Querer Portugal

Querer Portugal Esta organização destina-se à agregação de todos os cidadãos descontentes, que desejem preservar e demonstrar o seu amor à Pátria. Vamos mudar Portugal!

01/10/2024

ATENÇÃO
“PORTUGAL, NO SEU MELHOR”
Se quer morrer antes de ser atendido, ligue o 112, e oiça
uma prelecção em Português, Inglês, Francês e Espanhol, e mesmo assim tem que reouvir mais uma ou duas vezes a
mesma lenga lenga, indicativa do pouco interesse em
salvar uma vida (?), após cerca de mais de dez minutos, desde o início da chamada… e ter que desligar, dado não
ser atendido. Entretanto, após esta acção, passados cerca de 20/25 minutos após o contacto, ligam do INEM com mais uma lenga lenga, a perguntar se ainda era necessário o contacto ou não!
METAM AS PRIMAS NO CONGELADOR, E COLOQUEM PESSOAS DE CARNE E OSSO A ATENDER, QUEM NÃO
TEM TEMPO A PERDER E OU PEDIR SOCORRO!

31/12/2023

Para todos os meus amigos conhecidos, virtuais, confrades, irmãos, associados e todos que de alguma maneira façam parte de algum grupo a que eu tb pertença, desejo que tenham passado um Natal feliz junto dos familiares e amigos, bem como desfrutem de um novo ANO de 2024, com muita saúde, verdade, amizade, algum dinheiro e muita paz. São os votos deste vosso, Roxo da Silva

26/04/2023
Uma hora separa estes dois talões...
16/04/2023

Uma hora separa estes dois talões...

11/04/2023

Patricia CiprianoPatricia Cipriano

LawyerLawyer

A Comissão de Inquérito à TAP deixa-nos confrangidos, apoucados e receosos pelo futuro do país.
Se tivesse que formar convicção sobre o assunto, socorrer-me-ia, dentro do que foi a prova testemunhal de Christine Ourmières-Widener e Alexandra Reis, do depoimento da primeira.
Isto porque, foi claro, espontâneo, racional, pormenorizado, livre, e, assente em factos verificáveis através de outros elementos de prova.
Christine foi a única a falar verdade porque, pura e simplesmente, não depende da teia de conexões do PS, para continuar a sua vida num outro país, mais evoluído, e, seguramente governado por gente que sabe exatamente quais são os seus poderes e deveres .
Já Alexandra Reis, qual "Carmelita" recém-saída do convento , apresenta-se excessivamente calma, ponderando cada resposta, cada palavra, cada suspiro.
Quando precisa, faz algumas pausas para pensar nas respostas (a mim ensinaram-me a deixar cair algo, quando preciso de uns segundos para refletir),afirmando que, em tempo algum, falou com quem quer que fosse, sobre a matéria que levou à celebração do "acordo de renúncia " ao cargo que exercia na TAP.
Também não explica com clareza, porque é que pediu 1.300.000€ de indemnização, quando afinal, até estava disposta a sair sem qualquer compensação, se o Governo lhe pedisse para o fazer.
Acresce que, se me afigura contrário às regras da normalidade e da experiência, dizer que aceitou o cargo de Secretária de Estado do Tesouro, sem informar o Ministro das Finanças da situação que a levou a sair da TAP e a receber uma choruda indemnização.
Se for verdade, Alexandra Reis não se comportou com lealdade e transparência nessa altura e, por maioria de razões, não estará também agora a fazê-lo perante a comissão .
O que ressalta à saciedade dos seus esclarecimentos, é que há uma enorme preocupação e cuidado para não se cobrir de mácula o atual Ministro das Finanças, e, por conseguinte, o atual PM.
Tentativa falhada, porque hoje o país acordou menos tolerante.
A pobreza afeta três milhões de portugueses, a crise da habitação será dificilmente resolvida no tempo que precisamos, a inflação não nos dá tréguas e a subida dos juros sufoca de morte as famílias com crédito habitação.
De facto, qualquer um de nós, percebeu que o setor empresarial do Estado está minado, que os jogos de bastidores são repugnantes e lesivos do erário público, e que, há um grupo restrito de pessoas que vêm enriquecendo à nossa custa, com todo o sacrifício que isso implica.
Quando é visível, por um sem número de casos que assolaram a governação do país, a influência do Governo no regular funcionamento das instituições democráticas, o Presidente da República não pode (ou não deve) ficar indiferente. E nem se diga que não há alternativas, porque não podemos manter uma situação que coloca em causa a democracia, apenas porque temos receio do futuro.
Se queremos ser verdadeiros cidadãos, está na hora de exercermos verdadeiramente a cidadania.

30/03/2023

Não deixem de ler este texto maravilhoso, escrito pelo Júlio Isidro.

ESTE PAÍS NÃO SERIA PARA MIM..... se me deixasse vencer pelo estigma do bilhete de identidade.
Ainda sou do tempo em que a velhice era uma dignidade. Agora transformou-se num peso para alguns, num negócio abjecto para outros.
As imagens que nos chegam de "lares" onde se depositam aqueles que nos deram vida, nos ajudaram a crescer na vida, e que por causa das suas vidas muito ocupadas, entregam à morte sentada de ingratidão os seus velhos....provocam-me vómito.
Não são apenas os cães depois da época da caça. São homens e mulheres depois da canseira da estrada.
Seríamos todos mais jovens se não olhássemos tanto para o calendário, se não perdêssemos a curiosidade, mesmo pelas coisas mais simples da vida, se fizéssemos da velhice a "paródia da vida", como disse Simone de Beauvoir.
Quanto mais envelhecemos mais precisamos de ter que fazer, porque trabalhar é viver. Não que seja um emprego porque na fila estão tantos jovens que merecem o seu começo de vida.
Mas uma ocupação feita à medida das capacidades de cada um, em vez do ritual de morte prematura, da cama para o sofá, a televisão o dia inteiro, o olhar perdido , e o diálogo do silêncio onde se adivinha a saudade da família que talvez faça uma visita.
Adivinha-se nos pensamentos de alguns, o dilema de impossível realização...se a juventude soubesse e se eu pudesse....
E a indignação corta-me a alma quando sei, todos sabemos, dos velhos abandonados nos hospitais com moradas e números de telefone falsos por filhos que já não precisam dos pais. São pesos vivos, no desejo de que a curto prazo passem à condição de pesos mortos.
E as pobres pensões de reforma usurpadas pelos descendentes, os anéis, os fios com a cruz e os brincos do casamento? São os despojos das guerreiras e guerreiros que se bateram pela família nas lutas da vida.
Estas "pessoas" andam aqui ao nosso lado e parecem iguais a nós.
Mas não são... porque a monstruosidade pode ser camuflada com sorrisos de caridade.
A revolta marcada pelo nojo, está também nos lares que agora nos mostram os velhos a agonizar na fome, nas doenças, na falta de higiene, na ausência de carinho... porque ser velho dá lucro!
Ouvi um senhor dizer isso mesmo:- os velhos dão lucro e isso não tem mal nenhum.
Depende, caro senhor, depende da forma como se ganha dinheiro em função de uma tarefa que pode e deve ser uma missão.
Os velhos com conforto económico, podem envelhecer em bem estar, embora a solidão esteja sempre lá.
Mas a miséria de um velho, não interessa a ninguém.
Este cancro das sociedades onde as pessoas têm prazo de validade, começa muito mais cedo do que muitos imaginam. Estar velho para produzir, só porque a antiguidade custa mais cara, e a experiência troca-se facilmente por um ordenado mais baixo, é a génese do lar com baratas, da carne podre, das borras de café e da escaras abertas e purulentas.
E depois vem a morte. No mundo animal, o elefante doente afasta-se da manada para ir morrer longe.
O homem, quanto mais velho está, mais procura companhia, até para se despedir do mundo, de mão dada com alguém a quem tanto deu.
Falo na primeira pessoa:- sou velho , mas não estou velho. Contudo há muitos anos que em diversas ocasiões houve senhores que me consideraram fora de prazo para exercer a minha profissão. Alguns desses já estão velhos, e outros serão um dia. E ainda os vejo por lá...
Tenho memória fresca para não me esquecer das suas palavras e actos.
Como é que vamos exterminar a maldade de quem despeja velhos para a morte, de quem lucra e lhes suga o pouco sangue que lhes corre nas veias, e dizer a esses que foram jovens ontem ,obrigado pelo que fizeram pelas nossas famílias, pela sociedade e pelo país?
Que sorte tenho eu só de saber que um dia irei partir com a família a aconchegar-me , no frio que precede o adeus.
Justiça urgente para os velhos deste país.

Júlio Isidro

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Sines

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