Assumimos a candidatura à Comissão Política - PSD Portimão

Assumimos a candidatura à Comissão Política - PSD Portimão A. Jorge Boto das Neves
Página da Candidatura à Comissão Política de Secção do PSD de Portimão
UNIR - REFORMAR - CREDIBILIZAR

Unir
• Promover a União interna do partido, visando a aproximação dos militantes às estruturas de decisão;
• Estar atento às preocupações dos cidadãos e da comunidade, com o objetivo de encontrar as soluções adequadas e ajustadas às fragilidades detetadas
Reformar
• Dotar o Partido de condições quantitativas (meios) e qualitativas (pessoas) para a prossecução da sua missão e dos seus objetivos;

Estabelecer critérios de atuação em que o Partido de forma planeada e calendarizada comunica com interior e exterior
Credibilizar
• Cumprir escrupulosamente as diretrizes programáticas do Partido adequadas à nossa realidade local e regional;
• Assumir a identidade do Partido em defesa da comunidade local, através de uma atuação coordenada com todos os membros eleitos e de todas as estruturas do Partido existentes e/ou a criar, em que o Partido deve estar representado.

10/10/2014



“ Ainda sobre a Desprotecção Civil “

Caros companheiros,
Ainda sobre a taxa de protecção civil:
O executivo em funções, que em modo de populismo político, tem procurado demarcar-se do anterior ( apesar que da mesma força partidária ) aplica, sem questionar, uma lei por este aprovada.
Uma taxa que se encontra calculada com base numa despesa da protecção civil apresentada em termos genéricos. Com montantes que se reportam ao ano civil de 2011.

Os fundos que se pretendem haver com a taxa vão ser exactamente utilizados para quê?

Toma-se por base, no cálculo da taxa a aplicar, um activo patrimonial tributário à luz de valores também reportados ao ano de 2011, quando de lá para cá número relevante das matrizes prediais foram actualizadas para mais. Nem todos os prédios respondem a uma taxa de 0,02%. Todos os prédios com valor patrimonial tributários inferior a 25.000,00 euros são taxados em medida superior. Está prevista majoração da taxa para casos de reconhecida evidência de risco acrescido, mediante deliberação da Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal.
Logo, a taxa nos moldes em que está a ser aplicada irá necessariamente arrecadar receita superior aos 1.004.841 euros que o executivo anuncia como necessários para cobrir a respectiva despesa.

E isto sem considerar os casos de aplicação de majoração da taxa. Esta majoração, tanto quanto sei, não foi ainda aplicada. Relega-se para momento posterior os que produzem maior risco, arrecada-se de imediato junto daqueles que, já com tanta dificuldade, enfrentam o pagamento de IMI a uma taxa máxima.
Questões relevantes, além de outras, que não vi expressamente dirigidas e esclarecidas. Nem em período de apreciação pública, nem posteriormente.

Por uma actuação política consciente, coerente, empenhada e séria; Para dignificar o PPD/PSD Portimão; Para merecer a confiança dos militantes e dos portimonenses, assumi a candidatura à Comissão Política à Secção do PSD de Portimão.

Vamos mudar Portimão
A. Jorge Boto Das Neves

10/10/2014



“ Desprotecção Civil “

Caros companheiros,
A candidatura à Comissão Política à Secção do PSD de Portimão, por mim encabeçada, não pode deixar de pronunciar-se sobre o profundo mau estar geral que impera neste Município por via da cobrança da taxa municipal de protecção civil. As circunstâncias que rodearam a aprovação desta taxa e os critérios subjacentes à sua criação e implementação ilustram, de resto, um modo de fazer política que a minha candidatura fortemente repugna.
Permitam-me, a este respeito, e face a alguma informação discrepante que tem sido veiculada, uma resenha histórica alicerçada nas actas da Câmara Municipal e da Assembleia Municipal:
Em 9 de Maio de 2012, em reunião extraordinária da Câmara Municipal de Portimão, foi deliberado aprovar, por unanimidade de todos os vereadores presentes, um projecto de regulamento da taxa municipal e respectiva fundamentação económico-financeira (deliberação 252/12), seguindo-se, por imperativo legal, a submissão à apreciação pública deste projecto ( vide acta 11/2012 de Reunião da Câmara Municipal).

Em 13 de Novembro de 2012, em reunião extraordinária da Câmara Municipal de Portimão, é aprovado, por maioria, o Regulamento da Taxa Municipal de Protecção Civil e respectiva fundamentação económico-financeira, com 5 votos a favor do PS e 2 votos contra do PPD/PSD (vide deliberação 665/12, da acta 27/2012 da Reunião de Câmara ). Conforme vem reflectido nesta acta, em período de audiência pública pronunciou-se, apenas, uma sociedade defendendo a ilegalidade e inconstitucionalidade desta taxa, argumentos ali expostos e que foram contestados.

Em 29 de Novembro de 2012, em sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Portimão, é posta à discussão e votação o dito regulamento, que vem a ser aprovado por maioria, com 15 votos a favor do PS, abstenção do CDS-PP, e votos contra do PPD/PSD, BE e CDU ( vide acta 10/2012 da Assembleia Municipal).
Após as eleições autárquicas tidas lugar em 2013, em reunião de Assembleia Municipal realizada em 19 de Dezembro de 2013, é aprovada a proposta de alteração ao Regulamento da Taxa da Protecção Civil que constava da deliberação da Câmara com o nº 743/2013. Votaram a favor os membros do PS e do Servir Portimão, abstiveram-se os membros do PPD/PSD e votaram contra os membros do BE e CDU ( vide acta nº11/2013 da Assembleia Municipal ).

Esta alteração respeitou apenas à modificação da data prevista para a respectiva cobrança, inicialmente prevista para Fevereiro.
Está a decorrer o prazo de pagamento da taxa de protecção civil, a qual se tornou agora conhecida da generalidade dos munícipes, por via do recebimento da carta de cobrança.
Em completa transparência cumpre aqui, caros companheiros, dizer que os votos contra que o nosso PPD/PSD endereçou na Assembleia Municipal que aprovou o Regulamento da Taxa (29/11/2012), não eram contra a taxa propriamente dita, mas sim contra os critérios utilizados na sua aplicação.
As várias forças dos diferentes quadrantes políticos ( com excepção do PS naturalmente ) insurgem-se, agora, de forma expressiva, em plena praça pública, contra a taxa. Alegam a sua inconstitucionalidade; Propõem a sua suspensão imediata; Sugerem a formação de grupos de trabalho; Incentivam a manifestação dos portimonenses.

Uns estiveram presentes nos órgãos representativos do município do anterior mandato, aquando da tomada das deliberações descritas. Em quase dois anos de conhecimento directo desta realidade não extraíram consequências das suas discordâncias.
Os que no presente mandato são confrontados com um regulamento aprovado, também não actuaram a sua oposição.
São agora arrastados a “trabalhar” e a exercer o papel de verdadeira oposição, perante o descontentamento manifesto dos portimonenses, civis desprotegidos por aqueles que elegeram.
Quem não se adequou a prestar adequadamente o papel de opositor político, não merece a confiança dos militantes e dos portimonenses para ingressar nos órgãos representativos do município.

Companheiros, não me revejo nesta actuação política, mas não me limito a contestá-la. Presto-me a fazer diferente, e por isso a minha candidatura. Os que estão comigo acompanham-me na vontade e determinação.

Por uma execução nova dos princípios e valores sociais democratas de sempre!

A. Jorge Boto Das Neves
Candidato à Comissão Politica PSD Portimão

06/10/2014



Mudar é uma urgência!

Que bom seria se existisse visão, planeamento, organização, e uma capacidade de empreender por parte de todos os agentes locais. O setor turístico continua sem visão, e os poderes públicos locais incapazes de fomentar e trabalhar uma política orientada para a criação de riqueza. O Mar é um recurso estratégico. Há décadas que se fala na potencialidade do rio e do mar aqui no nosso município. O maior problema não é a dívida. Uma cidade estruturada para receber mais de 750 000 visitantes, não pode subsistir com 45 000 habitantes durante 10 meses por ano, onde sensivelmente metade dos habitantes são reformados e jovens, a outra metade, metade são desempregados e o restante trabalha para pagar a "estrutura".

O maior problema é a incapacidade de pensar, planear, organizar e empreender. Quebrar com este "poder" instituído em "sistema, formal e informal".

A mediocridade grassa!
Os partidos políticos onde há mais de 35 anos subsistem os caciques e novos aprendizes de cacique. Nenhuma empresa sobrevive com mediocridade. Continua a subsistir uma mentalidade revolucionária, achando que é através da contestação popular que se produzem resultados efetivos. Afinal de contas a democracia tem existido, os caciques e os líderes existem porquê? Os líderes autárquicos hoje nem indígenas são, os líderes partidários quando são naturais da terra estão ao serviço de quê, e de quem? Dos munícipes não são!

A grande revolução tem que partir dentro das instituições. Para isso é necessário coragem, querer. Num momento de iminente rotura é necessário manter os pés na terra, e os cidadãos que querem política com verdade, seriedade e ao serviço dos interesses das populações, assumirem que é preciso mudar, mudando o seu discurso a sua atitude e o seu comportamento, pois só assim obrigam os políticos a mudar!

Unir, Reformar, Credibilizar
Portimão vai Mudar

Candidato à Comissão Politica PSD Portimão
A. Jorge Boto Das Neves

29/09/2014



Caros companheiros,
Esta candidatura à Comissão Política à Secção de Portimão define-se como totalmente independente de todos e quaisquer interesses, salvo os que respeitem a identidade e a matriz social-democrata e os superiores interesses de Portimão. Temos objectivos, um plano político e uma estratégia de governação para a recuperação e desenvolvimento do concelho de Portimão.
Assim, passamos a divulgar os princípios orientadores da nossa acção política:
Unir
• Promover a União interna do partido, visando a aproximação dos militantes às estruturas de decisão;
• Estar atento às preocupações dos cidadãos e da comunidade, com o objectivo de encontrar as soluções adequadas e ajustadas às fragilidades detetada
Reformar
• Dotar o Partido de condições quantitativas (meios) e qualitativas (pessoas) para a prossecução da sua missão e dos seus objetivos;
• Estabelecer critérios de actuação em que o Partido de forma planeada e calendarizada comunica com interior e exterior;
Credibilizar
• Cumprir escrupulosamente as diretrizes programáticas do Partido adequadas à nossa realidade local e regional;
• Assumir a identidade do Partido em defesa da comunidade local, através de uma actuação coordenada com todos os membros eleitos e de todas as estruturas do Partido existentes e/ou a criar, em que o Partido deve estar representado;
Respeito
• Aceitar as diferenças enquanto Partido Plural; ao espirito de militância fazer corresponder a disciplina interna dos seus membros;
• Assumir como prática o respeito pelas instituições, sem hipotecar a nossa identidade humanista;
Afirmação
• Fazer corresponder a dimensão regional e nacional do Partido à nossa realidade local;
• Traduzir a acção política da secção em voz própria, identitária, dissociada de outros interlocutores políticos exteriores;
Confrontação
• Aceitar o confronto como salutar desde que em sede própria, em respeito pelas estruturas e pela orgânica funcional;
• Enfrentar o poder instalado para informar e afirmar as nossas ideias;
Valorização
• Instituir o mérito, a responsabilidade e o profissionalismo como requisitos para uma representação política credível;
• Estar presente e afirmar a nossa política em todas as representações e acções do Partido na sociedade;
Comunicação
• Informar antecipadamente os militantes, os representantes políticos e membros eleitos pelo Partido, de todas as acções onde a sua participação seja requisitada;
• Informar a sociedade de toda a realidade onde a acção politica esteja presente, de uma forma organizada, planeada e sustentada;
Participação
• Fazer compreender e empreender a acção à militância;
• Alargar a participação do nosso Partido às diferentes organizações da sociedade civil;
Dinamização
• Planear a acção política por forma a corresponder à duração do mandato e desenvolver uma metodologia de trabalho adequado à nossa missão;
• Estar presente.
Saudações Sociais-Democratas,
A. Jorge Boto Das Neves

29/09/2014

Esta é uma candidatura de gente que é Portimonense e do PSD. Nenhum de nós tem um passado de partidocracia nem de funcionalismo.
Não dependemos de ninguém. O tacho que pretendemos dar aos portimonenses será servido com trabalho. Não nos identificamos com o passado nem com as alternativas que representam o mesmo passado hoje e que conduziu ao atual estado em que vive o nosso município.
Ajudem-nos a mudar Portimão.
Portimão têm futuro porque

PORTIMÃO VAI MUDAR!

A. Jorge Boto das Neves
Página da Candidatura à Comissão Política de Secção do PSD de Portimão
UNIR - REFORMAR - CREDIBILIZAR

Hoje em Faro, na sede do PSD - AlgarvePORTIMÃO VAI MUDAR!Momento de oficialização de candidatura de A. Jorge Boto das Ne...
26/09/2014

Hoje em Faro, na sede do PSD - Algarve

PORTIMÃO VAI MUDAR!
Momento de oficialização de candidatura de A. Jorge Boto das Neves à Comissão Politica do PSD, secção de Portimão.

Pelo PSD, por Portimão.
UNIR-REFORMAR-CREDIBILIZAR

23/09/2014



Militância partidária e formal versus vida cívica e militância informal

O título deste artigo decorre de algum incómodo fundamental e cívico que vim avolumando, em especial, após ter decidido integrar-me na «vida política activa».
A minha participação no último processo eleitoral autárquico – candidato ao executivo da Câmara Municipal de Portimão, constitui o ponto de partida para esta breve reflexão, obviamente de natureza pessoal e política, sobre alguns factores que se me afiguram como matéria relevante (ou contributo) para o que se pretende com a participação individual na vida cívica, colectiva, formal e em estruturas decisoras do bem comum.

Os momentos em que os partidos e organizações políticas afins decidem grande parte das respectivas estratégias e, de igual forma, decidem quem os representará durante os tempos imediatos, pelo menos. De igual forma, por força da nossa organização política nacional, constitucional, a resultante destas reuniões políticas, conjugadas com os resultados eleitorais que lhes são sucedidos, determina a configuração da gestão administração política do Estado, designadamente ao nível legislativo e executivo (Assembleia da República e Governo), das autarquias locais ou da própria representação dos portugueses no Parlamento Europeu.
Esta é a base constitucional, geral, da relação entre os representantes políticos face ao todo eleitoral do nosso país.
Porém, como se constata, não podemos ignorar os progressivos aumentos das taxas de não participação, quer na vida dos partidos, quer nos próprios processos eleitorais.

Verificamos, portanto, que o modelo ou as estratégias que se vêm utilizando não permitem inverter o sentido dessa desmobilização formal dos cidadãos face à participação na gestão e construção do bem e destinos comuns. E, arrisco a dizer que este é um traço comum a todas as forças partidárias – umas mais que outras, mas, todas elas, sofrendo de semelhante enfermidade.
Em sentido contrário parecem evoluir os níveis de desagrado dos cidadãos. Isto é, constata-se uma fortíssima dissonância entre as pessoas e a generalidade da estrutura (e conjunturas) da vida pública – quer no plano nacional, quer em contextos localizados. O descrédito parece ter ocupado aquilo que, em condições regulares – de matriz republicana e democrática – deveria presidir: o diálogo, a inclusão ou, de uma forma genérica, a construção participada do dia-a-dia público e comum. Esta realidade informa-nos, sem equívocos, que há um progressivo sentido de não vontade das pessoas, na participação da vida colectiva. Quiçá, esta matéria constitua o maior factor de risco que o sistema democrático pode ter.

Esta matéria suscita uma breve apreciação sobre um conceito de enorme importância – entre muitos que se poderiam (ou podem) considerar: «Militância»!
Afinal de contas, o que é ser-se «militante»?
Este termo, de vasto âmbito semântico, pode remeter-nos para um – entre muitos – caminhos de reflexão sobre o que aqui venho desenvolvendo.

Como se sabe a «militância» não é um conceito reservado à condição de vínculo formal, seja ao que for. Pelo contrário, a «militância» decorre da disponibilidade individual para o exercício de um sistema de valores, centrado no próprio individuo.
Eu sou «militante» formal do Partido Social Democrata Como eu… somos milhares! Todavia, considero-me «militante» de causas. Por isso, aqui estou!
Com efeito, a ideia de «militância» continua a estar associada a um domínio formal, restrito, com parâmetros definidos… todavia, essa é apenas a «militância formal»! Não a única, e, nem por isso, a mais importante!

Ouve-se, com frequência, algum pânico ou prudência por parte de organizações político-partidárias, na incorporação de «independentes» nas suas fileiras! Como se esses «entes estranhos» pudessem mudar alguma coisa nas regras, geralmente muito fechadas e/ou limitadoras (e quem sabe, se não será mesmo possível e desejável!). Mas não é este nem o tempo nem o momento para reflectir sobre este importante ponto.
Na verdade, não deixa de constituir uma evidência que, grande parte da produção e organização das decisões sobre o bem comum, acaba por ficar limitada ao universo dos «militantes formais» e, nestes casos, sem que os «militantes informais», vulgarmente entendidos como «independentes» ou qualquer outro cidadão possam aplicar os respectivos direitos constitucionais de cidadãos portugueses.

Tenho consciência da importância dos partidos políticos, aliás, base estrutural e imprescindível da nossa organização democrática.
Neste momento da vida interna do PSD Portimão é sobre militância formal que deve incidir a minha reflexão. Na verdade grande parte dos militantes tem alguma dificuldade em expressar a sua atitude e comportamento com base no significado do termo.
Tornar-se militante significou, grosso modo um meio para procurar atingir um fim, e daí toda uma construção política distorcida por parte dos chamados “políticos” e os “militantes”. A vida política tem-se resumido a profissionais da política à procura de leigos na política a quem no momento do voto possam cativar com múltiplas pseudo promessas de forma a garantir uma eleição que lhes permita aceder a estruturas formais e informais mais elevadas.
Esta candidatura serve para quebrar este modo de operar.
Em contraste com um modo de fazer política, com pessoas que vem da sociedade civil, são militantes, mas não se revêm num sistema esclerosado e inquistado de mal formações. compadrios. e favores. caciquismos e manipulações permanentes, que conduziram à situação actual do município.

Há muitos anos que o município é governado pelo Partido Socialista.
Durante múltiplas eleições o PSD foi um partido perdedor. Hoje é um partido derrotado. Nem valores, nem política. Chegamos ao ponto de nos tornarmos uma força irrelevante na sociedade Portimonense, sem voz, sem participação e sem identidade.
Hoje, compete aos militantes reflectirem sobre o que foi a história passada e a mais recente, e perguntarem-se se querem realmente ser militantes no sentido mais nobre do termo.

Viva o PSD, viva Portimão.
Portimão vai Mudar
A. Jorge Boto das Neves

PORTIMÃO VAI MUDAR!
21/09/2014

PORTIMÃO VAI MUDAR!

20/09/2014


Sabias que…
A Liberdade, a Igualdade e a Solidariedade são os valores do partido PSD, os quais estão representados nas três setas ostentadas pelo símbolo do partido e que se traduzem nos seus princípios efectivos de acção política?
Um partido político une um grande grupo de pessoas que partilham uma ideologia e que defendem valores que lhes são comuns. Deste modo, faz sentido que, ainda que exista pluralidade de opiniões, qualquer diferença seja meramente político/social, excluindo desta quaisquer confrontos de índole pessoal. Acresce ainda que, “o partido PSD parte da dignidade da pessoa como fim último de actuação política”.

Será que não fará sentido, cada pessoa, una, ter a capacidade de promover um diálogo político verdadeiramente salutar? Parece-me que fará todo o sentido!
Com a consideração anterior, vimos mais uma vez promover uma União de um grupo forte, defensor de valores sérios, realçando a preocupação deste para com as pessoas.

Podemos afirmar que todo e qualquer grupo que se encontre organizado, tem maior capacidade para desenvolver e promover trabalho com qualidade, quer no seu interior, quer no exterior e será isso que defenderemos sempre.
Portanto, salientamos que a nossa preocupação não se resume a este grande grupo, mas sim a toda a colectividade, a um conjunto de pessoas, procurando-se incluir a defesa de causas sociais tendo em vista a melhoria da sua qualidade de vida e a saber: o combate ao desemprego que afecta um cada ver maior número de pessoas, e a minimização de necessidades primárias de um crescente número de famílias com rendimentos precários, sem esquecermos que também os jovens necessitam de mais oportunidades, pois serão eles o futuro do nosso País.

Por este motivo e pela defesa de causas, justas e com justa causa afirmamos:
Viva o PSD, viva Portimão.
Portimão vai Mudar

Diamantina Barnabé

15/09/2014

Caros companheiros,

A minha candidatura é a candidatura de um homem livre, de quem à muito aderiu ao partido, o PSD não é um partido em que alguns cultivam os seus pequenos feudos. Apelo ao voto na nossa candidatura, um grupo de pessoas que assentam a sua vontade em Rigor, Disciplina, Honestidade, Humildade, Trabalho e Desenvolvimento.

Unir, Reformar e Credibilizar, só desta forma se pode quebrar o ciclo de passividade e desalento que se vive e se sente nos militantes da Secção de Portimão do PSD. Retomar uma nova dinâmica reformista da Seção de Portimão, que seja suficientemente apelativa para a sociedade Portimonense e para a juventude e idosos em Particular.

Será necessário a paixão própria das novas causas e luta politica numa comunidade que atravessa problemas graves. Não faz parte no nosso ADN, a falta de visão, de missão, e de estratégia, que resultou nas últimas eleições autárquicas entregar o poder aos nossos adversários políticos obtendo um resultado desastroso sendo a 3.força politica eleita no concelho de Portimão.

Sabemos que a nossa equipa, terá oportunidade de desenvolver o projeto de recuperação e desenvolvimento para o concelho de Portimão, assim que a seção esteja com as condições de democracia interna e de legibilidade estatutária. Esta nunca será uma opção de divisão do partido, será sim um projeto no respeito pelos militantes, pela pluralidade interna, e pela união do Partido para o projetar como uma força política consistente e transformadora, com capacidade de incentivar uma nova energia, que á a esperança dos Portimonenses.

Unir
• Promover a União interna do partido, visando a aproximação dos militantes às estruturas de decisão;
• Estar atento às preocupações dos cidadãos e da comunidade, com o objetivo de encontrar as soluções adequadas e ajustadas às fragilidades detetadas

Reformar
• Dotar o Partido de condições quantitativas (meios) e qualitativas (pessoas) para a prossecução da sua missão e dos seus objetivos;
• Estabelecer critérios de atuação em que o Partido de forma planeada e calendarizada comunica com interior e exterior

Credibilizar
• Cumprir escrupulosamente as diretrizes programáticas do Partido adequadas à nossa realidade local e regional;
• Assumir a identidade do Partido em defesa da comunidade local, através de uma atuação coordenada com todos os membros eleitos e de todas as estruturas do Partido existentes e/ou a criar, em que o Partido deve estar representado.

Candidato a Presidente da Comissão Politica da seção de Portimão

Jorge Boto das Neves

13/09/2014

Caríssimos companheiros, militantes, simpatizantes do PSD e Munícipes Portimonenses,

Esta candidatura à Comissão Política assume que:

1. A nossa posição relativamente ao exercício executivo e legislativo da Câmara Municipal de Portimão durante o presente mandato é a seguinte: Somos Frontalmente contra a condução do exercício político que está a ser dada ao destino da nossa autarquia por este executivo; encontra-se em todos os sentidos nos antípodas daquilo que consideramos ser os interesses dos Portimonenses, do PSD-Portimão, PSD-Regional e PSD-Nacional; Afirmamos que: levaremos a cabo todo o tipo de acção política, em conformidade com o livre exercício de opinião, as regras democráticas em vigor e o espírito construtivo de participação cívica e política, no respeito absoluto pelas normas democráticas e pelos estatutos do PSD, no sentido de alterar a condução dos destinos de Portimão, que consideramos, em nada representam na acção política, aquilo que foi intitulado como “Novos Rumos”, “Portimão tem Futuro”, os interesses do nosso Município e dos Portimonenses;

2. É nossa intenção fazer cumprir os estatutos, neste sentido significa, fazer cumprir e exercer, na integra, as competências neles incritas, à nova comissão política de secção de Portimão. Assim, todos os representantes eleitos pelas listas do PSD-Portimão (onde o número de independentes é muito representativo) serão chamados à participação ativa na vida do partido, encontrando-se sujeitos ao cumprimento daquilo que se encontra inscrito nos estatutos, e às respectivas competências;

3. Somos frontalmente contra todas a medidas de cariz fiscal, que visam o agravamento desta enormíssima carga fiscal que sobrecarrega os munícipes, os empresários e os investidores. Tudo faremos, que esteja ao nosso alcance, para que tal não aconteça, e não nos limitaremos a ser do contra, apresentaremos as alternativas ao serviço dos Portimonenses e dos superiores interesses de Portimão.

Jorge Boto das Neves

Endereço

Portimão
8500

Website

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