Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens

Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens, Public & Government Service, Praça de Londres, 2, 2º, Lisbon.

A CNDCJ (Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens) é uma pessoa coletiva de direito público, que funciona no âmbito do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. A CNPDPCJ tem por missão contribuir para a planificação da intervenção do Estado e para a coordenação, acompanhamento e avaliação da ação dos organismos públicos e da comunidade na promoção dos direitos e pr

oteção das crianças e jovens, constituindo-se como entidade de referência para a efetiva concretização dos Direitos Humanos de todas e de cada uma das crianças em Portugal.

"A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Monforte vai celebrar o seu 21.º aniversário no próximo dia 1 de ...
15/06/2026

"A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Monforte vai celebrar o seu 21.º aniversário no próximo dia 1 de julho, com a realização de uma iniciativa dedicada à promoção dos direitos das crianças e jovens e à prevenção de situações de risco.

O evento terá lugar em Monforte Sacro, a partir das 14h00, sob o tema “Violência não é educação: Caminhos para a proteção”, procurando sensibilizar a comunidade para a importância de práticas educativas positivas e para o papel de todos na proteção das crianças e jovens."

"Sempre que ouvimos a palavra "poder", ligamo-la imediatamente a um CEO de uma empresa gigante, a um presidente, um rei,...
15/06/2026

"Sempre que ouvimos a palavra "poder", ligamo-la imediatamente a um CEO de uma empresa gigante, a um presidente, um rei, a forças policiais. Mas, se pensarmos bem, quem são as pessoas que exercem mais poder sobre nós?"
https://www.facebook.com/birrasdemae/posts/pfbid0Cx4miEnzHDqHgz1pZhrqFqUKg1qU5CULBfPGdvfCKz2Z6ozyT3uNmkdYWuV78twQl

"Sempre que ouvimos a palavra "poder", ligamo-la imediatamente a um CEO de uma empresa gigante, a um presidente, um rei, a forças policiais. Mas, se pensarmos bem, quem são as pessoas que exercem mais poder sobre nós? Isso, querida mãe, acertou: os nossos pais. Não apenas os autoritários ou rígidos, mas todos. Todos, mesmo os mais permissivos do mundo. E a sua influência faz-se com amarras totalmente invisíveis, e para a eternidade.
Ou seja, não é tanto a pedagogia que se usa ou o tipo de parentalidade que se escolhe que traz poder, porque a questão é que ele já lá está, imbuído na dependência total em que nascemos.
Quer se queira quer não, ao ponto de, no limite, mesmo os pais que abandonam ou maltratam os filhos, de alguma forma o manterem.
E por isso que, mesmo em adultos, continuamos a tazer birras com os nossos pais, porque as birras, na maior parte das vezes, não são mais do que tentativas de nos libertarmos do poder que alguém tem sobre nós. Quando não nos sentimos suficientemente seguros para sermos capazes de serena, mas firmemente, afirmar o nosso território, gritamos e esperneamos."

Leia a Birra completa no site do .pt (link na bio)

13/06/2026
“Segundo dados divulgados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, as crianças com menos de 3 anos passam quase 37 hor...
12/06/2026

“Segundo dados divulgados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, as crianças com menos de 3 anos passam quase 37 horas por semana na creche. Entre os 3 e os 6, 38 horas no infantário. E entre os 6 e os 11 anos, 38 horas por semana na escola (o valor mais elevado da comunidade europeia!).”
https://www.facebook.com/eduardosa.pt/posts/pfbid025kfUbewJTg29udfestzyC8QyRye6gaohi1gCKKYXwF6unJ5kTezJeU4LHR8eYk2Ll

Segundo dados divulgados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, as crianças com menos de 3 anos passam quase 37 horas por semana na creche. Entre os 3 e os 6, 38 horas no infantário. E entre os 6 e os 11 anos, 38 horas por semana na escola (o valor mais elevado da comunidade europeia!). Se acrescentarmos a estas horas os compromissos extra-curriculares e a prática desportiva, elas saem de casa às 8 e regressam às 20, tendo tido 12 horas de actividade num único dia. Sem direito a tempos livres. Sem espaços para brincarem. Sem oportunidades para descansarem. Não contando com o trabalho ao fim de semana, em que muitas têm explicações ou preparam a escola para os dias seguintes. Se a isto juntarmos os recreios de 5 ou de 10 minutos (que acabam por ter) e os trabalhos de casa, que quase todas não deixam de trazer, será exagerado afirmar que a escola se tornou no trabalho infantil do século XXI, que a infância parece estar à beira da extinção (considerando o volume de trabalho das crianças ser tão “igual” ao dos pais) e que é inadiável que o brincar ascenda a património imaterial da Humanidade?

Juntando-se a isto tudo a exigência de bons resultados, como se pode esperar que elas não tenham défices de atenção, baixa auto-estima e uma relação medrosa ou ansiosa com a escola? Serão o stress e o cansaço dos seus dias verdadeiros facilitadores duma relação de amor com a escola e com o conhecimento? Mais escola será sempre melhor escola?

E fará sentido que os melhores pais que a Humanidade já produziu se resignem a este estado de coisas? Será razoável que não considerem que brincar ajuda a aprender? E que mais corpo, mais movimento e mais relação faz com que as crianças pensem melhor? Será exagerado que se espere de todas as escolas que os espaços de recreio sejam mais sérios, que as crianças não sejam proibidas de chutar uma bola e que possam correr ou, até, sujar-se? Será sumptuoso imaginar que com aulas mais curtas elas sejam mais atentas e aprendam melhor? Será que diante de tanta distracção da nossa parte ainda será razoável esperar que elas estejam quietas, caladas e atentas, e tenham sempre bons resultados, se não lhes damos sequer tempo para serem crianças?

12/06/2026
11/06/2026

A importância do brincar da série de animação "Cuida Bem de Mim", produzida pela Comissão Nacional, no âmbito do projeto Adélia - Parentalidade Positiva, que se destinam às crianças, aos pais e cuidadores, com sugestões para melhor encararem os desafios do crescimento e da educação.

"Quando uma criança cresce exposta a este tipo de conflito, o seu desenvolvimento emocional, relacional e até físico pod...
09/06/2026

"Quando uma criança cresce exposta a este tipo de conflito, o seu desenvolvimento emocional, relacional e até físico pode ficar profundamente comprometido, configurando também uma forma de negligência", refere, acrescentando que "a evidência científica mostra que a exposição continuada ao conflito parental está associada a maior risco de ansiedade, depressão, dificuldades relacionais e problemas de saúde ao longo da vida".

https://rr.pt/noticia/amp/pais/2026/06/08/criancas-expostas-a-conflito-parental-sofrem-impactos-duradouros-alerta-organizacao/473634/

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