Roteiro do Seixal

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Grande noite de wrestling em Corroios, com mais de uma centena de pessoas à mesma hora que Sporting e Benfica definiam o...
18/05/2026

Grande noite de wrestling em Corroios, com mais de uma centena de pessoas à mesma hora que Sporting e Benfica definiam o segundo lugar do campeonato. Cinco bons combates, entre os quais três 'bangers'. Leia aqui a review do evento (com vídeos do final de cada combate).

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

01/05/2026

Hoje faz anos Alberto Hernández. Quem se lembra dele no Amora?

Um dos três jogadores que jogaram pelo Amora durante as três épocas na I Divisão, a par de Marlon Alves e Amadeu. Argentino com grande parte da carreira feita em Portugal tal como Alfredo Herlein, também chegou à Medideira proveniente do Académico de Viseu, mas alguns meses antes.
A estreia só aconteceu em março de 1981, mas o médio Alberto Rodolfo Hernández ainda foi a tempo de participar em seis jogos na reta final do campeonato, três dos quais como titular.
Nas temporadas seguintes foi alvo de mais utilização, ainda que nunca se tenha fixado propriamente como um titular indiscutível. Em 1981-82 participou em 19 encontros (12 a titular) e marcou um golo, num empate caseiro com o Penafiel. E na época seguinte disputou 23 partidas (17 a titular), mas não evitou a despromoção à II Divisão.
Apesar da descida continuou no clube por mais uma época no segundo escalão. Em 1984-85 passou pelo União da Madeira, mas voltou na temporada seguinte à Medideira, numa altura em que os amorenses estavam na III Divisão.
Em 1986-87 vestiu a camisola do Desp. Aves e depois voltou à margem sul do Tejo para representar o Seixal, clube pelo qual encerraria a carreira em 1989.
Desde que pendurou as botas que vive na Amora, onde atualmente trabalha no ramo imobiliário.

Saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo Amora na I Divisão e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/05/amora-zerozero-baltazar-helder-das-merces-alberto-hernandez-jaime-merces-jose-rafael-rebelo-nelson-caio-cambalhota-alfredo-herlein-pereirinha-.html

01/05/2026

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

01/05/2026

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01/05/2026

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

28/04/2026

Acreditem que não gosto de andar sempre a bater nesta tecla.

O Distrito de Setúbal, o terceiro mais populoso do país, historicamente a quarta potência em matéria de futebol (e já foi a terceira) e situado às portas de Lisboa, vai iniciar a temporada 2026-27 sem equipas na Liga 3 e, na melhor das hipóteses, com três no Campeonato de Portugal. Um cenário digno de um distrito desertificado de interior.

E digo “na melhor das hipóteses, com três no Campeonato de Portugal” porque, há somente dois anos, Vitória de Setúbal e Olímpico Montijo, curiosamente os atuais dois primeiros classificados da I Distrital, foram barrados pela FPF de participar nos campeonatos nacionais. Será que já tudo foi resolvido? Se não estiver, os regulamentos preveem convites até ao quarto classificado. Depois, é preciso que os convites sejam aceites e que os convidados reúnam as cada vez mais exigentes condições necessárias para participar. Ou seja, no limite, poderá até não haver subidas.

Já aqui o disse a 20 de janeiro (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1486123083521218&set=pb.100063706210057.-2207520000&type=3), e volto a repetir, com as mesmas letras: entendo que o foco da AF Setúbal praticamente se tem esgotado na organização das competições e que falta uma visão, um conjunto de ideias, um projeto, etc., que forcem a aceleração do desenvolvimento do futebol no distrito.

Nessa ocasião, referi que o atraso do início da competição das equipas B não ajudam como deveriam as equipas A nos campeonatos nacionais. Mas obviamente que há muito mais que se pode fazer.

Agora, vou mais além: se a Liga Portugal pode formular o objetivo de que Portugal seja quinto classificado no ranking UEFA e se a FPF pode estabelecer metas em várias frentes, porque não pode uma associação distrital assumir um objetivo de representatividade e um plano de ação para o concretizar? Porque temos de aceitar e normalizar a crescente perda de representatividade?

Páscoa Feliz! 🐰🥚
03/04/2026

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27/02/2026
Filho do antigo guarda-redes António Botelho, que defendeu as balizas de Sporting, Boavista, Benfica e seleção nacional,...
25/02/2026

Filho do antigo guarda-redes António Botelho, que defendeu as balizas de Sporting, Boavista, Benfica e seleção nacional, foi internacional jovem português e deu a entender, a certa altura, que o Belenenses teria nele um guardião para muitos e bons anos, mas acabou por cair para a sombra de Marco Aurélio antes de fazer carreira sobretudo nas divisões secundárias. Recorde Marco Botelho.

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

20/01/2026

Nada me move pessoalmente contra qualquer dirigente da Associação de Futebol de Setúbal – embora fique de pé atrás com quem evita o escrutínio dos jornalistas –, mas há muito que sou crítico desta liderança. Por isso aceitei, há uns anos, integrar uma lista concorrente.

Entendo que o foco da AF Setúbal praticamente se tem esgotado na organização das competições e que falta uma visão, um conjunto de ideias, um projeto, etc., que forcem a aceleração do desenvolvimento do futebol no distrito.

Há várias métricas que nos ajudam a perceber o nível do futebol no distrito, mas creio que a principal é a representatividade. Neste momento, são zero equipas nas ligas profissionais, uma na Liga 3 e duas no Campeonato de Portugal no que ao futebol sénior diz respeito.

Se a nível populacional o Distrito de Setúbal está no top 3 e integra a região (Área Metropolitana de Lisboa) que mais contribuiu para o PIB, futebolisticamente falando está atrás de Lisboa, Porto, Braga, Aveiro, Viseu, Faro, Madeira, Açores, Leiria e Vila Real.

A nível de representatividade, tem tantas equipas na Liga 3 como a vizinha Évora, distrito que tem o árbitro melhor classificado na primeira categoria em 2024-25 (Luís Godinho). Évora tem até a sua equipa na Liga 3 (Lusitano) melhor classificada do que a equipa de Setúbal (Amora) e, embora tenha menos uma equipa no Campeonato de Portugal, o seu único representante no quarto escalão (Juventude) está em zona de subida, bem à frente de Alcochetense e Comércio e Indústria. Isto, para mim, chega a ser humilhante, mas a dinastia vai continuando…

Faz falta à AF Setúbal mais trocas de ideias e mais atenção aos detalhes. Alguns ajustes podem fazer a diferença.

O Amora entrou para a penúltima jornada da Liga 3 ainda com hipóteses matemáticas de atingir a fase de promoção. Faltou um “danoninho”.

O Amora tem uma equipa B que milita na I Distrital da AF Setúbal.

Enquanto a equipa principal disputou o primeiro jogo oficial a 9 de agosto, as competições distritais de seniores da AF Setúbal arrancaram a 31 de agosto, mas, por as equipas B estarem impedidas de competir na taça distrital, o Amora B só iniciou a competição a 5 de outubro. Nesse fim de semana, a equipa principal disputou a 7.ª jornada e já se tinham realizado duas eliminatórias da Taça de Portugal.

O mesmo se aplica ao Comércio e Indústria, lanterna vermelha do Campeonato de Portugal e com uma equipa B na II Distrital.

Nestas divisões não profissionais, em que praticamente todos os jogadores só fazem contratos de um ano, o papel das equipas B é servir a equipa principal a curto prazo. Mas, ao iniciarem a competição quase dois meses depois e duas divisões abaixo, não conseguem cumprir de forma tão rápida e eficiente esse objetivo.

Permitir a entrada das equipas B na Taça AF Setúbal ou reformular o calendário poderia ajudar ao tal “danoninho” que faltou ao Amora, até porque essas equipas B, durante as cinco semanas da fase de grupos da taça, não têm sequer adversários possíveis para jogos de treino.

Em Évora, Lusitano B e Juventude B participam na taça distrital, que se iniciou a 21 de setembro. Em Beja, o Serpa B começou a competir a 20 de setembro. Em Lisboa, 1º Dezembro B e Belenenses B iniciaram as suas provas a 14 de setembro e Sintrense B a 21 de setembro. No Algarve, o Louletano B entrou em campo pela primeira vez a 27 de setembro. Em Leiria, o Caldas B iniciou a competição a 21 de setembro. Em comparação, Amora B e Comércio e Indústria B entraram em prova atrasados, o que teoricamente também retarda as suas funções de fornecedores da equipa principal.

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