PS Rio Maior

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Foram, ontem, formalmente entregues as listas candidatas aos órgãos concelhios do Partido Socialista de Rio Maior.Miguel...
11/06/2026

Foram, ontem, formalmente entregues as listas candidatas aos órgãos concelhios do Partido Socialista de Rio Maior.

Miguel Paulo encabeça a candidatura à Comissão Política Concelhia e Marília Paiva lidera a candidatura à Estrutura das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos.

A entrega das listas à Presidente da Mesa da Comissão Política Concelhia, Anabela Azenha, efetuada pelas mandatárias Maria José Barra e Mafalda Rodrigues Fonseca, contou com a presença de vários elementos das candidaturas.

No próximo dia 19 de junho, os militantes serão chamados a escolher os órgãos que conduzirão os destinos do PS Rio Maior nos próximos anos.

O prazo para entrega das candidaturas termina, hoje, 11 de junho de 2026.

11ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 10 abril 2026Decorreu a 11ª Reunião de Câmara, deste Mandato, com a presença dos V...
27/04/2026

11ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 10 abril 2026

Decorreu a 11ª Reunião de Câmara, deste Mandato, com a presença dos Vereadores Miguel Paulo, Pedro Henriques e Carla Ferreira, do nosso lado, onde se discutiu e deliberou, essencialmente, o seguinte:

ANTES DA ORDEM DO DIA

► A Vereadora Carla Ferreira, no âmbito do pelouro da educação, pediu esclarecimento sobre as seguintes questões:

- a propósito do Concurso Municipal de Leitura, ocorrido a 25/3/2026, solicitou uma justif**ação esclarecedora do motivo que levou ao cancelamento do lanche-convívio, previamente anunciado, como parte integrante do evento e não efetuado, sem qualquer explicação dada na altura (situação que causou constrangimento na comunidade educativa, principalmente entre os alunos do 1ºciclo e que é tradição realizar-se!);

- a propósito da Requalif**ação dos espaços Escolares, solicitou uma atualização sobre o ponto da situação das intervenções com caráter mais urgente e identif**adas desde o início deste mandato pela vereação do PS, nomeadamente: colocação de toldo na entrada principal da EB de Asseiceira; substituição dos computadores nas salas de aula e substituição do toldo exterior/lateral na EB Mina do Espadanal; substituição dos computadores nas salas de aula da EB Poeta Ruy Belo; colocação de toldo na entrada principal e reparação do telhado na EB Santo António; funcionamento e restauro das salas CAF (Componente de Apoio à Família), após a intempérie na EB Mina do Espadanal e EB Marinhas do Sal;

- a propósito das Refeições Escolares, solicitou informação/resposta relativamente à quantidade das refeições servidas aos alunos do Ensino secundário, situação já referenciada anteriormente.

NOTA: encontrando-se a Vereadora responsável pelo pelouro, Leonor Fragoso, ausente por se encontrar em período de férias, foi-nos dito que, entretanto, ser-nos-iam enviados os esclarecimentos por escrito.

► O Vereador Pedro Henriques assinalou a ocorrência de infiltrações na cobertura do Estádio Municipal de Rio Maior, verif**adas durante o jogo Casa Pia–Benf**a, realizado a 6 de abril, sob condições de chuva e que foi reportada por vários adeptos nas redes sociais. Considerando a eventual relação com os efeitos da tempestade Kristin, foi colocado ao Sr. Presidente se esta ocorrência é do seu conhecimento e se já foi realizada, ou está prevista alguma avaliação e intervenção, por razões de segurança, conforto do público e salvaguarda da imagem do concelho.

► O Vereador Miguel Paulo questionou se o Município tinha noção que decorridos dois meses e meio após a tempestade Kristin ainda haviam vias impedidas de circulação, onde se dá exemplo uma via pública no perímetro urbano de Rio Maior que está “fechada” por dois postes de comunicações que caíram cruzados e impedem a circulação.

► E como está a “relação” do Município com o Governo em termos de resolução e fundos para as reparações após as tempestades?

● Quanto aos postes, a situação ia ser vista.

● Quanto a novidades do Governo... não há. O que começa a ser muito preocupante.

ORDEM DO DIA:

► Aprovamos o Despacho que permite

A celebração de Acordo – quadro de Aquisição para Serviços de Confeção e Fornecimento de Refeições Escolares – adesão à Central de Compras Eletrónicas da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CCE-CIMLT). Pedimos esclarecimentos que, na ausência da Vereadora do pelouro, nos chegarão posteriormente por escrito.

► O Contrato de Serviços de Recolha dos Resíduos Sólidos Urbanos (recolha do lixo) prevê que tenha de ser atualizado nesta altura pelo “Índice de Preços ao Consumidor”.

São cerca de mais de 801 euros por mês, totalizando agora 37 553 euros por mês.

Contratos, são contratos, mas é urgente rever estas condições que temos da recolha do lixo. Mais uma vez apelamos para que seja feita uma campanha de sensibilização e esclarecimento de toda a população quanto a objetos a depositar, quando, como, gerindo também melhor a recolha.

E demos exemplos de outros Municípios que têm mais informação nos próprios contentores do lixo, como sejam números de telefone para a recolha de “monos”.

E estamos disponíveis para ver o Regulamento que permita a aplicação de coimas para quem não cumpre, depois de se fazer a Campanha se sensibilização.

► A Câmara deliberou adiantar 6 milhões de euros ao consórcio que irá montar as comunicações 5G, instalar o hidrogénio e o projeto da Comunidade de Energia Renovável, com energia solar, na Zona Industrial.

Adiantar assim quase 60% do valor total da empreitada é um regime excecional face à Lei da Contratação Pública e que tem de ser muito bem fundamentado.

Naturalmente tivemos algumas dúvidas, que quisemos esclarecer, e só depois de analisarmos bem a situação é que tomamos uma decisão. Optamos por votar a favor, desde logo porque há uma garantia do total do montante adiantado a favor do Município.

Mas, o consórcio pede capital para pagar 100% de equipamento logo na encomenda, dizendo que demora 6 a 9 meses a ser entregue (o que dispara prazos para janeiro de 2027), quando o prazo do PRR que financia o Projeto acaba, no limite, em agosto deste ano.

Talvez a empresa já tenha mandado vir o equipamento... mas isso não nos tinha sido dito antes, nem o podemos presumir e dar por certo sem mais.

Consideramos deselegante a posição do Presidente da Câmara que nos acusou de “vir fazer teatro”. Somos responsáveis, votamos com base nos documentos que nos facultam, 2 dias antes da decisão, não trabalhamos com estes assuntos todos os dias como quem está em permanência na Câmara, não podemos saber o mesmo que outros, se não nos mostram e dão informação anterior.

Por isso, queremos esclarecimentos e votamos em consonância com os factos que nos são apresentados.

Mais, um Projeto desta natureza, que envolve cerca de 12 milhões de euros públicos, agora com quase 60% adiantados, merece que seja explicado à população.

Sugerimos que o Município apresente aos Munícipes o que pretende fazer na Zona Industrial: uma central solar, hidrogénio, novas comunicações 5G. Para que serve, como beneficia os utentes, qual a mais valia, como pode atrair novos investidores, como se vai montar, onde, o que ganha Rio Maior com isso.

Foi-nos respondido que “... não vou convocar a população para falar de hidrogénio na zona industrial...”.

Não se trata de convocar ninguém! Trata-se de usar o Boletim Municipal, a página facebook, um flyer... o que se quiser para apresentar aos Munícipes a aplicação de quase 12 milhões de euros nas Zonas Industriais e como podem ter benefício disso, para estarem informados e até para prepararem as suas vidas para beneficiarem, sendo o caso.

Os meios existem é para isso.

INTERVENÇÃO DO PÚBLICO:

● Não houve público presente.

Já decorreu outra Reunião de Câmara, a 24 de abril, dela daremos conta em breve.

10ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 30 março 2026Prevista para 27 e alterada para 30 de março, decorreu a 10ª Reunião ...
07/04/2026

10ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 30 março 2026

Prevista para 27 e alterada para 30 de março, decorreu a 10ª Reunião de Câmara, deste Mandato, com a presença dos Vereadores Miguel Paulo, Pedro Henriques e Mariana Vieira (em substituição de Carla Ferreira), do nosso lado, onde se discutiu e deliberou, essencialmente, o seguinte:

ANTES DA ORDEM DO DIA

► A Vereadora Mariana Vieira abordou, uma vez mais, o tema da recolha de Resíduos Sólidos Urbanos. Não pode continuar assim. Sobretudo ao domingo o lixo que se acumula nos contentores, na cidade e no concelho, é incomportável para um serviço urbano dos nossos dias.

Frisou que na semana do evento “Tasquinhas” os contentores não se encontravam sobre-lotados, porque foi efetuada uma recolha extraordinária, que nas palavras do Presidente da Câmara “a ocasião justif**ava”.

Na resposta, foi afirmado que o contrato com a atual empresa, que leva 7 anos, nunca previu a recolha ao domingo e que, quando é esporadicamente feita, se torna muito caro.

Na altura, havia menos pessoas a depositar “lixo” nos contentores, hoje já são mais... De futuro, teremos de prever a recolha ao domingo e uma melhor gestão da rede, no serviço.

► De seguida o Vereador Miguel Paulo, levantou 3 questões:

● recentemente o Governo fixou o percurso da Linha Ferroviária de Alta Velocidade, que abrange o nosso concelho.
Na Resolução do Conselho de Ministros que fixa este “corredor” vêm referidos os Municípios que foram ouvidos e aqueles onde apenas se refere que “foi promovida essa audição”, onde se inclui Rio Maior.

Fomos ou não ouvidos nesta fase do Processo? Se foi promovida a audição, não respondemos?

Foi-nos respondido que o Município de Rio Maior pronunciou-se apenas no início de 2025 sobre a questão, tendo sugerido a adoção do percurso A, vindo a IP a escolher a opção B.

● No site oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), é-nos dada a informação de que o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, de Rio Maior, não está disponível para consulta. Ora, se ele existe, porque é dos que não constam?

● Hoje, uma Comissão Especial do Parlamento Europeu visita Portugal, até 1 de abril, para discutir e avaliar o problema da habitação.

A Estratégia Local de Habitação de Rio Maior [aprovada no início de 2022], como está?

Foi-nos dito que o Município “fez chegar ao Secretário de Estado da Habitação a intenção de avançar”.

ORDEM DO DIA:

► Foram hoje à Câmara 4 Propostas apresentadas pelos Vereadores do PS:

1 - a transmissão em direto, na internet, das Reuniões de Câmara;
2 - a requalif**ação e intervenção em espaços escolares;
3 - a avaliação e o plano de ação para esclarecimento público sobre a extração de inertes (areeiros);
4 - a recuperação de estruturas afetadas, adequando a sua recuperação a evento extremos, numa perspetiva duradoura e preventiva.

Traduzindo:

1-Em novembro de 2021 propusemos que as Reuniões de Câmara fossem transmitidas on-line, e lá fiquem para que os Munícipes possam consultar, ver, participar.

Uma larga maioria de Municípios da região já o faziam e consideramos que é de difícil participação aos Munícipes o facto das Reuniões serem às 10h00 de uma 6ª feira.

A Proposta foi chumbada na altura e voltamos a reintroduzi-la no início deste Mandato, a 5 de novembro de 2025.

Foi aprovada hoje. Ainda condicionada à elaboração de um Regulamento para o efeito, onde se aprovou a sua feitura também hoje. Talvez daqui a 90 dias consigamos ver este “instrumento de transparência” e aproximação dos “Eleitos dos Eleitores” em funcionamento.

2 - O Orçamento Municipal já prevê intervenções nas Escolas, nós sabemos.
Mas, não de forma específ**a, sem prazos, e que até pode passar em claro aspetos importantes.

Por isso, apresentamos esta Proposta para a intervenções prementes nas Escolas. Na Câmara até demos o exemplo das necessidades de intervenção da Escola da Mina do Espadanal.

Com o nosso voto a favor (3) e os votos contra da Coligação (4) a Proposta foi rejeitada.

3 - Voltamos ao assunto da Exploração de Inertes, sobretudo para esclarecimento e tranquilidade pública dos residentes em Azinheira, Chainça e Quintas.

Em dezembro de 2023 apresentamos em Câmara uma Proposta para esclarecer a população quanto aos eventuais riscos desta atividade. Em abril de 2024 foi chumbada.

Depois destas tempestades e do incidente da derrocada de um dos taludes de um areeiro, pensamos que seria oportuno aproveitar os meios usados para analisar esta questão (foi chamado o LNEC, uma empresa privada de geotecnia) para podermos ir já mais longe.

No nosso entender, as pessoas têm o direito a por perguntas, mostrar receios, dar opiniões, fazer sugestões... serem esclarecidas e aconselhadas sobre os “temas” que envolvem esta atividade e os preocupam.

O objetivo final é harmonizar a atividade económica com a vida da população, o que achamos normal.

O caminho escolhido pela Coligação (PSD/CDS) em 2024, de reunir “à porta fechada” e só com algumas entidades - atividade para a qual nunca fomos chamados sequer, não esclarece, não resolve, não constrói uma relação de confiança entre partes.

Ao fim de quase 2 anos deste método, ainda f**amos a saber no mês passado que afinal... não estava a ser cumprida a lei.

● Custa muito ouvir as dúvidas das pessoas?
● Se houver um sismo forte as casas da Chainça (por exemplo) correm algum risco por causa da exploração de inertes?

Com os nossos votos favoráveis (3) e os votos contra da Coligação (4), a Proposta foi rejeitada.

4 - Com esta 4.ª proposta, pretendemos de forma clara, transformar uma situação de calamidade numa oportunidade de melhoria estrutural do território, afirmando uma ideia simples, mas essencial: governar não é apenas reagir às consequências dos problemas, é dotar o Município de ferramentas para estar melhor preparado quando esses problemas voltarem a surgir.

A proposta partiu do princípio de que, uma vez iniciada a reconstrução de infraestruturas municipais afetadas pelas tempestades de janeiro e fevereiro, faria sentido ir além da reposição do existente, garantindo que estradas, sistemas de drenagem e soluções técnicas fiquem mais preparados e resilientes face a eventos futuros.

Questões como as que se colocam na Fonte Longa (Alcobertas), quer ao nível da intervenção pública, quer no enquadramento de futuras construções, demonstram bem a importância de decidir hoje com base em conhecimento técnico consolidado, e não apenas em resposta à urgência do momento.

Num momento em que o Governo ainda não definiu de forma clara os mecanismos e condições de apoio aos municípios afetados, entendíamos que este deveria ser precisamente o tempo para estudar, planear e projetar melhor.

A proposta do PS visava, concretamente, a elaboração de um relatório técnico consolidado e prospetivo, envolvendo os serviços municipais, que não se limitasse à leitura do ocorrido, mas que servisse de base a decisões futuras, permitindo:

● sistematizar as ocorrências registadas como ponto de partida para análise estrutural,
● identif**ar zonas vulneráveis com impacto no planeamento e no ordenamento do território,
● definir prioridades de intervenção não apenas imediatas, mas também de médio e longo prazo, com base em critérios objetivos de risco, segurança e resiliência.

Importa sublinhar que apresentar propostas faz parte do mandato para o qual fomos eleitos. Sendo uma proposta apresentada por nós, a mesma nunca foi pensada como fechada ou partidária, mas sim como um contributo aberto e estruturante, suscetível de integrar a visão do executivo, como um todo, conforme demos nota, e de servir o interesse global do concelho.

Lamentamos que a Coligação tenha optado por reduzir esta proposta a uma leitura política, classif**ando-a como “aproveitamento” ou como tentativa de “apanhar um comboio em andamento”, confundindo deliberadamente a resposta imediata a ocorrências com planeamento estrutural e prevenção futura.

Quando nós identif**amos problemas, dizem-nos que deveríamos apresentar propostas. Quando apresentamos propostas, dizem-nos que é aproveitamento político. Este tipo de argumento não responde ao essencial e não contribui para preparar melhor Rio Maior para o futuro.

Respeitando a decisão tomada, afirmamos que queríamos dotar o Município de melhores ferramentas para decidir, prevenir e proteger pessoas e bens no futuro.

Continuaremos, como sempre, a apresentar propostas e a assumir uma postura responsável, construtiva e focada no interesse de Rio Maior.

► Aprovamos o Conselho Municipal de Educação para o mandato 2025-2029.

► Aprovamos os apoios de 2500 euros para os Bombeiros Voluntários e 2000 euros para a Cruz Vermelha - Rio Maior, pelos seus préstimos nas Tasquinhas de Rio Maior 2026.

► Aprovamos a Consulta Pública por 30 dias para Normas Provisórias relativas à Revisão do PDM.

A empresa Costa & Ferreira, em Alto da Serra, pretende ampliar e melhorar a suas instalações, adquirindo novos equipamentos. Como ainda não temos a Revisão do PDM em vigor, a Lei permite que se “antecipe o PDM” para casos concretos, desde que esteja de acordo com a Proposta que se enviou à CCDR.

É o caso. E segue para Consulta Pública durante 30 dias, tendo de ser anunciado com 5 dias de antecedência.

► Aprovamos a renovação do Protocolo com a DECO. Vem de 1997 este Protocolo e concordamos que possa continuar a ser uma mais-valia no esclarecimento e ajuda aos riomaiorenses nas questões de consumo de bens e serviços.

► Aprovamos o Estatuto e o Plano de Auditoria Interna para 2026, do Município. Tal como a transmissão das Reuniões de Câmara é importante na transparência do Serviço que é prestado aos Munícipes.

INTERVENÇÃO DO PÚBLICO:

● Um Munícipe trouxe os seguintes assuntos à Câmara:

- as Escrituras de casas do Bairro Social de Vale de Óbidos;

- a Ciclovia para vale de Óbidos que está incompleta e sugeriu que se usasse um “carreiro” para a fazer chegar à Rua da Associação;

- os arranjos “prometidos” para o Parque Desportivo de Rio Maior;

- a requalif**ação da Rua das Taipas em Rio Maior.

A próxima Reunião de Câmara está prevista para 10 de abril de 2026, às 10h00, nos Paços do Concelho, rés-do-chão.

O PS Rio Maior assinala os 50 anos da Constituição da República Portuguesa como um momento maior da Democracia portugues...
02/04/2026

O PS Rio Maior assinala os 50 anos da Constituição da República Portuguesa como um momento maior da Democracia portuguesa e uma conquista histórica do povo que, com a Revolução dos Cravos, abriu caminho à liberdade, à justiça social e ao desenvolvimento.

Ao longo de cinco décadas, a Constituição afirmou-se como garante dos direitos, liberdades e garantias, mas também como instrumento essencial na construção de um país mais justo, solidário e coeso.

Foi sob a sua égide que Portugal consolidou o Estado de direito democrático, reforçou o Serviço Nacional de Saúde, universalizou a escola pública e promoveu a igualdade de oportunidades.

O PS Rio Maior reafirma o seu compromisso com os valores constitucionais, defendendo uma sociedade assente na dignidade humana, na justiça social e na confiança nas instituições democráticas. Num tempo de novos desafios, é na Constituição que encontramos a base segura para continuar a construir o futuro de Portugal.

Hoje, mais do que nunca, é preciso estarmos atentos e trabalharmos, todas e todos, na defesa de um Portugal melhor, com o contributo de Rio Maior.

(imagem da Terra Nova)

Rio Maior participa no XXV Congresso do PS, ViseuJuntos Avançamos
28/03/2026

Rio Maior participa no XXV Congresso do PS, Viseu

Juntos Avançamos

9ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 13 março 2026Decorreu a 9ª Reunião de Câmara, deste Mandato, a 13 de março de 2026,...
27/03/2026

9ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 13 março 2026

Decorreu a 9ª Reunião de Câmara, deste Mandato, a 13 de março de 2026, com a presença dos Vereadores Miguel Paulo, Pedro Henriques e Tito Gomes (em substituição de Carla Ferreira), do nosso lado, onde se discutiu e deliberou, essencialmente, o seguinte:

ANTES DA ORDEM DO DIA

► No rescaldo de mais uma edição da Feira das Tasquinhas, o Vereador Pedro Henriques começou por saudar todas as associações, voluntários, funcionários municipais, produtores locais, parceiros, bem como o Vereador responsável pelo evento, pelo trabalho desenvolvido e pelo contributo para mais uma edição bem‑sucedida.

De seguida, questionou o Executivo sobre a existência de um balanço global desta edição, nomeadamente:

número total de participantes;
avaliação das associações envolvidas;
principais indicadores operacionais.

Transmitiu também que lhe chegaram relatos de situações pontuais envolvendo a atuação da segurança privada, que terão sido percecionadas como desproporcionais por alguns participantes.

Deixou a nota para que, em futuras edições, este aspeto seja tido em conta no alinhamento e formação das equipas, para evitar situações semelhantes.

O Vereador retomou ainda o tema da iluminação das rotundas do IC2 e da Estrada Nacional 114, lembrando que, na reunião de Câmara de 19 de dezembro de 2025, o Sr. Presidente havia informado:

● que a ligação da eletricidade na EN 114 teria prazo final previsto para final de fevereiro de 2026;
● que, relativamente ao IC2, se aguardava a definição de uma data por parte do Diretor Regional da Infraestruturas de Portugal;
● que tinha sido retomado o processo de construção de uma grande rotunda no IC2, antes do nó do Mercado de Santana.

Face ao facto de estes prazos e previsões não se terem confirmado, perguntou qual o ponto de situação atual destes dois processos.

► O Vereador Miguel Paulo, por sua vez, questionou:

● após as tempestades, qual o estado-geral do Concelho?
● relação com o Governo e prazos para Fundos e Obras?
● caminhos rurais transitáveis para acesso a propriedades e preparar a “época de risco de incêndio”?
● caminhos alternativos para acesso a populações, nomeadamente, Vila da Marmeleira e Fonte Longa - Alcobertas?
● face a estes e outros condicionamentos, como têm estado os transportes no Concelho, para a população em geral e para os alunos de escolas?
● e os transportes USO? E o transporte de circuito urbano?...
● com o impacto destas reparações no Orçamento Municipal, como f**a a habitação, a água, o saneamento, ...?
● a IP - Infraestruturas de Portugal tem reunido com os Municípios nossos vizinhos sobre os problemas devido às tempestades e outros, e com Rio Maior?

Foi-nos dito que: não se sabe de nada, ainda, do Governo; os transportes adaptaram-se e estão regulares, os transportes USO “estão a ser trabalhados” e o minibus urbano arranca as operações a 22 de abril, em princípio.

Na questão da IP, “não houve necessidade extraordinária que a IP tivesse que articular com o Município”.

► Temos 4 Propostas apresentadas à Câmara, que se prendem com o “problema da exploração de inertes - areeiros, as obras a fazer nas estradas e estruturas afetadas pelas tempestades, a transmissão on-line das reuniões de Câmara e Assembleia, queremos que sejam discutidas neste mês de março.

Quanto às Propostas do PS, foi-nos transmitido que reuniremos na “próxima semana para harmonizar posições”. [decorrido este prazo, não fomos contactados para qualquer reunião].

► Congratulamo-nos pela tomada de posse do novo Presidente da República e lançamos o desafio à Câmara para que o convide a visitar Rio Maior. O anterior nunca efetuou uma visita oficial ao Concelho, o que é pena.

Estamos disponíveis para ajudar a diligenciar neste sentido.


ORDEM DO DIA:

1. Abstivemo-nos no Despacho que aprovou a Minuta de prorrogação de prazo da Obra Casa Ruy Belo;

2. Abstivemo-nos no Despacho que prorroga, uma vez mais, a Obra do Parque de Pesados - não queremos levantar obstáculos, mas a obra já demorou demasiado tempo e se agora alegam que há problemas com a chuva que caiu, quando no início não houve chuva a obra também não andou.

3. Aprovamos Bolsas de Estudo para Alunos/as do Ensino Superior, candidatos à 1ª Bolsa e também à Renovação.

4. Aprovamos o apoio de 10 x 220 euros, para que 10 alunos, do 11º ano, escolhidos pela Escola Secundária possam ir à Universidade de Aveiro tomar contacto com os diversos Cursos Superiores ali ministrados.

5. Aprovamos um apoio de 3 730 euros para a compra de material e equipamento desportivo, para a prática de voleibol, à Associação Desportiva - Lucky Motion.

Neste ponto o Vereador Pedro Henriques apresentou declaração de voto, subscrita pelos restantes vereadores do PS, onde manifestam a posição de votar favoravelmente, reafirmando a importância do apoio ao movimento associativo, essencial para a dinamização social, desportiva e comunitária do concelho.

No entanto, deixou expressas reservas associadas ao facto de se tratar de uma associação recentemente criada, sem historial de atividade que permita avaliar o seu impacto, consistência e sustentabilidade. Realçou que os dinheiros públicos devem ser rigorosamente escrutinados, garantindo que os apoios municipais são atribuídos com critérios objetivos, transparentes e proporcionais.

Sublinhou também que, embora o Regulamento não faça discriminação entre associações novas ou antigas, obrigando, em rigor, a que todas possam candidatar‑se aos apoios em igualdade de circunstâncias, no entanto, esta situação evidencia a necessidade de rever o Regulamento Municipal de Atribuição de Apoios.

Caso contrário, num cenário hipotético e absurdo em que amanhã fossem criadas 100 associações ou clubes, todas elas poderiam candidatar‑se automaticamente a apoios financeiros, independentemente da sua relevância, impacto social ou maturidade, o que consideramos não ser desejável para a boa gestão dos recursos públicos.

Transmitimos esta preocupação em reunião, f**ando a perceção de que o restante Executivo partilha deste entendimento, reconhecendo a pertinência de aperfeiçoar o Regulamento para garantir maior rigor, justiça e sustentabilidade na atribuição de apoios municipais.

6. Aprovamos um apoio de 5 120 euros para aquisição de equipamentos e materiais da Associação de Carvalhais - Fráguas.

7. Aprovamos um apoio de 3 000 euros para a aquisição de gerador pelo Centro Social S. Domingos - Asseiceira (com o custo de 4 870 euros + IVA).

8. Abstivemo-nos no apoio de 11 614 euros ao Clube de Caçadores de Rio Maior para a aquisição de máquinas de tiro aos pratos. São 5 máquinas, que já estão instaladas, e consideramos que a Proposta de Apoio que foi à Câmara não estava suficientemente instruída.

Depois dos esclarecimentos de algumas dúvidas em Câmara, e de se verif**ar que o Regulamento Municipal está cumprido, optamos pela abstenção, não querendo impedir o desenvolvimento do movimento associativo.

Mas, uma vez mais, consideramos que os assuntos desta natureza devem de ser melhor informados e instruídos quando vão à Câmara.

[A propósito deste assunto e no seguimento da intervenção do Presidente da Câmara, o Vereador Miguel Paulo pediu esclarecimento e este foi-lhe negado, o que vai contra o Regulamento das Reuniões de Câmara].

9. Por último, aprovamos o não exercício do direito de preferência, pelo Município, na transação de 2 Prédios nas Salinas de Rio Maior.

► Aproveitamos para manifestar, uma vez mais, a extrema necessidade de intervenção naquele espaço, onde até um Multibanco faz falta. Mas, como o Município o pode instalar no seu património - Posto de Turismo, de vemos incentivar os privados a “andarem para a frente”.

► Já agora, o Plano de Pormenor das Salinas, como está?

No fim deste ano espera-se que “saia”. Foi a resposta.

INTERVENÇÃO DO PÚBLICO:

● Um Munícipe trouxe os seguintes assuntos à Câmara:

- falta de iluminação nos campos do Parque Desportivo, o que leva à suspensão de jogos;
- aquedutos que nunca foram desobstruídos/limpos na estrada EM 508 (Rio Maior - Casais da Serra)
- requalif**ação do centro urbano de Vale de Óbidos

● Outro Munícipe trouxe as questões:

- na estrada Moinho de Ordem (Marmeleira), apontou como uma das causas do desabamento da estrada as inúmeras fissuras que esta tinha e que absorveu a água que choveu por falta de limpeza das valetas;
- apontou a necessidade de escapatória para cruzamento de viaturas;
- referiu que a muralha de sustentação de terras na entrada da Vila da Marmeleira é “curta”. Deveria ser acrescentada para suster uma habitação a montante.

A próxima Reunião de Câmara está marcada para 30 de março de 2026 (alterada de hoje, para 2ª feira), às 10h00, nos Paços do Concelho, rés-do-chão.

É com muita alegria que te convido para participares no nosso encontro sobre  “Mulheres na Sociedade” - “As Mulheres Mar...
02/03/2026

É com muita alegria que te convido para participares no nosso encontro sobre “Mulheres na Sociedade” - “As Mulheres Maravilha no séc XXI”.

Será um encontro ao final da tarde, num ambiente acolhedor, onde vamos partilhar experiências, refletir sobre o papel da mulher na sociedade atual e fortalecer os nossos laços através do diálogo e da escuta.

Mais do que uma conversa, será um momento de conexão, partilha e inspiração entre mulheres.

8ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 27 fevereiro 2026Decorreu a 8ª Reunião de Câmara, deste Mandato, a 27 de fevereiro ...
02/03/2026

8ª REUNIÃO de CÂMARA (2025 - 2029) - 27 fevereiro 2026

Decorreu a 8ª Reunião de Câmara, deste Mandato, a 27 de fevereiro de 2026, com a presença dos Vereadores Miguel Paulo, Pedro Henriques e Carla Ferreira, do nosso lado, onde se discutiu e deliberou, essencialmente, o seguinte:

ANTES DA ORDEM DO DIA

1. Na sequência das tempestades que sofremos, o Município reportou à CCDR um total de “prejuízo estimado e custo de reposição” de 9 642 964,95 euros.

Hoje entregamos na Câmara uma Proposta para que a calamidade se transforme numa oportunidade. Ao reconstruir o que foi destruído pelas tempestades, deve seguir o atual estado-da-arte, melhorando a construção, e acautelando calamidades futuras.

Não basta reconstruir as estradas de acesso à Vila da Marmeleira. É preciso reconstrui-las de forma a que sejam muito mais resistentes de futuro (a base, as drenagens a montante e jusante, as valetas, as estacas e muros de suporte, etc). Não pode f**ar tudo igual ao que estava.

Falamos disto na nossa Campanha Eleitoral em outubro de 2025.

2. No caso de Fonte Longa - Alcobertas e das casas que estão interditadas no momento, e que possam não vir a poder ser usadas no futuro, consideramos que o Município deve suspender a cobrança de água e resíduos, tal como deve devolver aos Munícipes o IMI equivalente ao período em que não possam g***r da sua casa.

Mais, o Governo autorizou uma moratória para pagamento de água e resíduos durante este período de calamidade, que os Municípios transmitiram à AT (Finanças) para não executarem dívidas e , aparentemente, Rio Maior nada disse à AT porque houve Munícipes que se nos queixaram que estavam a ser executados. Não foi aplicada a moratória.

3. Consideramos que nos casos em que os Munícipes não possam vir a morar mais nas suas casas, em Fonte Longa - Alcobertas, ou que tenham obras pesadas a realizar, sem que tenham a situação acautelada por seguros, o Município deve debater-se, entre si e o Governo, para criar um sistema de apoio a estas famílias. Bonif**ações, garantias, ..., o que seja. Mas estas pessoas devem e têm mesmo de ser amparadas.

4. Pedimos um balanço à data de hoje do estado geral do Município, em particular, quanto à abertura da Estrada entre Azinheira e Quintas (EM 583), pedimos cópia do Relatório do LNEC que analisa as condições da Estrada e da sua abertura.

5. Apresentamos já várias Propostas à Câmara (transmissão das reuniões on-line, Comissão Independente para Estudo e propostas da situação dos Areeiros) e não foram ainda agendadas ou atendidas.

Colocamos o prazo de março para termos andamento destes assuntos.

6. Lembramos que hoje, dia 27 de fevereiro, se comemora o 93º Aniversário do Poeta Ruy Belo, e no passado dia 23 de fevereiro, os 102 Anos do Prof. Feliciano Júnior. Temos muita pena que estes factos culturais não sejam melhor aproveitados e comemorados.

A este propósito fomos ali informados que a União de Freguesias de São João da Ribeira/Ribeira de São João iria assinalar o Aniversário de Ruy Belo dali a 1 hora e que estavamos convidados.

Ora, não desfazendo e agradecendo o Convite da Câmara, para uma iniciativa da Junta (!), não nos conseguimos programar para poder estar presentes nestas condições. Não contávamos com isso e, portanto, infelizmente, não nos foi possível estar.

ORDEM DO DIA:

1. Aceitamos os patrocínios dados à realização das Tasquinhas 2026: 44 895,00 euros

Aqui, perguntamos qual foi o método de angariação destes apoios?

Foi-nos dito que “aceitaram o que veio”. Ou seja, devido a “relações antigas”, contratos existentes do passado, e contactos a “oferecer apoio”, geraram esta receita.
O Município não considera “de bom tom” ir à procura de patrocínios ou desenvolver esta forma de angariação de capital.

2. A obra da Moagem Maria Celeste apresentou mais cerca de 25 mil euros de “trabalhos complementares”.

Deve-se a situações em que obras realizadas anteriormente tiveram de ser corrigidas: cantarias retif**adas, empenas que não estavam direitas, trabalhos mal executados, na opinião do empreiteiro atual, etc.

Abstivemo-nos. Queremos que a obra se conclua, mas como é sabido, temos sérias dúvidas na gestão dos Processos a ela ligados, desde o seu início.

3. Os tarifários da água, saneamento e resíduos sólidos urbanos vão-se manter. Aprovamos.

Mas, consideramos que há muito que já deveríamos ter uma estratégia e dar passos para desligar o pagamento de água à produção de resíduos. Uma coisa é uma coisa, a outra, é outra. E há bons exemplos por esse país fora.

Ainda, aproveitamos para continuar a reclamar da atual situação da recolha dos resíduos (lixo e monos).

Não podemos continuar assim: é preciso melhorar a recolha, é preciso fazer uma campanha pública para “educar os cidadãos” no depósito dos resíduos, é preciso alterar Regulamentos para poder aplicar coimas.

Assim, não podemos continuar.

Ambos os Partidos colocaram isto nos seus Programas Eleitorais, mas a situação agrava-se, nada está a acontecer, e nós não podemos fazer mais do que levantar o assunto em Câmara e publicamente. Estamos, mais uma vez, a fazê-lo.

4. Aprovamos a admissão de um Técnico Superior na área da Arquitetura para reforçar os Serviços neste campo.

INTERVENÇÃO DO PÚBLICO:

Um Munícipe trouxe os seguintes assuntos à Câmara:

- a necessária limpeza junto às bancadas no Parque Desportivo, onde exibiu fotografias que mostram um estado lastimoso.

Foi dito que a DESMOR reuniu com a Câmara para melhorar este aspeto, que na verdade é competência da Junta de Freguesia de Rio Maior, mas que tem falhas. Pediu-se à DESMOR que atenda a estas falhas. A quantidade de papeleiras vai ser reforçada.

[Aqui levanta-se-nos a dúvida: se a competência é da Junta de Freguesia, então vai o Município ou a DESMOR fazer o trabalho deles?! Como f**a o Protocolo e as verbas transferidas, afinal?

Porque se insiste nesta transferência de competências se, desde sempre, a Junta nunca correspondeu na plenitude e as queixas são constantes?]

Acabou por nos ser admitido que quando a limpeza foi feita pelos Serviços Municipais, no período anterior às Eleições Autárquicas, “num intervalo entre Concursos Públicos de Limpeza” - disse-se, foi quando foi melhor realizada.

Isto faz-nos pensar que uma ADMINISTRAÇÃO DIRETA dos Serviço de Limpeza ainda seria o melhor! Pois, nós defendemos isto desde sempre...

- Referiu que é preciso cortar os cedros junto à vedação da Escola Secundária e melhorar aquela passagem entre a Escola e o Pavilhão Polidesportivo.

A Parque Escolar é que gere a Escola e, portanto, vai-se sugerir que executem esta intervenção.

- Referiu que as empresas que fazem o serviço de limpeza não demonstram ter equipamento adequado ou “know-how “(saber fazer) para desempenhar o Serviço.

Foi adiantado que o Município vai adquirir 2 aspiradores de folhas para melhorar o Serviço.

[Aqui também se nos levantam dúvidas quanto a este aspeto: contratamos os serviços, mas compramos o equipamento... será boa esta “solução híbrida”? - f**a para depois]

A próxima Reunião de Câmara está prevista para 13 de março de 2026, às 10h00, nos Paços do Concelho, rés do chão.

Endereço

Rio Maior
2040

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