Nós Somos Bolhão

Nós Somos Bolhão Bem-vindo à página da Associação do Comércio Tradicional Bolha de Água! Seguimos outros exemplos bem-sucedidos da nossa Cidade! E bem. perguntamos.

Nós Somos Bolhão é o lema actual da associação de comerciantes que nasceu para defender o comércio tradicional, a partir do Mercado do Bolhão e do seu quarteirão. DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS
NÓS SOMOS BOLHÃO

Nós, os comerciantes do Bolhão e os nossos parceiros, reafirmamos, tal como há 15 anos, a defesa do Mercado do Bolhão como um mercado público/municipal, tradicional e de frescos, classificado patrimonialmente. Nós, que Somos Bolhão, defendemos que o Bolhão pertence ao Porto e à sua região e nele se deve falar e afirmar a Voz do Porto. Nós, que Somos Bolhão, defendemos que o Mercado do Bolhão deve ter uma gestão pública capaz e competente em que os comerciantes são os seus naturais parceiros com voz activa. Tanto o Teatro Rivoli como o Cinema Batalha que, são também equipamentos municipais muito especializados, têm gestão pública. Uma gestão agregadora de vontades e saberes. Porque é que o Bolhão há-de ser excepção e não há-de ter também uma eficiente gestão pública? Sem falar já no Coliseu que depois duma deriva “privatizadora” regressou ao espaço público. Como está agora. E como a Cidade do Porto deseja. Defendemos que se unam esforços para, a curto prazo, cativar e empoderar para a governação do Mercado do Bolhão uma equipa de profissionais, com perfil e competências técnicas comprovadas com sucesso na gestão de mercados tradicionais, que assuma um programa que devolva o Mercado do Bolhão aos Cidadãos do Porto e à região portuense, que o defenda da descaracterização e desvirtuação do seu uso, através de um salutar e consequente diálogo com os comerciantes e as forças vivas da cidade. Defendemos que um mercado de frescos deve ter, essencialmente, alimentos e produtos frescos. Em qualidade, em quantidade, em permanência e em estreita ligação com os produtores locais e da região e provenientes das melhores práticas de sustentabilidade e saúde humana. Tendo como epicentro esse mercado de frescos dever-se-á estruturar um quarteirão alimentar de excelência. Nós, que Somos Bolhão, lembramos que o Mercado do Bolhão é a última oportunidade para na Cidade do Porto existir um mercado de frescos e tradicional. Praças de alimentação e hipermercados há muitos, a perda do último mercado de frescos e tradicional da cidade terá danos irreversíveis na identidade da Invicta. O que o diferencia e lhe confere atractividade e competitividade em relação a qualquer outro espaço comercial é o mercado de frescos e tradicional, o mesmo que vemos em perda acelerada servindo de expositor e chamariz para alimentar um processo de turistificação sem norte, cujo brilho é efémero. O Bolhão e a sua comunidade são irrepetíveis! Defendemos que o Mercado do Bolhão deve ser um pólo de dinamização sócio cultural do quarteirão que integra, projectando-se como centralidade na cidade, da região, um dos corações que bate, como outrora. Nós, que Somos Bolhão, defendemos um mercado tradicional, que sem querer ser um museu deve ser um repositório vivo de história e cultura de um povo e de uma região em que o comércio tradicional, com a actividade dos pequenos comerciantes, sempre foi o motor de vida do centro da Cidade do Porto, que a distinguiu de todas as outras, tornando-a única e que está em perda galopante e sem freio. Persistem no Bolhão, saberes e modos tradicionais, construídos e aprendidos ao longo de décadas que são cultura e identidade portuguesa e necessitam de preservação, de protecção, que assentes no passado devem ser aprendizagem para o futuro. Defendemos que entregar um sector tão fundamental como é um mercado tradicional dos tempos de hoje e a função do fornecimento alimentar, em exclusivo, a uma qualquer entidade de distribuição, sem identidade diferenciadora, que tudo fará para o rentabilizar económica e financeiramente apenas e exclusivamente a seu critério e favor é, embora de outro modo, voltar a destruir o Bolhão depois de o termos salvo e depois de o termos visto restaurado e modernizado. Defendemos que um mercado público não é uma figura jurídica ou um conceito meramente administrativo e, muito menos, uma figura ou expressão retórica! Tem de respeitar o interesse público e não o interesse de quem julga que tem legitimidade para interpretar a seu modo o conceito de “interesse público”. Não é, apenas, uma questão de direito, mas, antes, de honestidade intelectual. Em casos como o Bolhão, o consenso entre as partes é obrigatório assim como um direito básico que é, numa verdadeira democracia, a participação dos cidadãos. De todos os cidadãos. Nós Somos Bolhão e Somos conscientes que nada disto é simples, mas também é muito claro que é obrigatório reflectir e actuar, norteados pelos princípios basilares apresentados. Tanto do ponto de vista social ou intelectual como, sem dúvida, do ponto de vista cultural, não fora o Bolhão classificado pelo Ministério da Cultura enquanto valor patrimonial a respeitar. Valor esse que abarca tanto o imóvel, o objecto magistralmente construído há mais de cem anos e, agora, sabiamente com a sua beleza restaurada, como a funcionalidade primordial, a venda de produtos alimentares e de comércio tradicional. Não somos imunes à mudança e à necessidade de adaptação e o nosso programa de acção o irá reflectir mas somos resistentes à homogeneização compulsiva motivada por modas financeiras circunstanciais de curto prazo que irão e já estão a destruir a alma do Mercado do Bolhão. Acreditamos que a Cidade do Porto e os seus cidadãos junto com os vizinhos da Área Metropolitana do Porto anseiam por continuar a identificar-se com o Mercado do Bolhão e a senti-lo como seu! Acreditamos que querem voltar ao Mercado do Bolhão, sejamos nós capazes de o tornar atractivo, competitivo e nele se sintam acolhidos, em vez de hostilizados. Os turistas serão sempre bem-vindos numa casa que, indubitavelmente, tem de pertencer aos portuenses. Acreditamos que somos capazes, haja a sensibilidade e a sapiência de quem decide a Cidade nos abrir a porta e sermos ouvidos para trabalhar em conjunto.

𝗗𝗶𝗴𝗮𝗺-𝗻𝗼𝘀 𝗹𝗮́, 𝗽𝗼𝗱𝗶𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗻𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼, 𝗻𝗼 𝗠𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗕𝗼𝗹𝗵𝗮̃𝗼, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗶𝗮?𝗠𝗮𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼!𝗡𝗼́𝘀, 𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗲𝗻𝘀𝗲𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼 𝘁𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗲𝘀𝘀𝗲 𝗱𝗶𝗿𝗲...
14/09/2026

𝗗𝗶𝗴𝗮𝗺-𝗻𝗼𝘀 𝗹𝗮́, 𝗽𝗼𝗱𝗶𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗻𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼, 𝗻𝗼 𝗠𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗕𝗼𝗹𝗵𝗮̃𝗼, 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗶𝗮?
𝗠𝗮𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼!
𝗡𝗼́𝘀, 𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗲𝗻𝘀𝗲𝘀, 𝗻𝗮̃𝗼 𝘁𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗲𝘀𝘀𝗲 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼.

Ontem foi o dia dos Mercados Municipais de Olhão, hoje rumamos a Coimbra, ao Mercado Municipal D. Pedro V.

Há anos que a Associação Bolha de Água sugere uma acção similar como essencial para promoção das compras no mercado de frescos e aprecia que os outros mercados a estejam a aplicar.

Apesar de ter sido o maior investimento público financiado pelo Norte 2020, apesar do maior orçamento a nível nacional para gestão de um mercado municipal e um dos maiores orçamentos para gestão da Europa, 2 milhões de euros/ano, nada acontece.

Esta acção que se propaga por todos os mercados, como adaptação aos novos tempos, à modernidade, continua sem sequer ser perspectivada para o Mercado do Bolhão.

Aqui f**a o exemplo de Coimbra!

"🍎🚗 𝗖𝗼𝗺𝗽𝗿𝗮𝗿 𝗻𝗼 𝗠𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗗. 𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼 𝗩 𝗳𝗶𝗰𝗼𝘂 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗳𝗮́𝗰𝗶𝗹

O Mercado Municipal tem duas novidades para quem faz compras por lá:

🏠 𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲𝗴𝗮 𝗴𝗿𝗮𝘁𝘂𝗶𝘁𝗮 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘀𝗮
Nas compras de valor igual ou superior a 20 euros, pode pedir a entrega gratuita ao domicílio, em qualquer ponto do concelho de Coimbra.

🚘 𝗨𝗺𝗮 𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗴𝗿𝗮𝘁𝘂𝗶𝘁𝗼
Apresente o comprovativo das suas compras e receba um voucher para a primeira hora de estacionamento.

Para pedir a entrega, basta fazer as compras normalmente e dirigir-se ao Ponto de Contacto, na entrada principal do piso zero do Mercado.

Mais fácil chegar. Mais fácil comprar. E, se preferir, 𝗼 𝗠𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮 𝗮𝘁𝗲́ 𝘀𝗶."

𝐌𝐄𝐑𝐂𝐀𝐃𝐎 𝐃𝐎 𝐁𝐎𝐋𝐇𝐀̃𝐎 𝐅𝐀𝐋𝐇𝐀 𝐀 𝐄𝐋𝐄𝐈𝐂̧𝐀̃𝐎 𝐃𝐀𝐒 𝐌𝐀𝐑𝐀𝐕𝐈𝐋𝐇𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 Porquê?Será por causa da falta de apoio e mobilização do...
13/09/2026

𝐌𝐄𝐑𝐂𝐀𝐃𝐎 𝐃𝐎 𝐁𝐎𝐋𝐇𝐀̃𝐎 𝐅𝐀𝐋𝐇𝐀 𝐀 𝐄𝐋𝐄𝐈𝐂̧𝐀̃𝐎 𝐃𝐀𝐒 𝐌𝐀𝐑𝐀𝐕𝐈𝐋𝐇𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋

Porquê?

Será por causa da falta de apoio e mobilização do povo portuense?

𝑶𝒔 𝑴𝒆𝒓𝒄𝒂𝒅𝒐𝒔 𝑴𝒖𝒏𝒊𝒄𝒊𝒑𝒂𝒊𝒔 𝒅𝒆 𝑶𝒍𝒉𝒂̃𝒐 𝒔𝒂𝒈𝒓𝒂𝒓𝒂𝒎-𝒔𝒆 𝒗𝒆𝒏𝒄𝒆𝒅𝒐𝒓𝒆𝒔 𝒏𝒂 𝒈𝒂𝒍𝒂 𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 𝒅𝒐 𝒄𝒐𝒏𝒄𝒖𝒓𝒔𝒐 𝑵𝒐𝒗𝒂𝒔 7 𝑴𝒂𝒓𝒂𝒗𝒊𝒍𝒉𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝑷𝒐𝒓𝒕𝒖𝒈𝒂𝒍.

Não é pelo esquecimento do B! 😊

Os Mercados Municipais de Olhão representam a essência e a resiliência do comércio tradicional, sendo um enorme orgulho ver esta estrutura distinguida a nível nacional. São uma das nossas referências.

𝐏𝐀𝐑𝐀𝐁𝐄́𝐍𝐒 𝐀𝐎𝐒 𝐌𝐄𝐑𝐂𝐀𝐃𝐎𝐒 𝐌𝐔𝐍𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀𝐈𝐒 𝐃𝐄 𝐎𝐋𝐇𝐀̃𝐎!

A sua arquitectura industrial do início do século XX destaca-se de imediato na paisagem da Ria Formosa. O uso do tijolo vermelho aparente conjugado com as estruturas de ferro e vidro, culminando nos imponentes torreões cilíndricos com cúpulas metálicas, confere ao espaço uma monumentalidade singular. Este complexo, erguido engenhosamente sobre a frente ribeirinha através de fundações por bate-estacas, é um verdadeiro marco da engenharia da sua época.

Para além da inegável beleza estética, 𝗢𝗹𝗵𝗮̃𝗼 𝗱𝗲𝗺𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝗮 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗼 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗼 𝘀𝗶𝗴𝗻𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗺𝗼𝗱𝗲𝗿𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲: compreende que esta só é sinónimo de progresso se souber trazer do passado os seus aspectos identitários mais positivos.
Ao manter a sua vocação original e a divisão funcional em dois edifícios distintos, um dedicado em absoluto ao pescado e outro às frutas e legumes , o mercado soube conjugar as exigências e a funcionalidade dos tempos actuais sem se perder em modas efémeras que tantas vezes desvirtuam estes edifícios históricos e a sua funcionalidade.

𝗘𝘀𝘁𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗴𝗿𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗳𝗹𝗲𝗰𝘁𝗲-𝘀𝗲 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗰𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗻𝗮 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮 𝘀𝗮𝘂𝗱𝗮́𝘃𝗲𝗹 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝘀𝗲 𝗿𝗲𝗹𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝘁𝘂𝗿𝗶𝘀𝗺𝗼.
Ao garantir que o espaço funciona primariamente como um autêntico mercado de frescos, com dezenas de bancas de venda directa em laboração, Olhão prova que a autenticidade é o maior atractivo. Os visitantes são chamados a vivenciar um mercado que serve, em primeiro lugar, a sua própria população, não cedendo à tentação de transformar o recinto de abastecimento num mero aglomerado descaracterizado.

F**a, assim, um recado claro para o Mercado do Bolhão, também nomeado neste concurso, mas que infelizmente saiu derrotado apesar dos mais de 50 milhões de euros investidos na sua renovação.

Acreditamos que este desfecho se deve, em grande parte, ao facto de se encontrar desvirtuado. Quando, na prática, as bancas que deviam funcionar como comércio de peixe fresco funcionam como marisqueiras e outros conceitos de restauração, perde-se a matriz do espaço e perde-se o apoio do povo que elege as 7 maravilhas.

Olhão venceu porque manteve a sua essência intacta, provando que a salvaguarda da identidade arquitectónica e a protecção intransigente do comércio tradicional de proximidade são, sem dúvida, o único caminho para um futuro de progresso com memória, a respeitar o maior bem, os cidadãos.

Aguardamos as explicações do Presidente da Autarquia, Pedro Duarte, e do líder da oposição, Manuel Pizarro, assumidos defensores da actual desvirtuação do Mercado do Bolhão numa praça de alimentação.

Perguntamos:
Como é que o mercado da segunda cidade do país, que foi alvo de obras de renovação de mais de 50 milhões de euros de investimento público, não teve sucesso nesta competição?
Será porque o povo pensa diferente das suas lideranças e demonstrou o seu descontentamento com a baixa adesão à votação?

12/09/2026
Para quem questiona se a providência cautelar já tem decisão final informamos que ainda vai demorar mas a 𝗵𝗮𝘀𝘁𝗮 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗮...
12/09/2026

Para quem questiona se a providência cautelar já tem decisão final informamos que ainda vai demorar mas a 𝗵𝗮𝘀𝘁𝗮 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗮 𝗺𝗮𝗻𝘁𝗲́𝗺-𝘀𝗲 𝘀𝘂𝘀𝗽𝗲𝗻𝘀𝗮.

A Câmara Municipal do Porto e a Go Porto apresentaram, cada qual, a sua oposição no TAF Porto, sem recurso à resolução fundamentada.
Lemos com atenção as 98 páginas de uma e as 89 páginas de outra.

Resumindo:

O grande argumento jurídico de defesa quanto ao perigo do Bolhão se transformar numa praça de alimentação massif**ada ipsis verbis é «𝒊𝙣𝒗𝙚𝒏𝙘̧𝒂̃𝙤 𝙪𝒕𝙤́𝒑𝙞𝒄𝙖 𝙙𝒂 𝑹𝙚𝒒𝙪𝒆𝙧𝒆𝙣𝒕𝙚» e «𝒂𝙥𝒆𝙣𝒂𝙨 𝙣𝒐 𝒎𝙪𝒏𝙙𝒐 𝒊𝙢𝒂𝙜𝒊𝙣𝒂́𝙧𝒊𝙤 𝙚𝒎 𝒒𝙪𝒆 [𝙖 𝙍𝒆𝙦𝒖𝙚𝒓𝙚𝒏𝙩𝒆] 𝙫𝒊𝙫𝒆 𝒆́ 𝒒𝙪𝒆 𝒔𝙚 𝙥𝒐𝙙𝒆 𝒂𝙫𝒆𝙣𝒕𝙖𝒓».

Iremos responder até ao dia 30 de Setembro e até lá este assunto não será mais abordado publicamente.

Porém, adiantamos que estamos confiantes que o nosso objectivo será atingido.

Nos derradeiros dias antes da entrega na Assembleia Municipal do Porto sensibilizamos os nossos  para assinarem a Petiçã...
11/09/2026

Nos derradeiros dias antes da entrega na Assembleia Municipal do Porto sensibilizamos os nossos para assinarem a Petição Contra o Projeto de Construção Hoteleira na Área Verde do Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição.

Antes da total irreversibilidade é premente estancar a desvirtuação do Porto. Se não o fizermos, AGORA, o custo a pagar no futuro será incomensurável.
Só a soma destas iniciativas cidadãs com o apoio da sociedade civil poderá fazer a diferença!

https://peticaopublica.com/?pi=PT132421

Na publicação anterior assumimos estar siderados com as recomendações do Grupo de Trabalho de Salvaguarda do Centro Hist...
09/09/2026

Na publicação anterior assumimos estar siderados com as recomendações do Grupo de Trabalho de Salvaguarda do Centro Histórico mas que tínhamos propostas, inclusive para a ORU do Bonfim em consulta pública, se fôssemos ouvidos.

Aqui f**am publicadas para proactivamente participarmos.

A única medida do grupo de trabalho que tocaria nos problemas actuais do Centro Histórico ficou remetida para 2029.

Nós não temos gabinete, nem financiamento, nem dois meses pagos para isto, e mesmo assim fizemos o trabalho: estudámos e adaptámos à nossa realidade as melhores práticas internacionais para a defesa efectiva do comércio tradicional.

E dizemos, estas medidas são para hoje, não para serem adiadas para depois de 2029!

No documento de recomendações que preparámos, destacamos que a protecção do património económico e social exige ferramentas urbanísticas corajosas.

𝗢 𝗘𝗫𝗘𝗠𝗣𝗟𝗢 𝗗𝗘 𝗣𝗔𝗥𝗜𝗦
O caso mais estruturado que analisámos foi o de Paris, através da operação Vital'Quartier, gerida pela SEMAEST (Sociedade de Economia Mista). Ao longo de quase duas décadas, a capital francesa interveio directamente para travar a descaracterização dos bairros e salvar o comércio de proximidade, um esforço que a própria Câmara de Paris encerrou formalmente em 2025, com um balanço final positivo: cerca de 650 comércios de proximidade salvos. Não falamos, portanto, de uma ideia teórica, mas de uma política testada, com resultados medidos e reconhecidos.

Os principais mecanismos desta política incluíram:

🔹 𝗗𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗿𝗲𝗲𝗺𝗽𝗰̧𝗮̃𝗼: A Câmara delegou nesta entidade pública o direito de preferência urbano em sectores críticos. Sempre que um espaço comercial era colocado à venda nestas zonas, a entidade tinha prioridade legal para o adquirir, retirando o imóvel da especulação do mercado livre.

🔹 𝗔𝗿𝗿𝗲𝗻𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗖𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼𝗹𝗮𝗱𝗼 𝗲 𝗙𝗶𝗺 𝗱𝗮𝘀 "𝗣𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗲": Após comprar e reabilitar os espaços, a entidade pública arrendava-os exclusivamente a comerciantes tradicionais, artesãos ou projectos culturais. Fazia-o com rendas controladas, sem a pesada exigência de "trespasse" (pas de porte) e com meses de carência para facilitar a instalação.

🔹 𝗔𝗰𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗮 𝗠𝗼𝗻𝗼𝗮𝗰𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲: O alvo foram as zonas engolidas por cadeias de fast-food, bancos ou imobiliárias. Forçou-se o regresso de queijarias, padarias e mercearias, salvando livrarias independentes no histórico Quartier Latin que hoje estariam, muito provavelmente, a par de lojas de telemóveis ou cadeias de vestuário.

🔹 𝗖𝗹𝗮́𝘂𝘀𝘂𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗔𝗳𝗲𝗰𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮 𝗟𝗼𝗻𝗴𝗼 𝗣𝗿𝗮𝘇𝗼: Quando o negócio estabilizava, o espaço podia ser revendido ao próprio comerciante. Porém, a venda incluía uma "cláusula de afectação", garantindo que, no futuro, aquele local nunca poderia ser transformado numa actividade especulativa.

𝗢 𝗘𝗫𝗘𝗠𝗣𝗟𝗢 𝗗𝗘 𝗙𝗟𝗢𝗥𝗘𝗡𝗖̧𝗔
Em paralelo, Florença avançou com uma medida radical mas necessária: a proibição, no centro histórico, da abertura de novas actividades que desvirtuam a vivência local - lojas de souvenirs de baixa qualidade, take-aways, lavandarias automáticas e cadeias internacionais de fast-food. Esta proibição foi já prorrogada até 2031, alargando-se inclusivamente a caixas multibanco, precisamente para impedir que o centro histórico se transforme, na expressão que os próprios florentinos usam, numa "città mangiatoia".

𝗢𝗦 𝗜𝗡𝗦𝗧𝗥𝗨𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗗𝗘 𝗣𝗟𝗔𝗡𝗘𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗢 𝗣𝗢𝗥𝗧𝗢 𝗥𝗘𝗖𝗨𝗦𝗔

E o Porto? Ao contrário do que por vezes se pensa, não precisamos de inventar nada de raiz nem de importar um modelo que não exista na nossa lei.

A Câmara Municipal do Porto já tem, através da Porto Vivo, SRU, uma sociedade de reabilitação urbana equivalente funcional da SEMAEST parisiense e já dispõe, nas Áreas de Reabilitação Urbana (onde se inclui o Centro Histórico), de direito de preferência legal na compra de imóveis, ao abrigo do regime jurídico da reabilitação urbana. Está, aliás, em discussão pública neste preciso momento a Operação de Reabilitação Urbana (ORU) do Bonfim, uma intervenção de centenas de milhões de euros, ancorada num ARU e num PERU (Programa Estratégico de Reabilitação Urbana) próprios.
Ou seja: a Câmara sabe desenhar e lançar operações com esta escala e ambição quando quer.

O que não existe, em lado nenhum, é uma ORU ou um PERU equivalente com uma dimensão dedicada à protecção do comércio tradicional no Centro Histórico.
É exactamente essa lacuna que o Grupo de Trabalho tinha meses e especialistas para preencher - e não preencheu. F**a aqui a proposta que devia ter sido a deles: um instrumento com o mesmo peso jurídico e financeiro do que está a ser preparado para o Bonfim, mas desenhado para travar a especulação comercial — ou a par de — a habitacional.

𝗘 𝗼 𝗲𝘅𝗲𝗺𝗽𝗹𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗲𝘃𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝘃𝗼𝗻𝘁𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗼𝗹𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗮̀ 𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀, 𝗻𝗼 𝗽𝗿𝗼́𝗽𝗿𝗶𝗼 𝗽𝗮𝘁𝗿𝗶𝗺𝗼́𝗻𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮: 𝗼 𝗠𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗕𝗼𝗹𝗵𝗮̃𝗼.

Não é um imóvel privado fora do seu alcance, é um espaço que a Câmara detém e gere directamente através de uma empresa municipal 100% por si detida.

Ainda assim, em vez de o proteger como referência do comércio tradicional e do mercado de frescos, temos assistido à promoção institucional da sua desvirtuação num sentido de restauração turística tipo "court food", com bancas de venda de frescos a funcionar, na prática, como espaços de confecção e consumo no local e como agente activo de especulação imobiliária.

Se isto acontece num mercado que é propriedade e responsabilidade directa da autarquia, o argumento de que faltam instrumentos legais para agir cai por terra — o que falta é decisão política de os usar, mesmo onde já existe controlo total.

Deixamos esta pergunta ao Pedro Duarte e ao Manuel Pizarro:

𝗗𝗲𝘀𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗶𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗱𝗲𝘇𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗺𝗶𝗹𝗵𝗼̃𝗲𝘀 𝗲𝘂𝗿𝗼𝘀 𝗲 𝗴𝗲𝗿𝗲 𝗽𝗿𝗮𝗰̧𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗹𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼?

𝗢𝗻𝗱𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗲𝘀𝘀𝗲 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼?
𝗢𝘂 𝗲́ 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗼 𝗲𝘀𝘀𝗲 𝗼 𝗼𝗯𝗷𝗲𝗰𝘁𝗶𝘃𝗼?
𝗡𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗲𝘀𝘀𝗲 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼, 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮-𝘀𝗲 𝗮 𝗽𝗿𝗶𝘃𝗮𝘁𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼?

Acreditamos que a conjugação destas acções — um instrumento urbanístico dedicado à protecção do comércio tradicional, com o mesmo peso do que se prepara para o Bonfim e integrando já essa ORU; regulação rigorosa da emissão de licenças, à semelhança de Florença; e, desde já, uma gestão coerente dos activos que a própria Câmara já controla, como o Mercado do Bolhão — é o caminho que devemos debater e seguir com urgência.

Continuaremos a trabalhar arduamente para que o nosso Centro Histórico preserve a sua alma e identidade. Não é difícil propor — basta querer ouvir. Juntem-se a nós neste debate: comentem com exemplos que já viram no Centro Histórico, partilhem esta publicação e exijam à Câmara acção, em vez de mais um relatório para 2029.

𝗔 𝗠𝗢𝗡𝗧𝗔𝗡𝗛𝗔 𝗣𝗔𝗥𝗜𝗨 𝗨𝗠 𝗥𝗔𝗧𝗢Mesmo partindo de expectativas reduzidas, num primeiro momento, f**amos sem reacção às recomenda...
09/09/2026

𝗔 𝗠𝗢𝗡𝗧𝗔𝗡𝗛𝗔 𝗣𝗔𝗥𝗜𝗨 𝗨𝗠 𝗥𝗔𝗧𝗢

Mesmo partindo de expectativas reduzidas, num primeiro momento, f**amos sem reacção às recomendações do grupo de trabalho, dito “independente” criado pela Câmara do Porto para repensar o modelo de gestão do centro histórico da cidade.
Foram apresentadas ontem ao executivo.

O resumo é, a longo prazo, defendem os especialistas, é preciso criar um Plano de Pormenor de Salvaguarda para o território classif**ado.

Cinco especialistas, durante dois meses debatem e chegam à conclusão que é preciso um plano que já devia ter sido criado há décadas.
Verdade La Palisse. Estamos siderados.

E, sobre os problemas que já não podem esperar, o resultado é zero.

Não há uma única proposta/ideia/recomendação para travar a destruição acelerada do comércio tradicional pela especulação imobiliária e um turismo predador.

Não há uma única proposta para os residentes, que continuam a ser espoliados da sua própria cidade, mais uma vez, pela mesma especulação.

E não há uma única proposta que trave a destruição crescente do património, que descaracteriza, de forma irremediável, a cidade que dizem querer proteger.

Por exemplo, umas recomendações para a ORU do Bonfim em consulta pública. Temos mais umas sugestões. Se fossemos ouvidos. Mas, não. Independentes verdadeiramente independentes não interessa ouvir.

𝟭. 𝗢 𝗿𝗲𝗺𝗲́𝗱𝗶𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝟮𝟬𝟮𝟵 (𝘁𝗮𝗿𝗱𝗲 𝗱𝗲𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲)

A única medida que tocaria mesmo nestes três problemas, o Plano de Pormenor de Salvaguarda, com regras claras sobre o uso de cada imóvel classif**ado f**a remetida para "a longo prazo", com horizonte em 2029. Três anos de espera enquanto o comércio fecha portas, os residentes saem e o património se perde. É o equivalente a receitar um curativo para daqui a uma década a quem está a sangrar hoje.

𝟮. 𝗠𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼̃𝗲𝘀, 𝗺𝗮𝗻𝘂𝗮𝗶𝘀 𝗲 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼 (𝗮 𝗯𝘂𝗿𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘀𝗼𝗹𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼)

Em vez de medidas claras que ataquem o problema da perda galopante da cidade, o relatório esgota-se em recomendações genéricas, de cariz académico e administrativo: um "grupo permanente de acompanhamento" com reuniões semanais; uma "Comissão Consultiva de Acompanhamento"; manuais de boas práticas e plataformas digitais de apoio; a recomendação de que a Câmara "dê o exemplo" nos concursos públicos.
Mais uma camada de comissões, gabinetes e manuais. E nem isso vem com garantias: as próprias propostas carecem de um plano operacional e não há qualquer compromisso com calendários.

𝟯. 𝗢 𝗮́𝗹𝗶𝗯𝗶 𝗽𝗲𝗿𝗳𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗲𝘅𝗲𝗰𝘂𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼 𝗗𝘂𝗮𝗿𝘁𝗲

Na realidade, concluímos nós, sem expectativas mas sempre esperançosos que algo aconteça, a única razão da existência deste grupo: criar uma almofada para o Pedro Duarte!
É aqui que este tipo de grupo se revela verdadeiramente útil ao poder político.
Perante a destruição de património, demolições ilegais (como a da Confeitaria Serrana) ou atropelos aos regulamentos e ao Património Mundial, o presidente da Câmara, assumidamente sem ideias para a cidade, pode esticar os braços, chamar ao relatório "𝘂𝗺𝗮 𝗳𝗲𝗿𝗿𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮 𝗳𝗮𝗻𝘁𝗮́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮" e sacudir a água do capote: "já está a trabalhar no assunto", com base nas recomendações dos peritos. Simula-se acção e diálogo - e f**a tudo na mesma, empurrando as decisões difíceis para um futuro longínquo, enquanto comércio, residentes e património continuam a pagar a factura.

𝐂𝐡𝐚𝐦𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐢𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐧𝐨𝐦𝐞: 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐳 𝐮𝐦𝐚 𝐮́𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐢𝐝𝐞𝐢𝐚 𝐞𝐱𝐞𝐪𝐮𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐯𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐫𝐢𝐬𝐞 𝐚𝐜𝐭𝐮𝐚𝐥. 𝐄́ 𝐚 𝐦𝐚𝐧𝐨𝐛𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐚𝐮𝐭𝐚𝐫𝐪𝐮𝐢𝐚, 𝐝𝐞𝐬𝐦𝐚𝐬𝐜𝐚𝐫𝐚𝐝𝐚.

A cidade não precisa de mais comissões de estudo para 2029. Precisa de acção já hoje, antes que não reste comércio, nem residentes, nem património para salvaguardar.

Assim, não vamos lá. Resta-nos o humor porque aqui não somos de lacrimejar.

É com enorme pesar que recebemos a notícia do falecimento de Nuno Cardoso, antigo Presidente da Câmara Municipal do Port...
07/09/2026

É com enorme pesar que recebemos a notícia do falecimento de Nuno Cardoso, antigo Presidente da Câmara Municipal do Porto.

Recordamos nele um entusiasta apoiante, profundamente comprometido com a causa do Mercado do Bolhão. Nem a doença o deteve e, nos últimos meses, manteve-se activamente em contacto com a associação, numa derradeira tentativa de conciliação com a actual governação local.

Como reconhecimento pela dedicação incansável que continuou a demonstrar, estas foram algumas das últimas palavras que a nossa Presidente lhe dirigiu, em Agosto, realçando a imensa importância do seu gesto:

"𝑬𝒔𝒕𝒆 𝒕𝒆𝒖 𝒈𝒆𝒔𝒕𝒐 𝒕𝒆𝒎 𝒎𝒖𝒊𝒕𝒐 𝒔𝒊𝒈𝒏𝒊𝒇𝒊𝒄𝒂𝒅𝒐. 𝑬𝒔𝒕𝒂 𝒍𝒖𝒕𝒂 𝒆́ 𝒅𝒊𝒇𝒊́𝒄𝒊𝒍. 𝑬 𝒆𝒙𝒊𝒔𝒕𝒊𝒓𝒆𝒎 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒕𝒖 𝒂 𝒐𝒇𝒆𝒓𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒂𝒍𝒕𝒆𝒓𝒏𝒂𝒕𝒊𝒗𝒂𝒔 𝒆 𝒂𝒋𝒖𝒅𝒂 𝒆́ 𝒖𝒎 𝒐𝒂́𝒔𝒊𝒔."

Obrigada, Nuno!

Endereço

Rua Alexandre Braga, 105
Porto
4000-050

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Nós Somos Bolhão publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Nós Somos Bolhão:

Atalhos

Compartilhar