Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis

Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis, Oliveira de Azemeis.

O edifício compreende três zonas distintas:

Área de Depósitos - locais de conservação dos documentos;

Área técnica (locais de trabalho não abertos ao público) - sala de recepção/eliminação; sala de limpeza e expurgo; sala de tratamento arquivístico; sala de conservação e restauro; sala de reprodução de documentos;

Área do público (locais abertos ao público) - recepção, sala de leitura, biblioteca de referência/espaço Internet, sala do serviço educativo, sala de exposições.

18/09/2026

Do património à memória!

Partilhamos um breve vídeo que mostra parte do trabalho desenvolvido pela EXPM no tratamento de documentação e registos fotográficos que irão integrar os nossos acervos.

Neste processo, que envolve restauro, digitalização e acondicionamento, está a ser tratada a documentação secular da Quinta do Côvo doada por Sebastião Lemos, contribuindo para a preservação de uma importante memória documental local.

O vídeo mostra também o tratamento de fotografias de Júlio Mateiro e do Centro Vidreiro, doadas por Regina Mateiro, que nos permitem conhecer e preservar diferentes momentos da história de Oliveira de Azeméis.

Cada documento, cada fotografia e cada doação acrescentam uma peça à memória coletiva do nosso concelho.

Preservar hoje para conhecer e recordar amanhã.

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170 anos a cuidar da infância oliveirense.Em 16 de setembro de 1856, numa casa no lugar do Pinheiral, freguesia de Ul, o...
16/09/2026

170 anos a cuidar da infância oliveirense.

Em 16 de setembro de 1856, numa casa no lugar do Pinheiral, freguesia de Ul, o comendador António Pinto de Carvalho e sua esposa Maria Rosa de Jesus Carvalho fundavam o Asilo da Infância Desvalida de Oliveira de Azeméis — uma das instituições de apoio à infância mais antigas de Portugal.

Os estatutos foram aprovados pelo rei D. Pedro V em 1859. A primeira pedra do edifício próprio foi benzida pelo Bispo do Porto, D. António Barroso, em 1907, mas a Revolução de 1910 atrasou a construção. O edifício só foi inaugurado a 23 de junho de 1912, numa sessão solene onde se homenagearam os fundadores já falecidos e se criou o Prémio Pinto de Carvalho para as melhores educandas.

Durante largas décadas, as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras dirigiram o Asilo, permanecendo até finais da década de 1980. A instituição sobreviveu graças à generosidade da comunidade — desde a Câmara Municipal, que doava carne, até padeiras que traziam pão e ovos, passando por famílias abastadas como os Carqueja, os Corte Real e os Alegria.

Em 2005, mudou-se para novas instalações em Lações de Cima, tornando-se o atual Centro de Apoio Familiar Pinto de Carvalho. 170 anos depois, continua a apoiar centenas de crianças e famílias oliveirenses.

Sabiam que o túmulo dos fundadores está no Cemitério de Oliveira de Azeméis, com uma inscrição que homenageia António Pinto de Carvalho como "philanthropo e prestante"?

Partilhem nos comentários: alguém tem memórias ou histórias de família ligadas ao antigo Asilo?

📷📄 Foto Paúl, Justino Mateiro dos Santos, Correio de Azeméis.

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Dia Internacional da Democracia Antes do 25 de Abril de 1974, falar de democracia e liberdade em Portugal podia signific...
15/09/2026

Dia Internacional da Democracia

Antes do 25 de Abril de 1974, falar de democracia e liberdade em Portugal podia significar correr riscos.
Em 1969, era encerrada a sede da Oposição Democrática de Oliveira de Azeméis, tornando urgente encontrar uma forma organizada de dar continuidade ao trabalho iniciado.
É neste contexto que, em 1970, surge a A.R.C.A. – Associação Recreativa e Cultural de Azeméis, com os seus estatutos aprovados pelo Governo Civil de Aveiro.
Apresentando-se como uma associação cultural e recreativa, a A.R.C.A. criou espaços para o encontro, a cultura, a reflexão e o debate, através de diferentes secções:
🎭 Teatro
📷 Fotografia e Cinema
📚 Estudos Socioeconómicos
✍️ Secção Literária
🎶 Música
♟️ Xadrez
🏀 Basquetebol

A A.R.C.A. teve um papel relevante, na oposição à ditadura do Estado Novo e na promoção de práticas democráticas antes e depois do 25 de Abril de 1974, funcionando como um espaço de formação cívica, cultural e política para muitos oliveirenses.

📄Documentação entregue ao Arquivo Municipal por Carlos Cunha, José Alberto de Sousa, e pela família de Miguel Barreiro.

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De volta à escola… e às memórias!Hoje começa mais um ano letivo e, com ele, regressam os livros, os cadernos, os reencon...
14/09/2026

De volta à escola… e às memórias!

Hoje começa mais um ano letivo e, com ele, regressam os livros, os cadernos, os reencontros e tantos momentos que ficam na memória.
Mas… como era a escola em Oliveira de Azeméis há algumas décadas?

📜 Os documentos e fotografias conservados no Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis ajudam-nos a conhecer um pouco dessa história e a perceber como o ensino foi mudando ao longo do tempo.
Neste regresso às aulas, convidamos-vos a viajar connosco pelas memórias da escola de outros tempos.

📸 Tem fotografias antigas dos seus tempos de escola?
Fotografias de turmas, professores, festas, passeios, recreios ou simplesmente daquele primeiro dia de aulas?
Partilhe-as connosco! A sua fotografia pode ajudar a preservar e a contar a história do ensino no nosso concelho.

Porque cada escola tem uma história.
E cada geração deixa uma memória.
Bom ano letivo a todos!

📷 Fotografias cedidas para digitalização por Vera Graça
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O ensino de artes e ofícios — uma das primeiras formas de ensino técnico-profissional — surgiu em Oliveira de Azeméis, c...
12/09/2026

O ensino de artes e ofícios — uma das primeiras formas de ensino técnico-profissional — surgiu em Oliveira de Azeméis, com a criação, em 1924, da Escola de Artes e Ofícios Soares Basto, cuja sede funcionava na freguesia de Palmaz.

Destinada à formação prática, preparava os seus alunos em áreas como a carpintaria, serralharia e os trabalhos femininos.
A escola funcionou em Palmaz entre 1924 e 1931. Apesar de ter sido concebida como uma instalação provisória, desempenhou um papel importante na introdução do ensino profissional e técnico na região.

Com uma forte componente prática, os alunos realizavam trabalhos que eram posteriormente apresentados e vendidos, como podemos observar num dos livros de registo, referente a 1929, assim como as exposições de trabalhos dos alunos.

Em 1931, foi extinta e o seu arquivo transferido para a Escola de Artes e Ofícios “O Comércio do Porto”, em Oliveira de Azeméis.
Quase um século depois, estes documentos preservam a memória de uma escola que nasceu em Palmaz e que esteve na origem de uma história de ensino técnico que continuaria em Oliveira de Azeméis.

📷📖 Documentação cedida cedida para digitalização por Odete Oliveira e Isabel Nunes Silva

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Colégio de Oliveira de Azeméis: a escola através dos documentos.Em tempo de regresso às aulas, perguntamos: o que nos po...
09/09/2026

Colégio de Oliveira de Azeméis: a escola através dos documentos.

Em tempo de regresso às aulas, perguntamos: o que nos podem contar os documentos de uma escola sobre o ensino, os alunos e a sociedade de Oliveira de Azeméis de outros tempos?

Fundado em 1922, por iniciativa de Maria Adília Alegria Martins de Almeida, começou como Casa-Escola e viria mais tarde a transformar-se no Colégio de Oliveira de Azeméis, também denominado Externato Académico.
Com a colaboração do marido, o Prof. António Almeida, o Colégio cresceu e passou a oferecer, para além da Instrução Primária, o Curso Geral e Complementar dos Liceus, permitindo aos seus alunos prosseguir estudos superiores.
O crescimento da instituição levou à construção de novas instalações, com salas de aula, laboratórios, ginásio, sala de espetáculos e salão de festas, além de serviços de internato masculino e feminino.
A qualidade do ensino e as condições oferecidas fizeram do Colégio um importante polo educativo, atraindo alunos de várias regiões do país, numa época em que o ensino liceal público estava sobretudo concentrado nas capitais de distrito.
Em 1971, com a chegada do Ensino Liceal público a Oliveira de Azeméis, o Colégio encerrou a sua atividade letiva.

Hoje, a documentação desta instituição permite-nos conhecer não apenas a história do Colégio, mas também os percursos dos seus alunos, as práticas educativas e a própria sociedade oliveirense de outras épocas.
Esta documentação chegou ao Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis através da doação de Rufino de Almeida, sendo continuamente enriquecida pela partilha de fotografias e memórias de antigos alunos e dos seus familiares.

Foi aluno ou aluna do Colégio? Tem fotografias, cadernetas, documentos ou histórias relacionadas com esta instituição?
Partilhe-as connosco. Cada fotografia pode ajudar a identificar pessoas, lugares, momentos e histórias que fazem parte da memória coletiva do nosso concelho.

O Arquivo Municipal agradece a todos os que contribuem para preservar e dar a conhecer esta memória.
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Casamentos de outrora: um retrato de família e de uma época.Há fotografias que nos contam muito mais do que aquilo que v...
06/09/2026

Casamentos de outrora: um retrato de família e de uma época.

Há fotografias que nos contam muito mais do que aquilo que vemos à primeira vista.
Nos registos fotográficos de casamentos de outros tempos, encontramos famílias numerosas, grupos de convidados muito alargados e, por vezes, sinais que nos permitem perceber que se tratavam de famílias com alguma capacidade económica e estatuto social.

As fotografias são preciosos documentos históricos. Para além de identificarmos rostos e famílias, permitem-nos conhecer hábitos, relações familiares, formas de vestir e diferenças sociais de uma comunidade.

📷 Júlio Mateiro
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Uma das coisas mais interessantes de trabalhar com fotografias no Arquivo Municipal é perceber que, muitas vezes, uma im...
03/09/2026

Uma das coisas mais interessantes de trabalhar com fotografias no Arquivo Municipal é perceber que, muitas vezes, uma imagem sem qualquer informação pode esconder uma história à espera de ser descoberta.
Às vezes, basta uma fotografia para encontrarmos uma ligação inesperada: reconhecer uma pessoa, descobrir uma amizade, perceber que a mesma fotografia existe em diferentes álbuns familiares ou encontrar relações entre famílias que até então desconhecíamos.
É neste processo de investigação, comparação e descoberta que as fotografias ganham novas histórias e novas ligações.
Porque uma fotografia não guarda apenas aquilo que vemos. Guarda também aquilo que ainda não sabemos.

Cerca de 10 anos separam estas duas fotografias, certamente que cada uma tem a sua história, será que há ligação?

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Dia Nacional das Bandas Filarmónicas.Hoje celebramos o Dia Nacional das Bandas Filarmónicas, uma data que nos convida a ...
01/09/2026

Dia Nacional das Bandas Filarmónicas.

Hoje celebramos o Dia Nacional das Bandas Filarmónicas, uma data que nos convida a reconhecer o papel fundamental que estas coletividades desempenham na preservação da nossa memória, da nossa cultura e das nossas tradições.

Em Oliveira de Azeméis, o movimento filarmónico tem uma história rica e profundamente enraizada nas comunidades locais. São seis Bandas de Música que, ao longo de décadas e até de séculos, têm formado músicos, animado festas e romarias, participado em concertos e levado o nome do nosso concelho muito além das suas fronteiras:

🎺 Banda de Música de Carregosa — fundada em 1889
🎺 Sociedade Filarmónica Cucujanense — fundada em 1891
🎺 Banda Musical de Fajões — fundada em 1926
🎺 Banda de Música de Loureiro — fundada em 1899
🎺 Banda de Música de Pinheiro da Bemposta — fundada em 1881
🎺 Banda de Música de Santiago de Riba-Ul — com uma existência documentada desde 1722

O Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis está sempre à procura de novos registos que nos ajudem a conhecer, preservar e divulgar a história do nosso concelho.
👉 Se tem fotografias antigas destas bandas, faça-as chegar até nós!
Podem ser fotografias de família, álbuns antigos ou simples retratos guardados durante décadas.
📷 Cedida para digitalização por Odete Oliveira
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