Bloco de Esquerda - Mealhada

Bloco de Esquerda - Mealhada Bloco de Esquerda - Mealhada O Bloco de Esquerda autodefine-se da seguinte forma nos seus Estatutos: "O Bloco de Esquerda (...)

inspira-se nas contribuições convergentes de cidadãos, forças e movimentos que ao longo dos anos se comprometeram e comprometem com a defesa intransigente da liberdade e com a busca de alternativas ao capitalismo. Pronuncia-se por um mundo ecologicamente sustentável. Combate as formas de exclusão baseadas em discriminações de carácter étnico, de género, de orientação sexual, de idade, de religião,

de opinião ou de condição" (art. 1º, nr.2). "O Bloco de Esquerda defende e promove uma cultura cívica de participação e de acção política democrática como garantia de transformação social, e a perspectiva do socialismo como expressão da luta emancipatória da Humanidade contra a exploração e opressão"(art. 1º, nr.3). Nas eleições para todos os órgãos internos é obrigatória a observação do "critério da paridade entre sexos" (art. 18º, nr.5).

Hoje, o BE Mealhada juntou-se ao executivo camarário no hastear da bandeira arco-íris. Unidos no respeito pelos Direitos...
17/05/2026

Hoje, o BE Mealhada juntou-se ao executivo camarário no hastear da bandeira arco-íris. Unidos no respeito pelos Direitos Humanos somos sempre mais fortes! Nos tempos que correm, onde a destilação de ódio cresce e onde abundam as atitudes discriminatórias, erguemos bem alto as nossas vozes por um concelho inclusivo, onde todos se sintam bem acolhidos e integrados.
O Bloco de Esquerda (BE) da Mealhada tem um histórico de iniciativas ligadas à bandeira arco-íris (símbolo da comunidade LGBTQIA+), focadas na visibilidade e no combate à discriminação no município e orgulha-se disso. Por tudo isto, o BE nunca desistirá de ser uma voz presente na luta pela visibilidade de todos os que sofrem qualquer tipo de discriminação.

No próximo domingo,dia 17,  o BE Mealhada estará presente para participar no hasteamento da bandeira arco-íris, pelas 10...
15/05/2026

No próximo domingo,dia 17, o BE Mealhada estará presente para participar no hasteamento da bandeira arco-íris, pelas 10:00 junto aos Paços do concelho. Recordamos que o Bloco de Esquerda apresentou proposta formal na Assembleia Municipal ainda em 2021, desafiando a Câmara Municipal da Mealhada a associar-se ao Dia Internacional Contra a Homofobia, tendo o atual executivo aceitado o repto e hasteado a bandeira LGBT pela primeira vez a 17 de maio de 2022, pelo que o partido se congratula com este posicionamento de quem não desiste de hastear este símbolo da luta pelo direito à diferença.
Paralelamente ao hasteamento, o BE promoveu, nestes últimos anos, a pintura de mobiliário urbano com as cores do arco-íris. Esta ação conjunta na Mealhada foi integrada e catalogada pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) na iniciativa Mostras da Igualdade na Vida Local, que destaca boas práticas de inclusão social e direitos humanos implementadas pelas autarquias portuguesas.( https://www.cig.gov.pt/iniciativas-nacionais/mostras-da-igualdade-na-vida-local-2/)
Infelizmente, chegados a 2026, assiste-se a um retrocesso que lamentamos seriamente, tendo a Assembleia da República aprovado, em votação final global no passado dia 17 de abril, o decreto que proíbe o hasteamento de bandeiras "de natureza ideológica, partidária ou associativa" — o que inclui a bandeira arco-íris — em edifícios públicos. A medida reuniu os votos a favor do PSD, Chega e CDS-PP. Esta medida, ainda não aplicada este ano, pois aquele decreto só entra em vigor 30 dias após a publicação formal no DR, simbolizará um país mais cinzento e retrógrado.
O Bloco de Esquerda (BE) da Mealhada tem um histórico de iniciativas ligadas à bandeira arco-íris (símbolo da comunidade LGBTQIA+), focadas na visibilidade e no combate à discriminação no município e orgulha-se disso. Por tudo isto, o BE nunca desistirá de ser uma voz presente na luta pela visibilidade de todos os que sofrem qualquer tipo de discriminação.

06/05/2026

No passado dia 29/04/2026 não conseguimos ter os nossos habituais intervenientes a marcar presença na Assembleia Municipal. No entanto, uma das nossas responsáveis concelhias enviou email para o Presidente da Assembleia, núcleo de apoio à AM e partidos/grupos políticos eleitos e com assento na AM, com questões que nos chegaram através de militantes e simpatizantes sobre diversos assuntos, até hoje sem qualquer resposta á comunicação email.
Conhecemos o Regimento em vigor da AM da Mealhada e sabemos que não prevê a participação dos munícipes por outra via além da presencial no período destinado a intervenção do público, no entanto consideramos que o fomento da participação cívica é um dever deste órgão e não responder a uma munícipe é uma desconsideração pela opinião dos munícipes e dos partidos que constituem o espaço de discussão política municipal.
Acompanhamos a AM via streaming e as questões que colocamos não foram abordadas por nenhum dos intervenientes.
Pela transparência e ética que nos caracteriza desde sempre, partilhamos para conhecimento dos nossos militantes e simpatizantes o teor e questões colocadas:
"Boa noite, caros membros da Assembleia Municipal (AM) e munícipes que assistem,
Por indisponibilidade de vida pessoal e profissional, e não podendo estar presente na AM, enquanto comissão política concelhia do Bloco de Esquerda da Mealhada, gostaríamos de colocar questões que nos chegaram através dos munícipes e questionar se as mesmas poderiam ser lidas pela AM no período destinado ao público:
1- Sobre o regulamento de cedência ou usufruto de transporte coletivo de passageiros do Município da Mealhada, publicado em Diário da República, questionar se teve discussão pública e auscultação das Associações culturais e desportivas e outras do concelho para a sua elaboração, uma vez que tivemos conhecimento que existiram associações que não foram contactadas. Temos conhecimento que essa divulgação de discussão pública foi enviada para as juntas de freguesia para divulgação mas ao que parece foi apenas dado conhecimento e não uma intenção clara de discussão pública. Ora isto parece-nos pouco digno do zelo de respeito pelas associações do concelho e ausência de fomento de participação Civica.
2- Tivemos conhecimento que ontem houve um direto nos Moinhos do Lograssol para o programa televisivo Praça da Alegria, na RTP1 e não vimos nunca referência à Junta de Freguesia da Vacarica na emissão televisiva, nem representantes dos órgãos autárquicos da Junta de freguesia da Vacariça. Gostaríamos de questionar se houve comunicação a estes órgãos e o porquê de não ter sido dado o devido destaque à freguesia e apenas ao Concelho de forma global.
3- Gostaríamos ainda de ser esclarecidos do porquê de duas freguesias deste concelho, designadamente Antes e Luso, de não constarem da lista de freguesias abrangidas pelo Fundo Ambiental, no âmbito do programa Botija Solidária, destinado ao apoio com botijas de gás a famílias e cidadãos em contexto de vulnerabilidade sócio-economica. Às candidaturas a este fundo são de decisão exclusivamente de freguesia? Como podem os munícipes destas freguesias em critérios de elegibilidade, aceder a este apoio?
Obrigada pela vossa atenção!
Sónia Almeida Pinto
Concelhia do BE Mealhada "

30/04/2026

Foi hoje aprovado por unanimidade o projeto de resolução do Bloco para a criação do nó de acesso à A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro.

Projeto de Resolução n.º 859/XVII/1.ª (BE) – Recomenda ao Governo a criação de um nó de acesso à Autoestrada A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro, como medida de coesão territorial e justiça social.

Link: https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=356587

O Bloco de Esquerda continua a sua  campanha pública no distrito de Aveiro para combater o aumento galopante do custo de...
31/03/2026

O Bloco de Esquerda continua a sua campanha pública no distrito de Aveiro para combater o aumento galopante do custo de vida, colocando esta emergência social no centro da nossa intervenção política. Desta vez, na Mealhada, Luso e Pampilhosa.
Esta campanha servirá para denunciar a concentração de riqueza por um punhado de grupos económicos em detrimento de quem vive do seu salário. Não pode ser a maioria do costume a pagar a fatura.
Propomos um conjunto de medidas urgentes:
Regulação de preços em bens de primeira necessidade;
Taxação dos lucros elevados da elite das grandes empresas;
Regulação do IVA e controlo público de setores estratégicos;
Proteção do direito à habitação, com medidas que protejam as famílias perante a subida das rendas e das prestações bancárias.
Além do foco económico, a estrutura do Bloco reforça que o atual contexto de aventura militar internacional tem servido apenas para agravar a precariedade interna. Continuaremos a apoiar iniciativas plurais contra a guerra, estendendo a mão ao campo da democracia para denunciar a perversidade dos conflitos atuais.
Nas próximas semanas, o Bloco de Esquerda estará nas ruas do distrito de Aveiro com ações de contacto direto e distribuição de materiais informativos.
A nossa prioridade é proteger quem trabalha e não quem especula com a crise.

Por um país decente, Catarina Martins, a presidente!
14/01/2026

Por um país decente, Catarina Martins, a presidente!

É oficial: a candidatura presidencial está entregue no Tribunal Constitucional! A todas as pessoas que se têm mobilizado...
10/12/2025

É oficial: a candidatura presidencial está entregue no Tribunal Constitucional!
A todas as pessoas que se têm mobilizado por todo o país, obrigada.

A candidatura da Catarina Martins reflete a força de um país que nunca baixou os braços e que acredita na sua capacidade...
02/12/2025

A candidatura da Catarina Martins reflete a força de um país que nunca baixou os braços e que acredita na sua capacidade de se reinventar. Um projeto que nasce da esperança, da coragem e do compromisso com todos os que, todos os dias, constroem o futuro.

Assina a candidatura em https://www.portaldacandidatura.mai.gov.pt/candidatura/2561

Perdemos a BA 61. O que mais estamos dispostos a perder?“Ver passar os comboios” é uma expressão que todos reconhecemos....
27/11/2025

Perdemos a BA 61. O que mais estamos dispostos a perder?

“Ver passar os comboios” é uma expressão que todos reconhecemos. Na Pampilhosa, porém, deixou de ser apenas uma metáfora. Tornou se uma imagem dolorosamente real. Na madrugada de domingo, pouco depois das duas, a locomotiva BA 61 saiu em silêncio da estação onde durante décadas foi um símbolo da nossa identidade ferroviária. A população não soube de nada. E não foi por descuido. Tudo indica que a operação foi preparada ao detalhe para evitar contestação e garantir uma transferência discreta para o Entroncamento, de onde dificilmente regressará.
Esta partida escondida pela noite não é apenas o percurso final de uma máquina.
É o espelho de muitos anos de desinteresse político e de submissão ao poder central. Foi assim no passado e continua a ser assim hoje. Ao longo de vários mandatos, diferentes executivos municipais, quase sempre liderados pelo Partido Socialista, deixaram que a BA 61 se deteriorasse sem qualquer plano real de recuperação. Mas também a oposição falhou ao longo dos anos ao não exigir explicações nem assumir a defesa firme deste património. O abandono acabou por ser coletivo. A locomotiva enferrujou ao mesmo ritmo que a vontade política de a proteger.
Houve um movimento cívico que tentou defender o nosso património ferroviário. Ainda assim, como tantas vezes acontece, alguns viram nesses movimentos uma oportunidade de promoção pessoal em vez de um compromisso verdadeiro com a comunidade. Enquanto tudo isto acontecia, o tempo avançava devagar, quase com a mesma lentidão das antigas locomotivas a v***r, demasiado devagar para quem esperava ação.
É também lamentável perceber como os nossos autarcas continuam a aceitar sem resistência as orientações vindas de Lisboa, sem exigirem compensações que defendam os interesses locais. Durante a campanha autárquica houve momentos de tensão entre candidatos, mas não devemos esquecer que muitos dos protagonistas já ocuparam cargos políticos sob a mesma cor partidária.
Mudam as caras, mas permanece a dependência em relação ao poder central. Por tudo isto, deixo um apelo direto aos munícipes. Participem. Marquem presença nas assembleias municipais e nas assembleias de freguesia, seja presencialmente ou através das transmissões online. Exijam transparência, fiscalização e debate. Só assim, nas próximas eleições, a escolha deixará de ser decidida por quem distribui mais brindes ou promete mais obras. A democracia
local precisa de cidadãos atentos, informados e exigentes.
A BA 61 partiu. Mas a responsabilidade não deve partir com ela. Que este episódio sirva de alerta para que o concelho não continue apenas a ver passar comboios enquanto perde, pouco a pouco, os símbolos que o definem.
Gonçalo Lopes

Uma candidatura que começa no lugar onde tudo conta: na vida concreta das pessoas. Na dignidade de quem trabalha e acred...
20/11/2025

Uma candidatura que começa no lugar onde tudo conta: na vida concreta das pessoas. Na dignidade de quem trabalha e acredita num futuro em que os salários acompanham as necessidades. Na determinação de quem procura uma casa e sabe que um lar acessível deve estar ao alcance de todos. Na confiança de quem defende cuidados de saúde que cheguem a tempo e garantam segurança.

Esta é uma candidatura que nasce do compromisso verdadeiro, construída com diálogo, com ação e com a convicção de que nunca deixamos para trás quem precisa de nós. Sempre estivemos ao lado de quem constrói o nosso país, e é com essa mesma força que continuamos o nosso caminho.

Portugal precisa de um projeto capaz de enfrentar interesses instalados, de valorizar quem vive do seu trabalho e de afirmar que há sempre alternativas quando existe determinação.

Assina a candidatura:
https://www.portaldacandidatura.mai.gov.pt/candidatura/2561

Participa na campanha:
https://catarina2026.pt/

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Mealhada

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