27/01/2026
🚨COMUNICADO À POPULAÇÃO | UNIÃO DE FREGUESIAS
Nos últimos tempos têm surgido sinais que justificam atenção redobrada por parte da população quanto à gestão da Junta de Freguesia.
São conhecidas alterações recentes na composição do executivo, incluindo a saída de um dos seus membros. Trata-se de uma mudança relevante num contexto que exige estabilidade, disponibilidade e capacidade de resposta por parte de quem exerce funções públicas.
Paralelamente, comentam-se aproximações frequentes entre o atual executivo e figuras ligadas a anteriores mandatos, bem como a círculos técnicos e empresariais que historicamente têm intervindo em processos de obras e investimentos locais. Sem qualquer acusação, é legítimo questionar se estas relações garantem a independência, a imparcialidade e a transparência que a gestão de dinheiros públicos exige.
É também do conhecimento público que estão previstos investimentos significativos na freguesia. Sempre que se fala de obras e de valores elevados, a população tem o direito — e o dever — de acompanhar com atenção quem decide, quem executa e quem beneficia. A experiência ensina que favores, mesmo quando apresentados como “apoios técnicos” ou “ajudas informais”, podem comprometer a confiança nas instituições.
Causa igualmente estranheza o silêncio recente de VOZES que, no passado, se mostravam particularmente atentas e críticas à gestão da freguesia. A ausência de escrutínio levanta questões legítimas sobre coerência e independência.
Por outro lado, merece reflexão o facto de um edital relativo a uma sessão extraordinária da Junta — destinada à tomada de posse de um novo membro do executivo — ter sido divulgado apenas no site institucional, não tendo sido partilhado nas redes sociais oficiais, como aconteceu noutras ocasiões. Esta opção transmite à população a sensação de menor abertura informativa num momento que exigiria exatamente o contrário.
A gestão pública deve ser clara, transparente e imune a influências externas.
Sempre que surgem dúvidas, estas devem ser esclarecidas.
Sempre que há investimento, deve haver fiscalização.
O CHEGA continuará atento, exigente e ao lado dos fregueses, defendendo transparência, responsabilidade e verdade na gestão dos assuntos públicos.