Partido Libertário

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Declaração de Princípios
Pretendendo celebrar a diversidade e identidade de cada pessoa, os seus direitos inalienáveis à Vida, Liberdade e Propriedade e à sua legítima defesa, definidores do Homem enquanto ser moral e factor de ordem e prosperidade e, constatando a falta da sua defesa clara no espectro político vigente, associamo-nos no Partido Libertário:
I. Defendemos que à pessoa, famílias e co

munidades unidas geograf**amente ou por comunhão de princípios, deve ser assegurada a sua esfera privada de consciência e acção autónoma. Acreditamos que protegendo a propriedade honestamente adquirida, as pessoas podem usufruir plenamente o fruto do seu trabalho e criatividade estimulando a cooperação voluntária sob a forma associativa, iniciativas empresariais e mercados. Reconhecemos nas freguesias e municípios a capacidade de assumir todas as competências dentro do princípio geral da subsidiariedade e cuja participação na ordem constitucional nacional se deve poder presumir como voluntária. Pretendemos promover a liberdade de escolha, a livre concorrência interna e internacional na procura e oferta de bens e serviços. Aplicamos os mesmos princípios à moeda e aos tribunais arbitrais. Identif**amos que qualquer regime político tende a criar uma maioria de receptores directos e indirectos do seu orçamento geral do estado (financiado por impostos, emissão de dívida e moeda) pondo nessa medida em risco e de forma progressiva, uma capacidade decisória funcional sobre o bem comum, isenta de conflitos de interesse e grupos de pressão em concorrência maligna. A par da participação aberta na ordem política e económica europeia e internacional é necessário, a Portugal, preservar simultaneamente a capacidade última de prosseguir os seus próprios interesses e valores como Nação soberana.

11/09/2026

Depois da farsa Covid, o 11 de Setembro foi a maior psyop da história!

O WTC 7 não foi atingido por qualquer avião. Ardeu durante horas, depois de ser atingido por destroços da Torre Norte, e acabou por ruir. O NIST – Instituto Nacional de Normas e Tecnologia dos EUA – atribuiu o colapso aos incêndios e à falha progressiva da estrutura, classif**ando-o como o primeiro colapso total conhecido de um edifício alto provocado sobretudo por incêndios!

As imagens eram tão pouco banais que, nesse próprio dia, um jornalista descreveu a queda como parecendo “uma implosão planeada”!

Também é factual que a defesa aérea norte-americana não conseguiu interceptar nenhum dos quatro aviões, no espaço aéreo mais vigiado do planeta!

Depois há as chamadas: Mark Bingham, passageiro do voo United 93, telefonou à própria mãe e apresentou-se: "Mom, this is Mark Bingham." Sim, à mãe. O equivalente português seria: "Mãe, é o Mário Meireles!"

Depois, temos o voo 77. Segundo a versão oficial, o Boeing 757 executou uma curva descendente de cerca de 330 graus, terminou-a a pouco mais de 600 metros de altitude, alinhou-se com o Pentágono, acelerou quase à potência máxima e atingiu-o a cerca de 850 km por hora! Hani Hanjour possuía licença comercial multimotor, mas documentos oficiais registam avaliações de instrutores que consideravam o seu desempenho muito abaixo do padrão e chegaram a aconselhá-lo a desistir!

A verdadeira obscenidade veio depois: guerra sem fim, tortura, legislação sobre branqueamento de capitais e “combate ao terrorismo” – na verdade, os maiores terroristas são precisamente o EUA –, vigilância em massa e o Iraque vendido com informação falsa sobre armas de destruição maciça.

Para um libertário, o Estado moderno é a maior organização criminosa criada pela humanidade. O Estado moderno sempre mentiu, sempre enganou, sempre manipulou, com um único propósito: roubar-nos e extorquir-nos sem a nossa resistência!

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10/09/2026

No nosso corpo e das nossas crianças mandamos nós, não o Estado!

Começa-se, como sempre, pela “evidência científ**a”, diz a “jornalista” da propaganda. A mesma expressão que, durante a fraude covid-19, serviu para revestir de autoridade decisões políticas, certif**ados, discriminações, crimes e pressões para inoculações experimentais apresentadas como indiscutíveis.

Depois do embuste Covid-19, talvez seja legítimo pedir algo incómodo aos sacerdotes da “ciência”: evidência, sim; fé no Estado, não.

Segue-se a inevitável “responsabilidade colectiva”. Uma criança não vacinada contra o sarampo pode, dizem-nos, colocar outra em risco. Então para que servem as vacina, se não evitam a doença?! Aliás, não servem para nada, talvez apenas para nos manter dependentes e doentes de um sistema mafioso e de extorsão ao longo de toda uma vida.

Depois vem a pérola: “vivemos em sociedade” e, portanto, “temos de dar alguma coisa em troca”. Eis o velho truque. “Recebemos” estradas, construídas por privados – não vemos lá funcionários públicos com pás! - e pagas com dinheiro roubado, logo o Estado ganha jurisdição sobre a nossa corrente sanguínea!

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Para o Partido Libertário a questão é bastante mais simples: cada indivíduo é soberano sobre o seu próprio corpo. Decide o que nele entra. Consente qualquer acto médico; aliás, está criminalizado quem o tente arbitrariamente (https://zurl.co/CBq8k ). O Estado não é proprietário do corpo das pessoas, e não possui qualquer direito natural de lhe introduzir uma agulha.

Quanto às crianças, enquanto não possuem maturidade para decidir, a responsabilidade pertence aos pais ou tutores, não ao Estado. São eles que respondem pela sua saúde e educação e são eles que decidem.

Era o que mais faltava: depois de sermos assaltados a toda a hora, sermos escravos de bandidos que nem um ovo sabem estrelar.

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09/09/2026

Tontinha Kaja Kallas: enviar dinheiro roubado e armas, lançar sanções sem fim e bombardear até chegar à paz!

A fórmula para acabar com uma guerra é simples: mais armas, mais dinheiro e mais guerra. Kaja Kallas descobriu-a. Bruxelas já desembolsou 8,47 mil milhões de euros e aprovou mais 6,1 mil milhões. Tudo roubado aos europeus, claro, porque a generosidade dos políticos tem uma característica curiosa: é sempre paga com o dinheiro dos outros.

Mais bombas para alcançar a paz. Faz sentido. Se o incêndio persiste, despeja-se gasolina.

Resta uma dúvida. Esta paixão súbita pelo direito internacional também apareceu quando a Jugoslávia foi bombardeada? E no Iraque? E na Líbia? Houve o mesmo frenesim de sanções, discursos indignados e milhares de milhões para as vítimas das guerras e intervenções promovidas pelos estados vassalos, como Portugal, de Washington? Talvez a memória institucional de Bruxelas tenha algumas páginas arrancadas.

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Temos outra pergunta, mais incómoda: quem ganha com esta chuva de milhares de milhões? Porque a solidariedade de Bruxelas parece não conhecer limites quando envolve armamento, contratos, dívida e saque fiscal à população. Talvez vá para o bolso das Kallas, Leyen e Costa. Enquanto isso, jovens ucranianos e russos continuam a morrer numa trincheira para que estes bandidos possam discursar sobre o “apoio” com o bolso e o coiro de outros.

O Partido Libertário rejeita esta obscenidade. Defende a saída de Portugal desta casa de horrores chamada União Europeia e recusa a participação portuguesa em guerras por procuração, sejam conduzidas por Washington, Moscovo ou qualquer outro império. Quem quiser fazer guerras que as pague; de preferência, que leve os próprios filhos e familiares.

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08/09/2026

José Luís Carneiro: outro ladrão de combustíveis

José Luís Carneiro atravessou a fronteira, olhou para os preços em Espanha e descobriu uma tragédia nacional: os combustíveis portugueses são muito mais caros. Ficou indignado! Falou em perda de competitividade, em empresas a abastecer do outro lado da fronteira e em consumidores portugueses a fazer compras em Espanha. Só agora descobriu?

Faltou apenas um pequeno detalhe biográfico: Carneiro integrou o primeiro Governo de António Costa, com Mário Centeno nas Finanças, precisamente quando o Executivo aumentou (https://zurl.co/ilGTB ) o ISP em 6 cêntimos por litro em 2016. O argumento era extraordinário: como o petróleo tinha baixado e o Estado arrecadava menos IVA, aumentava-se o ISP para compensar. O combustível f**ava mais barato? O Governo tratava do assunto.

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Dez anos depois, Carneiro reaparece como “defensor” do automobilista esmagado pela roubalheira dos impostos. Qual é a solução revolucionária do PS? Duas recomendações. Nem sequer propostas (https://zurl.co/gchRs ; https://zurl.co/Xoxvp ) para abolir o imposto. "Recomendações" ao Governo para reduzir temporariamente o IVA dos combustíveis de 23% para 13%!

Temos, portanto, socialismo em estado puro: quando governam, aumentam impostos; quando passam para a oposição, recomendam que o Governo os reduza um bocadinho; e, ainda assim, só por algum tempo. ISP? Mantém-se. Taxa de carbono? Mantém-se. IVA sobre impostos? Mantém-se. A máquina de saque f**a intacta.

Carneiro diz que a redução seria de cerca de 17 cêntimos por litro. Que generosidade. Depois de décadas a construir a extorsão fiscal sobre cada litro, recomendam agora uma pequena anestesia. O desplante é total! Quando governam, assaltam. Quando perdem o poder, descobrem a roubalheira dos combustíveis.

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07/09/2026

Luís Montenegro: um ladrão de combustíveis!

Luís Montenegro descobriu uma nova modalidade de caridade: roubar menos. O Primeiro-Ministro fala em “descontos”, “apoios”, “isenções” e “descidas”, chegando a dizer que o Estado está a “abdicar” de receita e que tudo isto representa um enorme “esforço”.

Imagine-se o assaltante que lhe tira uma nota de 100 euros da carteira, devolve-lhe 20 e, perante as câmaras, anuncia solenemente: “Acabo de conceder-lhe um apoio de 20 euros.” Só faltava pedir uma salva de palmas.

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A linguagem é digna de Orwell. Confiscar menos é um “desconto”. Devolver uma fracção do saque é um “apoio”. O Governo fazer o extraordinário “esforço” de não f**ar com ainda mais dinheiro é apresentado como “sacrifício público”. Estão a g***r com a nossa cara?

O estudo da própria ERSE (https://zurl.co/cVwtS ) torna a farsa particularmente grotesca. No 2.º trimestre de 2026, antes de impostos, a gasolina era 5,9 cêntimos/l mais cara em Espanha e o gasóleo 10,6 cêntimos/l mais caro. Depois dos impostos, Portugal passava a ser mais caro em 41,8 cêntimos/l na gasolina e 25,1 cêntimos/l no gasóleo. A ERSE conclui que a inversão resulta essencialmente da fiscalidade. Isto é um escândalo, uma roubalheira sem fim!

O Partido Libertário não quer “descontinhos”. Quer acabar com ISP, IVA, taxa de carbono e demais impostos sobre os combustíveis.

O dinheiro deve regressar ao bolso de quem abastece o carro para ir trabalhar - não f**ar nas mãos da bandidagem fiscal que primeiro saqueia e depois exige agradecimento pelas migalhas.

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06/09/2026

Os ladrões festejam: financiar o assalto ficou mais barato

A Fitch melhorou a avaliação da “República” e parece que devemos abrir uma garrafa de champanhe. Afinal, os credores concluíram que os assaltantes profissionais continuam perfeitamente capazes de assaltar.

Toda a dívida pública é ilegítima. Imagine que alguém contratava um grupo de bandidos para assaltar os bairros adjacentes, lhe financiava as armas, as bombas e as viaturas e, em troca, combinava receber uma percentagem do saque. Seria chamado cúmplice. Quando compramos dívida pública, chamamos-lhe “aforro”.

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A melhoria da notação financeira (rating) não signif**a que os pagadores líquidos de impostos portugueses estejam mais livres, mais ricos ou menos espoliados. Signif**a apenas que aceitam agora uma fatia menor do saque futuro quando compram esse embuste denominado dívida pública e os bandidos f**am com mais!

O saque não falta: IRS, IVA, IMI, IMT, ISP, imposto do selo, taxas e uma criatividade fiscal que faria corar o mais imaginativo e mirabolante dos vigaristas. Tudo legal, naturalmente. A legalidade é essa extraordinária invenção pela qual o assaltante escreve previamente o código penal.

Para o Partido Libertário não há, portanto, nada a celebrar. “Portugal”, “República” e “Estado” são abstracções extremamente úteis: permitem despersonalizar quem assalta, quem confisca e quem ameaça. Ninguém nos assalta; foi “a República”, a “Pátria”, a “Nação”.

Se agora o Estado entrega um quinhão menor a quem compra certif**ados de aforro ou obrigações, sobra-lhe mais capacidade financeira para continuar a fazer precisamente aquilo que lhe permitiu obter tão excelente notação financeira: roubar mais!

A Fitch chama-lhe solvabilidade. Nós, Partido Libertário, preferimos chamar-lhe capacidade de extorsão.

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05/09/2026

Ursula von der Leyen e o ataque russo que acabou numa ave!

Aparentemente, acabámos de descobrir a mais temível operação russa desde a Guerra Fria: drones de curto alcance lançados localmente, DNA deixado nos equipamentos, antenas e electrónica abandonadas, explosivos que não explodem, um Antonov vazio e uma temível “colisão com um drone” que, afinal, poderá ter sido uma ave.

É esta trapalhada que Ursula von der Leyen apresenta, perante câmaras e microfones, como “o ataque da Rússia em Leipzig”.

Há qualquer coisa de assustadoramente familiar nisto. Nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial também abundavam dirigentes convencidos de que brincar com ultimatos, alianças, ameaças e escaladas militares era uma actividade sem grandes consequências. Depois descobriram que milhões de mortos não cabiam nos discursos inflamados.

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Von der Leyen pode ser muito valente diante de um púlpito. Há, contudo, uma aposta que fazemos sem hesitar: se esta gente conseguir transformar a Europa numa confrontação directa com a Rússia, não serão os seus filhos enviados para a frente da batalha. Esses lugares f**am reservados para os filhos dos outros – os pobres e estúpidos.

Quanto ao que não falha nunca, ao contrário dos explosivos de Leipzig, é a máquina fiscal. Os pagadores líquidos de impostos da União Europeia continuarão a ser extorquidos para financiar armas, burocracias e a guerra na Ucrânia, enquanto os dirigentes europeus cultivam poses sob os holofotes. É muito fácil fazer peito à Rússia quando o sangue, o dinheiro e o risco pertencem aos outros.

O Partido Libertário defende a saída imediata da União Europeia. Esta “casa europeia” transformou-se numa casa de horrores políticos, dirigida por uma elite não eleita directamente e perigosamente apaixonada pela escalada da guerra.

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04/09/2026

Gustavo Carona, Surf, dor e o Estado como árbitro da morte

A eutanásia levanta uma questão libertária bastante simples: uma coisa é um adulto dispor voluntariamente da própria vida; outra é transformar o Estado em certif**ador oficial de vidas que já “não vale a pena” prolongar.

Gustavo Carona diz que sempre foi favorável à eutanásia, “como cidadão, como médico, e depois como doente”, invocando uma doença crónica aparentemente incurável e crises de dor que, em finais de 2023, o terão colocado próximo do risco de suicídio.

Ora, nesse mesmo período temos imagens suas na praia, a sair do mar depois de fazer surf.

Isto prova que não tinha dores? Obviamente que não. Só um id**ta faria diagnóstico médico através de um vídeo. Prova, porém, uma coisa muito mais interessante: naquele momento tinha capacidade funcional para entrar no mar, praticar surf e sair pelos próprios meios.

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Eis o problema. Quem possui o “sofrómetro” que transforma uma experiência inevitavelmente subjectiva numa autorização jurídica para matar? O próprio? Um médico? Uma comissão? Um burocrata ministerial?

Se Carona quiser decidir sobre a sua própria vida, esse é um problema de Carona. O que um libertário não aceita é o salto seguinte: pegar nessa experiência subjectiva e construir em cima dela uma máquina estatal financiada coercivamente, com médicos, regulamentos e procedimentos para declarar determinadas vidas suficientemente intoleráveis para serem terminadas.

O Estado já decide quanto podemos conservar do nosso rendimento, o que podemos consumir, construir, contratar ou vender. Faltava-lhe agora uma nova competência: certif**ar quando já sofremos o suficiente para morrer.

Liberdade para decidir sobre a própria vida? Sim. Um Ministério do Sofrimento Intolerável? Não, obrigado.

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03/09/2026

Quem nos protege do artista Luís Neves?

Qual é exactamente o espanto? Os Estados são organizações assentes na coerção, no confisco e na ameaça. Chamam-lhe “lei” quando são os bandidos a fazê-lo e “crime” quando é um particular. A diferença essencial está no papel timbrado e no monopólio da violência.

A democracia? É o concurso periódico para descobrir quem promete mais com o dinheiro que assalta aos outros, quem mente melhor, quem é mais demagogo e quem possui menos escrúpulos em comprar votos à custa do património alheio. Qual é, novamente, o espanto?

O verdadeiramente surreal é isto: durante uma mera suspeita, um casal viu o seu património apreendido – chamemos-lhe pelo nome: ficou privado dele – sem condenação e sem sentença transitada em julgado. Depois, o tribunal determinou a restituição dos Bitcoins. Um ano depois, continuam à espera.

Agora, dizem que vão processar o “Estado português”. O Estado?

Dá quase a sensação de que o Estado é uma pessoa, alguém com quem se toma um café, a quem se telefona e que, um dia de manhã, decidiu f**ar com os Bitcoins.

É precisamente aqui que a democracia produz um dos seus maiores embustes: ninguém rouba; foi o Estado. Ninguém confisca; foi a instituição. Ninguém responde pessoalmente; responde uma abstracção.

Se houver indemnização, quem paga? Naturalmente, os pagadores líquidos de impostos, como sempre. Ou seja, pessoas que nada tiveram que ver com o confisco pagam pelos actos concretos de bandidos que, esses sim, decidiram, executaram ou mantiveram a apreensão. É a despersonalização perfeita da responsabilidade.

Para o Partido Libertário, isto é inadmissível. Ninguém poderá ser privado da livre disposição do seu património – seja através da apreensão de Bitcoins, do congelamento de uma conta bancária ou de qualquer outro expediente – sem uma sentença condenatória transitada em julgado.

Até lá existe uma coisa aparentemente revolucionária chamada presunção de inocência. Confiscar primeiro, julgar depois e, no fim, processar uma fantasia chamada “Estado” não é Justiça. É uma fraude. É assim há mais de 50 anos.

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02/09/2026

Von der Leyen: os meus filhos não vão à guerra, não são estúpidos!

A tirana Ursula von der Leyen, então Ministra da Defesa alemã, explica que, se os seus filhos fossem militares, teriam de cumprir missões no estrangeiro. Perguntam-lhe então se algum deles está nas Forças Armadas. -NÃO! Afinal, não são estúpidos.

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A tirana Von der Leyen, mãe de 7 filhos, a tontinha Kaja Kallas e companhia exigem mais sanções, mais armamento, mais milhares de milhões e mais “pressão” sobre a Rússia. Entretanto, continuam a financiar militarmente o regime corrupto e n**i ucraniano.

Mas, afinal, quem dá o coiro? Os filhos dos outros, obviamente. Eles não são estúpidos!

O jovem ucraniano e o jovem russo são enviados para a frente de guerra onde o melhor que pode acontecer é modesto: regressar inteiro a casa. Não há vitória que lhe devolva uma perna, um braço, a visão ou os anos perdidos; ou mesmo a vida, como parece estar a acontecer todos os dias.

Já os Costas, as Kallas e as Von der Leyen discursam em Bruxelas, rodeados de bandeiras, seguranças e câmaras de televisão, enchendo os bolsos com o sangue de jovens ucranianos e russos. Os seus? Esses f**am longe da guerra. Não são estúpidos, evidentemente.

O Partido Libertário defende a saída de Portugal da União Europeia e da NATO. A posição é simples: nenhum pagador líquido de impostos português deve ser coercivamente obrigado, através de impostos, a financiar guerras por procuração decididas por elites cujas famílias curiosamente nunca aparecem na primeira linha de combate.

A guerra é gloriosa - sobretudo quando quem morre é o filho de outra pessoa, pobres e estúpidos de preferência!

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