Rede de Bibliotecas Escolares

Rede de Bibliotecas Escolares O Programa RBE cria e apoia o desenvolvimento de bibliotecas escolares, contribuindo para a formaç?

O Programa RBE é coordenado pelo Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares desenvolve-se através de parcerias com diferentes agentes educativos, o poder local, a sociedade civil e outras entidades dos Ministérios da Educação e da Cultura.

📚 Que potencial educativo têm os acervos de museus para provocar novas perguntas sobre o presente? E o que podem aprende...
11/09/2026

📚 Que potencial educativo têm os acervos de museus para provocar novas perguntas sobre o presente? E o que podem aprender os professores quando deixam de "traduzir" a arte contemporânea para, em vez disso, a colocarem em diálogo direto com os problemas do seu tempo?

O artigo "O que o acervo de um museu pode ensinar aos estudantes?", publicado no Porvir e da autoria de Ruam Oliveira, acompanha o projeto "Descentralizando o Acervo", do Museu Inhotim, que forma professores brasileiros para explorarem o potencial pedagógico das coleções de arte contemporânea. O programa evoluiu de uma lógica centrada nas obras para uma educação centrada na pergunta, mediada pelas obras, cruzando temas como antirracismo, ancestralidade, pertencimento e criação com as práticas letivas dos professores participantes.

O artigo mostra ainda como os professores transformam essa experiência em sala de aula, através de projetos que ligam arte, território e identidade, e como as visitas a museus alimentam o questionamento crítico dos alunos, tal como acontece na biblioteca escolar quando se estimula a leitura de imagem, a interpretação de fontes diversas e a construção de perguntas a partir do que se observa e lê.

Leitura recomendada. 🎨🖼️

Projeto “Descentralizando o acervo”, do Museu Inhotim, convida professores a compreender o potencial educativo dos acervos de arte no Brasil

📚 Os modelos de inteligência artificial generativa são treinados com enormes quantidades de livros, artigos e outros con...
11/09/2026

📚 Os modelos de inteligência artificial generativa são treinados com enormes quantidades de livros, artigos e outros conteúdos protegidos por direitos de autor, muitas vezes sem o conhecimento ou autorização dos seus criadores. Que limites legais existem, afinal, para esta prática?

O artigo "Entrenar modelos de IA con libros protegidos por copyright: una cuestión legal todavía abierta", publicado no blogue Universo Abierto, da Biblioteca de Tradução e Documentação da Universidade de Salamanca, analisa a complexidade jurídica em torno do treino de modelos de IA com obras protegidas, a partir de reportagem de Amanda Silberling na TechCrunch. O caso da Anthropic, que chegou a um acordo de 1.500 milhões de dólares com um grupo de escritores, ilustra essa complexidade: o que foi sancionado não foi o treino em si, mas o facto de alguns livros terem sido obtidos através de bibliotecas digitais ilegais. A doutrina do ""uso legítimo"" (fair use) está ainda a ser construída caso a caso pelos tribunais norte-americanos, sem resposta jurídica definitiva.

Estas questões tocam diretamente as literacias digital, informacional e dos "media" que as bibliotecas escolares procuram desenvolver, num tempo em que compreender como a IA é treinada e que direitos estão em causa faz parte de uma cidadania digital informada.

Para ler este artigo e acompanhar a evolução deste debate jurídico e tecnológico. ⚖️🤖

Amanda Silberling, “Is it legal to train AI models on copyrighted books? It’s complicated”, TechCrunch, 23 de agosto de 2026. Artículo original en TechCrunch Los modelos de inteligencia artificial …

📚 O acesso a livros é essencial, mas não chega por si só para formar bons leitores. Que outros fatores influenciam a mot...
11/09/2026

📚 O acesso a livros é essencial, mas não chega por si só para formar bons leitores. Que outros fatores influenciam a motivação e o sucesso na leitura, da infância à adolescência?

O artigo "Dolly Parton's Imagination Library: what its success means for children's reading", publicado em The Conversation e da autoria de Jessie Ricketts, professora de Psicologia na Royal Holloway, University of London, analisa o impacto da Imagination Library, projeto que já distribuiu mais de 300 milhões de livros a crianças desde 1995. A autora recorda que o acesso aos livros é apenas um de seis princípios que promovem a motivação para a leitura, a par da escolha de materiais, do tempo dedicado à leitura, da ligação pessoal ao texto, da interação social em torno dos livros e do sentimento de sucesso enquanto leitor.

O artigo sublinha ainda que as dificuldades de leitura podem surgir em qualquer fase do percurso escolar, reforçando a importância de um acompanhamento sustentado ao longo da infância e da adolescência, e não apenas nos primeiros anos, uma preocupação que atravessa também o trabalho das bibliotecas escolares na promoção da leitura.

Uma leitura para refletir sobre os fatores que sustentam a motivação para a leitura. 📖

Parton’s generous scheme has provided millions of free books to children around the world, helping to foster a love of reading that can set youngsters up for life.

📚 Mais uma biblioteca a entrar em rede!No dia 22 de julho, a comunidade educativa da Escola Básica da Horta do Carmo, em...
11/09/2026

📚 Mais uma biblioteca a entrar em rede!

No dia 22 de julho, a comunidade educativa da Escola Básica da Horta do Carmo, em Tavira, celebrou a inauguração da sua Biblioteca Escolar e a integração na Rede de Bibliotecas Escolares.

É mais um passo no alargamento da RBE e na criação de melhores condições para que mais crianças tenham acesso a livros, recursos, conhecimento e novas oportunidades de aprendizagem.

Com um investimento superior a 11 mil euros, a nova biblioteca conta com mobiliário e equipamento adequados e um fundo documental reforçado. Mas uma biblioteca é muito mais do que um espaço e uma coleção: é um lugar para ler, descobrir, imaginar, questionar, criar e participar. 🌱📖

A entrada na RBE traz também acompanhamento técnico, formação e novas possibilidades de participação em projetos de leitura, literacia e cidadania.

Que esta nova biblioteca seja, desde o primeiro dia, um espaço vivo, aberto e de todos. Porque uma biblioteca só ganha verdadeiramente sentido quando começa a ser usada pela comunidade. ❤️

🔗 Saiba mais no Blogue RBE: https://www.rbe.mec.pt/np4/5835.html

📚 LER fora da escola 2026-2027 | Inscrições abertasA leitura também se constrói fora da escola — em casa, nas conversas,...
11/09/2026

📚 LER fora da escola 2026-2027 | Inscrições abertas

A leitura também se constrói fora da escola — em casa, nas conversas, nas histórias partilhadas, nos livros que estão por perto.

O LER fora da escola aproxima biblioteca, docentes e famílias para criar oportunidades regulares de leitura e apoiar o desenvolvimento dos leitores, da educação pré-escolar ao 4.º ano.

Este ano, o percurso completa-se:
🟣 Preparar — educação pré-escolar
🟢 Aprender — 1.º e 2.º anos
🩷 Desenvolver — 3.º e 4.º anos

Se no seu agrupamento queremos crianças que leem mais, melhor e com gosto, este é um caminho para fazermos em conjunto.

🔗 Inscrições abertas para 2026-2027: https://www.rbe.mec.pt/np4/LER-fora-da-escola.html

📚 O outono é também uma estação rica em oportunidades para aprender através da experiência: folhas que mudam de cor, col...
10/09/2026

📚 O outono é também uma estação rica em oportunidades para aprender através da experiência: folhas que mudam de cor, colheitas de outono, sementes, mudanças de temperatura. Como podemos aproveitar estes fenómenos para envolver os alunos numa aprendizagem prática e interdisciplinar?

O artigo "19 Fall Science Projects", publicado pela Science Buddies e da autoria de Amy Cowen, reúne um conjunto de atividades práticas de ciência inspiradas no outono, desde a cromatografia de pigmentos das folhas à construção de estações meteorológicas, passando pela exploração de sementes em diferentes frutos ou a criação de baterias com vegetais. São propostas simples, de baixo custo, que ligam observação, experimentação e registo de dados a temas do quotidiano.

Ciência e literacia caminham lado a lado quando os alunos aprendem a observar, questionar, registar e comunicar aquilo que descobrem, competências que se cruzam naturalmente com o trabalho de pesquisa e leitura de informação.

Para conhecer estas e outras propostas de ciência para o outono. 🍂🔬

19 free fall-themed lesson plans and activities to tie science class in with Autumn themes.

📚 A par das preocupações com a utilização inadequada da inteligência artificial generativa em contexto educativo, começa...
10/09/2026

📚 A par das preocupações com a utilização inadequada da inteligência artificial generativa em contexto educativo, começa a emergir uma questão mais profunda: como tornar visível o percurso de aprendizagem dos alunos, e não apenas o produto final que apresentam?

O artigo "Seeing Learning Differently: What Generative AI Reveals About Human Capability Development", publicado em EDUCAUSE Review e da autoria de Tope Onitiri, learning designer na Harvard T.H. Chan School of Public Health, defende que a aprendizagem se revela sobretudo no processo: nas perguntas que os alunos colocam, nas ideias que reconsideram e nas decisões que justificam. A IA generativa, longe de ocultar esse percurso, pode até torná-lo mais visível.

É também isso que os projetos e recursos da Rede de Bibliotecas Escolares procuram fomentar, nomeadamente através do MILD, o Manual de Instruções para a Literacia Digital, que convida os alunos a questionarem o que são algoritmos, como usar a IA de forma ética e crítica, e a valorizar o processo de pesquisa tanto quanto o resultado final.

Para ler este artigo e explorar os recursos do MILD sobre inteligência artificial. 🤖

As generative artificial intelligence reshapes conversations about teaching, learning, and assessment, colleges and universities have an opportunity t

📚 Vivemos rodeados de algoritmos que, ao antecipar as nossas escolhas, tendem a uniformizar aquilo que vemos, ouvimos e ...
10/09/2026

📚 Vivemos rodeados de algoritmos que, ao antecipar as nossas escolhas, tendem a uniformizar aquilo que vemos, ouvimos e habitamos. Mas que espaço resta para a cor, a diferença e a experiência estética na vida das crianças e jovens?

O artigo "How algorithms are making our environments bland", publicado em The Conversation e da autoria de Johanna Gibson, professora na Queen Mary University of London, analisa como os algoritmos, ao moldarem o gosto através da repetição de padrões semelhantes, contribuem para uma crescente homogeneização dos ambientes urbanos e visuais. A autora recupera o conceito de "bem-estar estético", cunhado pelo filósofo Monroe Beardsley, para sublinhar a ligação entre a qualidade da experiência estética e o bem-estar social e cultural.

Uma refleção importante sobre o impacto dos algoritmos e da uniformização estética no bem-estar e na aprendizagem. 🎨

Griege is dominating our landscape along with cookie-cutter design.

📚 Acho chique… livros por perto.Começamos setembro por uma ideia muito simples: o acesso também constrói leitores.Quando...
10/09/2026

📚 Acho chique… livros por perto.

Começamos setembro por uma ideia muito simples: o acesso também constrói leitores.

Quando os livros fazem parte do quotidiano das crianças, quando estão visíveis, acessíveis e podem circular entre a biblioteca, a sala de aula e a casa, multiplicam-se as oportunidades de encontro com a leitura — e também a autonomia para escolher, experimentar, gostar, rejeitar e voltar a escolher.

É esse princípio que está também na base do alargamento da Rede de Bibliotecas Escolares no 1.º ciclo: fazer chegar mais e melhores oportunidades de leitura a mais crianças, todos os dias. 📚🏫

Porque uma biblioteca não é apenas um espaço onde há livros. É uma forma de os pôr ao alcance.

Durante setembro, todas as semanas, vamos dizer algumas das coisas que achamos chique numa biblioteca escolar.

E por aí? 👀
O que também acha chique?

📚 Numa era em que o tempo livre é cada vez mais preenchido por ecrãs, notificações e métricas de desempenho, importa per...
09/09/2026

📚 Numa era em que o tempo livre é cada vez mais preenchido por ecrãs, notificações e métricas de desempenho, importa perguntar: que espaço resta hoje para o brincar livre, sem pontuação nem objetivo definido?

O ensaio "More nothing now", publicado na Aeon e da autoria de Justin Neumann, professor na The New School (Nova Iorque), distingue "jogar um jogo", isto é, cumprir regras, competir e medir resultados, de "jogar dentro de um jogo", ou seja, explorar, imaginar e criar sem qualquer finalidade previamente estabelecida. O autor alerta para os riscos da gamificação excessiva do quotidiano, que transforma em tarefa mensurável até o lazer, o exercício físico ou a leitura, esvaziando-lhes o sentido original.

Esta reflexão cruza-se com a missão do Programa Rede de Bibliotecas Escolares, que tem procurado, ao longo dos anos, ir além da promoção de metas de leitura ou de indicadores de desempenho, cultivando também a curiosidade livre, a exploração sem pressa e a descoberta sem métrica. Ler, criar e imaginar por puro prazer, sem necessidade de "produzir" um resultado mensurável, é também uma forma de aprendizagem essencial ao longo da vida.

Leitura recomendada. 🧠

We are most human when we play freely, imaginatively, pointlessly. Gamification risks atrophying that most precious capacity

Endereço

Avenida 24 De Julho, 140
Lisbon
1399-025LISBOA

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 09:00 - 17:30
Quarta-feira 09:00 - 17:30
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Sexta-feira 09:00 - 17:30

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