26/01/2023
O Ergue-te! segue uma política coerente de promoção dos valores ocidentais: defesa da vida, da família, da propriedade privada, da liberdade de criar, da solidariedade social, de uma comunidade entendida como tendo um valor em si.
O Ergue-te! fundamenta-se em valores que entende basilares e essenciais que são eles os da: Nação e Identidade, Família, Trabalho, Independência Nacional e Património Histórico-Cultural.
Acreditamos que existe uma crise geral instalada do próprio sistema e de valores e que, a alternativa passa por nos afirmarmos de novo e firmemente como uma Nação autónoma, soberana e como parte integrante da Europa. A Nacionalidade não pode estar à venda nem sujeita a meras reformas sociais ou económicas.
O Ergue-te! coloca sempre acima de tudo um sentimento de comunidade como projecto colectivo defendido pela Nação, sendo o único partido que pode realmente apresentar-se como uma Esperança e Alternativa no meio deste marasmo que está a dar cabo de Portugal e a asfixiar os portugueses. É também uma plataforma de entendimento entre as diversas tendências Nacionais que se juntam sob um mesmo projecto que visa sobreviver ao estado actual de calamidade e à destruição da nossa Identidade e sobrevivência enquanto Nação e Povo. O Ergue-te! pretende, assim, num esforço de abrangência, representar todos esses Portugueses, assim como pretende representar todos os Nacionalistas, das várias tendências e sensibilidades. O Ergue-te! perfilha o nacionalismo, entendido como uma ética para a qual cada nação, enquanto tal, constitui um valor supremo. O nacionalismo que propomos é tudo o que há de menos tacanho, estreito ou conservador. As considerações que fazemos nada têm de “saudosismo” nem representam qualquer espécie de nostalgia.
Somos europeus e partilhamos com os demais povos da Europa os mesmos laços de sangue, de cultura, de civilização e a mesma matriz. A Europa de que necessitamos está longe de ser a de Bruxelas e de Estrasburgo. Defendemos a cooperação em vez da integração, defendemos uma Europa centrada na sua própria identidade, mas respeitando as identidades específicas de cada Nação, pelo que preconizamos não uma União Europeia de cariz político, mas uma unidade, de facto, baseada em vantagens recíprocas que se alcançam através dos mais variados acordos entre estados. Entre outras coisas, não aceitamos que os poderes de intervenção dos Estados nacionais sejam paulatinamente transferidos para as mãos de burocratas anónimos, ao serviço de outros interesses alheios. A Administração política tem que ser efectivamente independente dos interesses e dos lóbis e tem que ter meios e condições específicas para resistir às tentativas de subversão das suas funções
O Ergue-te! opõe-se aos partidos que participam no governo e a todas as forças políticas, ‘mais à esquerda’ ou ‘mais à direita’ que, no seu conjunto, formam a «situação» actual e que, apesar das suas diferenças ou mesmo das suas rivalidades, apoiam a continuação do sistema partidário ainda dominante, quer pelas suas ideias, quer pelos seus homens ou pelas suas organizações e clientelas partidárias. Podemos dizer que o Ergue-te! é organicista, na medida em que dá prioridade à comunidade histórica concreta sobre o indivíduo, embora respeite a individualidade de cada um, em matérias como as crenças religiosas, por nos parecerem intocáveis pela política e pelo Estado.
A desvalorização total daquilo que é nosso e nos identifica, face ao que vem de fora e nos descaracteriza, é vergonhosa. É de tal modo grave que, aos poucos, nos torna a nós próprios, os verdadeiramente estranhos no nosso Pais e na nossa Civilização Europeia. Esta situação não é só derivada da imigração descontrolada, mas também, da atitude imposta e generalizada em todas as áreas que desvaloriza a nossa cultura, produção e direito para dar valor ao estrangeiro em geral, criando situações inconcebíveis de preferência de opções sociais a estrangeiros, de valorização artística e cultural externa criando uma amálgama tal que nada já é nada e tudo é permitido desde que as directrizes sejam as da multi-culturalização e de um vazio total de conteúdo tradicional e nacional.Com sinal contrário a esta ordem estabelecida, defendemos vigorosamente a preservação e valorização da nossa unidade étnico-cultural.