04/09/2026
🚨 JUSTIÇA PARA AS CRIANÇAS. NÃO PARA QUEM AS MATA.
Três crianças. Cora, de 5 anos. Dawson, de 3. Callan, de apenas 8 meses. Mortas às mãos da própria mãe, Lindsay Clancy, em Massachusetts.
O júri esteve dias sem conseguir chegar a um veredicto. Porquê? Porque a defesa insiste na velha fórmula: "insanidade", "psicose pós-parto", "não sabia o que fazia". E a possibilidade real em cima da mesa é que esta mulher nunca vá para uma prisão, que seja internada num hospital psiquiátrico, com hipótese de, um dia, sair livre.
Já vimos este filme. Constance Fisher, nos EUA, matou três filhos em 1954. Foi considerada "curada" e libertada cinco anos depois. Teve mais três filhos. E matou-os também, em 1966.
A "doença mental" não pode ser um cartão de saída livre para quem tira a vida a três crianças indefesas. Elas não tiveram voz, não tiveram julgamento, não tiveram segunda oportunidade. Foram estranguladas e deixadas sem hipótese pela pessoa que deveria protegê-las acima de tudo.
O sistema de justiça existe para proteger a sociedade, sobretudo os mais vulneráveis, as crianças. Não pode transformar-se num mecanismo que devolve à liberdade, ao fim de uns anos de "tratamento", quem matou os próprios filhos.
Lá os Democratas apoiaram esta assassina, por cá são os Socialistas e Comunistas