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19/12/2025
24/06/2023
🏘️ O Governo apresentou nesta quinta-feira um lote de propostas para a habitação. Ainda que não sejam medidas finais - e...
18/02/2023

🏘️ O Governo apresentou nesta quinta-feira um lote de propostas para a habitação. Ainda que não sejam medidas finais - estarão em consulta pública até ao Conselho de Ministros de 16 de março - neste pacote é visível a forma como o Governo olha para o mercado e para os direitos dos portugueses.

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O Governo apresentou nesta quinta-feira um lote de propostas para a habitação. Com as ideias avançadas, o Governo pretende dar resposta a dois dos mais visíveis problemas de habitação no país: o elevado valor das rendas e a falta de oferta de casas.

18/02/2023

Sobre as novas medidas da habitação.

Nota: A montagem não é de nossa autoria. Para atribuição de crédito à mesma, contacte-nos.

18/01/2023

💸 A carga fiscal total em Portugal foi das que mais aumentou na OCDE entre 2010 e 2021 (5.ª maior subida entre os países europeus da OCDE). A escalada fiscal atingiu os níveis mais elevados nos últimos anos, sobretudo a partir de 2018, durante a governação de António Costa.

Na primeira década do presente século, a carga fiscal manteve-se relativamente estável, com valores entre os 30% e os 32% do PIB e sempre abaixo da média da OCDE. A partir de 2011, como consequência da grave crise económico-financeira que Portugal enfrentou e que obrigou à intervenção externa da "Troika", a carga fiscal aumentou com o intuito de se tentar equilibrar as contas públicas. Nesse período, que coincide com grande parte da governação de Pedro Passos Coelho, Portugal teve uma carga fiscal média de 33,4% do PIB, ultrapassando a média da OCDE (média de 32,6% entre 2011 e 2015).

Mais tarde, durante a governação de António Costa, a carga fiscal não voltou aos valores que se registavam na primeira década deste século. Antes pelo contrário, continuou a subir. A governação do actual Primeiro-Ministro é a que apresenta, em média, a maior carga fiscal desde 2000 (34,7% do PIB), tendo atingido em 2021 o valor recorde de 35,8% do PIB. No mesmo período, a média da OCDE fixou-se em 33,6% do PIB.

Face à União Europeia, a carga fiscal de Portugal está abaixo da média, segundo dados do Eurostat (cuja metodologia diverge da OCDE), mas o esforço fiscal (métrica que relaciona os impostos cobrados com a capacidade económica do contribuinte) está muito acima. Segundo a metodologia do Eurostat, a carga fiscal portuguesa foi de 37,6%, abaixo dos 41,7% de média da União Europeia.

17/01/2023

💶 Em apenas 6 anos, de 2015 a 2021, Portugal foi ultrapassado por 4 países em termos de salário médio líquido, ajustado para o mesmo custo de vida, na União Europeia. A remuneração média em Portugal é, actualmente, a 8.ª mais baixa no espaço comunitário.

Em 2015, Portugal tinha o 16.º salário médio líquido, em paridade de poderes de compra, mais elevado na UE, um pouco acima dos 12 mil euros anuais. Em 2021 o salário médio líquido já se fixava um pouco abaixo dos 15 mil euros anuais, tendo a remuneração média líquida real crescido 14,5%, entre 2015 e 2021, uma percentagem inferior à da maioria dos países com PIB per capita abaixo da média da UE e com quem Portugal se compara.

Nesse mesmo período fomos ultrapassados pela 🇵🇱 Polónia, 🇪🇪 Estónia, 🇨🇿 Chéquia e 🇱🇹 Lituânia, no ranking dos países da UE com maior salário médio líquido em paridade de poderes de compra, remetendo Portugal para a 20.ª posição.

É impossível dissociar esta pobre evolução da remuneração média em Portugal do fraco crescimento económico no mesmo período (queda de 3 posições no ranking da UE do PIB per capita no mesmo período). Se o dinamismo económico em Portugal é inferior relativamente à maioria dos países da UE, isso acaba por se reflectir na perda de competitividade das remunerações.

17/01/2023

📰 A habitação é um dos temas prioritários da JP. É sobre isso que versa o mais recente artigo de no . 🏡 O líder da Juventude Popular mostra que a esquerda radical portuguesa afinal não está muito longe dos liberais de Trudeau.

06/01/2023

✈️ Em 2022, Portugal atribuiu o estatuto de protecção temporária a 56 mil cidadãos que fugiram da guerra na Ucrânia e concedeu 113 mil novas autorizações de residência a estrangeiros, alcançando um total de 757 mil estrangeiros com estatuto legal de residente em Portugal. É um recorde que, aliás, tem sido batido quase todos os anos.

Desde o início do milénio que a população portuguesa está em queda, devido ao baixo índice de fecundidade e à emigração. Portugal apenas mantém uma população total acima dos 10 milhões de habitantes graças à imigração. Em 2021, caso não houvesse imigrantes, a população total em Portugal seria de apenas 9,65 milhões de habitantes.

Por outro lado, a população portuguesa está muito envelhecida, pelo que o aumento da imigração tem atenuado parcialmente este índice, uma vez que os imigrantes são, normalmente, pessoas em idade activa ou crianças. Em 2021, o índice de envelhecimento dos portugueses era de 189 idosos, com mais de 65 anos, por cada 100 jovens, com menos de 15 anos, ao passo que, no caso dos estrangeiros residentes em Portugal, era de 101 idosos por cada 100 jovens. Esta realidade tem impacto também na sustentabilidade da Segurança Social. Em 2021, as contribuições para a Segurança Social dos imigrantes foram de 1.293 milhões €, e as prestações sociais de apenas 325 milhões €, resultando, assim, num saldo positivo de 968 milhões €.

06/01/2023

🔥O Partido Socialista teve maioria absoluta nas últimas legislativas. Ainda não resolveu nenhum dos problemas que tem causado ao País, mas em apenas nove meses já conseguiu perder dois ministros e dez secretários de estado.

👨‍🚒Portugal não tem um governo, tem um incêndio que só se apaga com eleições antecipadas!

02/01/2023

🚶🚶‍♀️ Grande parte dos indicadores de saúde e de bem-estar dos adolescentes portugueses pioraram drasticamente desde 2014. Essa é uma das principais conclusões da investigação "Health Behaviour in School-aged Children (HBSC/OMS) 2022", feita em colaboração com Organização Mundial de Saúde. "Nunca notámos tanta diferença em vários indicadores", disse Tânia Gaspar, que coordena a investigação.

Os adolescentes portugueses estão mais infelizes (28% dos jovens referiram que se sentem infelizes em 2022, ao passo que em 2014 eram 15%) e são agora mais os que se sentem nervosos (de 8% para 21%) ou irritados (de 6% para 16%) diariamente. 18% dos adolescentes referem que têm dificuldades em adormecer quase todos os dias (18% em 2014), 16% sentem-se cansados e exaustos quase todos os dias (6% em 2014) e 25% tiveram comportamentos auto lesivos no último ano (20% em 2014).

Para além da saúde mental, também tem havido retrocessos na saúde física. 8% dos adolescentes têm dores de cabeça quase todos os dias (5% em 2014) e 12% têm dores de costas quase todos os dias (6% em 2014). Isto apesar de haver mais jovens a referir que realizaram atividade física nos últimos 7 dias (de 51% para 56%).

"Nestas idades, o impacto que tem no desenvolvimento ainda é maior. É como se eles estivessem sempre a crescer e, se se estão a desenvolver com estas dificuldades, isto vai ter um efeito 'bola de neve' e vai acabar por afetar as suas oportunidades. O quanto antes é importante dar uma resposta", explicou Tânia Gaspar.

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Rua De Ferreira, 8
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7520-195

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