CDS PP - Comissão Política Concelhia de São João da Madeira

CDS PP - Comissão Política Concelhia de São João da Madeira Página Oficial da Comissão Política Concelhia do CDS/PP de São João da Madeira

19/06/2026
19/06/2026
19/06/2026

🚨 O Chega voltou a mostrar que, quando chega a hora das reformas, escolhe ficar ao lado da esquerda.

❌ Ao rejeitar o pacote laboral, juntou-se ao PS, P*P, BE e Livre para travar mudanças necessárias para aumentar a competitividade, criar mais emprego e melhorar os salários.

📉 Portugal precisa de reformas. O Chega prefere o imobilismo.

🏛️ Quando se trata de modernizar o Estado, reduzir a burocracia e reformar o país, Chega e esquerda votam exatamente da mesma forma.

🔵 O país precisa de quem tenha coragem para reformar. Não de quem ajuda a bloquear a mudança.

“Uma defesa europeia não é igualmente eficaz com ou sem EUA”Sílvia Gonçalves e Judith Menezes e Sousa nacional@jn.ptJorn...
07/06/2026

“Uma defesa europeia não é igualmente eficaz com ou sem EUA”
Sílvia Gonçalves e Judith Menezes e Sousa
[email protected]

Jornal de Notícias 07/06/2026

Nuno Melo O ministro da Defesa e líder do CDS-PP defende que a avaliação da AD terá de ser feita após um ciclo de quatro anos

Reeleito para a liderança do CDS-PP, o ministro da Defesa insiste na relevância do partido para posicionar a governação no campo político do centro-direita, defendendo que os votos do CDS, somados aos do PSD, foram fundamentais para sentar os socialistas nos bancos da Oposição. Nuno Melo, que rejeita a ideia de um exército europeu e mantém a defesa inquestionável da NATO como principal frente defensiva da Europa, garante não haver uma decisão para a substituição dos caças F-16.

Entre os convidados da sessão de encerramento do recente congresso do CDS, à sua frente, estavam vários ex-militantes. Pedro Pinto, agora no Chega, Jorge Teixeira, que está na IL, Carlos Abreu Amorim, no PSD. O CDS não está a conseguir que os quadros ganhem raízes no partido?

Não, ao contrário, a vantagem do CDS enquanto partido de quadros está na circunstância, que é real, de conseguirmos formar esses quadros que entregamos ao serviço público a um ritmo muito maior do que aquele que é o de eventuais saídas. Hoje há novos partidos, sendo que o essencial das lideranças, e eu diria até das estruturas desses partidos, sai de outros. Portanto, para mim, é perceber que, não obstante, o CDS mantém-se um partido cheio de talentos e naqueles quadros que formou e transitaram para outras formações partidárias, que lhes sirva pelo menos a democracia cristã para ajudar no percurso.

Que efeitos práticos espera ter a sua atual direção, com uma espécie de quase Governo, ministro sombra? O objetivo é fortalecer o pendor governamental do CDS?

Quando se está num Governo sobra menos tempo para aquilo que são as funções partidárias. No entanto, num partido como o CDS, que é um partido de estruturas espalhado pelo país, essa presença da direção junto das estruturas locais é importante. Também por isso nós percebemos que é necessário criar novas fórmulas que ajudem a que o partido, na sua dimensão dirigente, esteja ativo a par do que são tarefas muito relevantes na governação. O que fizemos foi criar coordenações executivas em diferentes áreas. As áreas sociais, de soberania, económicas, aquilo que tem que ver com novas tecnologias de reforma administrativa e até uma área mais interna.

Quando Luís Montenegro fala na ambição de uma maioria absoluta, o CDS sente-se incluído? Um dos momentos dramáticos para o CDS foram as maiorias absolutas de Cavaco Silva e o chamado partido do táxi.

A AD não é o PSD, a AD é um património comum. AD é PSD e CDS. A AD está presente na governação deste momento da República, dos Açores, da Madeira e em muitas autarquias. Aliás, o CDS foi relevante na AD para, mesmo com as vitórias que teve quando se candidatou sozinho em autarquias locais, o poder da Associação Nacional de Municípios transitar do centro-esquerda para o centro-direita. Se retirar da equação a AD e contabilizar apenas as vitórias do PSD, percebe que nada disto acontecia e que a prevalência no poder transversalmente estaria à Esquerda, não estaria no espaço político de centro-direita. Em 2024, a diferença de votos foi de pouco mais de 30 e tal mil. O CDS, no seu pior momento, em 2023, teve perto de cem mil votos e, portanto, percebe que os votos do CDS, a par dos votos do PSD, que foram a maior parte dos votos na AD, foram fundamentais para que Pedro Nuno Santos e o Partido Socialista se sentassem nos bancos da Oposição e Luís Montenegro fosse primeiro-ministro, comigo a ministro da Defesa. E, portanto, eu não vivo com complexos de inferioridade, tenho a exata noção da realidade e das circunstâncias, percebo que o CDS é importante. E é importante pela forma como, somando à Direita, assegura essa prevalência do espaço político de centro-direita sobre as esquerdas. Isso vale para o Governo da República, como vale para o dos Açores, o da Madeira, como vale para muitas autarquias. E, portanto, conta, conta à nossa escala, e por isso eu sinto-me mais do que incluído.

O CDS mereceria ter um outro peso no acordo com o PSD? Admite, por exemplo, ser ministro de Estado ou vice-primeiro-ministro, como foi Paulo Portas com Passos Coelho?

O Ortega y Gasset dizia: “Eu sou eu e as minhas circunstâncias”. E

eu tenho a exata noção de que quando celebrámos esta coligação, em 2024, foi na base de um rácio que partia de eleições legislativas em 2023 e em que o CDS tinha o peso que tinha do ponto de vista legislativo. O meu desejo é que o CDS cresça, mas para isso temos de dar passos seguros e consistentes, para que, mais tarde, essa fórmula se possa alterar. Eu não tenciono que o CDS cristalize para todo o sempre nesta métrica. Mas, neste momento, nós estamos ainda a cumprir um acordo da AD que leva dois anos. Coisa que muita gente se esquece. Nós, quando celebrámos uma coligação em 2024, foi a pensar num ciclo de quatro anos. Qualquer reavaliação há de ser feita em quatro anos, pelo menos, a menos que sejamos obrigados a disputar eleições sozinhos antes disso. A pedido do Chega vai ser reapreciada no Parlamento a questão da perda de nacionalidade como pena acessória para determinados crimes. O PSD já disse que não quer abrir um conflito institucional. Como é que o CDS se vai posicionar?

O CDS, como já foi anunciado no Congresso em Alcobaça, vai avançar de forma autónoma para a revisão constitucional. E esse é um dos aspetos a ter também em conta se considerarmos que a recente decisão do Tribunal Constitucional parte dessa avaliação para não permitir que a prática de crimes graves justifique a perda da nacionalidade. Ora, eu acho que ser português é um privilégio e acarreta direitos. É uma espécie de um contrato de adesão e, por isso, determinados crimes, pela sua gravidade, devem, pela quebra desse compromisso, justificar a perda desse direito. E se, do ponto de vista da constitucionalidade, face ao quadro vigente, isso não é possível, então também nisso a necessidade de se mudar a Constituição.

Já se pronunciou contra a ideia de um exército europeu. Num contexto de crescentes tensões com os EUA, faz sentido continuar a olhar para a NATO como a principal frente defensiva da Europa?

Faz total sentido.

As relações entre Bruxelas e Washington nunca estiveram tão tensas.

Eu não confundo a administração de um país com esse país e o seu povo. As administrações são transitórias, nós próprios no nosso ciclo de vida somos transitórios. Há uma coisa que eu sei, nunca o espaço continental europeu, genericamente, e estou a excluir, para já, a guerra da Ucrânia, teve tanto tempo permanente de paz, como o tempo que medimos desde o final da Segunda Guerra Mundial, também por causa da NATO. E a NATO, enquanto organização que é de dissuasão e defesa, tem cumprido muito bem o seu papel. E tem cumprido muito bem o seu papel também por causa desta opção que é atlantista, juntando um lado e o outro do Atlântico, com os Estados Unidos da América na equação. Uma defesa europeia não é igualmente eficaz com ou sem Estados Unidos.

Na questão da substituição dos caças F-16, a opção europeia será predominante? Há uma decisão nesse sentido?

Não, esse é um processo que ainda não se abriu, certamente terá o seu início, que será no tempo considerado oportuno. Se há lição que devemos tirar do atual contexto geopolítico é de que devemos investir no pilar europeu de defesa da NATO. Sempre que possível, devemos investir em Portugal; naquilo que não se faça em Portugal, na Europa, e, no que não se faça na Europa, no restante mundo livre. Parece-me evidente que nós estamos já a investir muito no pilar europeu de Defesa da NATO. Quando Portugal é um dos primeiros países a avançar para a opção SAFE, que é um programa de aquisição conjunta entre estados na União Europeia, nós estamos a investir no que é europeu. O SAFE tem como pressuposto que os equipamentos sejam produzidos na Europa, com tecnologia europeia. Estamos a falar de 5,8 mil milhões de euros. Portanto, ninguém nos pode acusar de não estarmos a investir na Europa.

Este pacote de 5,8 mil milhões é de grande m***a. Como vai garantir a transparência?

A transparência é um pressuposto de base, e é exatamente por isso que na resolução que foi aprovada no último Conselho de Ministros, relativa ao SAFE, foi criado o maior mecanismo de escrutínio e transparência dos investimentos na defesa da história da democracia em Portugal. Nós criámos uma estrutura de fiscalização no próprio SAFE, que não só será presidida pela Inspeção-Geral de Finanças, como terá nas reuniões representantes do Ministério Público e do Tribunal de Contas. E, a par disso, criámos uma Comissão de Acompanhamento dos Investimentos na Defesa Nacional, a CAID, e vai ter representantes de quatro áreas governativas e representantes dos três maiores partidos.

OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA HOJE ÀS 12 HORAS NA TSF

02/06/2026

👫 No Dia Mundial da Criança, reafirmamos o nosso compromisso com a defesa das crianças e das famílias.

👉🏼 Ao longo desta legislatura, o CDS Grupo Parlamentar apresentou varias iniciativas para reforçar a proteção das crianças, promover escolas mais seguras, melhorar os cuidados paliativos pediátricos e apoiar crianças em situação de maior vulnerabilidade.

👨‍👩‍👧‍👦 Porque não há política para as crianças sem uma política para as famílias, continuamos a defender medidas de apoio à natalidade, à conciliação entre trabalho e família e ao reforço dos apoios familiares.

💙 Hoje celebramos as crianças, renovando o compromisso de trabalhar por um Portugal com mais oportunidades, segurança e futuro para todos.

01/06/2026

Foi aprovado na passada sexta feira o projeto do CDS-PP e do PSD que visa alargar o passe do antigo comandante a todo o território nacional.

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