14/03/2026
A morte do Arq. Jorge Brito e Abreu cava um vazio impossível de preencher. Homem de fé e de cultura, era uma fonte inesgotável de conhecimento, que generosamente partilhava com quantos o procurassem. Senhor de uma elegância, educação e simplicidade inexcedíveis, sabia estar com todos e a todos tratava com largueza, cuidado e atenção. Não admira, pois, que tenha deixado um exército de amigos e admiradores.
Fará muita falta à cultura portuguesa, ao património histórico nacional, à Igreja e a Portugal. Patriota, era um monárquico indefectível e inspirador. Era o seu amor a Portugal que lhe impunha a defesa de tudo quanto fosse português. Era um defensor intrépido das causas portuguesas.
Homens desta craveira cultural são poucos, desta envergadura cívica e moral, menos ainda. Mas pessoas com tantas e tão diversas qualidades, talvez não haja mais.
A Causa Real, que tinha o Arq. Jorge Brito e Abreu como amigo, junta-se ao coro dos lamentos que tão justamente têm vindo a público, endereçando à sua família as mais sentidas condolências.
Saibamos, saiba Portugal, honrar o seu legado.
Foi com grande tristeza que tomei conhecimento da partida para a casa do Pai do Arquiteto Jorge de Brito e Abreu, amigo de longa data e monárquico convicto.
Ao longo dos anos esteve presente em vários momentos importantes da vida da minha família, nomeadamente no meu casamento, no qual teve um papel determinante, bem como, mais recentemente, no casamento da minha filha Maria Francisca.
Entre os muitos serviços que prestou, destacou-se também a sua dedicação à Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de cujo Conselho foi membro durante largos anos.
Amigo leal e sempre disponível, Jorge de Brito e Abreu era um homem de trato fácil, cuja presença e generosidade muito marcaram todos os que o conheciam.
Neste momento de dor, apresento à sua família as minhas mais sentidas condolências.
Dom Duarte de Bragança