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É para um amigo 🤔🇵🇹:Ao analisar esta imagem publicada pelo próprio dirigente político durante a crise e investigação pol...
29/05/2026

É para um amigo 🤔🇵🇹:

Ao analisar esta imagem publicada pelo próprio dirigente político durante a crise e investigação policial ao partido, fiquei com uma dúvida genuína de natureza simbólica e histórica.

A postura corporal — mãos abertas, palmas expostas, expressão de indignação quase ritualizada — recordou-me certos gestos associados em literatura esotérica, iniciática e até anti-maçónica a:

* submissão perante julgamento;
* exposição ritual;
* pedido silencioso de legitimidade;
* ou demonstração pública de “mãos limpas”.

Sabendo:

* a tradição laica e maçónica historicamente ligada a algumas elites políticas europeias;
* a importância do simbolismo gestual em ordens discretas;
* e o contexto atual de colapso reputacional, investigações e luta interna pelo controle narrativo;

pergunto seriamente a quem conhece história da maçonaria, ordens iniciáticas, ritualística ou comunicação simbólica:

Existe algum precedente histórico, ritual, gesto documentado ou tradição oral que associe:

1. mãos abertas/palmas visíveis em contexto público;
2. toques repetidos na cabeça ou no corpo;
a pedidos de desculpas, submissão hierárquica, reconhecimento de falha ou reafirmação de juramento?

Não procuro teorias fáceis nem acusações simplistas. Interessa-me sobretudo:

* história comparada;
* exemplos documentados;
* iconografia;
* testemunhos;
* paralelos entre rituais iniciáticos e comunicação política contemporânea.

Gostava particularmente de ouvir:

* maçons;
* ex-maçons;
* investigadores de simbologia;
* estudiosos de ritual;
* historiadores de sociedades discretas;
* ou pessoas que tenham encontrado referências semelhantes em livros antigos, gravuras, documentos ou tradições orais.

Obrigado 🇵🇹
(João Alves)

28/05/2026

Acessibilidades: entre o conformismo de décadas e a obrigação de pensar o futuro de Montalegre.

A propósito do recente artigo publicado pelo ex-presidente da Câmara Municipal de Montalegre, José António Carvalho de Moura, sobre a proposta defendida pelo deputado municipal Jorge Pereira relativamente à criação de uma nova ligação rodoviária alternativa à EN103, entende a Comissão Política Concelhia do CHEGA Montalegre prestar alguns esclarecimentos públicos, não apenas em defesa da honra política e da seriedade institucional do nosso eleito, mas sobretudo em defesa de uma ideia que é vital para o futuro de toda a região de Barroso.
Em primeiro lugar, importa afirmar com total clareza: Jorge Pereira não inventou um problema inexistente nem lançou uma proposta irrealista para mero aproveitamento político. Pelo contrário. O mérito político do deputado municipal do CHEGA foi precisamente o de voltar a colocar na agenda pública um tema que sucessivos executivos locais e nacionais deixaram cair no esquecimento durante décadas.
E o próprio artigo do ex-presidente Carvalho de Moura confirma isso mesmo.
Ao reconhecer que:
• a EN103 é longa, perigosa, sinuosa e limitadora;
• a região necessita urgentemente de melhores acessibilidades;
• a ideia já havia sido anteriormente defendida por personalidades técnicas e institucionais;
• e que Montalegre nunca conhecerá verdadeiro progresso sem uma ligação moderna ao litoral e aos grandes centros urbanos;
f**a demonstrado que a proposta defendida por Jorge Pereira não é uma fantasia política, mas sim uma necessidade estrutural antiga, reconhecida há muitos anos por diversas gerações de responsáveis políticos, técnicos e cidadãos de Barroso.
Aliás, o próprio artigo refere nomes como o Dr. Custódio Montes, o Eng.º António Cardoso e o saudoso professor José Jorge Álvares Pereira, todos eles associados, em diferentes momentos, à defesa da necessidade de novas soluções rodoviárias para a região.
Assim, aquilo que hoje alguns tentam apresentar como “retórica” é, na verdade, uma reivindicação histórica de Barroso.
O verdadeiro problema nunca foi técnico.
Nunca foi geográfico.
Nunca foi sequer financeiro.
O verdadeiro problema sempre foi político:
faltou vontade, ambição e coragem para defender o interior com a mesma determinação com que se defenderam investimentos noutras regiões do país.
Portugal investiu milhares de milhões:
• em autoestradas no litoral;
• em resgates bancários;
• em infraestruturas aeroportuárias;
• em projetos de reduzida rentabilidade pública;
• e em sucessivos programas centralizados em torno das áreas metropolitanas.
Mas quando o interior exige aquilo que é básico para o seu desenvolvimento — acessibilidade, mobilidade e competitividade territorial — surgem imediatamente os discursos do “é impossível”, “é caro”, “é complexo” ou “não vale a pena”.
Essa resignação é precisamente aquilo que o CHEGA Montalegre rejeita.
Porque nenhuma região consegue fixar população, captar investimento, desenvolver turismo ou garantir serviços de qualidade sem boas acessibilidades.
Essa é uma realidade económica universal.
As regiões do interior que conseguiram crescer ou estabilizar população tiveram sempre um fator comum:
infraestruturas modernas de ligação aos grandes centros urbanos.
Veja-se:
• Chaves após a A24;
• Bragança após o IP4;
• Viseu após a A25;
• Guarda após a A23.
Montalegre continua praticamente afastado dos grandes corredores nacionais de mobilidade, sofrendo há décadas consequências gravíssimas:
• perda populacional;
• envelhecimento acelerado;
• fuga de investimento;
• dificuldades na fixação de empresas;
• isolamento económico;
• dificuldades no acesso rápido a cuidados de saúde;
• custos acrescidos de transporte;
• e perda contínua de competitividade territorial.
Por isso, levantar esta discussão não é populismo.
É responsabilidade política.
Também importa esclarecer outro ponto essencial:
ninguém está a defender a destruição ou abandono da atual EN103.
O que se defende é o estudo sério e responsável de uma nova solução rodoviária moderna, mais rápida, mais segura e mais eficiente, capaz de complementar a rede existente e servir as necessidades do século XXI.
Aliás, em toda a Europa coexistem:
• estradas históricas;
• vias panorâmicas;
• e corredores rápidos de mobilidade.
A EN103 pode continuar a desempenhar funções turísticas, locais e patrimoniais, enquanto uma nova ligação estruturante garante segurança, rapidez e competitividade económica.
Mais: importa desmontar a ideia, insinuada no artigo, de que uma proposta desta dimensão seria automaticamente impossível do ponto de vista técnico ou financeiro.
Não é verdade.
A engenharia rodoviária moderna permite hoje:
• variantes faseadas;
• soluções híbridas;
• perfis 2+1;
• retif**ações estratégicas;
• aproveitamento parcial de traçados existentes;
• túneis seletivos;
• e execução modular por fases.
Ou seja:
não é necessário construir “uma autoestrada faraónica” para melhorar drasticamente tempos de percurso, segurança rodoviária e competitividade territorial.
Além disso, uma ligação estruturante Braga–Vieira–Salto–Montalegre–Galiza–Chaves enquadra-se diretamente:
• nos objetivos da coesão territorial nacional;
• nos fundos europeus do Portugal 2030;
• nas políticas de combate à desertif**ação do interior;
• na valorização do turismo de natureza;
• no reforço das ligações transfronteiriças;
• e na estratégia europeia de desenvolvimento sustentável das regiões de baixa densidade.
Montalegre e Barroso não são um peso para o país.
São uma região estratégica que durante décadas deu ao país:
• energia;
• recursos hídricos;
• produção agropecuária;
• património ambiental;
• floresta;
• identidade cultural;
• e soberania territorial.
Portugal tem uma dívida histórica para com esta terra.
E essa dívida não se paga com conformismo nem com discursos de impossibilidade permanente.
Paga-se com investimento.
Paga-se com visão estratégica.
Paga-se com coragem política.
O deputado municipal Jorge Pereira teve precisamente essa coragem:
a coragem de voltar a levantar um tema que muitos preferem considerar impossível apenas porque durante décadas ninguém quis verdadeiramente lutar por ele.
O CHEGA Montalegre não aceita que o interior continue condenado à resignação.
Defender melhores acessibilidades não é sonhar.
É planear.
Não é populismo.
É estratégia territorial.
Não é propaganda.
É justiça para uma região historicamente esquecida.
Se hoje esta discussão regressou à agenda pública local e regional, isso deve-se à persistência política de quem recusou aceitar que Montalegre continue eternamente afastado das prioridades nacionais.
E essa discussão não f**ará por aqui.
Porque o futuro de Barroso não pode continuar dependente da lógica do “não vale a pena”.
Vale a pena, sim.
Por Montalegre.
Por Barroso.
Pelo interior.
E por Portugal.

* Fotografia: imagem meramente ilustrativa

Montalegre, 26 de Maio de 2026

Comissão Política Concelhia do CHEGA Montalegre

28/05/2026

Estrada alternativa à EN 103

Jorge Campos, deputado do Chega, na Assembleia Municipal de Montalegre(AMM), tem-se destacado na reivindicação de propostas que ele julga pertinentes para combater o atraso em que se encontra o concelho. Atitude digna de apreço porque revela sentido de responsabilidade e saber estar na Assembleia Municipal que, para ele, não se resume a sentar-se na cadeira e receber o valor da senha de presença ao fim do mês, tal com acontece com 90% dos nossos eleitos.
Segundo visto nas redes sociais, Jorge Campos na AMM tem reclamado por acessibilidades dignas para a região, postura meritória tanto mais que as sucessivas administrações socialistas da Câmara Municipal têm descurado, por completo, essa vertente desde 1990 até à presenta data.
As forças da oposição têm, neste caso, desempenhado cabalmente o seu papel não só com críticas sobre as acessibilidades principais mas também com a apresentação de moções a se exigir do governo a requalif**ação/rectif**ação da EN 103 que, para mal dos pecados dos barrosões, não surtem qualquer resposta positiva dos executivos socialistas sendo que até se deram ao luxo de votar contra essas propostas porque, para eles (Orlando Alves e C.ª), «a estrada está bem como está».

Mas voltemos a Jorge Campos porque surge a propor «uma nova estrada alternativa à EN 103» que ele classif**a estrada «perigosa, longa, sombria, muito nevoeiro e precipícios (mais turística que versátil)»
Trata-se dum novo projecto alternativo à EN 103 no concelho de Vieira do Minho e direccionado de Póvoa de Lanhoso a Salto passando por Vieira do Minho. Como refere, um projecto antigo mas nunca executado. Argumenta com números, sendo que essa nova estrada, se executada, diminuiria as distância de Salto a Vieira em cerca de 60%.
A ideia não tem nada de original porque, em 2010, quando se apresentou um “abaixo assinado” ao então governo socialista na pessoa do então secretário de Estado, Ascenso Simões, o ilustre barrosão Dr Juiz Custódio Montes defendeu publicamente essa mesma ideia. E, por essa altura, numa reunião, na CM de Braga, com o então presidente Mesquita Machado, o Eng.º António Cardoso também se referiu com entusiasmo a essa referida ideia, mas a verdade é que este político, eleito alguns anos depois, presidente da CM de Vieira do Minho, esqueceu a nova rota e a actual velhinha 103 e, incompreensivelmente, esta nem de Vieira nem de Montalegre tem merecido qualquer atenção e muito menos preocupação.
Mas, a ideia de Jorge Campos tem outros contornos que é preciso deles tomar o devido conhecimento para melhor avaliação da sua proposta.
Essa alternativa, por se tratar de estrada nacional principal, tal como é a EN 103, terá de ser aprovada, através de decreto, pelo governo e pelas Infraestruturas de Portugal por ser uma nova via de substituição da EN 103, estrada histórica a fazer ligação de Braga com Chaves. Daria lugar a um novo mapa rodoviário nacional. E mexer com o património nacional não é nada fácil.
Há, no entanto, outra situação que escapou a Jorge Campos. Se o seu projecto fosse por diante, seria expectável que a estrada não poderia acabar em Salto. Forçoso era dar-lhe continuidade até Montalegre e já agora a passar na capital de Barroso e daí seguir até Chaves.
Tudo isto, e Jorge Campos que me desculpe, talvez seja retórica para impressionar o povoléu sobretudo porque tem custos políticos muito difíceis de enfrentar. As Cerdeirinhas, Penedo, Salamonde, Ruivães e Venda Nova não se vão calar e os políticos de Vieira e de Montalegre, em exercício de funções, sabem disso e não vão arriscar numa aposta de grande complexidade, no meu modesto entendimento. Seriam 140 kms de um IP, totalmente novo mas de execução muito complexa, para o qual o orçamento de quinhentos milhões de euros não sei se seria suficiente.
É claro que tanto Vieira como Montalegre, por aquilo que dão ao país, mereciam tal investimento mas talvez seja melhor g***r com o sonho e acordar para a realidade.
Faço questão de declarar que eu não contesto a ideia, o que eu desejo (e desde os tempos de estudante) é uma boa ligação de Montalegre com Braga sem a qual Montalegre nunca verá ponta de progresso.
(A imagem é do Alto do Talefe, o ponto mais alto da serra da Cabreira, 1262 m)

Estrada Salto – Montalegre

E porque vem a propósito, nota final ainda para uma nova ligação de Salto a Montalegre.
Quando presidente da Câmara(CMM) fui alertado para esta ideia pelo ilustre saltense de Pomar de Rainha, José Jorge Álvares Pereira, homem sábio que foi técnico das Minas da Borralha e professor na Escola Profissional das Minas da Borralha, bom e competente colega nesta reputada instituição.
Então ele, certo dia no gabinete da CMM, fez-me ver as vantagens de estreitar a ligação rodoviária de Salto com Montalegre e até delineou o trajecto a seguir. Trajecto esse que eu, hoje, não reproduzo (não vou além de Salto, Pereira...) porque dele não tomei então a devida nota. Caso de que me penitencio mas talvez o seu filho, Eng.º José Manuel Álvares Pereira, saiba os detalhes desta ideia do seu pai. O que serviria de base para a concretização dum projecto de indiscutível interesse para o concelho de Montalegre e Barroso.
(Ver mais na edição n.º 687 do Notícias de Barroso, o jornal onde palpita alma do povo de Barroso)
José António Carvalho de Moura
ex-presidente da CM de Montalegre

Falar em “comunicação social livre e independente” enquanto os órgãos locais continuam financeiramente dependentes do Es...
21/05/2026

Falar em “comunicação social livre e independente” enquanto os órgãos locais continuam financeiramente dependentes do Estado e das autarquias é, no mínimo, contraditório.

Se querem mesmo defender a democracia local e combater a propaganda, então legislem para garantir transparência total: Transmissão obrigatória, em direto e sem cortes, de todas as reuniões públicas das autarquias e órgãos legislativos, de norte a sul do país.

Isso sim é serviço público. Isso sim é informação livre. Porque democracia não é financiar jornais e rádios para reproduzirem a narrativa da maioria que governa, é garantir que os cidadãos podem ver, ouvir e escrutinar tudo por si próprios, sem filtros, sem edições e sem propaganda.

Uma comunicação social verdadeiramente independente não pode viver refém do poder político que a financia.
Obrigado 🇵🇹
CHEGA - Montalegre CHEGA - Distrital de Vila Real Rádio Montalegre Montalegre - Política CHEGA Jorge Campos João Alves

21/05/2026
21/05/2026

Partido de André Ventura quer que o Parlamento escrutine se houve ou não “influências indevidas” relacionadas com as concessões de exploração de lítio em Montalegre e Boticas e um projeto de central de produção de energia a partir de hidrogénio em Sines. Saiba mais pelo link nos comentários

Endereço

Travessa De Angola, N-1
Montalegre
5470-281

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