22/07/2026
Na última sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Lisboa, o CDS-PP acompanhou uma ordem de trabalhos marcada por temas concretos da cidade.
No Debate de Atualidade trazido pelo P*P sobre propaganda política no espaço público, a nossa posição é simples: não há razão para duvidar de que Lisboa é um território livre para a expressão política. A propaganda política faz parte da democracia e não deve ser tratada como simples “lixo visual”.
No entanto isso não significa ausência de regras. Cartazes de eleições, congressos ou comícios já terminados, estruturas vandalizadas ou suportes que perturbem abusivamente o espaço comum devem ter enquadramento claro, estável e igual para todos. Por isso, defendemos um compromisso entre a Câmara e os partidos, que possa abrir caminho a uma regulação municipal equilibrada.
Acompanhámos também petições de munícipes sobre Telheiras, a Escola Básica Quinta de Marrocos e a Escola Básica Rainha Santa Isabel, defendendo respostas responsáveis, diálogo com as comunidades e soluções que melhorem efetivamente a vida das pessoas.
Foi ainda autorizada a venda de património municipal parado, sem utilização estratégica imediata, permitindo transformar ativos sem função concreta em investimento para Lisboa, incluindo áreas como habitação, escolas, creches, saúde, mobilidade e espaço público.
Curiosamente, em matérias como a melhoria das escolas ou a organização do espaço público, há quem, após anos com capacidade de implementar melhorias, agora tente transformar essas mesmas decisões em arma política.
O CDS-PP continuará a trabalhar por Lisboa com rigor e responsabilidade.
📷 Isabel Santiago