PS Oliveira de Azeméis

PS Oliveira de Azeméis Página Oficial do Partido Socialista de Oliveira de Azeméis Página Oficial no Partido Socialista de Oliveira de Azeméis

02/06/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
02 de Junho de 2026

No mês passado a autarquia foi condenada a pagar mais de duzentos mil euros, em duas novas condenações, por processos anteriores a 2017. Estes processos juntam-se, nestes oito anos, a um conjunto de outros que elevam a vários milhões as condenações e indemnizações aplicadas à autarquia.
Em qualquer atividade há litígios e desses litígios resultam decisões nem sempre favoráveis. Em si, essa verdade é insofismável, mas sem mais informação não permite juízos. Há decisões que se tomam, entendendo-se que é a melhor decisão, e que, por diferentes motivos, geram litígio e decisões que podem ser penalizadoras, mas incontornáveis por serem consequências desses mesmos litígios. Não é destes casos que falo. Falo das decisões incompreensíveis.
Não costumamos fazer muito alarido com isto e a própria comunicação social não lhe dá particular importância, mas estes dados suscitam uma reflexão a que me sujeito muitas vezes. Qual é o momento em que devemos deixar de falar de passado?
Talvez tenha encontrado a resposta a conversar com uma pessoa que me abordou um dia destes, a propósito das obras de requalif**ação da antiga estrada nacional, que decorre entre o Intermarché e o nó de acesso à variante para Estarreja, em Travanca. Nessa conversa, mostrava-me a pessoa o impacto das obras, para quem precisa de utilizar aquela estrada. Não há como o negar. Nos meses em que decorre uma empreitada com obras profundas, o transtorno na vida das pessoas é muito grande. Nessa conversa, explicava eu, dando razão à pessoa, que a obra tinha um atraso de quase 35 anos, quando a estrada passou a municipal, depois da construção do IC2, e o município recebeu o pacote financeiro para a sua requalif**ação, que nunca aconteceu.
E é aqui que está a tal resposta. Devemos deixar de falar do passado quando ele já não pesar nas decisões que temos de tomar no presente. Se hoje pagamos mais de 200 mil euros em condenações ou se requalif**amos uma via importante quase 35 anos depois, estamos a falar do presente ou do passado? Ambas, porque são indissociáveis e têm influência nas decisões que podemos tomar.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

26/05/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
26 de maio de 2026

Há quinze dias o líder do PSD, ou da AD, nunca sei muito bem, assinou um texto aqui ao lado que merece comentário. Falava dos eventos que se realizam em Oliveira de Azeméis e dizia que bastava ver o número de edições para se perceber que o executivo do Partido Socialista não criava nada. Repare-se, dizia, que o Mercado à Moda Antiga já vai na 27ª edição e, por isso, já vem muito de trás. O argumento resume-se a duas ideias básicas: 1) no concelho não se passa nada e 2) o que se passa já vinha de trás.
1. Há, em primeiro lugar, o erro de quem não sabe o que aqui se passa, que aliás ficou bem visível na última campanha autárquica. Há vários exemplos, mas dou o mais forte, porque ser hoje uma marca importante do concelho: o Parque Natal. É só um exemplo que desmonta, sem esforço, o discurso.
2. Há depois uma postura que sempre me pareceu errada em política e nos políticos. Os eventos não são dos partidos nem de quem, num determinado momento, gere a autarquia. Os eventos são do concelho. Têm evidentemente autores, fundadores, mas são do concelho.
3. Precisamente por serem dos concelhos e não dos partidos, continuam para lá de quem governa num dado momento e é bom que quem gere tenha essa humildade. Se o Mercado à Moda Antiga e a Noite Branca eram eventos ganhadores, só os devemos melhorar a cada ano. Como o Parque Natal tem tudo para continuar a crescer e a melhorar nos próximos anos. Há paternalismos que são tontos.
4. Há por fim o erro que me parece mais absurdo de todos e que, sempre me pareceu, descredibiliza a política e os políticos. Connosco era tudo bom, com estes é tudo mau. Nenhum é verdade, como é evidente. Apesar de um passado difícil, muito difícil, não foi tudo mau. Como agora, apesar dos maiores investimentos de sempre, não é tudo bom. Quem vê o mundo assim, quase sempre o vê errado.
Não custa admitir que há muita coisa boa agora, como não custa reconhecer o que no passado estava bem. E no deve e no haver, o que importa é que o concelho não perca nunca.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

Correio de Azeméis - Visão de Futuro19 de maio de 2026  Das muitas conversas que tive em dois dias intensos de Mercado à...
19/05/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
19 de maio de 2026

Das muitas conversas que tive em dois dias intensos de Mercado à Moda Antiga (MMA), houve duas que particularmente me sensibilizaram. Em ambas, as pessoas não eram de cá. Vieram com o seu artesanato, montaram a sua tendinha e fizeram as suas vendas. Uma era repetente, já tinha vindo nas últimas edições. Outra era a primeira vez que participava. Até aqui, não há história.
A história começa apenas quando explicam o que as atrai ou atraiu para o MMA. Numa altura em que há muitas atividades do mesmo género, mais ou menos conhecidas, de maior ou menor dimensão, porquê Oliveira de Azeméis? A resposta foi igual: o extraordinário ambiente de cooperação entre as coletividades e os participantes, a sensação de comunidade e de família. E o relato de que não sentem o mesmo, pelo menos na mesma dimensão, noutros eventos pelo país fora.
Quando são os outros a falar de nós, gente que nos vê com o distanciamento necessário, sem necessidade de elogio fácil ou até de elogio, devemos valorizar e reter.
O MMA tornou-se, talvez também pela sua origem, num grande evento de comunidade, de família, de amigos, de convívio, como nenhum outro. É fácil rever colegas de escola que vemos pouco, encontrar alguém que não vemos há anos, estar com oliveirenses que vivem noutros pontos do país, mas que se vão habituando a regressar neste fim-de-semana. É fácil encontrar gente de quatro ou cinco gerações diferentes, pessoas em trabalhos que habitualmente não veríamos, uma disposição para o convívio que nos faz tomar mais um copo e, como alguém dizia, “se não fossem os joelhos”, ainda tomávamos outro.
Como em tudo na vida, há sempre espaço para melhorar, para não repetir um ou outro erro, para inovar. Mas isso há sempre. Apesar disso, o que torna este evento especial e único, é ser profundamente comunitário, com dezenas de coletividades e de voluntários. Muita gente deu o litro, mas no final há uma sensação boa: cansados, mas felizes! Quando todos damos um pouco, f**a-se na mesma cansado, mas f**a-se mais feliz.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

Créditos fotográficos: Camara Municipal de Oliveira de Azeméis

Correio de Azeméis - Visão de Futuro12 de maio de 2026  Fazer por cumprir compromissos eleitorais deve ser um ponto de h...
12/05/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
12 de maio de 2026

Fazer por cumprir compromissos eleitorais deve ser um ponto de honra, sobretudo quando os afirmamos como destaque. As coisas nem sempre correm como queremos, ou à velocidade que gostaríamos. Assumi-lo deve ser também um ponto de honra. Destaco dois exemplos, que discutimos na última Assembleia Municipal e foram alvo de alguma deliberação.
O primeiro é do reforço de 15% das transferências para as juntas de freguesia. Assumimos esse compromisso com os oliveirenses em 2025 e aprovamos agora esse reforço. Juntamente com os reforços dos mandatos anteriores, signif**a um reforço acumulado de mais quase 50%. Dissemos sempre que as juntas de freguesia deveriam ser parceiras fundamentais neste caminho de transformação do concelho, sem qualquer absurda discriminação partidária. Contas certas permitem também isto, reforçar com estabilidade, fazendo um caminho sem recuos. É um compromisso cumprido.
O segundo é da Praça Maior, um dos maiores compromissos que assumimos, para um espaço estratégico no centro da cidade. A complexidade legal da sua execução tarda o seu cumprimento, mas desistir não é, nunca foi, uma opção. Se pensarmos bem, a cidade, que precisa de força, de muita, tinha três grandes crateras em pleno centro. Um ficou resolvida com o Mercadona e toda a envolvente. Outra, a da antiga gare da Rodoviária Caima, está finalmente a receber investimento privado para construção de habitação. F**a a faltar, de facto, o espaço da Praça Maior. A decisão tomada na última sessão da Assembleia deixa-o claro, mas permitiu também uma coisa que parece, a meu ver, mais relevante. Todos os partidos estão finalmente de acordo, sobre a importância deste investimento para as dinâmicas da cidade e do concelho.
Olharmos de frente o que fazemos, sermos transparentes na discussão e no debate deve ser uma exigência nossa, na verdade de todos. Os nossos compromissos são, acima de tudo, uma prioridade que não esquecemos.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

05/05/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
5 de maio de 2026

Na Assembleia Municipal da semana passada, foram aprovadas as contas de 2025. Há factos que arrasam muitos argumentos. Vamos a eles:
1. 2025 foi o ano de maior investimento de sempre da autarquia, num valor superior a 22 milhões de euros. Um investimento sem paralelo que explica aquilo que, há um ano, o PSD chamava de “frente de obra”, embora agora tenha votado contra o maior investimento municipal de sempre, aquele que está a permitir resolver muitos dos problemas herdados.
2. O mandato autárquico que se encerra com estas contas (2021-2025) foi o mandato de maior investimento municipal de sempre, num valor superior a 68 milhões de euros. Sem paralelo com mandatos anteriores, sobretudo com o de 2013-2017, já com ajustes à inflação.
3. Parte muito substancial deste investimento fez-se com recurso a receitas próprias, ao esforço de poupança, de rigor, de boa gestão, sem aumentar o endividamento municipal, nem hipotecar gerações futuras. São contas que nos preparam para o futuro, quando os fundos europeus diminuírem como é expectável.
4. Num observatório sobre a qualidade de vida nos municípios, recentemente disponibilizado, o indicador que mais penaliza Oliveira de Azeméis continua a ser o das infraestruturas. A opção dos últimos anos de investir fortissimamente nessa dimensão era e é, também por isso, plenamente justif**ada. A ideia de que um concelho não precisa de infraestruturas para gerar dinâmicas económicas, sociais ou culturais, é errada sob todos os pontos de vista. Este ciclo de investimentos era mais do que preciso.
5. Por fim, importa referir o que me parece evidente. Mesmo com esse nível de investimento, reconhecemos todos enormes necessidades, para concluir as redes de água e saneamento, para requalif**ar mais rede viária, mais escolas ou construir mais habitação. Compreende-se agora o ponto de que partimos, mas começa a sentir-se também, cada vez mais, a transformação do concelho. Demora tempo, como sempre dissemos, mas é a sério.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

Correio de Azeméis - Visão de Futuro28 de abril de 2026  Inaugurámos, em Bustelo, no passado sábado, a requalif**ação do...
28/04/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
28 de abril de 2026

Inaugurámos, em Bustelo, no passado sábado, a requalif**ação do antigo Sindicato dos Vidreiros do Norte, agora dedicado à imagem e fotografia. O edifício, que albergou um dos corporativos sindicatos do Estado Novo, passou anos despercebido, mesmo para os milhares de oliveirenses que todos os dias cruzam o nordeste em direção à cidade. A este propósito, algumas reflexões me parecem pertinentes:
1. A primeira é sobre o investimento nas freguesias. Sobretudo o PSD insiste nesta narrativa, talvez por histórias suas, anteriores, mal resolvidas. Este é um exemplo claro: inserido na rota dos sentidos, será parte da recuperação de 5 espaços, que permitirão uma experiência distinta, em pontos diferentes do concelho.
2. A segunda reflexão é sobre as dinâmicas. Um território precisa de dinâmicas, mas essas dinâmicas precisam, quase sempre, de infraestruturas. Dou um exemplo: sem a requalif**ação do TEMA, muitos dos espetáculos a que hoje podemos assistir não teriam sido possíveis, pela razão simples de que não havia infraestrutura para os receber. Esta inauguração é mais um sinal disso: criamos infraestruturas, para gerar dinâmicas.
3. Sempre que criamos infraestruturas, para induzir dinâmicas, temos de ter consciência que criamos mais necessidades. E ainda bem. Se hoje requalif**amos estes espaços, sabemos que precisaremos de investir nas dinâmicas e nas atividades que os mantenham abertos e acessíveis. De outra forma, f**a muito incompleto o trabalho.
4. A última reflexão é sobre o rumo para o concelho, uma narrativa que alguns gostam de traçar. O rumo é simples: afirmámos em 2017, e repetimos várias vezes, que precisaríamos de um ciclo de pelo menos 12 anos de investimento forte em infraestruturas, do saneamento básico à cultura, para alavancarmos dinâmicas duradouras. É isso mesmo que estamos a fazer. A atratividade crescente do concelho começa a dar mostra disso mesmo.
Sejamos perseverantes e determinados, porque vale mesmo a pena. Sempre tivemos tudo para dar certo.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

Créditos fotográficos: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis

Com os jovens a valorizar o 25 de Abril! 🌹
25/04/2026

Com os jovens a valorizar o 25 de Abril! 🌹

Correio de Azeméis - Visão de Futuro21 de abril de 2026  Voltamos a comemorar o 25 de Abril. Quanto mais o tempo passa, ...
21/04/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
21 de abril de 2026

Voltamos a comemorar o 25 de Abril. Quanto mais o tempo passa, mais distante f**a 1974, mais portugueses, eu incluído, nasceram depois, e maior risco de banalizar a data e o seu signif**ado. É como se já se tivesse dito tudo e, no ano seguinte, bastasse repetir o discurso, colocar o cravo e dizer: viva a liberdade.
Permitam-me, por isso, ser um pouco mais conceptual ou, se preferirem, ser um pouco mais teórico. Sem medo.
O que define o regime que vigora desde 1974, a que chamamos Democracia Liberal (liberal como adjetivo, que nada tem a ver com o liberal como substantivo que define alguns partidos) precisa de três condições fundamentais:
1ª condição: todas as pessoas contam e a maioria decide. O poder de decisão emana da força da maioria.
2ª condição: uma constituição que consagra, acima dos humores do momento, direitos, liberdades e garantias, que permitem que as minorias sejam respeitadas e que a maioria não seja uma forma de ditadura.
3ª condição: um sistema judicial independente e isento e uma imprensa independente e deontologicamente enquadrada.
Sem uma das três condições, não existe democracia liberal, um sistema com força de maioria e com espaço para as minorias. Nestes 50 anos, foi isso que construímos. Foram sempre maiorias legitimadas pelo voto que nos governaram, sem haver ditadura da maioria. Soubemos crescer respeitando progressivamente as diferenças, integrando cada vez mais as pessoas, na sua diversidade e pluralidade. Se fosse apenas a força da maioria, a despenalização do ab**to não teria sido possível, nem as uniões de facto, nem o 13º mês. Começaram todos por posições de minoria.
Procuremos sempre olhar para o lado e perceber os outros. E tenhamos a coragem física de o afirmar: os que procuram os movimentos populistas e extremados querem fazer esquecer a 2ª e a 3ª condições, levando-nos para uma ditadura de maioria, básica e desumana. Neste Abril tenhamos a coragem de dizer não à força bruta dessa maioria!

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

19.04.197353 anosO Partido Socialista faz hoje 53 anos, um ano mais que a democracia em Portugal. Neste caminho conjunto...
19/04/2026

19.04.1973
53 anos

O Partido Socialista faz hoje 53 anos, um ano mais que a democracia em Portugal. Neste caminho conjunto, alcançamos muitas vitórias, que hoje damos por garantidas, porque consolidadas: uma constituição das mais avançadas e progressistas, a integração na Europa, um dos melhores serviços nacionais de saúde do mundo, um sistema de educação que formou milhões de portugueses, um sistema de segurança social que protege os portugueses, a jornada de 8 horas de trabalho e o direito a férias pagas, uma economia de mercado regulada, e tantas outras.
Como em qualquer projecto, devemos reflectir sobre o que não fizemos, ou sobre o que fizemos mal, mesmo com boa intenção. Reconhecê-lo é assumir com todos os cidadãos o compromisso de sempre: escolher as melhores pessoas e propor os melhores projectos.
Nestes 53 anos, saber onde estamos e para onde vamos continua a ser essencial. Precisamos para isso de gente boa. Reforcemos esse apelo e continuemos a dar o melhor de nós.
Avançamos todos juntos!
Bruno Aragão

20/01/2026

Correio de Azeméis - Visão de Futuro
20 de janeiro de 2026

À hora que escrevo, a noite eleitoral está fresca. Quarenta anos depois, teremos uma 2ª volta, precisamente no dia em que Maria de Lourdes Pintasilgo faria 96 anos. E é por aqui que hoje gostaria de começar.
Nas noites eleitorais há sempre vencedores e vencidos, mas é o tempo que trata de fazer a verdadeira análise. Há 40 anos, Pintasilgo ficou em último lugar, com pouco mais de 7%. Hoje, percebemos como essa candidatura abriu espaço e mentalidades. Talvez poucos saibam, mas quando Pintasilgo chefiou o governo, em 1979, era apenas a segunda mulher em toda a Europa a fazê-lo. Por isto mesmo, ao analisarmos a noite eleitoral, sejamos todos, se exceção, humildes:
1. As sondagens não votam e, por isso, os vencedores à partida não foram vencedores à chegada. Há poucas semanas ninguém adivinharia este resultado. Respeitar os eleitores é, como dizia no artigo da última semana, não esquecer que há muito poder no voto de cada um de nós.
2. A decência, a urbanidade e o respeito pelos outros não são letra morta. A candidatura mais votada não foi vistosa. A maioria de nós, tendo ou não votado em António José Seguro, não precisa de comentadores, nem de gritos, nem do anúncio de salvadores para fazer a sua escolha.
3. Ninguém confunde eleições. A esmagadora maioria de nós sabe para o que está a votar, seja qual for a eleição e, por isso, pode posicionar-se de forma diferente de eleição para eleição. Votámos para a Presidência da República, não para o Governo ou para a autarquia. O candidato que passou à 2º volta em segundo lugar insiste na confusão, mas estou convicto que a maioria dos portugueses lhe ensinará uma lição de política e de humildade.
Nas próxima três semanas não esqueçamos que quando vemos alguém apontar um dedo, temos sempre duas escolhas: olhar para a ponta do dedo ou olhar para o horizonte que se aponta. Vejamos o horizonte. A escolha é nossa, não de quem aponta.

Bruno Aragão
Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista

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Rua Ernesto Pinto Basto, 168
Oliveira De Azemeis
3720-210

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