Embaixada da Ucrânia na República Portuguesa

Embaixada da Ucrânia na República Portuguesa Вітаємо на офіційній сторінці Посольства України в Португальській Республіці

Офіційна інформація про діяльність Посольства України на сайті: http://portugal.mfa.gov.ua/ua / If you're looking for the official source of information about the Embassy of Ukraine in Portugal, please visit http://portugal.mfa.gov.ua/pt

É difícil compreender a dimensão desta perda: cerca de 10 milhões de livros foram destruídos em ataques russos num único...
16/09/2026

É difícil compreender a dimensão desta perda: cerca de 10 milhões de livros foram destruídos em ataques russos num único mês.

Durante o verão, a Rússia atacou editoras e armazéns de livros ucranianos 21 vezes, visando deliberadamente o setor editorial ucraniano, a cultura e a identidade da nossa nação.

Todos os dias, a Rússia ataca civis e infraestruturas civis. Esta manhã, um drone FPV russo atingiu um miniautocarro de ...
16/09/2026

Todos os dias, a Rússia ataca civis e infraestruturas civis. Esta manhã, um drone FPV russo atingiu um miniautocarro de passageiros no distrito de Nikopol, na região de Dnipro, causando pelo menos cinco mortos e sete feridos.

Hoje, a Rússia atacou também o comboio de passageiros Kyiv–Mykolaiv. Os passageiros e a tripulação foram evacuados a tempo.

Moscovo continua a atacar deliberadamente autocarros, comboios, locomotivas, estações e infraestruturas ferroviárias, perturbando as rotas de evacuação, a circulação da população civil e a economia.

Cada escalada russa deve ser acompanhada por um aumento da pressão sobre Moscovo. A Ucrânia precisa de mais sistemas de defesa aérea e de mais intercetores para proteger vidas. As receitas da Rússia, a sua produção militar, o acesso a tecnologias e as cadeias de abastecimento devem ser sistematicamente restringidos.

UA|PTЗ глибоким сумом повідомляємо про смерть Павла Садохи, багаторічного голови Спілки українців у Португалії, віцепрез...
14/09/2026

UA|PT

З глибоким сумом повідомляємо про смерть Павла Садохи, багаторічного голови Спілки українців у Португалії, віцепрезидента Світового Конґресу Українців у Південній Європі та людини, яка понад два десятиліття свого життя присвятила Україні й українській громаді в Португалії.

Від перших років життя в Португалії Павло був серед тих, хто об’єднував українців, допомагав зберігати нашу мову, культуру та ідентичність і послідовно працював над тим, щоб Україну тут знали, розуміли й чули.

Для нього це ніколи не було лише громадською діяльністю. Україна була справою, якій він віддавав свій час, сили й знання щодня і протягом багатьох років.

Особливе місце в його роботі посідало збереження пам’яті про Голодомор. Для Павла ця тема була також особистою, його родина пережила Голодомор. Ще у 2006 році українська громада провела в Лісабоні одну з перших акцій пам’яті його жертв. За цим були роки звернень, зустрічей та розмов із португальськими політиками й суспільством.

У 2017 році Португалія визнала Голодомор геноцидом українського народу. У 2024 році в Лісабоні було відкрито меморіальну дошку пам’яті жертв Голодомору. У цих результатах є і частина багаторічної праці Павла, праці заради того, щоб про трагедію українського народу знали і пам’ятали далеко за межами України.

Такою була і вся його діяльність: послідовною, конкретною і завжди пов’язаною з Україною.

Пам’ятник Тарасові Шевченку в Лісабоні, українські школи, підтримка громади, культурні та пам’ятні заходи, відстоювання української мови й історичної правди, протидія російській пропаганді та дезінформації, постійна робота з португальськими державними інституціями та суспільством. За цим стояли роки його праці.

Ще задовго до повномасштабного вторгнення Павло говорив про речі, які сьогодні здаються очевидними: українців мають називати українцями, Україну Україною, а українську історію не можна пояснювати через російські наративи.

Після початку російської агресії він став одним із найбільш упізнаваних українських голосів у Португалії. Виступав у медіа, звертався до державних інституцій, організовував акції та постійно нагадував про Україну і про те, чому її боротьба стосується всієї Європи.

Після 24 лютого 2022 року до цієї роботи додалася щоденна допомога українцям, які через війну приїжджали до Португалії, гуманітарні ініціативи та ще більша адвокація підтримки нашої держави.

За понад двадцять років змінилося дуже багато. Українська громада в Португалії стала великою і помітною. Український прапор став упізнаваним. Про Голодомор знають і говорять. У Лісабоні стоїть Шевченко. Українські діти навчаються у школах вихідного дня. Український голос звучить у португальському суспільстві.

У всьому цьому є частина життя і праці Павла Садохи.
Для Посольства України в Португалії Павло був багаторічним партнером, однодумцем і людиною, на яку завжди можна було розраховувати, коли йшлося про Україну та українців.
Висловлюємо щирі співчуття родині Павла Садохи, його близьким, друзям, колегам, соратникам та всій українській громаді Португалії.

Дякуємо, пане Павле, за роки праці, за принциповість і за все, що Ви зробили для України далеко від її кордонів.

Світла і вічна пам’ять.

É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Pavlo Sadokha, presidente de longa data da Associação dos Ucranianos em Portugal, Vice-Presidente do Congresso Mundial dos Ucranianos para a Europa do Sul e uma pessoa que dedicou mais de duas décadas da sua vida à Ucrânia e à comunidade ucraniana em Portugal.

Desde os primeiros anos da sua vida em Portugal, Pavlo esteve entre aqueles que uniam os ucranianos, ajudavam a preservar a nossa língua, cultura e identidade e trabalhavam incansavelmente para que a Ucrânia fosse conhecida, compreendida e ouvida em Portugal.

Para ele, nunca se tratou apenas de atividade associativa. A Ucrânia era uma causa à qual dedicava diariamente o seu tempo, a sua energia e os seus conhecimentos, ao longo de muitos anos.

A preservação da memória do Holodomor ocupava um lugar especial no seu trabalho. Para Pavlo, este tema era também pessoal: a sua família sobreviveu ao Holodomor. Já em 2006, a comunidade ucraniana realizou em Lisboa uma das primeiras iniciativas em memória das suas vítimas. Seguiram-se anos de apelos, encontros e diálogo com políticos portugueses e com a sociedade portuguesa.

Em 2017, Portugal reconheceu o Holodomor como genocídio do povo ucraniano. Em 2024, foi inaugurada em Lisboa uma placa memorial em homenagem às vítimas do Holodomor. Estes resultados refletem também uma parte do trabalho de muitos anos de Pavlo, desenvolvido para que a tragédia do povo ucraniano fosse conhecida e recordada muito para além das fronteiras da Ucrânia.

Assim foi toda a sua atividade: coerente, concreta e sempre ligada à Ucrânia.

O monumento a Taras Shevchenko em Lisboa, as escolas ucranianas, o apoio à comunidade, as iniciativas culturais e de memória, a defesa da língua ucraniana e da verdade histórica, o combate à propaganda e à desinformação russas, bem como o trabalho permanente com as instituições do Estado português e com a sociedade portuguesa — por detrás de tudo isto estiveram anos do seu trabalho.

Muito antes da invasão em grande escala, Pavlo já falava de questões que hoje parecem evidentes: os ucranianos devem ser chamados ucranianos, a Ucrânia deve ser chamada Ucrânia e a história ucraniana não pode ser explicada através de narrativas russas.

Após o início da agressão russa, tornou-se uma das vozes ucranianas mais reconhecidas em Portugal. Intervinha nos meios de comunicação social, dirigia-se às instituições do Estado, organizava iniciativas e recordava constantemente a Ucrânia e as razões pelas quais a sua luta diz respeito a toda a Europa.

Depois de 24 de fevereiro de 2022, a este trabalho juntaram-se a ajuda diária aos ucranianos que chegaram a Portugal devido à guerra, as iniciativas humanitárias e uma defesa ainda mais intensa do apoio ao nosso país.

Ao longo de mais de vinte anos, muita coisa mudou. A comunidade ucraniana em Portugal tornou-se grande e visível. A bandeira ucraniana tornou-se reconhecida. O Holodomor é conhecido e debatido. Em Lisboa ergue-se o monumento a Shevchenko. As crianças ucranianas estudam em escolas de fim de semana. A voz ucraniana faz-se ouvir na sociedade portuguesa.

Em tudo isto há uma parte da vida e do trabalho de Pavlo Sadokha.

Para a Embaixada da Ucrânia em Portugal, Pavlo foi, durante muitos anos, um parceiro, alguém que partilhava os mesmos valores e uma pessoa com quem se podia sempre contar quando se tratava da Ucrânia e dos ucranianos.

Expressamos as nossas mais sinceras condolências à família de Pavlo Sadokha, aos seus entes queridos, amigos, colegas, companheiros de causa e a toda a comunidade ucraniana em Portugal.

Obrigado, Sr. Pavlo, por todos estes anos de trabalho, pela sua firmeza de princípios e por tudo o que fez pela Ucrânia longe das suas fronteiras.

Que a sua memória seja luminosa e eterna.

Foto: Sofiya Shovikova

A educação é um direito fundamental. As crianças devem poder ir à escola sem medo, desenvolver as suas capacidades e int...
10/09/2026

A educação é um direito fundamental. As crianças devem poder ir à escola sem medo, desenvolver as suas capacidades e interesses, estar com os amigos e fazer planos para o futuro.

Mas, para as crianças ucranianas, ir à escola tornou-se um desafio diário devido à guerra em grande escala da Rússia.

No Dia Internacional para Proteger a Educação de Ataques, chamamos a atenção para os danos causados pela agressão russa ao sistema educativo da Ucrânia. Desde o início da guerra em grande escala, 4 650 estabelecimentos de ensino foram danificados por ataques russos e 423 foram completamente destruídos.

Os danos vão muito além dos edifícios — a guerra da Rússia cria desafios permanentes ao acesso das crianças à educação e à sua segurança.

O terror russo contra os civis ucranianos tem de acabar. O agressor tem de ser responsabilizado.

Na manhã de 9 de setembro, um drone russo atingiu um edifício residencial de vários andares em Kyiv, ferindo quatro pess...
09/09/2026

Na manhã de 9 de setembro, um drone russo atingiu um edifício residencial de vários andares em Kyiv, ferindo quatro pessoas.

Durante a noite, um ataque russo atingiu também um posto fronteiriço internacional na região de Odesa, junto à fronteira com a Moldávia, causando dois mortos e três feridos. O funcionamento do posto foi suspenso.

A Rússia atacou também as regiões de Dnipro, Mykolaiv, Zaporizhzhia, Kharkiv, Zhytomyr e Kyiv.

Moscovo não pode entrar no inverno acreditando que o seu terror com mísseis e drones ficará sem resposta. Os parceiros da Ucrânia sabem do que o nosso país mais precisa. Agradecemos a todos os que apoiam o nosso país e o nosso povo.

UA | PT🎻🇺🇦 Music of Resilience: українська музика, що звучить для світу8 вересня у Посольстві України в Португальській Р...
09/09/2026

UA | PT

🎻🇺🇦 Music of Resilience: українська музика, що звучить для світу

8 вересня у Посольстві України в Португальській Республіці мали честь приймати видатну українсько-американську скрипальку, Заслужену артистку України Соломію Івахів з нагоди презентації її нового альбому Music of Resilience, випущеного міжнародним лейблом NAXOS.

Захід розпочався з творів українських композиторів у виконанні Solomiya Ivakhiv (Соломія Івахів) у складі @Денис Стеценко, Педру Родрігеш, Густаву Гуапу, Ештер Сантуш та Маріу Феррейра (Вища школа музики Лісабона).

Гості також мали можливість поспілкуватися з артисткою, почути про історію створення альбому, роботу над записом в Україні та особисте значення музики, яка сьогодні розповідає світові про український досвід, пам’ять, силу та стійкість.

Music of Resilience об’єднує твори українських композиторів різних поколінь - від представників української музичної спадщини ХХ століття до сучасних авторів. Особливе місце в альбомі посідає «Bucha. Lacrimosa» Вікторії Польової — твір, присвячений пам’яті жертв Бучанської трагедії. Поряд із ним звучать композиції Ганни Гаврилець, Богдана Кривопуста, Богдани Фроляк, Осипа Залеського, Романа Придаткевича та Юрія Шевченка.

Записаний у Львові за участі українських музикантів, альбом став не лише мистецьким проєктом, а й свідченням незламності української культури в умовах повномасштабної російської агресії. Це музика, яка зберігає пам’ять, повертає світові імена українських композиторів та водночас говорить про сучасну Україну універсальною мовою мистецтва.

Для Посольства було великою честю представити цей проєкт у Португалії та об’єднати навколо української музики наших португальських друзів і партнерів. Щиро вдячні за участь у вечорі представницям Association of Women Ambassadors (AWA) у Португалії, представникам дипломатичного корпусу, української громади та всім друзям України, які розділили з нами цю особливу подію.

Сьогодні, коли Росія намагається знищити не лише українські міста, а й нашу історію, культуру та ідентичність, кожен український твір, що звучить на міжнародній сцені, є способом зберегти пам’ять і дати світові можливість почути Україну.

Дякуємо Соломії Івахів за талант, відданість українській музиці та послідовну працю задля того, щоб голос української культури звучав далеко за межами України. 💙💛

🎻🇺🇦 Music of Resilience: a música ucraniana que se faz ouvir no mundo

No dia 8 de setembro, a Embaixada da Ucrânia na República Portuguesa teve a honra de receber a distinta violinista ucraniano-americana e Artista Homenageada da Ucrânia, Solomiya Ivakhiv, por ocasião da apresentação do seu novo álbum Music of Resilience, lançado pela prestigiada editora internacional NAXOS.

O evento teve início com a interpretação ao vivo de obras de compositores ucranianos por Solomiya Ivakhiv, acompanhada por Denys Stetsenko, Pedro Rodrigues, Gustavo Guapo, Ester Santos e Mário Ferreira (Escola Superior de Música de Lisboa).

Os convidados tiveram também a oportunidade de conversar com a artista e conhecer a história da criação do álbum, o processo de gravação na Ucrânia e o significado pessoal de uma música que hoje transmite ao mundo a experiência ucraniana, a memória, a força e a resiliência.

Music of Resilience reúne obras de compositores ucranianos de diferentes gerações — desde representantes do património musical ucraniano do século XX até autores contemporâneos. Um lugar especial no álbum é ocupado por “Bucha. Lacrimosa”, de Victoria Poleva, uma obra dedicada à memória das vítimas do massacre de Bucha. O álbum inclui igualmente obras de Hanna Havrylets, Bohdan Kryvopust, Osyp Zalesky, Roman Prydatkevych e Yurii Shevchenko.

Gravado em Lviv com a participação de músicos ucranianos, o álbum tornou-se não apenas um projeto artístico, mas também um testemunho da resiliência da cultura ucraniana perante a agressão russa em grande escala. É uma música que preserva a memória, dá a conhecer ao mundo os nomes dos compositores ucranianos e, ao mesmo tempo, fala sobre a Ucrânia contemporânea através da linguagem universal da arte.

Foi uma grande honra para a Embaixada apresentar este projeto em Portugal e reunir em torno da música ucraniana os nossos amigos e parceiros portugueses. Agradecemos sinceramente a presença das representantes da Association of Women Ambassadors (AWA) em Portugal, dos membros do corpo diplomático, da comunidade ucraniana e de todos os amigos da Ucrânia que partilharam connosco este momento tão especial.

Hoje, quando a Rússia procura destruir não apenas as cidades ucranianas, mas também a nossa história, cultura e identidade, cada obra ucraniana que se faz ouvir no panorama internacional contribui para preservar a memória e dar ao mundo a oportunidade de ouvir a voz da Ucrânia.

Agradecemos a Solomiya Ivakhiv pelo seu talento, pela dedicação à música ucraniana e pelo seu trabalho incansável para que a voz da cultura ucraniana continue a fazer-se ouvir muito além das fronteiras da Ucrânia. 💙💛

Foto: Sofiya Shovikova

08/09/2026

Quando um míssil ou um drone russo se dirige para uma cidade ucraniana, as crianças podem ter apenas alguns minutos para chegar a um abrigo — e, no caso de um míssil balístico, por vezes ainda menos.

A Ucrânia precisa urgentemente de mais sistemas de defesa aérea e antimíssil para proteger a população civil. Cada sistema e cada intercetor significa mais vidas salvas.

Hoje, em plena luz do dia, um drone de ataque russo atingiu o edifício do canal de televisão We Are Ukraine — enquanto o...
08/09/2026

Hoje, em plena luz do dia, um drone de ataque russo atingiu o edifício do canal de televisão We Are Ukraine — enquanto os jornalistas estavam em direto. Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas. O edifício ficou parcialmente destruído.

A Rússia elevou os seus ataques contra os meios de comunicação social a um novo nível, utilizando drones «Shahed» para atingir jornalistas enquanto trabalhavam. O mundo não pode ignorar isto. O terror russo tem de ser travado através de uma ação internacional conjunta.

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