posição na Assembleia Municipal, através da sua eleita Sónia Sousa, assim como publicamente o fez a Comissão Concelhia de Valongo do P*P, na consideração de que a mobilidade não é um negócio, é sim, um direito que exige investimento público, planeamento e respeito pelos utentes.
Depois da denúncia pela CDU, a situação não só se manteve como se agravou continuamente. De forma a camuflar a situação, a Câmara Municipal, recorreu a placas de fibra, dando apenas a ideia de alguma proteção para com os utentes, enquanto procede à eliminação física das estruturas nas paragens. Em vários casos, para lá das estruturas serem removidas prosseguem os remendos nos passeios, com indícios de que não serão repostas futuramente.

📢 A CDU denuncia que, a não existência de tais estruturas vai obrigar a que os utentes dos transportes públicos no concelho de Valongo, sejam obrigados no futuro, a esperar à chuva, ao vento ou ao sol, com todos os incómodos causados pela inércia da CM de Valongo.
A luta por um transporte público e de qualidade, assim como o respeito pelo bem estar dos seus cidadãos passa também pela dignidade de quem espera.

Partilha, divulga!

📢 Em 2014, no tempo em que Luís Montenegro era líder parlamentar do PSD e Passos Coelho era primeiro-ministro, o P*P est...
17/04/2026

📢 Em 2014, no tempo em que Luís Montenegro era líder parlamentar do PSD e Passos Coelho era primeiro-ministro, o P*P esteve na linha da frente contra o encerramento das Urgências do Hospital de Valongo. O encerramento foi promovido pelo Governo com a conivência da Presidência da Câmara de Valongo, à data do PS. 🤛🏻

Doze anos depois,
o P*P continua a luta.✊🏻

🏥Pela reabertura das urgências, a valorização dos profissionais e a garantia de que todos os utentes têm médico e enfermeiro de família.👨🏻‍⚕️👩‍⚕️

🗓 Terça-feira, 21 de Abril
🕓 14:30
📍 Hospital de Valongo

Iniciativa no âmbito da Jornada Nacional de Protesto e Defesa do SNS. ❤️💚💛

Partilha, divulga, marca presença!

09/03/2026

Requerimento AM Valongo
Retria

A CDU traz a esta Assembleia a situação da empresa Retria / Recivalongo, responsável pela Unidade de Gestão de Resíduos de Construção e Demolição e pelo aterro localizado na freguesia de Sobrado.
Ao longo dos últimos anos, esta tem sido uma matéria que mobilizou populações, associações e forças políticas, devido às preocupações ambientais e de saúde pública associadas ao funcionamento daquela unidade. Essas preocupações foram, aliás, assumidas também ao nível nacional pelo Partido Comunista Português, com intervenção na Assembleia da República exigindo respostas concretas para as populações afetadas pelo aterro de Sobrado.
Importa reconhecer que, em mandatos anteriores, a Câmara Municipal desenvolveu diligências e tomou posições sobre esta matéria. No entanto, neste mandato, a verdade é que o assunto deixou de ser discutido publicamente neste órgão, não havendo informação atualizada prestada à Assembleia Municipal nem às populações.
A CDU entende que o silêncio não pode substituir o acompanhamento. A ausência de debate não significa que os problemas estejam resolvidos. Pelo contrário, exige-se transparência permanente, fiscalização contínua e informação clara.
Assim, ao abrigo das competências fiscalizadoras da Assembleia Municipal, a CDU requer que a Câmara Municipal de Valongo preste esclarecimentos sobre os seguintes pontos:
1. Qual é o ponto de situação atual do funcionamento da unidade gerida pela Retria / Recivalongo, designadamente no que respeita ao cumprimento das condicionantes ambientais e obrigações de monitorização?
2. Que ações de fiscalização foram realizadas no último ano pelas entidades competentes e que informação foi remetida à Câmara Municipal?
3. Que medidas de acompanhamento têm sido desenvolvidas pelo Município neste mandato relativamente a esta unidade?
4. Quando está prevista a revisão da licença de exploração da unidade?
o Qual o calendário estimado para esse processo?
o Que papel terá o Município nesse procedimento?

08/03/2026

Requerimento AM Valongo
Abrigos das paragens de transporte público

A CDU traz a esta Assembleia a situação dos abrigos das paragens de transporte público no concelho de Valongo, uma matéria com impacto direto no quotidiano de milhares de utentes.
Tem sido visível o esforço de muitos cidadãos que optam, e bem, por deixar o transporte individual e utilizar o transporte público. Essa opção contribui para a redução de emissões, para a melhoria da qualidade do ar e para uma mobilidade mais sustentável. Contudo, essa mudança exige também um compromisso claro do poder público: garantir condições de conforto, segurança e dignidade a quem utiliza os transportes coletivos.
Quando se fala em ações concretas em defesa do ambiente, elas materializam-se também nestas decisões: assegurar que quem espera um autocarro o faz protegido da chuva, do vento e do sol.
Nos últimos meses, verificou-se a remoção ou ausência de diversos abrigos de paragem no concelho, gerando preocupação e descontentamento junto da população.
É público que a empresa JCDecaux informou que o contrato de concessão terminou a 22 de outubro de 2024, dispondo de um prazo de 240 dias para proceder à remoção dos abrigos, sendo que a desinstalação deveria ter iniciado a 20 de junho de 2025. Segundo foi comunicado, esse processo não terá começado nessa data, tendo a empresa aguardado mais tempo antes de iniciar a remoção.
Entretanto, sabemos que, numa resposta de emergência à situação criada, trabalhadores da Câmara Municipal estiveram a instalar cobertos provisórios em algumas paragens. Esse esforço é de reconhecer. No entanto, importa dizê-lo com clareza: trata-se de uma solução temporária que apenas veio tornar menos penosa a espera pelos transportes, mas não resolve estruturalmente o problema nem substitui abrigos adequados, seguros e duradouros.
Perante esta situação, a CDU vem requerer à Câmara Municipal de Valongo os seguintes esclarecimentos:
1. Quantas paragens de transporte público existem atualmente no concelho de Valongo?
2. Dessas, quantas dispõem de abrigo instalado?
3. Quantos dos abrigos existentes são propriedade do Município?
4. No âmbito do concurso público para a nova concessão/instalação de abrigos, o que não foi devidamente acautelado que levou a que a empresa cessante terminasse o contrato sem que a nova entidade tivesse assegurado atempadamente a instalação dos novos equipamentos?
5. Confirma a Câmara Municipal que o contrato com a JCDecaux terminou a 22/10/2024, que existia um prazo de 240 dias para remoção dos equipamentos e que a desinstalação deveria ter começado a 20/06/2025? É verdade que a empresa aguardou para além desse prazo antes de iniciar a remoção?
6. Que medidas concretas e calendarizadas está o Município a adotar para garantir a reposição definitiva de abrigos adequados nas paragens atualmente desprovidas dessa infraestrutura?
Não se pode apelar à utilização do transporte público e, ao mesmo tempo, deixar os utentes expostos às intempéries. O investimento em abrigos de paragem não é acessório, é parte integrante de uma política ambiental coerente e de respeito pelas populações.
Quem opta pelo transporte público está a contribuir para o interesse coletivo. Cabe ao Município garantir que o faz com condições dignas.
É nesse espírito que apresentamos este requerimento e aguardamos respostas claras e soluções efetivas.

07/03/2026

105° Aniversário do P*P em Valongo

07/03/2026

Requerimento
Médicos de Família/Condições pela espera de vaga

A CDU traz a esta Assembleia uma questão que toca diretamente a vida das populações do concelho: o acesso aos cuidados de saúde primários e, em particular, a situação das pessoas sem médico de família atribuído.
O acesso a médico de família é um direito essencial no âmbito do Serviço Nacional de Saúde. No entanto, continuam a chegar-nos relatos de utentes sem médico atribuído e de grandes dificuldades no acesso a consulta nos centros de saúde do concelho.
Neste sentido, a CDU requer que a Câmara Municipal de Valongo informe esta Assembleia sobre:
1. Qual o número total de utentes sem médico de família no concelho de Valongo;
2. Qual a distribuição desse número por freguesia;
3. Que informação foi transmitida ao Município pela Unidade Local de Saúde relativamente à colocação de novos médicos e à regularização desta situação.

Para além da falta de médicos de família, há uma realidade concreta que não pode ser ignorada: continuam a existir situações em que utentes se deslocam para a porta dos centros de saúde horas antes da sua abertura, numa tentativa de garantir uma consulta no próprio dia.
Não é aceitável que as pessoas — muitas delas idosas, doentes ou com mobilidade reduzida — tenham de esperar na rua, de pé, expostas ao frio, à chuva ou ao calor.
Sabemos que a organização dos serviços clínicos não é competência da autarquia. No entanto, a gestão dos edifícios é da responsabilidade da Câmara Municipal. E, sendo essa a realidade, cabe ao Município assegurar que os espaços sob a sua gestão oferecem condições mínimas de dignidade a quem deles necessita.
Assim, a CDU questiona:
4. Que medidas está a Câmara Municipal disponível para implementar, para melhorar as condições de espera no exterior dos centros de saúde?
5. Está o Município disponível para proceder à instalação de estruturas fixas de abrigo — nomeadamente um coberto exterior com bancos — que permitam às pessoas aguardarem em condições dignas antes da abertura dos serviços, em particular no Centro de Saúde de Alfena?

Não se trata de substituir a solução estrutural, que passa pelo reforço de profissionais e melhoria da organização do atendimento. Trata-se de responder a uma situação concreta que acontece diariamente e que exige uma solução imediata.

Garantir um abrigo e lugares sentados para quem espera cuidados de saúde não é um luxo — é uma questão de respeito pelas populações.

A CDU entende que o Município tem condições e responsabilidade para agir nesta matéria e espera da Câmara Municipal uma resposta clara e um compromisso efetivo.

06/03/2026

Requerimento na AM Valongo
Prevenção de cheias e incêndios e melhoria da resiliência do território de Valongo

Começamos por endereçar uma palavra de solidariedade a todos aqueles que foram vítimas das tempestades.
As cheias que atingiram várias zonas do país no último mês voltaram a demonstrar a vulnerabilidade do território perante fenómenos meteorológicos intensos, cada vez mais frequentes.
O concelho de Valongo não foi exceção. Registaram-se situações preocupantes, nomeadamente na zona do Rio Ferreira, em Campo, e na zona do Rio Balsinhas, em Ermesinde, onde ocorreram inundações que afetaram habitações, causando prejuízos materiais às populações.
Perante estes acontecimentos, importa perceber que medidas estruturais estão previstas e em que ponto se encontram.
Foi noticiado que a intervenção no Rio Balsinhas teria início a 31 de dezembro de 2025, com um prazo de execução de 120 dias. Assim, a CDU vem requerer à Câmara Municipal os seguintes esclarecimentos:
1. A obra prevista para o Rio Balsinhas foi efetivamente iniciada?
2. Em caso afirmativo, qual o ponto de situação atual dos trabalhos?
3. Caso não tenha sido iniciada, quais os motivos do atraso e qual a nova calendarização prevista?
4. Se a intervenção já estivesse concluída, teria contribuído, de forma significativa, para mitigar ou evitar as inundações que recentemente atingiram as habitações naquela zona?
Para além das intervenções pontuais em linhas de água, importa refletir sobre o modelo de ocupação do solo no concelho. A impermeabilização excessiva, com extensas áreas de cimento, asfalto e pedra, reduz drasticamente a capacidade natural de absorção das águas pluviais, aumentando o risco de escoamentos rápidos e inundações.
Multiplicam-se, em várias zonas do concelho, espaços públicos e envolventes urbanas excessivamente mineralizadas, verdadeiros “jardins” de betão, onde a drenagem natural é praticamente inexistente. Esta opção tem consequências ambientais claras e agrava os efeitos de episódios de chuva intensa.
Neste sentido, a CDU questiona ainda:
5. Que estratégia tem o Município para aumentar as áreas permeáveis no espaço público, promovendo soluções baseadas na natureza que favoreçam a infiltração e retenção das águas pluviais?
6. Estão previstas intervenções de renaturalização, criação de zonas verdes de retenção ou alteração de projetos futuros para reduzir a impermeabilização do solo?
7. Existe um plano municipal específico de adaptação às alterações climáticas que integre estas medidas de forma estruturada?
8. Está prevista alguma intervenção para o arranjo da Rua Comendador Matos (junto à Igreja de Alfena), cujo estado se encontra agravado devido às chuvas?
Acresce que, se no inverno enfrentamos o risco de cheias, aproximamo-nos agora do período de maior risco de incêndios florestais. O concelho de Valongo possui uma importante mancha florestal e zonas de interface urbano-florestal que exigem planeamento, limpeza preventiva e vigilância adequada.
Assim, a CDU questiona ainda:
8. Que medidas de prevenção de incêndios estão já implementadas para o próximo verão?
9. Está garantida a limpeza de faixas de gestão de combustível nas zonas de maior risco, incluindo nas áreas próximas de habitações?
10. Existe articulação reforçada com bombeiros e proteção civil municipal para resposta rápida a eventuais ocorrências?
Cheias no inverno e incêndios no verão são sinais claros de que o território precisa de planeamento integrado e prevenção consistente. Não podemos reagir apenas depois dos acontecimentos. É necessário antecipar, investir e proteger as populações.

06/03/2026

Declaração de Voto
Orçamento e Grande Opções do Plano para 2026 – Mapa de Pessoal para 2026

A CDU manifesta a sua abstenção na votação do Orçamento e do Plano Plurianual de Investimentos para 2026.
Reconhecemos que a proposta apresentada contempla medidas positivas para o concelho, nomeadamente nas áreas da educação, da habitação, da saúde e das creches. No entanto, apesar da relevância e do potencial destas medidas, subsistem fundadas dúvidas quanto à sua efetiva concretização.
A experiência de anos anteriores demonstra que diversos orçamentos incluíram obras e investimentos que acabaram por não se materializar. É neste contexto que a CDU opta pela abstenção: uma posição que permite viabilizar o Orçamento, mas que não deixa de expressar reservas quanto à concretização de prioridades estruturais essenciais, como a defesa do direito à habitação e a requalificação das escolas.
A defesa do direito à habitação exige mais do que intenções. Exige a concretização de investimentos há muito anunciados, o combate à especulação imobiliária, a melhoria das condições do parque habitacional municipal e a aposta numa verdadeira política de habitação pública a custos controlados.
Também no que respeita às escolas, é indispensável garantir a execução das obras de requalificação previstas. Estas intervenções são determinantes para assegurar condições dignas de ensino, bem como a segurança e o bem-estar de alunos, professores e restantes profissionais da comunidade educativa.
A abstenção da CDU não representa uma rejeição das medidas anunciadas, mas antes uma avaliação crítica e responsável da sua concretização. Reafirmamos, por isso, a necessidade de um acompanhamento rigoroso e da exigência de responsabilidades quanto à execução dos investimentos fundamentais para o concelho.
Reconhecemos igualmente que o Orçamento e o Plano Plurianual de Investimentos são da responsabilidade da força política que preside à Câmara Municipal. Ainda assim, consideramos que existem áreas essenciais da vida municipal que continuam a não merecer a atenção e o compromisso que exigem.
Desde logo, na mobilidade e nos transportes públicos, é necessário preparar o caminho para que, no final da concessão, a STCP assuma integralmente a operação da rede no concelho. É igualmente urgente resolver a situação dos abrigos de paragens, garantir a reposição do bilhete de reformado a preço reduzido e assegurar uma fiscalização rigorosa da operação da rede UNIR.
No plano do movimento associativo e popular, é fundamental reforçar o apoio às coletividades e investir na criação e qualificação de equipamentos e espaços públicos de acesso livre, que promovam a prática desportiva e a fruição coletiva.
Relativamente aos trabalhadores da autarquia, é imperativo melhorar as suas condições de trabalho, assegurando a aplicação da opção gestionária, a atribuição do Suplemento de Penosidade e Insalubridade pelo nível máximo a todos os trabalhadores legalmente abrangidos, a melhoria das instalações e a disponibilização de equipamentos de proteção individual adequados.
Importa ainda sublinhar que, apesar do aumento significativo das responsabilidades decorrentes da transferência de competências para as autarquias, o reforço de trabalhadores — em particular de assistentes operacionais — é claramente insuficiente. O mapa de pessoal prevê a extinção de 84 postos de trabalho e a criação de 60 novos, resultando num saldo negativo global. Mais preocupante ainda, destes 60 novos postos, apenas 32 correspondem a assistentes operacionais, precisamente os trabalhadores que asseguram funções essenciais ao funcionamento das escolas, dos serviços e dos equipamentos municipais. Esta opção não responde às necessidades reais do município nem garante a capacidade de assegurar, com qualidade, as novas competências assumidas.
Acresce que, dos 1.395 postos de trabalho existentes no município, apenas 80 trabalhadores — cerca de 5,7% — recebem atualmente o Suplemento de Penosidade e Insalubridade. Este facto evidencia a necessidade urgente de corrigir esta situação e de valorizar quem, diariamente, garante o funcionamento dos serviços públicos e o apoio às populações.
Por todas estas razões, a CDU regista a sua abstenção, reafirmando o seu compromisso com a defesa dos interesses das populações e esperando que estas áreas prioritárias sejam acompanhadas com rigor e que se assegure, finalmente, a execução efetiva dos investimentos e medidas que o concelho de Valongo necessita e merece.

🍴Jantar de comemoração dos 105 do Partido Comunista Português! 105 anos do Partido que transforma o sonho em projecto e ...
24/02/2026

🍴Jantar de comemoração dos 105 do Partido Comunista Português!
105 anos do Partido que transforma o sonho em projecto e o projecto em vida, sempre com uma confiança e alegria distinta!

Partilha, divulga, marca presença!

🗓 Sábado, 07 de Março
🕓 20:00
📍 Escola Secundária de Valongo
🗣 Com participação e intervenção de Jaime Toga, membro da Comissão Política do Comité Central.

📢 Persistem as falhas e os problemas de funcionamento da rede UNIR no Concelho de Valongo, confirmando a incompetência d...
29/01/2026

📢 Persistem as falhas e os problemas de funcionamento da rede UNIR no Concelho de Valongo, confirmando a incompetência das Câmaras e da Área Metropolitana para conduzir este processo.
Para lá da falta de informações, os atrasados e a carência de carreiras, o P*P considera inadmissível que em período de chuva as paragens, que já são insuficientes, estejam a ser retiradas sem a garantia de colocação imediata das novas.

🌧️ Seja culpa da empresa ou da câmara municipal, o que precisamos é de uma solução rápida para esta irresponsabilidade.
A população é que não pode ser prejudicada!

👉 Lê na íntegra o comunicado da Comissão Concelhia de Valongo do P*P - link na bio.

Endereço

Rua Quintã De Cima
Sobrado
4440-361

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