CHEGA - Maia

CHEGA - Maia Página Oficial da Concelhia da Maia do Partido CHEGA

🇵🇹 𝗖𝗢𝗡𝗩𝗢𝗖𝗔𝗧𝗢́𝗥𝗜𝗔 𝗔𝗢𝗦 𝗠𝗜𝗟𝗜𝗧𝗔𝗡𝗧𝗘𝗦 🇵🇹Informam-se todos os 𝗠𝗶𝗹𝗶𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗼 𝗖𝗛𝗘𝗚𝗔 que irão realizar-se as eleições para os 𝗢́𝗿𝗴...
29/05/2026

🇵🇹 𝗖𝗢𝗡𝗩𝗢𝗖𝗔𝗧𝗢́𝗥𝗜𝗔 𝗔𝗢𝗦 𝗠𝗜𝗟𝗜𝗧𝗔𝗡𝗧𝗘𝗦 🇵🇹

Informam-se todos os 𝗠𝗶𝗹𝗶𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗼 𝗖𝗛𝗘𝗚𝗔 que irão realizar-se as eleições para os 𝗢́𝗿𝗴𝗮̃𝗼𝘀 𝗗𝗶𝘀𝘁𝗿𝗶𝘁𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼.

- Comissão Política Distrital
- Mesa Distrital
- Conselho de Jurisdição Distrital

📅 𝗗𝗮𝘁𝗮: 28 de Junho de 2026

🕙 𝗛𝗼𝗿𝗮́𝗿𝗶𝗼: Das 10h00 às 19h00

📍 𝗟𝗼𝗰𝗮𝗹:
Sede Distrital do Partido CHEGA
Rua do Bom Sucesso, n.º 372 – 2.º Esq.
4150-149 Porto

(já foi solicitado à mesa a criação de de local de voto também na nossa sede da Maia, estando a aguardar confirmação dessa mesma possibilidade)

🔗 𝗖𝗼𝗻𝘃𝗼𝗰𝗮𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗢𝗳𝗶𝗰𝗶𝗮𝗹:
https://partidochega.pt/index.php/2026/05/28/convocatoria-eleicoes-orgaos-distritais-porto/

Participem! Façam-se ouvir!

CONVOCATÓRIA Vem a Mesa Distrital do Porto, convocar eleições para os órgãos distritais do Porto, Nomeadamente: Comissão Política Distrital; Mesa Distrital; Conselho de Jurisdição Distrital (opcional). O acto eleitoral tem lugar no próximo dia 28 de Junho de 2026, entre as 10:00 e as 19:00...

27/05/2026

O Sr. Bragança e o Sr. Tiago eram, em teoria, cidadãos comuns. Tinham nome, morada, número de contribuinte e essa condição miserável que atinge quase todos os portugueses: quando a Autoridade Tributária bate à porta, não aparece uma câmara municipal a fazer de pai rico, mãe afectuosa ou banco privado com brasão.

Mas isto era só em teoria.
Na prática, o Sr. Bragança e o Sr. Tiago descobriram uma categoria superior de cidadania.
O cidadão comum recebe a carta das Finanças, transpira, telefona ao contabilista, vende um rim emocional e paga. Mas depois há o cidadão autarca, que olha para o mesmo problema e pensa: “isto é uma injustiça”.
Até aqui, nada de especial. O país inteiro pensa isso sempre que abre o Portal das Finanças. A diferença é que o país inteiro não tem uma tesouraria municipal à mão.

Imagino a cena, no famoso isqueiro municipal, com pastas alinhadas, ar condicionado e aquele cheiro a papel timbrado que faz qualquer absurdo parecer procedimento.
Alguém recebe a famosa carta das finanças, e dirige-se logo ao telemóvel com aquela rapidez muito típica de quem sabe que a democracia pode ser muito simpática para os eleitos:
"— Ó sotor, surgiu aqui um pequeno problema.
— Fiscal?
— Pessoal sotor.
— Então é grave!
— A Autoridade Tributária insiste em tratar-me como uma pessoa singular, sotor!
— Que violência!
— Exactamente sotor! Uma pessoa dá anos à causa pública e depois vem o Estado dizer que sou eu. Eu, veja bem. Não o Município, não a História, não a missão, não o interesse público. Eu.
O advogado, esse vendedor de indulgências do ocidente pós cristão, ajusta os óculos e pergunta:
— O que pretende?
— Sotor, pretendo uma coisa simples. Que a lei perceba que eu sou uma pessoa singular apenas quando recebo cumprimentos, votos e fotografias. Quando aparecem dívidas, eu represento a instituição!
— Compreendo.
— Dá para escrever isso com artigos sotor?
— Sim, com artigos dá sempre melhor, e eu consigo meter muitos pelo meio.
— E com latim sotor?
— Se for necessário, arranja-se um “mutatis mutandis”. F**a logo com cheiro a biblioteca. Tenho é que evitar o "dura lex sed lex". Olhe, como é que está o nosso ajuste direto?
--Oh sotor, vou já tratar disso com os serviços. O seu abnegado labor a defender os meus interesses obviamente tem de ser pago pelo Municipio, até porque eu sou o Municipio, certo?
--Claro que é o Municipio! A partir do momento em que é eleito, o senhor até deixa de ter cara e passa a ter brasão!"

O problema é que, mesmo quando se sente injustiçado e acha que tem razão, o cidadão comum não pode abrir o cofre municipal como quem parte o porquinho com as moedas.
Mas o poder tem destas subtilezas. Ao fim de muitos anos entre reuniões, deliberações, pareceres, inaugurações e fotografias, há quem deixe de perceber onde acaba a pessoa e começa o cargo. Olham para o Município e vêem uma linha de crédito pessoal. Uma linha de crédito grande, colectiva, abastecida por contribuintes que, por azar administrativo, não têm gabinete.

E assim o privilégio ganhou forma documental. A conta da AT tinha nome privado, mas dinheiro usado para pagar era público. Entre uma coisa e outra, colocou-se um parecer, que é o equivalente jurídico do "não fui eu, foi ele".

O Tribunal de Contas, com aquela falta de delicadeza própria de quem ainda lê documentos antes de se comover, olhou para o arranjo e fez uma pergunta desagradável: mas desde quando é que uma câmara municipal paga dívidas fiscais emitidas em nome de pessoas singulares?

Pergunta injusta. Quase cruel. Uma pergunta de cidadão comum. Diria até, uma pergunta da qual basicamente só um perigoso fascista se lembraria!
É que o cidadão comum, esse NIF de segunda classe, não tem direito a este luxo metafísico. Se acredita que a AT errou, reclama. Impugna. Recorre. Espera. Sofre. Paga advogado. Envelhece três anos em cada despacho. Aprende palavras que não queria conhecer. “Reversão”. “Oposição”. “Execução fiscal”. “Indeferimento”. Pequenas pedrinhas no sapato da alma.

Mas o cidadão autárquico descobre outro caminho. Não combate a máquina como os outros. Usa outra máquina contra ela. A câmara passa a ser escudo, almofada, seguro, capote e mealheiro. A pessoa singular entra aflita. O autarca sai com o cheque.

No corredor, talvez se ouvisse outra conversa, também imaginária, porque a realidade já é suficientemente acusadora sem precisarmos de lhe acrescentar recibos falsos.
"— Mas isto não pode parecer mal sotor?
— Depende.
— De quê sotor?
— Do tamanho do parecer.
— E se alguém perguntar porque é que a Câmara está a pagar uma coisa em meu nome sotor?
— Dizemos que é interesse público.
— E se perguntarem onde está o interesse público sotor?
— Está no facto de o senhor ser público, obviamente!"

Há nisto uma beleza portuguesa muito própria. A Autoridade Tributária, máquina sem rosto, dispara sobre as pessoas singulares. As pessoas singulares que, por acaso mandam na autarquia, respondem com a autarquia como espécie de colete à prova de bala. Depois aparece um parecer a explicar que talvez tudo faça sentido se olharmos de lado, com pouca luz e alguma vontade de acreditar. No fim, vem o Tribunal de Contas dizer que não, que o Município não é um cartão multibanco emocional dos seus titulares. Foi um choque!

O Sr. Bragança e o Sr. Tiago talvez tenham achado que estavam a corrigir uma injustiça. Talvez se tenham sentido vítimas de uma AT pesada, cega, abusiva, dessas máquinas que trituram pessoas com a ternura de uma fotocopiadora avariada. Isso até é compreensível. O país conhece bem esse monstro. A diferença é que o resto do país enfrenta o monstro com os próprios bolsos, enquanto eles fizeram amizade com o bolso alheio.

06/05/2026

A convite da concelhia do CHEGA-Maia, as deputadas Idalina Durães e Vanessa Barata falaram sobre a Constituição da República Portuguesa, numa excelente iniciativa.ch

30/04/2026

Ontem, na Assembleia de Freguesia de Águas Santas, o Chega viu aprovadas duas propostas importantes para a nossa comunidade.

A primeira proposta visa a celebração do 25 de Novembro, uma data marcante da nossa história, que merece ser lembrada e valorizada.

A segunda proposta propõe a criação de reuniões semestrais com as associações e coletividades da freguesia, com o objetivo de auscultar as suas necessidades, conhecer a sua agenda e reconhecer os feitos alcançados. Acreditamos que esta proximidade é essencial para uma gestão mais participativa e eficaz.

Estas propostas foram aprovadas com os votos a favor da coligação Maia em Primeiro e os votos contra do Partido Socialista.

Continuamos a trabalhar por Águas Santas, com compromisso, proximidade e sentido de responsabilidade.

Arranca já no dia 2 de maio o ciclo de formação Ideias à Direita.Começamos pelo essencial.- Introdução à Política e Estr...
27/04/2026

Arranca já no dia 2 de maio o ciclo de formação Ideias à Direita.

Começamos pelo essencial.

- Introdução à Política e Estrutura do CHEGA
Uma sessão para perceber como funciona a política por dentro — da organização do partido ao papel de cada militante e à ligação entre o plano local e nacional.

- Constituição da República Portuguesa
Porque não há participação consciente sem conhecer as regras do jogo — os princípios do Estado, os direitos dos cidadãos e os limites da ação política.

Com oradores que vivem a política todos os dias.

2 de maio - 15h00
📍Sede Concelhia da Maia do Partido CHEGA

Mais do que opiniões — ideias com fundamento.

A Maia não segue. A Maia lidera.

Arranca em maio o nosso ciclo de formação: Ideias à Direita.Um espaço aberto para quem quer perceber mais, questionar me...
24/04/2026

Arranca em maio o nosso ciclo de formação:
Ideias à Direita.

Um espaço aberto para quem quer perceber mais, questionar melhor e formar opinião com base — não apenas repetir o que ouve.

Ao longo do mês de maio, vamos abordar temas essenciais da vida política: da organização partidária à Constituição, da administração local à comunicação política, da história de Portugal às grandes decisões europeias que impactam o nosso dia a dia.

Com oradores que vivem a política no terreno, todos os dias.

📍 Sessões abertas
🕒 15h00
📅 Maio

Mais do que opiniões — ideias com fundamento.

A Maia não segue. A Maia lidera.

Na Maia, não se fala — faz-se.O CHEGA da Maia é hoje uma realidade consolidada.  Tem sede própria. Tem um vereador eleit...
21/04/2026

Na Maia, não se fala — faz-se.

O CHEGA da Maia é hoje uma realidade consolidada.
Tem sede própria. Tem um vereador eleito. Tem autarcas na assembleia municipal e nas freguesias. Tem, acima de tudo, pessoas.

Pessoas reais.
Sem carreiras políticas.
Sem heranças partidárias.
Sem filtros.

E é exatamente aí que está a nossa força — e também o nosso desafio.

O CHEGA é um partido jovem, que cresceu rápido, mas que ainda enfrenta as dores naturais de quem nasceu fora do sistema. Pessoas que decidiram intervir, mas que nem sempre tiveram acesso às ferramentas, ao conhecimento e à formação política que o sistema reserva para os mesmos de sempre.

E é aqui que damos o próximo passo.

Não queremos criar políticos.
Queremos formar cidadãos informados.

Queremos pessoas que pensem.
Que questionem.
Que saibam argumentar.
Que não aceitem tudo o que lhes é dito.

Porque a verdade é simples:
quem não domina a informação, é dominado por ela.

É por isso que o CHEGA Maia vai lançar um novo projeto de formação aberto à comunidade.

Uma série de sessões com deputados nacionais, especialistas e intervenientes diretos na vida política, onde vamos falar — sem filtros — sobre os temas que realmente importam.

Sem propaganda.
Sem guião imposto.
Sem linguagem vazia.

Apenas esclarecimento.
Apenas verdade.
Apenas liberdade de pensamento.

Este não é um projeto para militantes.
É um projeto para todos.

Porque quando formamos os nossos, estamos a formar a sociedade.

E uma sociedade informada… não se manipula.

Em breve divulgaremos a agenda completa.

A Maia não segue.
A Maia lidera.

13/04/2026
Que bem representados estamos! 💪🏼🇵🇹
11/01/2026

Que bem representados estamos! 💪🏼🇵🇹

Endereço

Rua Da Cegonheira 474
Maia
4470-269

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