ASMIR Associação de soldados na reserva e reforma desde a praça ao general. Acolhe todos os cidadãos.. Contacto telefónico 910529188.

Atendimento presencial por agendamento prévio no horário entre as 14 e as 16 horas.

ASMIR recorda1 de junho de 1913O Tratado de Aliança Grego-Sérvio é assinado, abrindo caminho para a Segunda Guerra dos B...
01/06/2026

ASMIR recorda

1 de junho de 1913

O Tratado de Aliança Grego-Sérvio é assinado, abrindo caminho para a Segunda Guerra dos Balcãs.

Questão dos Balcãs

O problema dos Balcãs é antigo e tem componentes muito diversas, envolvendo fatores geográficos, étnicos, políticos, religiosos e outros.

No século XIX, uma atrás da outra, as nações da península balcânica desenvolveram fortes movimentos nacionalistas, forçando a Turquia, até aí a potência dominante na zona, a conceder-lhes autonomia.

Depois da guerra russo-turca (1877-1878), o Tratado de Berlim contemplava a existência de um principado autónomo da Bulgária.

Na segunda metade do século, emerge um novo poder que vem perturbar o equilíbrio de forças na região: a Sérvia.

As suas pretensões expansionistas provocarão a intervenção de diversas potências. A interferência da Áustria foi notória nos problemas balcânicos. Os ministros austríacos fomentaram a discórdia interna entre os países eslavos (Bulgária e Sérvia) bem como entre a Grécia e a Roménia.

Uma outra guerra quase eclodiu em 1908 quando os austríacos anexaram a Bósnia-Herzegovina, provocando o ressentimento sérvio.

A chamada "Revolução dos Jovens Turcos" (1908-1909) e a guerra turco-italiana (1911-1912) deram uma oportunidade aos estados balcânicos de se vingarem da Turquia, sua antiga suserana.

Em março de 1912, a Sérvia concluiu um tratado com a Bulgária.

Em maio, foi a vez de a Grécia estabelecer uma convenção militar com este mesmo país. A tensão aumentou na península durante o verão; a Sérvia enviou uma nota à Turquia exigindo a autonomia da Macedónia.

Em setembro inicia-se a mobilização geral praticamente em todos os Estados.

No dia 8 de outubro o Montenegro declara guerra ao Império Otomano, e os aliados balcânicos, ao seu lado, fazem o mesmo no dia 18.

A Primeira Guerra Balcânica teve duas fases.

No dia 3 de dezembro foi assinado um primeiro armistício; as negociações de paz prosseguiram em Londres, sem sucesso, e um golpe militar nacionalista na Turquia fez reatar as hostilidades, que prosseguiram até abril de 1913.

Pelos termos do Tratado de Londres (30 de maio de 1913), os turcos cederam a ilha de Creta à Grécia e desistem dos territórios localizados entre o porto de Midye (Turquia) no mar Negro e Enez, uma cidade turca na costa do mar Egeu. Este tratado marcou o fim do Império Otomano na Europa, reduzindo-o agora a uma pequena posição mesmo junto de Constantinopla.

Para a Turquia, a derrota nas Guerras dos Balcãs revelou-se traumática. Perdeu 80% das suas terras europeias e 16% da sua população total, cerca de 4 milhões de pessoas; 400.000 refugiados amontoaram-se na Anatólia. Constantinopla estava agora perigosamente exposta a ataques e havia verdadeiro temor pela integridade do núcleo central otomano, a Anatólia, onde cerca de um quinto da população não era muçulmana.

O Império Otomano tinha jogado de acordo com as regras da comunidade internacional e a única coisa que ganhara com isso era que lhe fosse dito agora pelas grandes potências que tinha de capitular perante as exigências dos nacionalistas balcânicos. Tornar a pôr a Turquia num lugar sobranceiro no mapa europeu iria requerer um aliado novo e mais confiável; ora, esse aliado só poderia ser a Alemanha.

A questão da Albânia e das ilhas do mar Egeu seria resolvida por uma comissão internacional.

O Tratado de Londres, contudo, criou fricções entre os antigos aliados da Aliança Balcânica, especialmente entre a Bulgária e a Sérvia.

Por exemplo, porque não atendia as pretensões dos sérvios quanto à integração no seu Estado de terras da Macedónia que estavam em poder da Bulgária. O ressentimento sérvio devia-se ao facto de, assim, perder uma faixa de território ao longo do mar Adriático.

Uma aliança, concluída entre a Sérvia e a Grécia contra a Bulgária, a 1 de junho de 1913, levou à chamada Segunda Guerra Balcânica, que começou a 29 desse mês (com um ataque desautorizado feito por um general búlgaro contra posições da Sérvia e sempre negado pelo governo da Bulgária, que fez com que as hostilidades fossem formalmente declaradas a 8 de julho).

De seguida, todos os Estados balcânicos entram em campo, numa coligação contra a Bulgária. Esta, impossibilitada de resistir, pediu o armistício, que foi assinado em Bucareste, a 10 de agosto.

Segundo este, a Bulgária perdia uma parte considerável do seu território, incluindo cerca de 8 mil km2 arrendados à Roménia; grande parte da Macedónia passou para a Sérvia e Grécia; acordos de última hora fizeram-na perder parte do território para a Turquia.

A Albânia transformou-se num principado muçulmano independente.

As guerras balcânicas influenciaram profundamente o curso da História da Europa.

O desmantelamento do Império Otomano e da Bulgária criou tensões perigosas no Sudeste Europeu.

O surgimento de uma forte e ambiciosa Sérvia preocupou a região e preocupou os Estados com pretensões políticas nessa zona, como a Rússia e outras potências europeias que, de maneira mais ou menos direta, mais ou menos voluntária, acabaram por se ver largamente envolvidas no desenrolar da situação; acima de tudo, estes tratados de paz provocaram um sentimento antissérvio e de receio no vizinho território austro-húngaro; a diplomacia internacional entrou em campo e engendrou um complicado sistema de alianças internacionais que, a médio prazo, viriam a colocar em risco quer a segurança local quer a segurança internacional.

O assassinato do arquiduque da Áustria, Francisco Fernando, em Sarajevo (1914) foi o pretexto para o Império Austro-Húngaro invadir a Sérvia e precipitar a eclosão da Primeira Guerra Mundial.

Fontes: História Universal; Enciclopédia; Outras.

ASMIR recorda31 de maio de 1162Morre Gengis Khan, epíteto de Temujin, o fundador do primeiro império mongol.Gengis Khan ...
31/05/2026

ASMIR recorda

31 de maio de 1162

Morre Gengis Khan, epíteto de Temujin, o fundador do primeiro império mongol.

Gengis Khan significa “o maior dos governantes” ou “imperador de todos os homens”.

Filho de um grande chefe mongol que o deixou órfão aos 13 anos, em 1206 foi escolhido, devido às provas dadas, para chefe supremo dos mongóis.

Sob o seu comando unificado, o império mongol estendeu-se do Pacífico aos montes Urales e ao mar Negro. Tolerante em matéria de religião, dotou o seu império de instituições baseadas em severa disciplina; além de conquistador intrépido e estratego de génio, revelou-se excelente organizador.

Gengis Khan nasceu a 31 de maio de 1162 nas montanhas Khentii, Mongólia, e morreu a 25 de agosto de 1227 em Xingqing Prefecture, atualmente território da China.

Fontes: História Universal; Enciclopédia; Outras.

ASMIR recorda30 de maio de 1640Morre Rubens, pintor da Escola Flamenga.Estudou pintura em Antuérpia e era já apreciado q...
30/05/2026

ASMIR recorda

30 de maio de 1640

Morre Rubens, pintor da Escola Flamenga.

Estudou pintura em Antuérpia e era já apreciado quando, em 1600, partiu para Itália, onde sofre a dupla influência da Antiguidade e dos mestres da Renascença, principalmente de Caravaggio (1571-1610).

A sua reputação aumenta, mas é só em 1608, data do seu regresso a Antuérpia, que se revela um artista de génio.

Torna-se, então, pintor da corte do arquiduque Alberto em 1609 e casa com Isabel Brandt, com quem viverá de forma faustosa.

Depressa recebe encomendas vindas de toda a Europa: executa, então, quadros gigantescos, em colaboração com os seus discípulos, entre eles Van Dyck (1599-1641) e Jacob Jordaens (1593-1678).

Chamado por Maria de Médicis (1575-1642) para decorar o Palácio de Luxemburgo, pinta painéis grandiosos (1622 a 1625) em que a vida da rainha consorte é representada por alegorias.

Em 1626, Isabel Brandt morre e Rubens para de pintar durante alguns anos: viaja e efetua com êxito várias missões diplomáticas a Espanha e a Inglaterra.

O seu casamento com Helena Fourment, em 1630, faz renascer a inspiração do pintor. Este último período da sua vida é marcado por retratos da mulher e paisagens.

A sua obra compreende mais de dois mil trabalhos: retratos (do artistas e das suas mulheres), quadros religiosos (“Deposição da Cruz”, “Adoração dos Magos” e “A Lançada”), mitológicos (“O Jardim do Amor”), de temas populares (“A Quermesse”), isto só para citar os mais conhecidos.

A arte de Rubens é uma transposição incessante do seu mundo interior numa linguagem colorida. Fazendo prevalecer a cor sobre a forma, o artista tenta traduzir o movimento e a vida. Não se demora tanto na transposição mais nítida daquilo que emana das personagens; assim, “A Pequena Peliça” é um hino à juventude e à sensualidade.

Do mesmo modo, os pobres e os doentes da “Vocação de São Bavon”, e o Cristo de “A Lançada” perdem o seu aspeto miserável ou torturado para adquirirem uma autêntica nobreza.

Rubens traduz o que vê, com uma amplitude e uma vitalidade que tendem para o exagero, cria cores que não são as da natureza, mas que impressionam pela intensidade, vivacidade e força. No entanto, a sua paleta é sóbria; meia dúzia de cores, mas – e nisso reside o seu génio – empresta-lhes uma infinidade de tonalidades, como no “Martírio de Santa Úrsula”, ou nos nus femininos, cuja pele adquire uma transparência delicada e sensual.

Em Rubens tudo é movimento; rejeita a composição geométrica rigorosa e traduz o impulso vital das personagens, por meio de diagonais e espirais. O gesto não é estudado numa fase particular, mas na sua continuidade, motivo por que Rubens soube retratar tão bem o movimento de grupo: na “Queda dos Condenados”, um corpo arrasta outro num turbilhão sem fim.

A sua universalidade nas técnicas é sem igual: o fresco, a arquitetura, os cartões de tapeçaria são domínios em que a sua personalidade ardente podia exprimir-se.

No Museu Calouste Gulbenkian encontram-se o “Retrato de Helena Fourment”, “A Fuga para o Egito” e “Centauros”.

Petrus Paulus Rubens nasceu em Siegen, Vestefália a 28 de junho de 1577 e morreu em Antuérpia a 30 de maio de 1640.

Fontes: Enciclopédia; História da Arte; Grandes Pintores; Outras.

ASMIR recorda29 de maio de 1385 A Batalha de Trancoso entre forças portuguesas e castelhanas foi o primeiro sinal da vit...
29/05/2026

ASMIR recorda

29 de maio de 1385

A Batalha de Trancoso entre forças portuguesas e castelhanas foi o primeiro sinal da vitória dos portugueses durante o interregno que foi a crise dinástica de 1383-1385.

No contexto da crise de 1383-1385 no final da primavera de 1385 ao mesmo tempo em que D. João I de Castela invadia o país ao Sul, pela fronteira de Elvas, forças castelhanas invadiam a Beira por Almeida passavam por Trancoso, cujos arrabaldes saquearam até atingir Viseu, cidade aberta, também na ocasião saqueada e incendiada.

Ao regressarem da incursão com o esbulho foram intercetados pelo alcaide do Castelo de Trancoso, Gonçalo Vasques Coutinho que, com as forças do alcaide do Castelo de Linhares, Martim Vasques da Cunha, e as do alcaide do Castelo de Celorico, João Fernandes Pacheco, derrotaram a força invasora.

No alvorecer do dia 6, 7 ou 8 de maio tomou a parte da vila de Guimarães situada entre as cercas nova e velha.

A queda do castelo, porém, havia de demorar.

Só se deu num dos primeiros nove dias de junho.

Estava o rei sobre Guimarães quando soube que um corpo de tropas, sob o comando de João Rodrigues de Castanheda, entrara na Beira, pela fronteira de Almeida, e depredava sem oposição.

Os fidalgos portugueses que lá estavam, divididos por fundas dissensões, não se uniam para combater o inimigo. “El-Rey estaua em Guimaraaes, e pesaua-lhe muyto, sabemdo como aquellas gemtes emtrarom e o gram dano que assy faziam; e dezia per vezes fallamdo em esto: Marauilhado soo de Gomçallo Vaasquez e de Martym Vaasquez e daquelles fidalgos da Beira que alla estam, amdarem assy os emmigos perantelles come per sua casa, fazemdo tanto estrago como dizem que fazem, e nom lhe poerem a praça, e leixarem-nos assyroubar e hijr a sseu salvo. Pareçe que se dooem pouco da terra que ham de lograr e com que soportam suas homras e Estados”.

Já então João Fernandes Pacheco atuava no sentido de congraçar os desavindos, a fim de se obter a congregação de esforços necessária a uma eficaz oposição ao inimigo.

Começara mesmo a atuar logo que ele entrou na Beira.

Por sua vez, os homens do Porto mandavam “mujtos djnheiros” a Gonçalo Vasques Coutinho e a Martim Vasques da Cunha.

Para quê o dinheiro? (A imaginação é livre).
Para mover consciências?
Para fazer face a despesas habituais em tais circunstâncias?
Tudo junto, talvez.

A verdade é que os fidalgos se uniram perante o invasor, enfrentando-o quando ele, após ter andado alguns quinze dias “sem reçeo e de seu vagar” e de ter chegado a Viseu, regressava a Castela com “muy gramde roubo a marauilha, dhomeens e molheres e moços e gados e bestas e doutras muytas coussas, de guissa que pasauom de setecentas azemellas as que vinham nesta carriagem” como diz Fernão Lopes.

E venceram sede “certos, diz o mesmo cronista, que de boõa e pouca gente nom foy melhor ferida batalha antre os portugueeses e os castellaãos de quantas ouuerom em toda a guerra que esta”, no aqui perto, junto da capela de S. Marcos, que já então existia.

Pedro Soares de Toledo, alcaide-mor de Toledo, foi um dos capitães mortos na peleja.

De acordo com estudos que levaram a afixar o feriado municipal em 29 de maio, ocorreu o encontro entre as forças de Castela e as de Portugal, no alto da Capela de São Marcos, em Trancoso.

A sorte das armas sorriu para os nacionais, que desse modo recuperaram as posses, alcançando a liberdade dos cativos.

No mês seguinte, uma nova invasão de tropas castelhanas, sob o comando de D. João I de Castela em pessoa, voltou a cruzar a fronteira por Almeida e, de passagem pelo alto de São Marcos, incendiaram-lhe a capela em represália. Passando por Celorico, a caminho de Lisboa, essas tropas foram derrotadas na Batalha de Aljubarrota.

Reza a lenda local, registada pela historiografia portuguesa seiscentista, que o próprio São Marcos apareceu por milagre como um cavaleiro na batalha, incitando os combatentes portugueses. Como testemunho do feito, teria ficado gravada, na rocha, uma das ferraduras de sua montaria.

Fontes: História de Portugal; Dicionário de Portugal; Enciclopédia; Município de Trancoso; Outras.

ASMIR recorda28 de maio de 1926Revolução de 28 de Maio, um golpe de Estado leva à queda da Primeira República e abre cam...
28/05/2026

ASMIR recorda

28 de maio de 1926

Revolução de 28 de Maio, um golpe de Estado leva à queda da Primeira República e abre caminho à implantação do Estado Novo.

Quando deflagrou, na madrugada do dia 28 de maio de 1926, o movimento militar que colocou a direita autoritária no poder, vivia-se um período longo de crises económicas e sociais que ameaçavam a sobrevivência de muitos setores da pequena e média burguesia. Para o desenlace final da democracia republicana portuguesa também contribuíram a deficitária balança comercial, os grandes problemas de liquidez da balança de pagamentos, a quebra do investimento e do emprego. Vivia-se a consequência natural de os recursos não serem abundantes e de a sua gestão não ser eficiente, de escassearem os investimentos e de a economia depender muito das relações políticas e económicas internacionais.

O défice orçamental, a dívida pública elevada, a desvalorização da moeda, a inflação incontrolável, a subida das taxas de juro, a indisciplina geral dos serviços, os atentados contra pessoas e bens e o desassossego entre as forças militares empurravam o país para um poder musculado.

A ação dos políticos no Parlamento também contribuiu para a ofensiva não democrática. Nos últimos anos da Primeira República, para imporem os seus pontos de vista, os deputados batiam nas mesas para impedir os adversários de falar. Esta anarquia, que parecia uma reminiscência de tempos medievais, apressou o fim da democracia republicana.

O golpe de Estado foi protagonizado sobretudo por militares e civis antiliberais (embora estivessem também implicados elementos do Partido Democrático), que provocou a queda da Primeira República Portuguesa e instaurou a que ficou para a história conhecida por Ditadura Militar.

O golpe teve antecedentes, destacando-se o movimento ocorrido a 18 de abril de 1925.

Devido a um crescente descontentamento dos portugueses com a política do Partido Democrático que, desprovido da sua ala radical, se tornou num partido conservador e corrupto, alheio às causas da justiça social dos trabalhadores, vários grupos conspiraram contra o governo.

Esta atividade resultou no movimento militar que eclodiu em Braga, sob a direção do general Gomes da Costa (1863-1929), que ficou conhecido como o 28 de Maio de 1926.

Os protagonistas foram os militares da 8.ª Divisão, que marcharam sobre Lisboa, levando à queda do governo e ao fim da Primeira República.

Este movimento contava com apoios muito heterogéneos, desde as fações mais conservadoras aos republicanos críticos do Partido Democrático.

Em consequência da marcha sobre a capital, o governo, sob a direção de António Maria da Silva, demitiu-se; o presidente da República, Bernardino Machado, abdicou também do seu lugar em favor do almirante José Mendes Cabeçadas, afastado por Gomes da Costa algumas semanas depois.

Em julho de 1926, Gomes da Costa foi deposto e a chefia ficou entregue aos generais Carmona (1869-1951) e Sinel de Cordes (1867-1930).

O Congresso foi dissolvido e a Constituição suspensa.

Instaurou-se então uma ditadura militar, na qual o governo ficou com os poderes do Parlamento e do Ministério (Presidência do Conselho de Ministros), tendo toda a autonomia legislativa.

Foi na sequência deste golpe que chegou a presidente da República o general António Carmona e que se criaram os alicerces políticos e institucionais do regime do Estado Novo que governou Portugal até 25 de abril de 1974.

Fontes: História de Portugal; Dicionário de História de Portugal; Enciclopédia; Outras.

ASMIR recorda27 de maio de 1894Nasce Joseph Roth, escritor austríaco de ascendência judaica.Joseph Roth nasceu em 1894 e...
27/05/2026

ASMIR recorda

27 de maio de 1894

Nasce Joseph Roth, escritor austríaco de ascendência judaica.

Joseph Roth nasceu em 1894 em Brody (Galícia Oriental).

Após ter feito a formação primária e secundária nesta cidade, continuou os estudos universitários em Lemberg (hoje Lviv) e, posteriormente, em Viena.

Participa na Primeira Guerra Mundial como jornalista.

A partir de 1918, trabalha como jornalista e cronista, primeiro em Viena e depois em Berlim.

De entre vários romances e novelas escritos na Áustria e no exílio, destacam-se “Hiob” (“Job”) e “A Marcha de Radetzky”.

Enfraquecido pelo consumo excessivo de álcool e não resistindo a uma pneumonia, morre em 1939, no Hôpital Necker (hospital parisiense destinado aos pobres).

Para além dos títulos citados, destacamos também: “Hotel Savoy”, “Direita e Esquerda”, “O Busto do Imperador”, “A Rebelião”, “O Chefe da Estação Fallmerayer”, entre outros.

Fontes: Biografia dos livros citados; Outras.

ASMIR recorda26 de maio de 1920Nasce Rúben A., escritor e investigador português, de seu nome Rúben Andresen Leitão.Lice...
26/05/2026

ASMIR recorda

26 de maio de 1920

Nasce Rúben A., escritor e investigador português, de seu nome Rúben Andresen Leitão.

Licenciou-se em Histórico-Filosóficas em 1946 na Universidade de Coimbra e fez, depois, uma pós-graduação no King’s College, em Londres, onde foi também leitor de Português entre 1947 e 1952.

Arbitrariamente afastado, foi, entre 1954 e 1972, funcionário na Embaixada do Brasil em Lisboa.

Exerceu notável ação cultural no âmbito das relações entre os dois países, sendo distinguido pelo governo brasileiro.

Em 1975 foi convidado, no Saint Anthony’s College, Universidade de Oxford.

Do seu trabalho de investigação histórica cedo se salientaram os estudos sobre D. Pedro V, rei cuja inteligência e visão admirava.

Em 1949, publicou o primeiro volume de “Páginas” (II, 1951; III, 1956; IV, 1960; V, 1967; VI, 1970), testemunho do seu “inconformismo civilizado e limpo” prolongadas depois na “Autobiografia” (“O Mundo à Minha Procura I, 1964; II, 1966; III, 1968).

O novelista e romancista tem um primeiro assomo com “Caranguejo”, a que se seguiram “O Outro Que Era Eu (1966), “Silêncio para 4” (1973). “A Torre da Barbela (1964, Prémio Ricardo Malheiros) é um romance singularíssimo, alegoria surreal da história da nação portuguesa.

Postumamente foi publicado o romance inacabado “Kaos” em 1981.

Rúben A. nasceu em Lisboa a 26 de maio de 1920 e morreu em Londres a 26 de setembro de 1975.

Fontes: História da Literatura Portuguesa; Enciclopédia; Outras.

ASMIR recorda25 de maio Gil Eanes, navegador português.Natural de Lagos, Gil Eanes nasceu em data incerta por volta de 1...
25/05/2026

ASMIR recorda

25 de maio

Gil Eanes, navegador português.

Natural de Lagos, Gil Eanes nasceu em data incerta por volta de 1400.

Escudeiro do infante D. Henrique, mais tarde armado cavaleiro, passou o cabo Bojador em 1434, depois de várias tentativas infrutíferas.

Após esta viagem, Gil Eanes e Afonso Gonçalves Balbaia percorreram cinquenta léguas para além do cabo Bojador, chegando em 1435 a Angra dos Ruivos.

A navegação na zona do cabo Bojador era perigosa e difícil, uma vez que estava rodeado de recifes, além de ter uma grande tendência para a formação de nevoeiro.

O cronista Gomes Eanes de Zurara descreveu o cabo na sua obra “Crónica dos Feitos da Guiné”: “o mar é tão baixo que a uma légua de terra não há de fundo mais do que uma braça. As correntes são tamanhas que navio que lá passe jamais poderá tornar.”

Por este motivo, ganhou uma reputação lendária entre os navegantes, tanto cristãos como islâmicos, que acreditavam que seria habitado por monstros marinhos.

Segundo o historiador Damião Peres, baseado numa carta régia do século XV, foram feitas quinze tentativas para dobrar o cabo Bojador, todas sem sucesso.

Na sua primeira viagem, Gil Eanes fracassou, passou pelo arquipélago das Canárias, onde fez alguns prisioneiros, tendo depois rumado para o cabo, que não conseguiu ultrapassar, regressando depois a Portugal.

Por exortação do infante D. Henrique, Gil Eanes fez uma nova viagem até ao cabo Bojador em 1434, tendo desta vez sido bem-sucedido, como relatou o cronista Gomes Eanes de Zurara: “Daquela viagem, menosprezando todo o perigo, dobrou o cabo a além, onde achou as cousas muito pelo contrário do que ele e os outros até ali presumiam”.

Conseguiu navegar durante algumas milhas até a sul do cabo, onde colheu algumas flores silvestres, conhecidas como rosas-de-santa-maria para provar que tinha chegado até ali.

Esta viagem foi de grande importância para a história da expansão portuguesa, pois marca o início dos descobrimentos ao longo da costa ocidental de África.

Fontes: História dos Descobrimentos Portugueses; Enciclopédia; Outras.

ASMIR recorda24 de maio de 1898Nasce Ferreira de Castro, escritor português.Órfão de pai, emigrou para o Brasil aos doze...
24/05/2026

ASMIR recorda

24 de maio de 1898

Nasce Ferreira de Castro, escritor português.

Órfão de pai, emigrou para o Brasil aos doze anos, e aí colheu matéria humana de grande parte dos seus romances e do maior deles, “A Selva” (1930), um dos livros portugueses de maior expansão internacional através de traduções em várias línguas.

Além deste romance, são notáveis e poderosos “Emigrantes” (1928), “Eternidade” (1933), “Terra Fria” (1934), “A Tempestade” (1940), “A Lã e a Neve” (1947), “A Curva da Estrada” (1950), “A Missão” (1954).

Ferreira de Castro foi galardoado com o prémio literário de Nice em 1969.

Ferreira de Casto nasceu em Oliveira de Azeméis a 24 de maio de 1898 e morreu no Porto a 29 de junho de 1974.

Fontes: História da Literatura Portuguesa; Enciclopédia; Outras.

A ASMIR recorda23 de maio Dia do REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS e dos Paraquedistas militares de PortugalTropas Paraquedista...
23/05/2026

A ASMIR recorda
23 de maio
Dia do REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS e dos Paraquedistas militares de Portugal
Tropas Paraquedistas é a designação genérica das tropas portuguesas especializadas em operações militares aerotransportadas, especialmente, naquelas que envolvem saltos de paraquedas, assaltos aéreos ou lançamento de cargas.
Criadas originalmente em 1956, na Força Aérea Portuguesa (FAP), as Tropas Paraquedistas têm a sua génese nos cursos de paraquedismo da École des Troupes Aeroportées (França) e Escuela Militar de Paracaidismo, em Alcantarilla (Espanha), frequentados durante o início da década de 50 pelos primeiros paraquedistas portugueses.
Posteriormente, seria criado o curso de paraquedismo português, com influências não só destes países, como também dos cursos ministrados no Brasil e Estados Unidos da América.
Durante a Guerra Colonial Portuguesa, os Paras foram a primeira força projetada pela metrópole para o Teatro de Operações Africano, em 1961, e a última força a abandonar as ex-colónias, executando o último o arrear da Bandeira Nacional em África, em 10 de novembro de 1975.
Com características e capacidades únicas em Portugal, as Tropas Paraquedistas possuem uma longa história operacional, tendo sido projetadas para várias partes do mundo, como Angola, Moçambique, Guiné, Bósnia, Kosovo, Timor, Afeganistão, Iraque, Mali e República Centro-Africana.
Atualmente, as principais unidades paraquedistas estão integradas na Brigada de Reação Rápida (BRR) do Exército Português, embora existam militares com esta qualificação em unidades pertencentes a outras organizações do Exército e mesmo nos restantes ramos das Forças Armadas.
História
Origens do paraquedismo em Portugal
Em 12 de dezembro de 1819, realizou-se o primeiro salto de paraquedas em Portugal, pelo inglês Eugénio Robertson.
Em 6 de outubro de 1922, aconteceu o primeiro salto de paraquedas militar em Portugal, pelos oficiais de engenharia capitão Mário Costa França e tenente José Machado de Barros, pertencentes à Companhia de Aerosteiros do Exército Português.
Em 14 de outubro de 1930, o primeiro-cabo José Maria da Veiga e Moura, piloto da Aeronáutica Militar, executou o primeiro salto de paraquedas a partir de um avião, em Portugal.
Em 1942 são formados, na Austrália, 12 militares paraquedistas portugueses, naturais de Timor, que seriam lançados na retaguarda das forças japonesas que ocupavam aquele território português.
Criação das Tropas Paraquedistas
Quadro comemorativo das Tropas Paraquedistas, exposto no Regimento de Paraquedistas.
Em 1951, os capitães Armindo Martins Videira e Mário de Brito Monteiro Robalo, do Exército Português, frequentaram o curso de paraquedismo militar na École des Troupes Aeroportées (ETAP), em Pau (França).
No ano seguinte, foi promulgada a Lei 2005 (art. nº9) de 27 de maio de 1952, que criou a Força Aérea Portuguesa como ramo independente das Forças Armadas e que previa a criação de uma força paraquedista.
Em 1953, o aspirante Fausto Pereira Marques e os sargentos Américo de Matos e Manuel Coelho Gonçalves frequentaram na ETAP o curso de paraquedismo e, após a conclusão do mesmo, frequentaram o curso de instrutores e monitores de paraquedismo, juntamente com o capitão Mário Robalo.
No mesmo ano, os aspirantes Fernando Soares Cunha e António Rosado Serrano, e o sargento José Freire de Sousa frequentaram na Escuela Militar de Paracaidismo, em Alcantarilla (Espanha) os cursos de paraquedismo e de instrutores de paraquedismo.
Em 1955, seguiram-lhes 192 militares voluntários, provenientes dos três ramos das Forças Armadas, que frequentaram o 22.º Curso de Paracaidismo e que constituiriam a base da primeira Unidade Militar paraquedista em Portugal, o Batalhão de Caçadores Paraquedistas (BCP).
Pela Portaria N.º 15671, de 26 de dezembro de 1955, foi criado o Batalhão de Caçadores Paraquedistas (BCP), por iniciativa do então Subsecretário de Estado da Aeronáutica, coronel Kaúlza de Arriaga:
“ …O batalhão de caçadores pára-quedistas terá a sua sede na área do polígono militar de Tancos, junto da Base Aérea n.º 3, que porá à sua disposição os necessários meios de transporte e lançamento aéreos.”
— Art. 3, Portaria N.º 15671 de 26DEZ1955.
O BCP foi aquartelado nas antigas instalações do extinto Batalhão de Pontoneiros (BP), uma unidade do Exército que, em 1921, tinha sido transferida de Santarém para Tancos e, em 1947, integrada na Escola Prática de Engenharia.
Após a conclusão das indispensáveis obras de conservação e restauro, os paraquedistas começaram a ser instalados nas antigas camaratas do BP, a partir do dia 3 de janeiro de 1956.
O Comando do Batalhão foi assumido pelos dois primeiros paraquedistas portugueses, os capitães Martins Videira (Comandante) e Mário Robalo (2.º Comandante).
A localização estratégica destas instalações (numa posição central, em relação à distribuição geográfica do território continental) era perfeita para a atividade dos paraquedistas, uma vez que se encontrava junto à Base Aérea de Tancos, que era guarnecida com os necessários aviões de transporte Junkers Ju-52.
A esta nova força, pela primeira vez na história das Forças Armadas Portuguesas, foi concedido o uso de boina (neste caso, boina verde) como cobertura de cabeça.
O BCP foi oficialmente inaugurado no dia 23 de maio de 1956, tendo presidido à cerimónia o seu criador, coronel Kaúlza de Arriaga.
A data foi escolhida em alusão à bula Manifestis Probatum (1179), que declarou o Condado Portucalense oficialmente independente do Reino de Leão, ou seja, reconheceu efetivamente o Reino de Portugal.
No dia 1 de julho de 1956, durante a cerimónia comemorativa do Dia das Forças Aéreas, no Aeroporto Internacional da Portela, o capitão Martins Videira recebeu o Estandarte Nacional do BCP, entregue pelo Presidente da República, general Craveiro Lopes.
Ainda em 1956, no âmbito da criação do modelo de instrução a utilizar nos cursos de paraquedismo portugueses, a partir da doutrina em vigor nos países onde este tipo de força já existia, o tenente Argentino Urbano Seixas e o alferes Sigfredo Ventura da Costa Campos frequentam no Brasil as formações de Curso Básico de Paraquedista, Cursos de Mestre de Salto, Precursor Paraquedista e Dobragem e Manutenção de Paraquedas, do Exército Brasileiro.
Em 7 de janeiro de 1957, iniciou-se o primeiro Curso de Paraquedismo ministrado em Portugal, com 56 candidatos.
Este curso, que obrigava à execução de 10 saltos, viria a ser finalizado em 28 de fevereiro, tendo ficado aptos 37 instruendos (1 oficial, 5 sargentos e 31 praças).
Em 7 de março do mesmo ano, iniciou-se o primeiro Curso de Instrutores e Monitores Paraquedistas, sob a direção do tenente Fausto Marques e com um efetivo de 22 candidatos.
O curso terminou em 25 de maio, tendo ficado aprovados 14 instruendos (3 oficiais, 4 sargentos e 7 praças).
Guerra Colonial
Ao iniciar-se a Guerra Colonial, os paraquedistas foram a primeira força portuguesa projetada para o continente africano, chegando a primeira Companhia de Caçadores Paraquedistas a Angola no dia 16 de março de 1961, apenas um dia após o massacre da UPA.
Com o desenrolar do conflito, esta companhia seria reforçada, subindo de escalão para batalhão, denominado Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 21 (BCP 21).
Entretanto, perante a necessidade de aumentar a capacidade de formação de novos paraquedistas no BCP, este sobe também de escalão para regimento, passando a designar-se Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP), em 5 de maio de 1961, constituído por dois batalhões, o Batalhão de Instrução (BI) e o Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 11 (BCP 11).
O RCP formou e enviou companhias de caçadores paraquedistas, primeiro para Angola e depois para a Guiné e Moçambique.
As Tropas Paraquedistas tornam-se a principal força de intervenção das Forças Armadas Portuguesas, nos primeiros tempos da guerra, juntamente com algumas companhias de caçadores especiais do Exército.
As suas companhias destacadas em África dariam origem a batalhões independentes:
Batalhão de Caçadores Paraquedistas N.º 21 (BCP 21) — Luanda (Angola), 8 de maio de 1961 – 1 de janeiro de 1975;
Batalhão de Caçadores Paraquedistas N.º 31 (BCP 31) — Beira (Moçambique), 8 de maio de 1961 – 31 de março de 1975;
Batalhão de Caçadores Paraquedistas N.º 32 (BCP 32) — Nacala (Moçambique), 9 de novembro de 1966 – 31 de outubro de 1974;
Batalhão de Caçadores Paraquedistas N.º 12 (BCP 12) — Bissalanca (Guiné), 20 de outubro de 1966 – 15 de outubro de 1974.
Em 10 de novembro de 1975, os paraquedistas do BCP 21 são os responsáveis pela prestação de honras ao último arrear da Bandeira de Portugal em Angola, sendo o batalhão desativado no dia seguinte, terminando oficialmente o domínio português em África.
Ao longo dos 14 anos em que combateram em África, as Tropas Paraquedistas Portuguesas projetaram cerca de 9000 militares para este continente, tendo 160 perdido a vida (10 oficiais, 23 sargentos e 127 praças).
Em 1961, as mulheres foram, pela primeira vez, integradas nas Forças Armadas Portuguesas, ao serem formadas as Enfermeiras Paraquedistas.
Estas enfermeiras acompanharam as forças portuguesas (não só as Tropas Paraquedistas) em operações de combate, durante toda a Guerra, sujeitando-se aos mesmos perigos dos militares combatentes.
As Tropas Paraquedistas tornar-se-iam das unidades mais ativas em combate nos teatros de operações de Angola, Guiné e Moçambique.
A maior parte das suas ações de combate foram operações helitransportadas, usando-se os helicópteros Alouette III e Puma da Força Aérea.
No entanto, são também realizadas algumas operações em que os militares são lançados de paraquedas, normalmente, a partir de aviões Nord Noratlas (operações Quipedro e Zeta).
Paralelamente às Tropas Paraquedistas regulares, a partir de 1970, o Comando-Chefe das Forças Armadas Portuguesas em Moçambique criou os Grupos Especiais como unidades etnicamente homogéneas de tropas de assalto, constituídas por militares africanos, enquadrados por graduados portugueses.
Pouco depois, foram criadas unidades deste tipo, mas com capacidade paraquedista, que ficam conhecidas por Grupos Especiais Paraquedistas (GEP).
Os GEP receberam um treino semelhante ao dos caçadores paraquedistas, sendo enquadrados por militares paraquedistas da Força Aérea.
Os GEP identificavam-se pelo uso de uma boina vermelha, sendo as primeiras tropas portuguesas a usar uma boina desta cor.
Após a Revolução de 25 de Abril e consequente final da Guerra Colonial, em 1975 foram desativadas as unidades paraquedistas no Ultramar.
Em abril de 1975, ainda foi enviado o Destacamento de Caçadores Paraquedistas N.º 1, para o Timor Português.
Alguns meses depois, esse destacamento foi responsável pela cobertura da retirada do último governador português de Timor, Mário Lemos Pires, para a ilha de Ataúro, tendo depois realizado incursões para resgatar militares portugueses que se encontravam aprisionados em Timor.
Perante a invasão indonésia, o destacamento e o governador embarcaram em navios da Marinha Portuguesa e retiraram do território.
Os paraquedistas regressariam 25 anos depois a Timor, no âmbito da missão da ONU UNTAET.
Fontes: Várias.

Endereço

Rua Elias Garcia, N. º 45
Pampilhosa
2330-151

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando ASMIR publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para ASMIR:

Compartilhar