17/06/2026
"No hay bloqueo capaz de frenar la solidaridad"
A Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) preparou o envio de um segundo contentor com ajuda humanitária para a ilha, segundo informou o Jornal português Avante!. A iniciativa, que tem o apoio de numerosas organizações sociais desse país, procura aliviar o impacto do bloqueio económico imposto pelos Estados Unidos da América a Cuba, mediante o envio direto de inputs essenciais.
O carregamento civil inclui leito em pó para crianças, alimentos não perecedouros, material escolar, roupa, brinquedos, camas articuladas e equipamentos de proteção destinados à construção civil. A angariação desses recursos foi feita principalmente numa antiga escola primária da localidade de Palmela, onde mais de uma dúzia de ativistas coordenaram as tarefas de carga.
Isalina Pereira, vice-presidente da AAPC, explicou ao meio luso que o volume das doações individuais e financeiras aumentou após as mais recentes medidas de asfixia económica e o bloqueio petroleiro contra Cuba.
Os ativistas da campanha «Por Cuba! Fim ao Bloqueio!» qualificaram esse esforço como um ato de reciprocidade face à histórica cooperação médica e educativa que a Revolução Cubana oferece a nível internacional. "Não há bloqueio capaz de deter a solidariedade", sublinharam os organizadores das jornadas de apoio.
A AAPC confirmou que ainda restam toneladas de materiais angariados em cidades como o Porto, Coimbra, Évora e Lisboa, os que servirão de base para futuros carregamentos.
La Asociación de Amistad Portugal-Cuba (AAPC) preparó el envío de un segundo contenedor con ayuda humanitaria hacia la isla, según reportó el periódico portugués Avante!. La iniciativa, que cuenta con el respaldo de numerosas organizaciones sociales de ese país, busca aliviar el impacto del bloqueo económico impuesto por los Estados Unidos a Cuba, mediante el envío directo de insumos esenciales.
El cargamento civil incluye leche en polvo para niños, alimentos no perecederos, material escolar, ropa, juguetes, camas articuladas y equipos de protección destinados a la construcción civil. El acopio de estos recursos se realizó principalmente en una antigua escuela primaria en la localidad de Palmela, donde más de una docena de activistas coordinaron las tareas de carga.
Isalina Pereira, vicepresidenta de la AAPC, explicó al medio luso que el volumen de donaciones individuales y financieras aumentó tras las más recientes medidas de asfixia económica y el bloqueo petrolero contra Cuba.
Los activistas de la campaña «¡Por Cuba! ¡Fin al Bloqueo!» calificaron este esfuerzo como un acto de reciprocidad ante la histórica cooperación médica y educativa que la Revolución Cubana brinda a nivel internacional. "No hay bloqueo capaz de frenar la solidaridad", enfatizaron los organizadores de las jornadas de apoyo.
La AAPC confirmó que aún quedan toneladas de materiales acopiados en ciudades como Oporto, Coímbra, Évora y Lisboa, los cuales servirán de base para futuros cargamentos.