PS Alcanena

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🎄Que que a Magia do Natal nos lembre do essencial: amizade, afetos, solidariedade, acreditar, construir e cuidar. ⭐️🎄Que...
24/12/2025

🎄Que que a Magia do Natal nos lembre do essencial: amizade, afetos, solidariedade, acreditar, construir e cuidar. ⭐️

🎄Que o ano de 2026 seja um ano de saúde e felicidade para todos. Que seja um ano repleto de prosperidade para todo o território do concelho de Alcanena.

São os votos sinceros do Partido Socialista de Alcanena

O Partido Socialista de Alcanena lamenta profundamente o falecimento do militante Sr. José António Tavares de Oliveira. ...
21/11/2025

O Partido Socialista de Alcanena lamenta profundamente o falecimento do militante Sr. José António Tavares de Oliveira.

Foi durante décadas, uma referência do nosso partido na freguesia de Minde e no Concelho, participando orgulhosamente ao longo dos anos nas nossas equipas autárquicas, sendo exemplo recente a sua participação muito ativa na equipa do Partido Socialista às eleições autárquicas de 2025 para o Concelho de Alcanena.

A todos os familiares e amigos endereçamos os mais sentidos pêsames.

☹⭐

O Partido Socialista de Alcanena lamenta profundamente o falecimento do militante durante décadas e referência do Partid...
01/07/2025

O Partido Socialista de Alcanena lamenta profundamente o falecimento do militante durante décadas e referência do Partido Socialista de Alcanena, Sr. Manuel Catita.

A todos os familiares e amigos endereçamos os mais sentidos pêsames.

Comemorações do 111º aniversário do Concelho de Alcanena.Intervenção de Sónia Bento, representante do Partido Socialista...
08/05/2025

Comemorações do 111º aniversário do Concelho de Alcanena.
Intervenção de Sónia Bento, representante do Partido Socialista.

"Celebramos hoje 111 anos do concelho de Alcanena. Uma data que nos orgulha a todos, independentemente das cores políticas, porque é a história da nossa terra, das nossas famílias, do nosso trabalho e da nossa identidade coletiva que aqui evocamos.

Em pleno coração do Ribatejo, nascia a 8 de maio de 1914, através da Lei n.º 156, um novo concelho: Alcanena. Mais do que uma simples reorganização administrativa, este momento foi o culminar de um sonho antigo, alimentado pelo fervor republicano e por um profundo sentimento de identidade local.

Durante anos, as gentes de Alcanena, Minde, Bugalhos, Monsanto, Louriceira e Malhou viveram sob a tutela de concelhos vizinhos — Torres Novas e Santarém. Mas o pulsar das fábricas, o cheiro dos curtumes que se misturava com o ar serrano e o labor incansável dos seus habitantes criaram raízes fortes, capazes de sustentar um novo começo.

Foi ao som dos ideais da jovem República que se ouviu o clamor popular: “Para o País a República, para Alcanena o Concelho.” E assim, com coragem e determinação, as povoações uniram forças para conquistar a autonomia sonhada. A indústria de curtumes, que já então era motor de desenvolvimento e orgulho regional, serviu de prova viva da capacidade e resiliência da terra.

Com a fundação do concelho, nascia também uma nova esperança — a de um futuro traçado pelas próprias mãos dos alcanenenses, com voz ativa nas decisões que moldariam o seu destino.

Hoje, Alcanena orgulha-se da sua história. Dez freguesias — sim, 10 —, aglomeradas em uniões de freguesia, compõem este território rico em tradições, paisagens e gente de fibra. Um concelho que é, ainda hoje, símbolo de luta, identidade e progresso.

Desde 8 de maio de 1914, Alcanena tem sido sinónimo de evolução e de resiliência. Crescemos assentes na força da indústria dos curtumes, a par da indústria têxtil, na dedicação das nossas gentes e no amor que cada um de nós tem pelas suas terras. Temos um território rico, com património ambiental de excelência, como o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, e temos sobretudo um povo com vontade de fazer mais e melhor.

Mas é tempo de acrescentar novos pilares: a sustentabilidade, a inovação e, acima de tudo, a proximidade e empatia com as pessoas.

O Partido Socialista, hoje na oposição, honra este dia com o sentido de responsabilidade que sempre o caracterizou. Estivemos, estamos e estaremos sempre ao lado da população. Sabemos ouvir, sabemos propor e sabemos construir alternativas credíveis. Somos uma oposição séria, atenta e determinada a lutar por um concelho mais justo, mais equilibrado e mais próximo das pessoas.

Como somos uma oposição responsável, atenta, construtiva — e sobretudo próxima das pessoas. Não estamos apenas aqui para apontar problemas. Estamos aqui para ouvir, para sentir, para agir. Para transformar.
Estivemos no poder em momentos desafiantes, como durante a pandemia, em que as prioridades foram proteger vidas, apoiar instituições e manter a coesão social, mesmo que isso implicasse adiar projetos estruturantes.
Importa recordar que:

• O Plano de Pormenor do Parque Empresarial de Alcanena, hoje finalmente em vigor, começou a ser desenvolvido em 2018, sob a liderança do Partido Socialista, após 18 anos de espera pelo novo PDM, que foi revisto em maio de 2021. Esta revisão baseia-se em quatro grandes objetivos estratégicos para o desenvolvimento do concelho:

1. Fixar e atrair população com desenvolvimento sustentável; //
2. Reforçar os centros urbanos, evitando ocupação dispersa; //
3. Apoiar a economia local com parques empresariais; //
4. Valorizar os recursos naturais e culturais, com aposta no turismo e na gastronomia local. //

• O projeto AQUANENA, estruturante para o concelho, foi preparado pelo executivo socialista e implementado posteriormente.

• Os apoios à habitação, hoje destacados pelo atual executivo, começaram no nosso mandato, com a Estratégia Local de Habitação apresentada em agosto de 2020. Este documento identificou as necessidades habitacionais do concelho e permitiu garantir um investimento de 6,7 milhões de euros, incluindo 3,2 milhões a fundo perdido, no âmbito do programa 1.º Direito. Na altura, Alcanena foi dos poucos concelhos com este planeamento concluído. Apesar de, em 2022, o atual executivo ter anunciado uma mudança para reabilitação total, na prática acabaram por retomar a estratégia inicial que nós deixámos preparada.

O que o atual executivo tem vindo a concretizar tem raízes em decisões e estratégias traçadas pelo Partido Socialista. E, quando assim é, cá estamos para apoiar, porque o bem da população está acima de qualquer disputa política.
Veja-se, por exemplo, a questão da linha de muito alta tensão, que tem gerado uma preocupação generalizada na população. Independentemente das cores partidárias, é urgente agir — e agir com planeamento, responsabilidade e compromisso.
É importante recordar que, no processo do Título Único Ambiental emitido pela APA, o município optou por não se pronunciar na fase inicial, apenas intervindo em sede de discussão pública. Quando foi necessário intervir com seriedade, o Partido Socialista esteve presente — como prova todo o trabalho e os esclarecimentos prestados pelo Engenheiro Silvestre Pereira, infelizmente sem qualquer reconhecimento por parte do atual executivo.

O mesmo se aplica ao problema ambiental, que é uma causa comum, sentida por todos. É uma questão do passado e do presente, mas que não pode, em circunstância alguma, ser empurrada para o futuro. Temos o dever de proteger o ambiente e garantir um concelho sustentável para as gerações que aí vêm.
Estes desafios pedem mais do que soluções técnicas: exigem escuta, empatia e compromisso com a sustentabilidade.
Contudo, não podemos ignorar sinais preocupantes. Questionamo-nos:

• Estarão as novas habitações a ser pensadas verdadeiramente para os munícipes de Alcanena, ou estão a seguir uma lógica generalista que esquece quem cá vive e constrói todos os dias o concelho?
• Será que as respostas sociais são suficientes e eficazes para apoiar os mais vulneráveis — os idosos, as pessoas com deficiência, as famílias com maiores dificuldades?
• Será que as promessas de apoio a todas as IPSS há 4 anos foram cumpridas?
• Na cultura, justifica-se romper com tudo o que foi feito antes, ou há valor em continuar projetos com provas dadas?
• E as associações, que são pilar da vida local — será que estão a ser devidamente apoiadas?

Quando o Partido Socialista assumiu funções em 2009, encontrou um município com uma dívida de 20 milhões de euros, dos quais 5 milhões a curto prazo. Esta situação condicionou fortemente a capacidade de investimento durante vários anos.

O atual executivo, pelo contrário, recebeu uma câmara com as contas equilibradas, planeamento definido e margem de endividamento. Ainda assim, ouvimos hoje declarações surpreendentes, que alegam não ter havido qualquer pasta de transição — o que, além de estranho, revela uma tentativa de desvalorizar todo o trabalho feito anteriormente.

Pior ainda é ouvir, com certa altivez, que "em quatro anos se fez mais do que em doze". Quem conhece a realidade do exercício político sabe que planear, executar e inaugurar são fases distintas — e que muitos dos projetos agora apresentados resultam de trabalho planeado e lançado por executivos anteriores. A nova Zona Industrial, as habitações em curso ou o projeto Aire e Candeeiros, que envolve sete municípios, são disso exemplo. Alcanena não é, nem pode ser, tratada como um projeto isolado.

Quatro anos depois, impõem-se algumas perguntas, baseadas nas promessas feitas em campanha:
• Oficinas Municipais: diziam estar no limite da dignidade humana. Estão hoje melhores?
• Antigo lagar do Malhou: foi prometido como espaço dedicado ao nosso “ouro líquido”. O que foi feito?
• Cuidados de saúde: prometeram restaurar serviços perdidos, como as extensões de saúde. Existirá hoje algum serviço recuperado?
• Minderico: falaram em valorizar esta expressão cultural única através de programas pedagógicos. Que projetos foram implementados?
• Resíduos verdes: prometeram um serviço eficaz de recolha e valorização. Onde está esse serviço?
• Investimento nas freguesias: quanto foi investido, de facto, em cada uma? Cerca de 40.000€ por freguesia em quatro anos? Será que é suficiente?
• Liberdade de expressão e opinião: estaremos hoje mais livres? Mais ouvidos?

Estes são os temas que verdadeiramente importam. Governar é muito mais do que inaugurar obras iniciadas por outros. Governar é assumir compromissos, honrá-los e respeitar a inteligência dos cidadãos.
Estas são questões que deixamos para reflexão. Porque celebrar é também pensar o futuro.

Num ano em que se aproximam novas eleições autárquicas, este momento de celebração não pode ser apenas uma cerimónia institucional. Tem de ser também um apelo à reflexão cívica. Que concelho queremos? Que futuro desejamos para Alcanena? Que liderança estará mais próxima das pessoas e dos seus anseios?
O Partido Socialista acredita que é tempo de mudar. Que é tempo de romper com a estagnação, com as promessas adiadas, com a falta de diálogo. É tempo de coragem para fazer.

Todos são importantes, independentemente do tamanho da localidade, da associação ou da condição económica. O que realmente conta é a forma como tratamos a comunidade — porque há atitudes que o tempo já não consegue corrigir.

Mas hoje, mais do que críticas, trazemos também esperança. Porque acreditamos profundamente no potencial do nosso concelho. Acreditamos nas pessoas. E acreditamos que, com responsabilidade, competência e trabalho sério, é possível fazer mais e melhor por Alcanena.

Celebramos 111 anos com orgulho no passado, mas sobretudo com compromisso com o futuro.
Que este aniversário seja um momento de união, de reflexão e de renovação do nosso pacto com a democracia local, com a participação cívica, com o desenvolvimento sustentável e com a justiça social para todos — sem exceção.
Para finalizar, deixamos uma mensagem clara:

Alcanena tem passado. Mas merece mais no presente. E precisa de um futuro construído com coragem, com competência e com verdade.

Viva Alcanena! Viva a Democracia! Viva o Poder Local ao serviço de todos!

Muito obrigada!"

Comemorações do 51º aniversário do 25 de Abril no Concelho de Alcanena Intervenção de João Ribeiro, representante do Par...
25/04/2025

Comemorações do 51º aniversário do 25 de Abril no Concelho de Alcanena

Intervenção de João Ribeiro, representante do Partido Socialista🌹

"Bom dia a todos, excelentíssimo Sr presidente da Assembleia Municipal de Alcanena, excelentíssimo Sr presidente da Camara Municipal de Alcanena, excelentíssimos Srs vereadores da Câmara Municipal de Alcanena, excelentíssimos representantes das diversas forças de segurança, políticas e religiosas, meus senhores e minhas senhoras.

É com enorme orgulho que dou o meu pequeno, mas sentido, contributo nas comemorações daquele que é o dia mais importante da história do nosso país. Faz hoje 51 anos que no dia 25 de abril de 1974 os militares marcharam, não para uma guerra em África, mas rumo a Lisboa, com o objetivo de trazer a liberdade e paz, novamente, a Portugal.

Um golpe militar pacífico, que se transformou em revolução quando o povo, em uníssono, saiu à rua e se juntou aos militares, exigindo a tão esperada liberdade.

25 de Abril é uma data com significado próprio a cada um de nós, aliás, como a noção da palavra liberdade. Se para a poeta, Sophia de Mello Breyner, 25 de Abril de 1974 foi “O dia inicial inteiro e limpo”, para outros, sendo-o, não o foi da mesma maneira. Para a minha avó Laura esta data tem tanto ou mais significado, mesmo que não o consiga descrever recorrendo a prosas ou versos.
Para a minha avó, aquele dia de 25 de abril de 1974, mais que o fim da censura, significou o surgimento de um estado social, que iria amadurecer ao longo das décadas seguintes. Um estado, onde nasceu um serviço nacional de saúde universal. Esse mesmo Serviço Nacional de Saúde que durante décadas cuidou do seu marido vitima de doença prolongada.

Um estado, que ao longo de meio século foi reforçando os direitos dos trabalhadores, que permitiu que as suas filhas pudessem ter uma vida laboral equilibrada e acompanhar o crescimento dos filhos, oportunidade que na sua altura lhe foi negada, devido à elevada carga laboral. Um estado que pôs um ponto final ao trabalho infantil, permitindo que os seus netos pudessem ter uma infância digna e feliz, ao contrário da dela, marcada pela fome e trabalhos no campo. Um estado que pôs fim a uma guerra sem sentido, pondo assim termo à perda de tantas vidas inocentes. Um estado que fez da educação uma alavanca social, tornando possível que os seus netos, mesmo não pertencendo às elites, pudessem ter oportunidade de tirar cursos superiores, de que ela hoje tanto se orgulha.

Para a minha avó e para tantas outras avós daquela geração, mais que liberdade política, o 25 de abril trouxe esperança. Abriu portas que num regime fascista certamente quereriam manter fechadas.
Vivemos agora um momento político e geopolítico fértil para pensamentos saudosistas e rescrições históricas. Muitas das promessas de Abril ficaram por cumprir. Os nossos telejornais, estão cheios de notícias sobre guerra, crises financeiras, instabilidade política. As nossas redes sociais minadas com campanhas de ódio e desinformação. Sente-se um desacreditar coletivo na democracia e um afastamento da classe política para com o povo.
A tudo isto junta-se uma nova tendência de se fazer política, assente em ataques pessoais, assente no populismo, na difamação e na ideia do nós contra eles. Não posso negar que esta forma de estar na política é eficaz a angariar votos. Mas a que preço? Cada vez que um novo ator político entra nesse campo, está a corroer por dentro o nosso sistema democrático.

É, por isso tempo, da classe política pôr a mão na consciência. É tempo de deixar os egos de lado, e mais que nunca atuar em prol de um bem comum. É da classe política que deve partir o exemplo democrático. É a classe política que deve dar os primeiros passos para uma reaproximação com a sociedade civil. É a classe política que deve ter a humildade de saber ouvir. É a classe política que deve sair da sua bolha de bajulação e aceitar a crítica, como algo positivo. É acima de tudo tempo da classe politica ouvir e não de querer ser ouvido.
Que nas próximas eleições, prevaleça o debate de ideias. Que as pessoas sejam o foco principal. Que se consiga, novamente, transmitir ao povo a sensação de mudança que marcou os anos que precederam a Revolução dos Cravos. E, acima de tudo, que durante muitos séculos, neste dia ou noutro qualquer, o povo possa sair à rua de cravo na mão a clamar as palavras de ordem

“25 DE ABRIL SEMPRE”!

Obrigado."

21/03/2025
O Partido Socialista de Alcanena lamenta profundamente o falecimento do Sr. Raul da Silva Afonso, aos 97 anos. Pai do Pr...
08/02/2025

O Partido Socialista de Alcanena lamenta profundamente o falecimento do Sr. Raul da Silva Afonso, aos 97 anos.
Pai do Presidente da União das Freguesias de Alcanena e Vila Moreira, António Frazão Silva.
O PS Alcanena manifesta o seu profundo pesar, perante o seu falecimento, e associa-se ao luto e à dor sentida pela família e amigos mais próximos.

Até sempre Sr. Raul.

Magusto PS Alcanena
10/11/2024

Magusto PS Alcanena

➡️ Morcelada à Mindrica |Á semelhança de anos anteriores, o PS Alcanena esteve presente em Minde, na morcelada organizad...
03/11/2024

➡️ Morcelada à Mindrica |
Á semelhança de anos anteriores, o PS Alcanena esteve presente em Minde, na morcelada organizada pelo Vitória Futebol Clube Mindense. Estar junto das pessoas e das coletividades faz parte da nossa natureza.
Parabéns a toda a organização...Vitória Vitória Vitória.mindense

➡️ Congresso Federativo 2024
12/10/2024

➡️ Congresso Federativo 2024

Em 2020 foi assim!Entretanto em 2024...No passado, dia 13 de setembro, o Sr. Primeiro-Ministro, o Ministro da Habitação,...
20/09/2024

Em 2020 foi assim!

Entretanto em 2024...

No passado, dia 13 de setembro, o Sr. Primeiro-Ministro, o Ministro da Habitação, entre Secretários de Estado e vários autarcas estiveram em Alcanena, reconhecendo a aposta deste município na habitação pública. O ministro das Infraestruturas e Habitação, dirigindo-se em particular aos autarcas presentes nesta localidade do Médio Tejo, assinalou que o atual Governo recebeu uma pasta com cerca de 1.600 casas entregues a nível nacional. Esta realidade “coloca muita pressão sobre autarcas e IHRU para, nos próximos dois anos, cumprirmos as metas a que nos obrigámos para cumprir o PRR”,
Registamos o momento, e não podemos deixar de realçar que os projetos agora apresentados foram desenvolvidos e aprovadas com financiamento do Governo PS.

Relembramos a presença da, na altura, Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, em Setembro de 2023, onde foram assinados acordos de celebração, entre a CIM Médio Tejo e o IHRU para Projetos de Habitação a Custos Acessíveis do Médio Tejo, e que envolvem um pacote financeiro global de 148 ME para construção ou reabilitação de 1.132 habitações até 2026.

Registamos também os elogios ao trabalho feito pelo executivo do PS, na Câmara de Alcanena, no planeamento da estratégia local de habitação. Deixamos o trabalho de casa feito, com financiamentos previstos e liquidez financeira garantida, graças à boa gestão financeira do município.

Realçamos também que, em setembro de 2020, o executivo municipal de Alcanena do Partido Socialista e a Assembleia Municipal, aprovaram o documento “Estratégia Local de Habitação de Alcanena”. O documento, que permitiu “responder às especificidades locais” em termos de habitação e que foi fundamental a existência deste plano para a execução dos projetos que agora acompanhamos e que alguns também já tinham o nosso compromisso no programa eleitoral 2021-2025.

Alcanena, Setembro 2024
PS Alcanena

Foto: mediotejo.net

06/08/2024

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