Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar

Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar O STEPH é o único sindicato que se dedica exclusivamente à defesa dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar.

Nota de Imprensa do STEPH. Ministra da Saúde responsabiliza equipas de emergência para desviar atenções do colapso do si...
20/06/2026

Nota de Imprensa do STEPH.
Ministra da Saúde responsabiliza equipas de emergência para desviar atenções do colapso do sistema.

Declarações do STEPH ao Canal NOW.
19/06/2026

Declarações do STEPH ao Canal NOW.

17/06/2026

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, garantiu, esta quarta-feira, na Assembleia da República, que os helicópteros de emergência médica do INEM “vão continuar onde estão”, depois de, em abril, ter apresentado uma proposta de reorganização que colocava as bases operacionais de primeira intervenção nos hospitais de São João, Coimbra, Santa Maria e Faro, remetendo Macedo de Cavaleiros, Viseu, Évora e Loulé para bases logísticas de retaguarda.

16/06/2026

Declarações do STEPH à CMTV

O Inem em crise.Um análise do Dr. Esteves Franco. A refundação do INEM tem suscitado grande discussão e até ansiedade em...
13/06/2026

O Inem em crise.
Um análise do Dr. Esteves Franco.

A refundação do INEM tem suscitado grande discussão e até ansiedade em todos os que a ela têm estado atentos.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), hoje dado como um Serviço da República inquestionavelmente adquirido, teve como ideólogo Rocha da Silva que em 1974 foi incumbido de desenvolver o Serviço Nacional de Ambulâncias, SNA, que substituíra o primeiro serviço organizado de socorro estabelecido em 1965 onde as ambulâncias eram operadas por agentes da polícia, o 115.

Rocha da Silva não só é o ideólogo como o mentor do Serviço de Emergência pré Hospitalar e vem mudar a metodologia da condução acelerada ao hospital para a imprescindibilidade do tratamento ser iniciado no local, até ao patamar das VMER, agora consignadas só a transferências entre hospitais, na atual refundação. Aquela nova metodologia veio não só salvar vidas como impedir que fossem agravadas as condições de saúde dos assistidos, como por exemplo, nas patologias vertebro medulares ou dos membros.

Dele parte a iniciativa de estágios especializados em emergência pré hospitalar de técnicos do SNA, no Canadá e na América, onde ele próprio já havia estado, desenvolvendo uma cultura de saberes indispensáveis à eficiência do socorro, assim como também dele parte o Gabinete de Emergência Médica (GEM), seguido em 1981 pelo Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), que articula as diversas Entidades participantes no socorro, seguindo-se naturalmente o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), instituído pelo Decreto-Lei 234/81, numa curva evolutiva institucional de que o Dr. Rocha da Silva é o motor e primeiro responsável, sendo o seu primeiro presidente, cargo que pelo apreço do seu empenho, mantém até aos 72 anos, por interesse especial do Governo.

Em 1988, sob a sua batuta, é criado o primeiro Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), operando só em Lisboa por limitações da rede de comunicações da responsabilidade dos TLP, onde os Técnicos de Emergência Pré Hospitalar iniciam outro trabalho difícil, filtrar e decidir sobre a informação que lhes é comunicada, sempre perturbada pela emoção do participante.

Surge agora uma refundação do INEM pela mão do actual presidente que logo declarou vir refundá-lo, sublinhando ser essa a missão que vem cumprir.

São estabelecidas alterações profundas, acolhidas no despacho nº 5816/2026 de 6 de Maio da Ministra da Saúde, que são contestadas pelos quatro últimos presidentes do INEM, da reserva expressa do Bastonário da Ordem dos Médicos, da refutação do Sindicato dos Técnicos de Emergência Médica que afirma “a redução de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência, a transformação de ambulâncias em veículos ligeiros, a transferência de meios para transporte inter-hospitalar e a desvalorização progressiva dos Técnicos de Emergência representam um caminho que fragiliza a resposta às populações e coloca em risco a eficácia do socorro” enquanto protesta na Rua, à porta do Ministério da Saúde e da Assembleia da República, mostrando que a cultura institucional, desenvolvida por Rocha da Silva, está profundamente abalada num Serviço Público da maior relevância para todos nós, cidadãos.

Por outro lado, esta refundação não mostra colmatar a falta de recursos humanos que a Ministra da Saúde declarou como impeditiva do funcionamento das viaturas de socorro, não contempla a reposição das muitas obsoletas, como também expressou, salvo se a menor oferta e a desresponsabilização no socorro, entregue a terceiros, tiver como objetivo emagrecer a necessidade de pessoal e viaturas.

Será que a Emergência pré Hospitalar com tanto esforço e entusiasmo criada pelo Dr Francisco Filipe Rocha da Silva – que bem merecia (aqui f**a a sugestão) ser homenageado na toponímia de Faro, sua cidade natal – com um tão vasto currículo profissional, considerado o Pai da Emergência Médica, vai progressivamente ser esvaziado na sua função de salvar vidas, subjugado a ventos doutrinários de menos Estado, melhor Estado?

Não o acreditamos, a consciência cívica de todos nós não o permitirá.

https://jornaldoalgarve.pt/o-inem-em-crise/

11/06/2026

Um governante que apresenta uma medida e, dias depois, o seu oposto revela falta de rumo, de estratégia e de convicção. Navega à vista e conduz o país sem direção.

Quem o permite é cúmplice.

E quem paga a fatura é Portugal, são os portugueses, muitos deles com a própria vida.

INEM: CONCURSO PARA COMPRA DE RÁDIOS ALVO DE POLÉMICA.O concurso público lançado pelo Instituto Nacional de Emergência M...
11/06/2026

INEM: CONCURSO PARA COMPRA DE RÁDIOS ALVO DE POLÉMICA.

O concurso público lançado pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para a aquisição de 350 rádios portáteis destinados à rede SIRESP está a ser alvo de forte contestação devido a suspeitas de favorecimento de um fornecedor específico. Em causa está um procedimento avaliado em 385 mil euros, financiado por verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e por fundos europeus.

Segundo uma denúncia a que o 24Horas teve acesso, o caderno de encargos inclui um conjunto de especif**ações técnicas que reproduzem características exclusivas dos equipamentos da fabricante britânica Sepura, atualmente uma das principais fornecedoras de rádios para redes de emergência. Entre os requisitos apontados encontram-se referências a protocolos, conectores, aplicações e nomenclaturas proprietárias que, na prática, apenas aquela marca consegue cumprir integralmente.

Embora o documento contenha a habitual cláusula “ou equivalente”, críticos do concurso defendem que essa salvaguarda perde eficácia quando os requisitos exigidos correspondem a tecnologias patenteadas ou exclusivas de um fabricante. Segundo um jurista consultado pelo 24Horas, a situação poderá colidir com os princípios da concorrência e da igualdade previstos no Código dos Contratos Públicos, que proíbe especif**ações suscetíveis de favorecer ou excluir operadores económicos.

Outra das questões levantadas prende-se com a formação e os custos associados à implementação dos equipamentos. O concurso obriga os concorrentes que apresentem soluções diferentes da Sepura a fornecer software, licenças, cabos de programação e ações de formação presenciais em várias regiões do país, enquanto os equipamentos da marca atualmente instalada beneficiam de uma dispensa dessas exigências.

A polémica surge numa altura em que está em causa a utilização de dinheiro público e fundos comunitários para equipar um serviço essencial à resposta de emergência nacional. O INEM dispõe ainda de prazo para alterar as peças concursais antes do encerramento do procedimento.

https://app.24horas.pt/news/post/86829

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