Nuno Grácio - Vogal Chega junta Asseiceira

Nuno Grácio - Vogal Chega junta Asseiceira Vogal eleito na Assembleia de Freguesia de Asseiceira - Tomar

📊 SONDAGEM DE OPINIÃO — ASSEICEIRASe hoje houvesse eleições para a Junta de Freguesia de Asseiceira, em quem votaria?Que...
14/09/2026

📊 SONDAGEM DE OPINIÃO — ASSEICEIRA

Se hoje houvesse eleições para a Junta de Freguesia de Asseiceira, em quem votaria?

Queremos saber a opinião dos fregueses. 👇

🗳️ Deixa nos comentários o partido em que votaria.

Esta é uma sondagem informal e não representa qualquer sondagem eleitoral oficial.

Participem e partilhem a vossa opinião. A voz de cada freguês conta! 🇵🇹

🚨 APelo à população de Santa CitaUma freguesa de Santa Cita viu a sua moto ser roubada e pede a ajuda de todos para tent...
13/09/2026

🚨 APelo à população de Santa Cita

Uma freguesa de Santa Cita viu a sua moto ser roubada e pede a ajuda de todos para tentar encontrá-la.

Se alguém viu a moto, tem alguma informação ou reparou em algum movimento suspeito, por favor, entre em contacto e partilhe esta publicação.

🙏 Toda a informação pode ser importante. Vamos ajudar uma vizinha da nossa terra a recuperar aquilo que lhe pertence.

Partilhem, por favor.

🇵🇹👶 Parabéns, Rita e Hélio!Hoje nasceu uma criança. E com ela nasce também uma esperança: a esperança de que um dia poss...
13/09/2026

🇵🇹👶 Parabéns, Rita e Hélio!

Hoje nasceu uma criança. E com ela nasce também uma esperança: a esperança de que um dia possa crescer num Portugal melhor do que aquele que temos hoje.

Ser pai e ser mãe, nos tempos que correm, é também um ato de coragem. Casas demasiado caras, salários que não acompanham o custo de vida, impostos elevados, serviços públicos com dificuldades e uma enorme incerteza sobre o futuro.

Não podemos aceitar que esta seja a herança que deixamos aos nossos filhos.

Cabe à nossa geração ter a coragem de mudar aquilo que está mal. Um país onde quem trabalha consiga viver, onde quem quer constituir família tenha condições para o fazer e onde os nossos jovens não sejam obrigados a partir para procurar lá fora aquilo que não encontram cá dentro.

Portugal precisa de uma mudança profunda de prioridades.

Porque quando nasce uma criança, não nasce apenas mais um cidadão.

Nasce alguém a quem temos a obrigação de entregar um país melhor. 🇵🇹

Parabéns, Rita e Hélio. Que esta criança cresça com saúde, liberdade e orgulho em ser portuguesa.

Por ela. Pelos nossos filhos. Pelo futuro de Portugal. 🇵🇹

12/09/2026

DIZEM QUE SOU “CHATO”. EU DIGO QUE ESTOU A FAZER O MEU TRABALHO.

Chegou-me a informação de que o Presidente da Junta de Freguesia de Asseiceira anda a dizer por aí que eu sou “chato”.

Se ser “chato” significa pedir documentos, solicitar esclarecimentos, acompanhar decisões e fiscalizar a atividade do Executivo, então assumo: vou continuar a ser muito chato.

Fui eleito para representar os fregueses e é isso que vou fazer. O meu papel não é ficar calado, bater palmas ou fechar os olhos. É questionar, acompanhar e fiscalizar.

Sr. Presidente, preocupe-se mais com os problemas reais da nossa freguesia do que com quem está simplesmente a cumprir o mandato para o qual foi eleito.

O tempo em que a Junta fazia o que queria e lhe apetecia chegou ao fim no dia em que fui eleito.

A partir desse momento, passou a existir alguém dentro da Assembleia de Freguesia disposto a perguntar, a exigir documentos, a pedir explicações e a fiscalizar.

E isso não vai mudar.

Vou continuar a pedir documentos.
Vou continuar a fazer perguntas.
Vou continuar a exigir esclarecimentos.
Vou continuar a fiscalizar.

Não é perseguição.
Não é uma questão pessoal.
É democracia. É fiscalização. É o meu dever.

Se isso incomoda, terá de se habituar.

Pode chamar-me “chato”.
Eu prefiro chamar-lhe cumprimento do meu mandato.

E pode ter uma certeza:

VAI TER DE LEVAR COMIGO ATÉ AO ÚLTIMO DIA DO MEU MANDATO.

Porque os fregueses merecem uma Junta fiscalizada, transparente e obrigada a prestar contas.

O tempo do silêncio acabou.

🏠 7 DIAS, 7 HISTÓRIAS — 4.º DIAFalta de incentivos à reconstruçãoUma das coisas que mais me preocupa quando percorro as ...
11/09/2026

🏠 7 DIAS, 7 HISTÓRIAS — 4.º DIA
Falta de incentivos à reconstrução

Uma das coisas que mais me preocupa quando percorro as nossas aldeias é ver casas fechadas, edifícios degradados e património que, ano após ano, continua abandonado.

Ao mesmo tempo, existem pessoas que gostariam de viver na nossa freguesia, jovens que procuram casa e famílias que gostariam de recuperar a casa dos pais ou dos avós.

Então, pergunto:

Porque não fazemos mais para facilitar a reconstrução?

A Junta de Freguesia, em articulação com a Câmara Municipal, poderia ter um papel muito mais ativo.

Poderia ser criado um levantamento dos edifícios devolutos e degradados da freguesia, apoiar os proprietários nos processos burocráticos, divulgar os apoios existentes e pressionar para a criação de incentivos à reabilitação.

Poderíamos também defender reduções ou isenções de determinadas taxas municipais para quem recuperasse imóveis abandonados, criar uma bolsa de imóveis e aproximar proprietários de pessoas interessadas em comprar, arrendar ou reconstruir.

Porque recuperar uma casa abandonada não é apenas recuperar quatro paredes.

É trazer uma família.
É trazer vida.
É criar movimento no comércio local.
É fixar população.
É combater o abandono das nossas aldeias.

Não precisamos apenas de construir mais.

Precisamos de recuperar aquilo que já temos.

E uma freguesia que quer crescer não pode assistir passivamente à degradação do seu património.

💬 Esta é a minha quarta história.

Acredito numa freguesia onde as casas voltam a ter portas abertas, as aldeias voltam a ter vida e quem quer investir e reconstruir encontra uma Junta que ajuda e não apenas uma Junta que assiste.

3.º MOTIVO — A FALTA DE DESENVOLVIMENTO DO NOSSO TERRITÓRIOEntrei na política porque não me conformo com a ideia de que ...
09/09/2026

3.º MOTIVO — A FALTA DE DESENVOLVIMENTO DO NOSSO TERRITÓRIO

Entrei na política porque não me conformo com a ideia de que algumas aldeias da freguesia tenham de ficar sempre para trás.

Durante demasiado tempo, temos assistido à falta de investimento, à ausência de projetos estruturantes e a oportunidades que simplesmente não chegam às nossas terras.

Desenvolver um território não é apenas construir estradas ou fazer obras. É criar condições para as pessoas viverem, trabalharem, estudarem e investirem aqui. É atrair empresas, apoiar o comércio local, melhorar os espaços públicos, apostar nos jovens e valorizar quem cá vive.

Não quero uma freguesia lembrada apenas em altura de eleições.

Quero um território com visão, investimento e futuro.

Foi também por isso que decidi entrar na política: porque acredito que a nossa terra pode fazer muito mais e porque alguém tem de lutar para que isso aconteça.

3/7 Falta de desenvolvimento do território.

2️⃣ FALTA DE VISÃO ESTRATÉGICAUma terra não pode ser gerida apenas a pensar no presente.É preciso olhar para o futuro, a...
07/09/2026

2️⃣ FALTA DE VISÃO ESTRATÉGICA

Uma terra não pode ser gerida apenas a pensar no presente.

É preciso olhar para o futuro, antecipar problemas, criar oportunidades e definir um rumo claro para o desenvolvimento da nossa comunidade.

O meu descontentamento nasce também da sensação de que, muitas vezes, se vai resolvendo o imediato sem existir uma estratégia capaz de preparar a nossa freguesia para os desafios dos próximos anos.

Precisamos de mais do que decisões isoladas.

Precisamos de planeamento, ambição e visão.

Porque governar não é apenas reagir aos problemas quando eles aparecem.

É ter a capacidade de os antecipar e construir hoje o futuro que queremos amanhã.

Esta é mais uma das razões que me levou a querer intervir e a dar voz àquilo que acredito que pode e deve ser diferente.

ASSEICEIRA MERECE MAIS.

7 MOTIVOS. 7 HISTÓRIAS.Hoje começa uma série diferente.Ao longo dos próximos dias vou partilhar 7 histórias e 7 motivos ...
05/09/2026

7 MOTIVOS. 7 HISTÓRIAS.

Hoje começa uma série diferente.

Ao longo dos próximos dias vou partilhar 7 histórias e 7 motivos que me levaram a entrar na política.

A minha entrada na política não aconteceu por acaso, nem foi uma decisão tomada de um dia para o outro.

Nasceu do descontentamento.

Do descontentamento perante situações que vi acontecer.
Do descontentamento por ver problemas repetirem-se durante anos sem que, muitas vezes, alguém assumisse verdadeiramente a responsabilidade de os resolver.
Do descontentamento de ouvir pessoas dizerem que nada muda e que não vale a pena falar.
E, acima de tudo, do descontentamento de perceber que é fácil criticar quem está de fora… mas muito mais difícil é dar a cara e tentar fazer diferente.

Durante muito tempo fui apenas mais um cidadão que observava, criticava e questionava.

Até que chegou o momento em que percebi uma coisa:

Se queria mudanças, não podia continuar apenas a esperar que os outros as fizessem.

Decidi entrar na política para dar voz às pessoas, para questionar, para apresentar ideias e, acima de tudo, para não ficar indiferente aos problemas da minha terra.

Estes 7 motivos representam momentos, experiências e histórias que ajudaram a moldar essa decisão.

Algumas serão conhecidas.
Outras, talvez nunca tenham sido contadas.

Mas todas têm algo em comum:

Foram razões que me fizeram deixar de estar apenas de fora e decidir participar.

Hoje começa a primeira história.

7 motivos. 7 histórias. Uma decisão: não ficar indiferente.

Endereço

Palácio De São Bento
Lisbon
1249-068

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