MAIS MAIS

MANIFESTO do partido MAIS FUTURO

• MAIS FUTURO rejeita a tradicional dicotomia esquerda/direita; MAIS FUTURO será um partido supra ideológico com uma cultura social, humanista e ambientalista.
• MAIS FUTURO propõe-se combater a pobreza com a aproximação das reformas e pensões mínimas para o valor referencial do IAS e defender um aumento dos salários indexado ao salário mínimo nacional.
• MAIS FU

TURO pretende parar o aumento da dívida pública e defender a soberania nacional num contexto de uma Europa de Estados únicos com abertura à lusofonia e à criação do mercado único dos países lusófonos e hispânicos.
• MAIS FUTURO pugna pela alteração da lei eleitoral por forma a mobilizar cidadãos e movimentos independentes para as candidaturas autárquicas, regionais, legislativas e europeias.
• MAIS FUTURO quer integrar os jovens na sua constituição, ouvir as suas preocupações e anseios para se elencarem temáticas e se construírem projetos com a sua anuência, porque eles são o futuro deste país.
• MAIS FUTURO quer analisar e aferir os problemas das várias regiões, através do comité estratégico das regiões europeias, para captar fundos por via das CCDR e das CIM para promover a coesão territorial e o desenvolvimento socioeconómico do País.
• MAIS FUTURO pretende descentralizar as áreas públicas (cada região saberá melhor as necessidades de serviços e de investimento público) e defender um orçamento participativo local que funcione e tenha reflexos na gestão do país ao nível regional e nacional.
• MAIS FUTURO defende a preservação dos direitos, liberdades e garantias previstos na Constituição da República Portuguesa e a revogação das leis anticonstitucionais, como o art.º 6.º da “Carta dos Direitos Humanos na Era Digital”.
• MAIS FUTURO pugna pela transparência da gestão pública e denunciará casos de corrupção ou favorecimento ilícito, com responsabilidade singular dos prevaricadores, e incrementará o mecanismo da ação popular como forma de protesto.
• MAIS FUTURO defende um sistema económico progressista, sustentável e social, com colaboração estreita entre os parceiros sociais.
• MAIS FUTURO tomará decisões a partir das bases, numa equiparação às assembleias de condomínio ou comissões de moradores; é aqui que se discutem as temáticas e se decidem os caminhos a seguir, os dirigentes apenas executam o que for deliberado pelas bases.
• MAIS FUTURO terá 18 representantes em todos os círculos eleitorais (distritos), 2 representantes das regiões autónomas (Madeira e Açores), 2 representantes para as comunidades emigrantes (Europa e resto do Mundo) e 3 representantes para a juventude, num total de 25 elementos que terão assento na futura comissão política nacional.

Plataforma Cívica de Apoio à candidatura de Joana Amaral Dias à Presidência da República.
24/01/2025

Plataforma Cívica de Apoio à candidatura de Joana Amaral Dias à Presidência da República.

https://tinyurl.com/MONITOR-SAUDE
20/07/2024

https://tinyurl.com/MONITOR-SAUDE

Exmo.(a) Sr.(a), No contexto da necessidade contínua e atual de monitorizar o acesso e a utilização dos cuidados de saúde em Portugal, o Fórum Saúde XXI e a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa estão a realizar uma an&...

Transcrição na íntegra do artigo de Paulo Pimenta de Castro no jornal Público (28 de junho de 2024), com o título «A Gal...
29/06/2024

Transcrição na íntegra do artigo de Paulo Pimenta de Castro no jornal Público (28 de junho de 2024), com o título «A Galiza grita: “Altri non”!». Excelente análise e alerta, para os que andam mais distraídos!

«Por cá, sabemos bem quão “verdes” são os impactos nos incêndios florestais associados às plantações de eucalipto e às suas projeções, na perda de solos, nos recursos hídricos, na biodiversidade.
Tem sido notícia neste jornal a forte contestação ao investimento que o grupo Altri pretende realizar no coração do território galego. Trata-se de uma contestação sem precedentes, tais são os nefastos impactos para o território e suas populações, do “modelo de negócio” associado ao grupo empresarial português.
Por cá, temos bem na memória os efeitos da poluição no rio Tejo, o maior rio da Península Ibérica, ocorrida entre 2015 e 2018. A governação na altura associou-a à produção de celulose em Vila Velha de Ródão. No início de 2018, a Agência Portuguesa do Ambiente detetou nas águas do Tejo níveis de celulose “cinco mil vezes” superior ao normal. No investimento que o grupo Altri pretende realizar na Galiza muda o rio. Trata-se agora do rio Ulha, o segundo maior curso de água que atravessa esta comunidade autónoma espanhola, depois do rio Minho. De facto, o histórico para exportação deste modelo de negócio luso é péssimo!
Para este grupo empresarial, a produção industrial está associada a extensas plantações de uma monocultura arbórea de espécie exótica e invasora (do ponto de vista científico, não da decisão política), o eucalipto. Uma memória mais apurada permite recordar a suspensão do certificado de gestão florestal de que o grupo Altri foi alvo em 2011. Na ocasião, foram demasiados os atropelos às normas de boa gestão silvícola, a par das múltiplas ilegalidades cometidas, incluindo em áreas protegidas, como o Parque Natural do Tejo Internacional. Na Galiza, as plantações de eucalipto incidirão em áreas de elevada biodiversidade, existentes na bacia hidrográfica do rio Ulha. A suspensão do certificado do Forest Stewardship Council (FSC) abrangeu uma área de 82 mil hectares sob gestão da Altri Florestal.
O investimento anunciado para a Galiza segue o mesmo “modelo” de lóbi usado em Portugal pela indústria de celulose. Lá como cá, o investimento desta indústria recorre à “consultoria” de agentes políticos, membros dos principais partidos na partilha do poder. Se por cá é possível estabelecer ligações entre as empresas de celulose com personalidades ligadas ao PS e ao PSD, incluindo no passado, entre 2006 e 2011, ao atual Presidente da Assembleia da República com o grupo sediado na Península da Mitrena, na Galiza são estabelecidas ligações a personalidades ligadas ao PP, no poder autonómico, e ao PSOE, no poder nacional. Claro, estes investimentos contam sempre com a generosidade dos contribuintes por toda a União Europeia e a facilitação do acesso aos corredores do poder, seja em Lisboa, em Santiago de Compostela e em Madrid, bem como em Bruxelas, é determinante.
Os anúncios a estes investimentos das celuloses têm sempre associados um cunho “verde” “bio”, “sustentável” e “renovável”. Por cá, sabemos bem quão “verdes” são os impactos crescentes nos incêndios florestais associados às plantações de eucalipto e às suas projeções, na perda de solos, nos recursos hídricos, na biodiversidade e, ainda, no pouco estudado impacto na saúde pública. Na economia rural, estes investimentos resultam no acelerar do empobrecimento, com efeitos na aceleração do despovoamento e da desertificação. A desvalorização da paisagem e o perigo iminente no território associados à presença das plantações de eucalipto tem forte impacto no turismo.
É certa a recorrente ameaça em abandonar o investimento em Portugal. Saudamos o anúncio, mas não migrem este modelo de negócio para regiões vizinhas e amigas. Como nós, elas dispensam modelos de negócio social e ambientalmente irresponsáveis.
Os atuais acontecimentos na Galiza, em particular na província de Lugo, lembram os ocorridos há 35 anos no Norte de Portugal, nomeadamente nos concelhos de Marco de Canaveses (Manhuncelos), Mirandela e Valpaços (Veiga de Lila). Ao se oporem às celuloses, são hoje regiões de paisagens de menor perigo de incêndios, assentes em modelos agroflorestais de maior valor acrescentado, socialmente de menor impacto de despovoamento e de menores riscos para a saúde pública. Diferem bem de outros concelhos algarvios, do litoral alentejano e, em particular, do Centro de Portugal.

28/04/2024
25/04/2024

Comemorando também o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, no dia 23 de abril, a Câmara Municipal de Valongo lançou o livro «(Re)Pensar a Democracia», da autoria de Carlos Magalhães e Manuel Augusto Dias

Contra a política do adormecimento Joana ao Parlamento!
17/04/2024

Contra a política do adormecimento Joana ao Parlamento!

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