PSD Porto da Cruz

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28/05/2026

“Regulamento das Bolsas de Estudo em Machico contempla apoios manifestamente insuficientes”, assume vereação do PSD

Os Vereadores do PSD votaram, ontem, contra mais uma proposta de alteração ao Regulamento de Apoio Social e Atribuição de Bolsas de Estudo da Câmara Municipal de Machico, por considerarem que o documento apresentado não garante uma resposta justa, equilibrada e verdadeiramente solidária para os estudantes e as famílias do concelho.

Em causa, explicam, “está, por exemplo, o facto deste regulamento não assegurar o pagamento das bolsas durante os doze meses do ano, ignorando que os encargos das famílias se mantêm, também, durante os períodos de interrupção letiva e que qualquer apoio social carece de ser contínuo e permanente, pois é isso que confere e garante, aos seus beneficiários, estabilidade e segurança”.

Paralelamente, os Vereadores do PSD defenderam que o valor mínimo da Bolsa de estudo deveria ser fixado em, pelo menos, 150 euros mensais para todos os beneficiários, considerando que essa é uma medida de justiça e valorização do percurso académico dos jovens. Aliás, frisam, também seria importante que se distinguissem diferentes realidades socioeconómicas, majorando este valor desde que destinado aos estudantes provenientes de agregados familiares mais carenciados.

“Tratar todos com igualdade de direitos não signif**a ignorar as desigualdades sociais existentes. Quem mais precisa deve receber mais apoio”, defendem os vereadores social-democratas, deixando claro que os regulamentos sociais devem ser instrumentos efetivos de coesão e justiça social e, não, soluções limitadas por critérios meramente financeiros que acabam por penalizar os jovens e as famílias que mais necessitam do apoio público.

“Entendemos que a proposta do Executivo f**a muito aquém daquilo que o concelho e os seus jovens merecem e precisam, sendo de lamentar que, também aqui, a autarquia não avance em respostas mais justas e solidárias a quem mais precisa”, concluem os Vereadores do PSD.

23/05/2026
21/05/2026
20/05/2026

Após pressão do PSD/Machico, Câmara avança com reabilitação do Parque de Água de Pena

O PSD/Machico congratula-se pelo anúncio da Câmara Municipal de Machico relativo à reabilitação do Parque Desportivo de Água de Pena, uma intervenção há muito reivindicada pela população e sucessivamente defendida pelo PSD/Machico ao longo dos últimos anos.

A obra, agora anunciada pelo executivo municipal, contempla a criação de um novo ginásio e representa um investimento municipal na ordem dos 400 mil euros. Apesar de considerar que este valor continua insuficiente para uma requalif**ação profunda e abrangente de todo o parque desportivo, entende que este é um primeiro passo positivo e um reconhecimento claro da necessidade urgente de intervenção naquele espaço.

Importa recordar que o PSD/Machico tem vindo, de forma persistente, a alertar para o estado de degradação do parque e para a importância deste equipamento para os jovens, clubes, famílias e população em geral. A pressão política exercida pelo PSD, aliada à voz da população, acabou por obrigar o executivo camarário a agir.

Enquanto força política responsável e próxima das pessoas, o PSD/Machico continuará atento ao desenvolvimento desta intervenção, exigindo que o investimento não fique pela metade e que o parque venha a beneficiar de uma requalif**ação digna.

O desporto, os espaços públicos de qualidade e o bem-estar da população não podem depender de promessas adiadas nem de obras feitas apenas em período de maior pressão política. Machico merece mais, e o PSD continuará a lutar por isso.

20/05/2026

Após pressão do PSD Machico, a Câmara Municipal de Machico avança finalmente com a reabilitação do Parque de Água de Pena.

Apesar de o investimento anunciado não resolver todas as necessidades do espaço, este é um passo importante para o parque desportivo e para todos os que utilizam aquele espaço.

O PSD Machico continuará a acompanhar esta intervenção e a lutar por mais e melhores condições para a nossa população.

14/05/2026

Vereadores do PSD lamentam chumbo do Executivo Municipal à proposta de requalif**ação urgente da Rua da Torre, em Machico

Os Vereadores do PSD eleitos à Câmara Municipal de Machico apresentaram, na reunião desta quinta-feira, uma proposta de recomendação para a requalif**ação integral da Rua da Torre, uma via estruturante que se encontra atualmente em estado de acentuada degradação e desorganização funcional.

Uma proposta que, chumbada pelo Executivo socialista, “relega, uma vez mais e para segundo plano, a melhoria das condições de circulação e segurança desta via, para prejuízo de todos aqueles que dela usufruem”, critica a vereação Social-democrata, alertando e insistindo na necessidade urgente desta intervenção “num espaço urbano que apresenta problemas graves ao nível da mobilidade e da segurança, nomeadamente o mau estado do piso rodoviário, a ausência de passeios pedonais contínuos, o estacionamento desorganizado e a falta de sinalização horizontal adequada”.

Aliás, sublinham, os constrangimentos que existem nesta Rua já podiam estar resolvidos há muito se não fosse “a inação do Executivo Municipal e a sua total incapacidade de acompanhar, perceber e corresponder às necessidades que existem” e é lamentável que a autarquia, “ao invés de aprovar aquela que é uma solução positiva para todos, prefira adiar o problema, sobretudo num contexto de crescente pressão urbanística naquela zona do concelho, com o aumento signif**ativo de habitação e circulação automóvel”.

Vereação Social-democrata que, ainda a este nível, lembra que a proposta chumbada pelo Executivo Municipal apontava para a elaboração urgente de um projeto que contemplava a repavimentação da via, a criação de passeios seguros, a reorganização do estacionamento e a melhoria da sinalização rodoviária. Também era defendido que fosse estudada uma solução técnica para melhorar a fluidez e segurança da circulação, podendo optar-se entre a implementação de um único sentido de trânsito ou a manutenção dos dois sentidos com criação de bolsas de estacionamento organizadas de forma regular ao longo da via.

“Lamentamos que o Executivo Municipal socialista tenha demonstrado, mais uma vez, a sua falta de planeamento e a sua incapacidade de responder às necessidades reais das populações, permitindo, pelo contrário, a degradação progressiva de várias vias urbanas e rurais, com impactos diretos na segurança de peões e condutores”, reforça, por fim, a vereação do PSD, defendendo que o concelho de Machico não pode continuar a crescer sem a correspondente qualif**ação do espaço público e das suas infraestruturas básicas.

14/05/2026

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I.P. (IHRU) abriu ontem 18 concursos para atribuição de 68 habitações por sorteio, no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). O prazo para apresentação de candidaturas decorre até ao próximo dia 22 de Maio.

08/05/2026

PSD sublinha que Machico “não nasceu para viver em gestão mínima”

Assinalando o facto das celebrações do Dia do Concelho de Machico se realizarem, este ano, num contexto particularmente simbólico para a Região, relacionado com a celebração dos 50 Anos da Autonomia regional e deixando claro que essa conquista foi determinante e decisiva para a Madeira que hoje conhecemos, a Líder da Assembleia Municipal do PSD, Eulália Remesso, destacou, hoje, na sua intervenção, a necessidade de Machico recuperar o seu rumo, de assumir uma outra liderança e, sobretudo, de dar mais e melhores respostas às necessidades da população.

“Neste dia, não podemos deixar de ressalvar que somos um concelho de gente trabalhadora, resiliente e profundamente ligada às suas raízes e que a história de Machico foi construída entre desafios, intempéries e superações que moldaram a nossa identidade coletiva e que justif**aram, durante anos, a celebração do dia do Concelho como momento de união e de reconhecimento”, disse a Líder da Assembleia Municipal, agradecendo, nesta ocasião, aos Machiquenses que vivem no concelho e aos que se encontram na Diáspora, sem esquecer os que serviram e lutaram em nome do País, todo o trabalho desenvolvido, ainda que tenha vincado ser essencial que existam para o futuro, “outra visão, ambição e capacidade de concretização, num concelho que se encontra estagnado, faltando uma estratégia mais ousada, mais ef**az e mais orientada para resultados”. Aliás, frisou, "Machico não nasceu para viver em gestão mínima. Machico nasceu para liderar”.

Eulália Remesso que, neste dia, fez questão de destacar a necessidade de resolver problemas há demasiado tempo adiados, nomeadamente as acessibilidades degradadas, a situação da Estrada da Queimada, o impasse do Forte de São João Baptista, a requalif**ação urbana nas nossas freguesias, a dinamização económica, a criação de emprego qualif**ado e o combate sério à crise da habitação que afeta tantas famílias e jovens.

Agradeceu, também, o trabalho desenvolvido pelos vereadores do PSD na Câmara Municipal de Machico num contexto muitas vezes marcado pela resistência à mudança e pela falta de respostas estruturais, assim como destacou a voz firme na defesa dos Machiquenses, apresentando propostas, fiscalizando com rigor e demonstrando que é possível fazer oposição com elevação, competência e espírito construtivo.�
Finalizou, por fim, a sua intervenção, com uma frase de Dom Tolentino Mendonça, “o futuro é uma página que se abre por dentro”. Cabe-nos a nós escrever essa página, com responsabilidade, com coragem e com visão."Machico é, e deve voltar a ser, uma terra de futuro."

30/04/2026

O Grupo Municipal do PSD votou contra as Contas do Município de Machico na Assembleia Municipal, apontando falhas processuais na instrução do documento, nomeadamente o envio de documentos “sem se encontrarem assinados nem aprovados em reunião de Câmara”, situação que, segundo o partido, s...

29/04/2026

Revogação de concurso ameaça um milhão de euros para as obras de restauro da Igreja Matriz de Machico

Esta quarta-feira vai a reunião de câmara uma proposta de revogação do procedimento de contratação para as obras de Recuperação das Coberturas e Conservação da Igreja de Nossa Senhora da Conceição – Igreja Matriz de Machico.

Uma revogação fortemente criticada pela vereação Social-democrata que, a este propósito, lembra já ter alertado, em tempo útil, para as fragilidades do processo, no sentido de evitar mais uma oportunidade perdida na preservação no Património de Machico.

“Infelizmente este desfecho não nos surpreende e apenas confirma que o processo foi conduzido sem o rigor exigido” afirmam, lembrando que, desde o início, levantaram dúvidas sobre a qualidade técnica das peças do procedimento e alertaram para lacunas que poderiam comprometer todo o concurso, avisos que, segundo dizem, foram ignorados pela maioria.

“Estamos perante um falhanço político que é grave e de uma situação que coloca em risco não só a requalif**ação de um dos edifícios mais emblemáticos do nosso concelho mas, também, o acesso a fundos comunitários, num contexto em que estes são cada vez mais escassos” acusam os vereadores do PSD, sublinhando que o município tem demonstrado uma “incapacidade reiterada” na gestão de processos de contratação pública e na captação de financiamento comunitário. Mais grave ainda, apontam, é o facto de o procedimento agora revogado poder indiciar uma preparação deficiente desde a origem, com um caderno de encargos incompleto e incapaz de garantir transparência e igualdade entre concorrentes.

“Este retrocesso não é apenas um contratempo técnico e administrativo, é, uma vez mais, a demonstração da falta de rigor e de amadorismo político que coloca em causa a integridade e a preservação de um dos monumentos mais emblemáticos da nossa terra e a prova da incapacidade deste Município, de há uns anos a esta parte, em captar fundos comunitários para obras de interesse para Concelho de Machico”, reforçam, ainda, os Vereadores Social-democratas, deixado claro que, com um prazo de apenas 90 dias para concluir o procedimento após a aprovação da candidatura, “Machico arrisca-se a perder uma oportunidade considerada única para avançar com uma intervenção há muito aguardada”.

Exigindo responsabilidades políticas e apelando a uma rápida correção do processo, de forma a evitar que o financiamento se perca definitivamente, a vereação do PSD conclui afirmando que a preservação do património “não pode continuar refém de erros básicos e de decisões mal preparadas” e vincam que o caso da Igreja Matriz é mais um exemplo de uma gestão que “falha onde mais importa: na defesa dos interesses do concelho”.

Executivo falha investimento e governa sem estratégia

A outro nível e também nesta reunião de câmara, os vereadores eleitos pelo PSD irão votar contra a Prestação de Contas de 2025, denunciando o que consideram ser um retrato claro de ineficácia, falta de execução e ausência de rumo estratégico, por parte do Executivo municipal.

“Os números demonstram uma realidade preocupante e confirmam que, apesar de existir capacidade financeira, o Município falhou naquilo que é essencial, que é investir e melhorar a vida dos munícipes” frisam, assinalando que a execução da despesa de capital ficou-se pelos 65%, revelando uma incapacidade gritante de transformar orçamento em obra e promessas em resultados.

“Não é aceitável que, com recursos disponíveis, o Executivo deixe por concretizar investimentos fundamentais para o desenvolvimento do concelho”, critica o PSD, apontando que a execução global da despesa não foi além dos 81% e que há um aumento expressivo da despesa corrente, com especial incidência nos gastos com pessoal e serviços externos, sem que tal se traduza numa melhoria efetiva dos serviços públicos.

Paralelamente, fundamentam os vereadores, e apesar de o Município apresentar uma situação de tesouraria confortável, com mais de 3,5 milhões de euros em caixa, “esta é uma folga enganadora, resultante da não execução de investimento e do aumento de transferências externas, ou seja, é uma liquidez à custa da inação” que não corresponde ao esforço fiscal dos munícipes, superior a 6,6 milhões de euros.

Para o PSD, ficou por fazer uma política mais ambiciosa, que poderia ter passado pelo alívio da carga fiscal, com a redução do IMI e devolução do IRS e pelo reforço de apoios sociais, nomeadamente aos estudantes do ensino superior.

“Estas contas não refletem boa gestão, refletem falta de ambição e incapacidade de execução, conclui a Vereação social-democrata, justif**ando assim o seu voto contra.

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