Sines Interessa Mais

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15/09/2021

Caros companheiros e companheiras do Movimento SIM - Sines Interessa Mais,

Queridos Sinienses que apoiaram e votaram nos candidatos do Movimento SIM, nas eleições autárquicas de 2017,

Estamos a chegar ao fim de um mandato autárquico e novas eleições se avizinham. Em devido tempo e com muita tristeza, anunciámos que não tínhamos reunido as condições para apresentar uma candidatura às próximas eleições.
Durante este mandato os eleitos do Movimento SIM tanto na Câmara Municipal como na Assembleia Municipal e na Assembleia de Freguesia de Sines, tiveram participação e defenderam as medidas e os princípios apresentados pelo SIM, no seu programa Eleitoral. As suas propostas foram sempre no sentido de tornar Sines "melhor para viver e para trabalhar".
É chegado o momento em que sinto o dever de, como candidato a Presidente da Câmara Municipal de Sines, agradecer o apoio que recebi de todos e todas.
Em primeiro lugar, a todos os eleitos e, em particular, àqueles que assumiram com dignidade e empenho os respetivos cargos.
Depois, a todos os companheiros do Movimento e da Associação SIM - Sines Interessa Mais, não esquecendo a minha família, especialmente a minha mulher e os meus filhos e netos. Sem o seu contributo, a sua dedicação e apoios, não teria sido possível esta caminhada.
Por fim, a todos os Sinienses que nos confiaram o seu voto - e foram muitos - o meu agradecimento sincero e votos de saúde, bem estar e as maiores felicidades.
Continuaremos atentos e participantes na vida política, social e cultural de Sines, como o fazemos há 51 anos, desde que chegamos a Sines.
Bem hajam todos.

Um viva a Sines e a todos os Sinienses.

Setembro de 2021
José Ferreira Costa

25 de Abril SEMPRE!Caríssimos companheiros e companheirasSineenses,Como uma Organização Progressista e solidária ao serv...
24/04/2021

25 de Abril SEMPRE!

Caríssimos companheiros e companheiras
Sineenses,

Como uma Organização Progressista e solidária ao serviço de Sines, saudamos e festejamos os 47 anos da Revolução de Abril, como o maior acontecimento da nossa História contemporânea.

A Revolução de Abril, representa, para nós, a Liberdade do Povo Português, da opressão e ignorância; a libertação e independência dos Povos e Países colonizados e a implantação dos bens maiores das nossas Vidas: a Liberdade e a Democracia.

Em consequência deste acontecimento memorável, protagonizado pelo Movimento dos soldados e oficiais progressistas, este ato transformou-se em Revolução - pela participação dos Partidos e da População organizada em Comissões, Sindicatos e Associações - foram criadas as Instituições garantes da Democracia e das Liberdades e os instrumentos de progresso: nos serviços de Saúde, Educação (Escola pública), Habitação e garantia de apoios sociais aos mais desprotegidos e vulneráveis.

Abriram-se os caminhos do progresso; da afirmação e dignidade das mulheres. Criou-se o Poder Autárquico Democrático - como um pilar fundamental da Democracia e Coesão Social.

Hoje temos motivos de orgulho pelo que foi feito em tão pouco tempo - mas, também, motivos de inquietação e indignação pelos recuos no progresso e na prática da Democracia.

Em síntese, referimos três grandes questões inquietantes que estão a corroer a Democracia e a minar a confiança da população nas estruturas e instituições do Estado e da Democracia:

1 - O enfraquecimento do Serviço Nacional de Saúde (que demonstrou nesta pandemia ser um pilar fundamental e incontornável para garantir a saúde de todos os portugueses).
É inquietante o estado a que chegámos - com falta de resposta aos problemas de saúde das pessoas, particularmente, as camadas mais pobres.
As Universidades portuguesas formam milhares de médicos e enfermeiros - que vão para a emigração e o Estado recorre a médicos estrangeiros para remediar a situação.
Exemplos: Odemira tem 15 médicos - só um é português. Em Sines metade dos médicos são estrangeiros e custam ao Estado mais de 4.000€/cada, por mês.

2 - Habitação: Centenas de milhares da famílias sem habitação condigna.
Em Sines existem mais de 200 famílias a necessitar de habitação - as rendas são inacessíveis aos jovens e aos extratos mais pobres. Isto tem um reflexo na dignidade das pessoas; na saúde; na educação.

3 - O estado da corrupção a que chegámos (ou constatamos) e a falta de meios (ou de vontade) para a combater. Os estudos atuais sobre evasão fiscal, lavagem de dinheiro e outros esquemas criminosos signif**aram a saída de 18 mil milhões de euros/ano de Portugal para destinos que fogem ao controlo do Estado (este m***ante daria para pagar os custos com a saúde e educação).
Eis um cancro a corroer a nossa economia, a credibilidade do Estado, a Democracia.
Isto é incompreensível e inaceitável. Há meios para resolver estes problemas - geralmente ligados à opacidade dos grandes negócios - entre o estado e os privados; aos esquemas m***ados pelas administrações das empresas - e do Poder a todos os níveis.

Nesta data existem mais de 2 milhões de pessoas pobres. Uma parte signif**ativa destes pobres tem emprego (com salários de miséria). Temos milhares de idosos com pensões baixíssimas - isto é motivo de vergonha e indignação.

Parafraseando o Papa Francisco “Esta situação de profundas desigualdades - é resultante desta economia que mata”.

Não teremos uma Democracia credível sem salários dignos - e uma resposta ef**az aos problemas de saúde e habitação condignas.

É tempo de reflexão e luta pela solução destes problemas.
Há meios e condições para isso.

Viva o 25 de Abril!
E um Portugal da Coesão e Solidariedade!

09/04/2021

Comemorar é Re-Viver e ganhar novas energias
Caríssimas e caros Companheiros e Amigos do SIM
Hoje, comemoramos 12 anos da fundação do Movimento SIM (9 de Abril de 2009).
Foi (é) um acontecimento histórico e memorável - em que um núcleo de cidadãos conscientes dos seus deveres cívicos e políticos, decidiu criar um Movimento/Associação, independente de tutelas partidárias, para mobilizar a população ativa, discutir ideias e problemas de Sines e
apresentar-se às Eleições, com um Programa que fosse ao encontro dos anseios e necessidades da população do nosso Concelho.
Ganhámos a confiança da maioria da população e vencemos as eleições.
Foi uma vitória para Sines. Foi um exemplo de que se pode governar bem e fazer obras de relevante interesse público, sem necessidade de orientações partidárias.
Dos (4) anos de Mandato, f**aram para a história - como legado: A construção de 4 escolas novas (dois centros escolares na cidade de Sines e um centro escolar
em Porto Covo e a nova escola da Música).
A educação e o ensino artístico tiveram um impulso extraordinário; A construção de três novos Pavilhões para desportos, espetáculos e atividades multiusos (dois
em Sines e um em Porto Covo), que reforçaram a dinamização de diversas modalidades
desportivas. A recuperação do Centro Histórico e sua ligação à nova Avenida da Praia; A construção da nova Avenida - desde a entrada norte de Sines - pela nova Avenida panorâmica da Costa do Norte, complementada com ciclovia e via pedonal; A nova Avenida da Praia - que está a ser utilizada por toda a população de Sines e visitantes, desfrutando o seu conforto, beleza e utilidade de lazer e saúde; A nova estrada de Porto Covo - e da Costa sul do concelho; Os novos projetos e obras no reforço de abastecimento de água à Cidade e Porto Covo pondo fim à dependência da empresa “Águas de Santo André” - no abastecimento de água ao concelho; A não cedência das águas de Sines à empresa “Águas de Portugal”;
O SIM foi o único executivo do Litoral e do Alentejo a não entregar a posse e gestão da água (que continua do município), em benefício da população a das pequenas empresas.
O SIM deixou também projetos para serem executados, dos quais se destaca: A nova ETAR Doméstica - que o atual executivo prometeu fazer mas… que… não passa do papel, por falta de visão e do entendimento do seu benefício para o Município e populações; Deixámos os projetos de novas captações de água para o Município. Deixámos o projeto para instalação da ETLA (Escola Tecnológica do Litoral Alentejano) em Sines, junto ao Sines Tecnopolo e… que … o atual executivo pôs na gaveta; Deixámos o projeto do futuro Complexo Desportivo, junto ao novo Pavilhão Multiusos e…que…ainda nada foi feito; Deixámos uma Escola do Ensino Artístico - com projetos e atividades e … que… está em declínio; Deixámos o Planeamento Urbano realizado (preparado para a construção urbana) e que tem sido a fonte de receitas do atual executivo (na venda de lotes com encaixe de largos milhões de euros).
Apesar de termos feito o Mandato no período mais crítico da história do Poder Autárquico Democrático - com a intervenção da Troika - e as restrições financeiras às autarquias,
conseguimos fazer investimentos públicos de cerca de 40 milhões de euros e reduzir o endividamento do Município para cerca de 19 milhões (uma redução de mais de 8 milhões de euros).
O Património e Ativos que deixamos supera signif**ativamente os encargos com a divida.
A narrativa repetida dos executivos PS do “peso da divida do SIM” são uma falácia para justif**ar a sua inoperância.
Por razões de circunstância não temos condições para concorrer às próximas Eleições Autárquicas, mas, continuaremos a trabalhar como uma Associação cívica, em áreas importantes: do ambiente, cultura, ação social, ação política local e outras que considerarmos de interesse
público.
Fizemos obra, fizemos história. Deixámos um legado em benefício da população e no engrandecimento de Sines.
Somos uma Associação cívica assente nos valores do humanismo progressista e com princípios, valores e objetivos centrados na defesa do interesse público e na promoção do Bem Comum.
Não nos resignamos nem desistimos de lutar por causas - em prol de Sines e da sua população.
Trabalhamos para merecer a sua confiança - Sines merece!

8 de Março de 2021Saudamos o Dia Internacional da MulherCom um evocação do seu percurso na história da humanidade; o seu...
08/03/2021

8 de Março de 2021
Saudamos o Dia Internacional da Mulher
Com um evocação do seu percurso na história da humanidade; o seu sofrimento e o seu papel insubstituível e milenar - na formação e criação de novos seres humanos; nas lutas que foi obrigada a travar contra a exploração do seu trabalho e do seu corpo; contra a opressão e (sempre) a sua secundarização no desempenho de funções e na condição de trabalhadora e reprodutora de vida, de transmissão de valores humanos, de afetos e de emoções.
Saudamos todas as mulheres lutadoras que, ao longo de séculos de lutas, conseguiram vitórias extraordinárias - adquirindo o estatuto de cidadãs, de trabalhadoras qualif**adas nas várias áreas de desempenho, nomeadamente, na educação, medicina, ciência e investigação, magistratura; na governação de instituições nacionais e mundiais.
São conquistas assinaláveis, onde demonstraram capacidades e talentos em pé de igualdade com os homens.
É um motivo de orgulho e um incentivo para continuar a lutar até se atingir a igualdade que justamente pretendem e pela qual todos devemos lutar.
Mas celebramos o dia da Mulher em tempos sombrios de pandemia, com o agravamento das condições de vida, principalmente para as mulheres mais pobres e suas famílias.
Este é o tempo em que muitos milhares de mulheres perderam o emprego, f**ando praticamente sem rendimentos para a sua subsistência e dos seus filhos. Que se sujeitam aos trabalhos mais penosos e precários - sem verem um futuro próximo de segurança e emprego com direitos e salário digno; que não têm meios para suportar os custos com a saúde, que vêm o direito à habitação ameaçado e sem meios para o pagamento de rendas ou de novo arrendamento.
Este é um cenário que nos obriga a pensar e a agir para procurar respostas à catástrofe que varreu, e varre, toda a sociedade portuguesa e mundial, com destaque para as mulheres e famílias mais desprotegidas e mais pobres.
A resposta passa por reforçarmos a capacidade de reivindicar novas políticas de produção de bens, de salários justos, da distribuição ajustada dos bens produzidos por mulheres e homens de todas as classes sociais.
Um grito de inquietação e uma profunda esperança numa sociedade mais justa, num planeta saudável, com garantias de uma futura prosperidade partilhada.
Viva o Dia internacional da Mulher - com direitos de proteção e igualdade - para um futuro humanizado e de justiça social.
Movimento SIM

If you believe that women deserve equal rights, then you are already part of Generation Equality.The Generation Equality Forum is a civil society–centered, g...

02/03/2021

Caros/as Companheiros e Companheiras do SIM
Sineenses
Após reflexão ponderada, a Direção do Movimento SIM considerou que, nas circunstâncias atuais (e próximas), não estão reunidas condições para apresentar candidaturas às próximas Eleições Autárquicas.
Esta posição foi confirmada pela maioria dos elementos do SIM contactados.
O Movimento SIM foi constituído em Abril de 2009 - para intervir na ação política local e social do Município, nas suas diversas áreas - com destaque para a governação do Município.
Neste período de atividade demos provas de capacidade de trabalho: na governação do Município (2009/2013) - um mandato que f**a na História de Sines, pelo trabalho realizado na educação e ensino artístico (construção de 4 novas escolas); nos desportos, na cultura, na qualif**ação urbana (2 novas avenidas - que valorizam e projetam a nossa Cidade); na defesa do ambiente; na ação social, na criação de novas infraestruturas - que estão à vista e que permanecerão por muitos anos ao serviço do Bem Comum.
Na oposição fizemos (e continuamos a fazer) um trabalho responsável, voltado para a crítica pertinente, ao que entendemos ser importante e necessário - sempre com a apresentação de soluções para melhorar a vida da População.
Somos uma Associação Cívica, com intervenção na vida Local e Regional - em todas as áreas da vida coletiva: política, ambiente, ação social entre outras.
Na qualidade de Associação SIM, não nos pronunciamos sobre organizações políticas (Partidos ou Movimentos) que se candidatem às próximas Eleições, nem estabeleceremos qualquer relação institucional privilegiada com qualquer dessas organizações.
O SIM - Associação, vai continuar ativo e interventivo na vida do nosso Município, esperando ter o reconhecimento dos sinienses pelo que fizemos e pretendemos continuar a fazer pelo Bem Público ao serviço da População.
Sines, 1 de março de 2021

O PLANO DE EXPANSÃO DA PEDREIRA DE MONTE CHÃOS - E A FALTA DE  CONSIDERAÇÃO E DE INTERESSE PELA CIDADE E SUAS POPULAÇÕES...
21/12/2020

O PLANO DE EXPANSÃO DA PEDREIRA DE MONTE CHÃOS - E A FALTA DE CONSIDERAÇÃO E DE INTERESSE PELA CIDADE E SUAS POPULAÇÕES

O Plano de Expansão da Pedreira de Monte Chãos (Pedreira), foi elaborado pela APS e aceite pelo executivo PS - sem nenhuma apresentação pública à população de Sines em tempo oportuno.

A (obrigatória) discussão pública do Estudo do Impacto Ambiental (EIA) - em curso pela Internet, está em fase terminal, e, dá-nos elementos que nos causam dúvidas e apreensão, sobre as áreas de expansão, o tempo de exploração (47 anos), as quantidades de pedra a extrair, os impactos que esta expansão vai ter na cidade atual e as limitações a futuras expansões da Cidade para Sul/Nascente - encosta sul de Monte Chãos.

Questões que pretendemos esclarecidas:

1. Para quê?

Esta exploração da pedreira é para a realização das (3) grandes obras portuárias.

- Expansão do Terminal XXI e prolongamento do molhe leste, de proteção aos Cais - com uma duração prevista de 3 anos e um consumo de 1,5 milhões de metros cúbicos de pedra.
- Construção do Terminal Vasco da Gama, com prazo de execução de 7 anos e consumo de cerca de 5 milhões de metros cúbicos de pedra.

No entanto, a expansão prevê:

- Tempo de exploração da pedreira: 47 anos (!)
- Pedra a extrair: 33 milhões de m3 (!)

2. Onde?

- Continuamos a considerar que a distância entre a exploração da pedra e o limite da cidade - cerca de 200 metros - constituiu um perigo para os edifícios construídos (2 grandes centros escolares e habitações) e vai impossibilitar novas construções previstas nos loteamentos do PP Sul - uma área nobre da cidade. O atual executivo deveria cumprir o acordo de 2009, entre o executivo do SIM e a APS, através do qual o Município de Sines recebeu terrenos da APS na envolvente da pedreira destinados à expansão da cidade, mas, ao contrário, decide ceder parte desses terrenos para expandir a pedreira, em absoluta contradição com as lógicas da permuta de terrenos realizada entre a APS e a Câmara presidida pelo SIM.
- É um atentado ao interesse público e um dano para os proprietários das casas atuais e dos lotes a construir.
- A nova legislação sobre pedreiras, aprovada e a aguardar publicação, não permite exploração de pedreiras a menos de 500 metros do perímetro dos centros urbanos. Entrará em vigor já após a aprovação da expansão desta pedreira. Conveniente...
- A área de expansão prevista para Sul/Nascente é um exagero e o seu desenho de exploração de pedra vai prolongar o cerco à cidade com uma cratera abrupta ei condicionar / limitar a futura expansão da Cidade para a vertente sul de Monte Chãos e destruir o importante património arqueológico, de milhares de anos.

3. A que custo?

- A população está esclarecida sobre o processo das detonação dos explosivos e as suas intensidade de explosão?
- No caso de danos nas edif**ações, está previsto o mecanismo para a sua identif**ação e indemnização?

4. Que alternativas?

- Foi equacionada e estudada a não expansão da pedreira? Ou uma expansão mais reduzida? O estudo tem 1 único parágrafo, que diz que teriam de ser identif**adas pedreiras alternativas. Porque não se fez essa identif**ação?
- Foi equacionada e estudada a hipótese de exploração de pedra em profundidade no perímetro da atual pedreira?

5. O que dizem os técnicos intervenientes?

- Sobre a cidade dizem:

“Na cidade de Sines destacam-se as Muralhas e o Castelo, bem como o Núcleo Histórico, o qual detém relevância estética de valor patrimonial elevada”;
“A restante área urbana, em termos globais, não possui grande interesse ou qualidade visual em termos de estética, tanto do ponto de vista de Planeamento Urbanístico, estético e arquitetura…..”
“… Não possui, no seu conjunto, uma entidade singular extraordinária, pelo menos a nível Nacional” (SIC).

Isto é extraordinário!

Não se preocuparam com planos de novas urbanizações aprovados e em execução. Não se importaram em indagar sobre o futuro da Cidade. Nem se preocuparam com a previsão de destruição do secular “Moinho de Vento” de Monte Chãos - e de assegurar a sua reconstituição na proximidade.
É uma manifestação de menosprezo pela cidade - face à destruição do Património e das perspetivas de futuro.

- Sobre a ampliação da pedreira dizem:

“considera-se que a implementação do Projeto de Ampliação da Pedreira não constitui uma alteração relevante face à situação atual, em termos de Impacto Ambiental” (!!!).

6. O papel da Câmara Municipal

- O atual executivo da Câmara Municipal, mais do que não acautelar os interesses dos sineenses, defendendo-os deste projeto sem sentido, criou as condições para que ele acontecesse: a área de expansão da pedreira é de 38,8 hectares; a área cedida/dada pela CMS à APS, para esse efeito, há exatamente um ano, é de 47,6 hectares. A troco de 2.880.000,00€.

Somos defensores assumidos da expansão e dinamização do Terminal XXI e do novo Terminal Vasco da Gama, pela importância que têm para a criação de emprego, atração de novas empresas fora do ciclo do carbono, com criação de riqueza e exportação de bens, que beneficiem a nossa economia, a cidade, a região e o país. Mas, defendemos a qualidade da cidade - o seu crescimento e o seu enquadramento paisagístico.
Não pactuamos com este tipo de procedimentos, com projetos e planos realizados sem a devida participação dos eleitos, das organizações políticas, ambientais e da população em geral.

Não aceitamos estes jogos de opacidade política e de submissão do Poder Local às estratégias economicistas - em prejuízo dos interesses e direitos de Sines.

25/11/2020

24 de novembro - Dia do Município
Intervenção do Movimento SIM na Sessão Solene da Assembleia Municipal de Sines, pelo deputado Municipal José Manuel Vilhena Charnequinho:

"Assinalamos hoje, 24 de Novembro de 2020, envoltos numa conjuntura nunca antes vivida em Democracia, os 658 anos da atribuição da carta de Foral pelo Rei D. Pedro I ao Concelho de Sines e naturalmente a sua fundação.
Numa era atípica de pandemia, comemorar a elevação de Sines a Vila como forma de consagração da sua independência Administrativa é permitir a concretização da sua vocação de progresso, tendo como elemento primeiro, e como pilar inequívoco da sua própria identidade "O Mar".

Foi a partir dele e do nosso Castelo, seu berço, que Vasco da Gama "deu novos Mundos ao Mundo".
É a partir dele que os outrora "homens-bons de Sines", consubstanciados na necessidade de proteção da nossa costa, construíram a histórica fortaleza, conseguindo a outorga da carta Régia, facto histórico e que hoje aqui celebramos.
Mas é também a partir dele, o Mar, e com ele que séculos mais tarde nasce o atual Complexo Portuário e Industrial de Sines, a maior obra do séc. XX, concretizada no nosso País.
Complexo este, que pese embora polémico, iniciado no Estado Novo e concretizado, em pleno processo Democrático, após 25 de Abril de 1974, nesta altura foi reformulado com a ajuda do Povo de Sines na sua justa luta consubstanciada através da única e icónica, Greve Verde realizada em Portugal.
Assim, o mesmo vem a afirmar-se economicamente como o maior Polo Portuário, Industrial e de Comércio e Serviços a nível nacional e com projeção internacional.
Fez dia 15 do corrente um ano que foram aprovadas pela maioria P.S. as GOP's, Grandes Opções do Plano 2020/2023, que preconizavam bons tempos e grandes investimentos no nosso Concelho.
Na altura, os Deputados eleitos pelo Movimento SIM votaram contra essas mesmas GOP's e eu na minha intervenção dizia" As presentes GOP's para 2020/2023 estão alicerçadas numa visão de crescimento económico otimista (por parte do executivo Municipal) da economia Portuguesa e de alguns anunciados investimentos de grande m***a para Sines. No entanto o contexto de elevada incerteza da Economia Mundial aponta no sentido contrário e a concretização destes investimentos não é garantida, embora desejada.
Infelizmente, o futuro encarregou-se de nos dar razão pois que até aí a política de austeridade e empobrecimento dos Portugueses tinha sido uma constante. O Governo PSD/CDS, tendo vendido aos grandes Grupos económicos estrangeiros as empresas estratégicas da nossa economia, delapidara o nosso Património do Estado tendo-se isso traduzido em baixos salários, emprego precário para os trabalhadores e cofres vazios para as finanças Locais.
A Pandemia veio ainda agravar mais as dificuldades económicas com que as famílias se debatem.
Com a declaração de sucessivos Estados de Emergência anunciam-se falências, principalmente nas pequenas e médias empresas. A restauração é um dos seus exemplos mais flagrantes e, sabemos nós, quantas famílias dela dependem no nosso Concelho.
Tempos ainda mais difíceis se avizinham e passo a citar:" Os Governos amam as pandemias da mesma forma que amam as guerras; porque lhes dá poder; dá-lhes o controle e dá-lhes a capacidade de impor obediência aos seres humanos".
Robert F. Kennedy Jr. 29 de Agosto 2020, Berlim.
Não caiamos nesta tentação, estamos ainda a tempo de conjuntamente podermos inverter as políticas de desenvolvimento económico, social, turístico, empresarial, industrial e de emprego e formação profissional no Concelho.
Apesar do que já construímos - planeamento e ordenamento do território na vanguarda do nosso País, infraestruturas e equipamentos coletivos nas áreas da educação, da cultura e do desporto. Um Concelho onde os jovens, homens e mulheres do presente e do futuro podem viver, trabalhar e se enriquecer artística e culturalmente e exercer a sua atividade cívica - existem ainda aspetos a melhorar ou corrigir, e caminhos penosos a trilhar.
Por isso, e para que consigamos chegar a bom Porto, após as tempestades que enfrentámos e teremos ainda de enfrentar, e em nome dos nossos antepassados que hoje aqui exaltamos e foram os primeiros precursores deste caminho, longo mas bonito, que estamos a celebrar, vamos todos unidos e imbuídos de um mesmo espirito, fazer de Sines, um exemplo nacional, uma terra com ainda mais futuro, onde o desemprego não exista e os sineenses sejam felizes.
A convergência de todas as forças Políticas, nesta altura como noutras, é necessária e transcendente e só assim conseguiremos atingir os nossos mais almejados objetivos a bem do Povo de Sines. Os deputados do Movimento SIM para ela estarão sempre disponíveis desde que isso ajude a concretizá-los.

Viva o 24 de Novembro!
Viva Sines!"

Está a decorrer a consulta pública da ampliação da Pedreira de Monte Chãos. Os documentos podem ser consultados em https...
17/11/2020

Está a decorrer a consulta pública da ampliação da Pedreira de Monte Chãos. Os documentos podem ser consultados em https://participa.pt/pt/consulta/ampliacao-da-pedreira-de-monte-chaos, e todos podem (e devem) participar.
O período de consulta pública destina-se a ouvir os interessados, antes da tomada de decisão sobre o avanço do processo. Todas as opiniões, mais ou menos técnicas, têm que ser avaliadas pela Comissão de Impacte Ambiental. Até 23 de dezembro, faça-se ouvir 📣.
O projeto de ampliação de uma área de extração de pedra colada à cidade de Sines merecia um alargado debate público, envolvendo a comunidade de Sines e personalidades/peritos com conhecimentos nas diversas áreas que serão afetadas: ambiente, qualidade de vida na cidade, segurança das estruturas, emprego, desenvolvimento. Não temos grandes ilusões de que vá acontecer, mas, no mínimo, a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal de Sines, eleitos para nos representar, deverão analisar o projeto e pronunciar-se, na defesa de Sines e dos sineenses.
(As imagens constam do EIA)

Viva o 1.º de Maio! Neste 1º de Maio há motivos redobrados para saudar todos os trabalhadores e homenagear os heróis que...
01/05/2020

Viva o 1.º de Maio!

Neste 1º de Maio há motivos redobrados para saudar todos os trabalhadores e homenagear os heróis que deram as suas vidas pela Liberdade e Dignif**ação dos trabalhadores e da valorização do trabalho - como elemento central da vida individual e coletiva.

Sim - é pelo trabalho que o homem e a mulher alcançam o estatuto de produtores de bens - individuais e coletivos - que sustentam as famílias e asseguram os Bens Comuns - da saúde, da alimentação, da educação, habitação, e, isto é o que signif**a progresso, desenvolvimento - incluindo a produção de ciência, tecnologia, arte, cultura, e desenvolvimento humano, social e coletivo.

Hoje é também dia de saudarmos todos os trabalhadores que enfrentam a pandemia e nos tem garantido os bens essenciais às nossas vidas.

É este o 1º de Maio que comemoramos hoje - o valor e signif**ado do trabalho, sem o qual não atingiríamos o estatuto de seres humanos.

Mas isto tem uma história de lutas que não podemos esquecer.
Por isso, hoje, é também um dia da celebração das lutas pela dignif**ação do trabalho; pelos direitos dos trabalhadores, do trabalho com direitos, contra a precariedade e discriminação no trabalho, a exclusão social e dos milhares de homens e mulheres sem trabalho.

Hoje há condições para garantir emprego a todo o ser humano, promovendo-o ao estatuto de cidadão com plenos direitos.

Apesar da crise, hoje devemos olhar o futuro com esperança e lutar por uma sociedade mais justa, onde não haja lugar para as desigualdades que nos envergonham;

Hoje é dia de nos unirmos na luta por uma economia voltada para a satisfação das necessidades e desenvolvimento de todos os seres humanos e não por uma economia para satisfazer a ganância das multinacionais e do poder financeiro.

Hoje é o dia de um passo na libertação da humanidade, da cooperação das Regiões e dos Povos à escola mundial - na defesa dos Ecossistemas - para um desenvolvimento sustentável ;
Pela humanização da vida e de uma Sociedade Decente e Justa.

Viva o 1º de Maio!
Vivam os trabalhadores libertos e produtores!

Convido-vos a ouvir duas canções que simbolizam o Dia e as circunstâncias atuais.

Manuel Coelho

https://www.youtube.com/watch?v=IgHyXlbahkU
https://www.youtube.com/watch?v=hdvheuHhF2U

Que Força é Essa Sérgio Godinho Composição: Sérgio Godinho Vi-te a trabalhar o dia inteiro construir as cidades pr´ós outros carregar pedras, desperdiçar mui...

26/04/2020

25 de Abril - Mensagem de Paulo Beliche, Vereador da Câmara Municipal de Sines, eleito pelo Movimento SIM

8 de Março, Dia Internacional das Mulheres.Porque comemoramos Dias Internacionais? De acordo com as Nações Unidas, os Di...
08/03/2020

8 de Março, Dia Internacional das Mulheres.
Porque comemoramos Dias Internacionais? De acordo com as Nações Unidas, os Dias Internacionais são oportunidades para educar o público sobre questões preocupantes, para mobilizar as vontades e recursos políticos para responder a problemas globais, e para celebrar e reforças conquistas da humanidade.
No dia 8 de Março de 2020, lembrando que não existe 1 único país no mundo onde a igualdade entre homens e mulheres tenha sido alcançada, sublinhamos que a desigualdade de género é uma desigualdade de poder, e convidamos todos e todas a refletir sobre a representação das mulheres nas sociedades.
Convidamo-vos ainda, mulheres e homens, a levar à prática pequenas ações que terão um enorme impacto:
1. Partilha o cuidar
2. Denuncia o sexismo e o assédio
3. Rejeita o binário: respeitar as múltiplas identidades de género
4. Exige uma cultura de igualdade no trabalho
5. Exerce os teus direitos políticos
6. Faz compras responsáveis
7. Promove livro, filmes e outros produtos feministas
8. Ensina às meninas o seu mérito e valor
9. Desafia o signif**ado de "sê um homem"
10. Apoia uma causa: Apoia as causas da Dignidade da Mulher e da luta contra as desigualdades e descriminação das mulheres nos salários; no acesso ao emprego e na sua afirmação Como Cidadãs de plenos direitos.
11. Questiona os padrões de beleza
12. Respeita as escolhas dos outros

https://www.unwomen.org/en/news/stories/2020/2/compilation-small-actions-big-impact-for-generation-equality.

La participación plena y equitativa de las mujeres en todos los ámbitos de la sociedad es un derecho humano fundamental. Sin embargo, en todo el mundo, las mujeres y las niñas están considerablemente subrepresentadas: desde la política y el entretenimiento hasta los lugares de trabajo.

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