Pelas Mesmas Razões de Sempre

Pelas Mesmas Razões de Sempre Esta é a página para divulgação e apresentação da Moção de Estratégia Global ao XXIX Congresso do CDS-PP - PELAS MESMAS RAZÕES DE SEMPRE.

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PELAS MESMAS RAZÕES DE SEMPREPara quem ainda não teve oportunidade de ler, aqui está a nossa moção. (link abaixo)Esta é ...
25/03/2022

PELAS MESMAS RAZÕES DE SEMPRE
Para quem ainda não teve oportunidade de ler, aqui está a nossa moção. (link abaixo)

Esta é a Moção das bases do partido e representa muitos militantes, dirigentes e simpatizantes que, de norte a sul, não abdicam da defesa deste programa, não desistem do CDS e não
prescindem de ter uma palavra sobre o futuro do partido.

Apresenta, de modo consequente, um punhado de causas agregadoras, e um posicionamento nítido, que dão rumo ao CDS e lhe permitem afirmar, à direita, os valores, o código de conduta, o programa, o discurso e as propostas que hão-de recuperar a confiança no CDS.

É, pois, chegada a hora de voltar a acreditar. Pelas mesmas razões de sempre.

https://cds.pt/congresso/assets/mo%c3%a7%c3%a3o-pelas-mesmas-raz%c3%b5es-de-sempre_-vfinal_fcp.pdf

23/03/2022
Observador"A espinha dorsal que serviu a liderança de Francisco Rodrigues dos Santos vai tentar impedir que a presidênci...
23/03/2022

Observador

"A espinha dorsal que serviu a liderança de Francisco Rodrigues dos Santos vai tentar impedir que a presidência do partido caia facilmente nas mãos de Nuno Melo. Ainda sem um protagonista escolhido para liderar essa possível candidatura, vários elementos da anterior direção uniram esforços e vão levar a votos uma moção que atira diretamente contra os que, de forma “leviana e egoisticamente”, tudo fizeram para derrubar Francisco Rodrigues dos Santos.

Entre os subscritores da moção “Pelas Mesmas Razões de Sempre” estão Miguel Barbosa, Pedro Melo e Silvio Cervan, que eram vices de Rodrigues dos Santos, assim como várias figuras da anterior direção alargada, como Fernando Barbosa (líder do CDS/Porto e coordenador autárquico), Filipa Correia Pinto (um dos esteios da anterior liderança e a grande estratega de Rodrigues dos Santos), Margarida Bentes Penedo, João Merino, Rosa Guerra, Sérgio Casado ou Vítor Pimentel.

Ao Observador, Miguel Barbosa, coordenador da moção, garante que este grupo “não se apresenta contra ninguém”, nem para “fazer ajustes de contas” com Nuno Melo. Ainda assim, o ainda vice-presidente do CDS não esconde as reservas em relação ao eurodeputado e teórico favorito a suceder a Francisco Rodrigues dos Santos.

“Quem no passado mais recente se empenhou de forma tão profissional em dividir tem algumas dificuldades em poder unir. Agora, tem de se empenhar com a mesma energia a tentar unir o partido. Os sinais que temos não são os melhores, mas a verdade é que ainda há tempo para que isso possa acontecer”, nota.

Uma eventual candidatura à liderança do partido estará sempre dependente do resultado que a moção venha a ter no congresso, com a garantia de que os subscritores respeitarão sempre a vontade dos militantes democratas-cristãos.

“O congresso não se pode transformar nas ‘cenas dos próximos capítulos’ de uma guerra sem quartel”, salvaguarda Miguel Barbosa, garantindo ao mesmo tempo que este grupo de militantes “estará a altura das responsabilidades que o congresso lhe quiser dar e encontrará uma solução de governo para o partido” se for esse o entendimento maioritário.

Quem lidera a corrida?
O documento é subscrito pelos líderes das distritais de Bragança, Vila Real, Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Setúbal, Beja, Évora, os últimos cabeças de lista de Vila Real, Braga, Porto, Coimbra, Guarda, Santarém e Faro, o presidente da Câmara de Ponte Lima, Vasco Ferraz, vários vereadores e membros de Assembleia Municipal.

Resta saber quem liderará essa candidatura à liderança caso a moção venha a sair de facto vencedora. Miguel Barbosa não se compromete com nomes e insiste que o objetivo desta plataforma, pensada para “discutir os últimos dez anos e o futuro do partido”, não é, nem nunca foi, “fulanizar a discussão da liderança”.

Ou seja: aparelho e apoio partidário existem, mas falta um candidato que agregue todas as sensibilidades. A ida de Manuel Monteiro ao Congresso está a agitar várias fações do partido — alguns elementos deste grupo (nem todos) são monteiristas de gema — e aguarda-se com alguma expectativa o sentido da intervenção do antigo líder do CDS. Até ao momento, no entanto, não há nada que aponte para uma candidatura de Monteiro à presidência do partido.

Colar Melo ao “fogo amigo”
Na moção estratégica coordenada por Miguel Barbosa, com cerca de 15 páginas, os subscritores chegam mesmo a recuperar uma expressão usada por Francisco Rodrigues dos Santos quando discursou no último Conselho Nacional do CDS enquanto líder do partido. “Fogo amigo matou”, atirou na altura Rodrigues dos Santos. E nem é preciso ir tão longe: o próprio mote da moção apresentada é igual ao lema da última campanha legislativa: “Pelas mesmas razões de sempre”.

Agora, os críticos do portismo (e apoiantes do líder demissionário) acrescentam mais: “O clima de instabilidade deliberadamente criado ao longo dos últimos dois anos – que se anteviam difíceis e que viram a sua complexidade aumentar de modo exponencial e inesperado com a pandemia –, de forma permanente, profissional e em regime de dedicação exclusiva, teve as suas inevitáveis consequências.”

Rodrigues dos Santos fez-se sempre apresentar como o rosto da rutura com o domínio do portismo e com todas as criaturas políticas do antigo vice primeiro-ministro. Além disso, fez-se rodear de muitos dos que estiveram quase sempre do lado oposto ao de Portas, quase sempre figuras associadas a Manuel Monteiro e a José Ribeiro e Castro.

Desta vez, juntam-se para tentar travar Melo. “Para ter futuro, o CDS terá de aprender a ser maior do que os seus conflitos internos, e a ter um alcance infinitamente mais largo do que os egos dos seus protagonistas”, apontam.

“As mudanças, que há muito se impunham ao partido, no seu modo de se relacionar com os eleitores, nos modelos e regras de funcionamento dos seus órgãos estatutários, e nos critérios de gestão dos seus recursos, são agora inadiáveis. Espera-se, por isso, que a execução desse processo de mudança ofereça agora menos resistências, e que os interesses que a ela se têm oposto não continuem a sobrepor-se ao superior interesse do partido.”

De resto, e mesmo sem o nomear, os subscritores da moção responsabilizam também Rui Rio por ter escolhido “não somar, não unir e não acrescentar”, desperdiçando “a oportunidade de apresentar [a direita] como alternativa mobilizadora e ofereceu à esquerda, sem encargos, uma maioria absoluta de um só partido”. Vai daí, insistem, os eleitores acabaram por preferir, em muitos casos, a “contrafação” – Iniciativa Liberal e Chega – aos partidos tradicionais de direita

“Nuno Melo? Quem no passado mais recente se empenhou de forma tão profissional em dividir tem algumas dificuldades em poder unir. Agora, tem de se empenhar com a mesma energia a tentar unir o partido. Os sinais que temos não são os melhores, mas a verdade é que ainda há tempo para que isso possa acontecer”

Os outros proto-candidatos
No total, são 10 as moções que vão a jogo no congresso que vai ter lugar a 2 e 3 de abril, em Guimarães. Nem todas, no entanto, se materializam em candidaturas à liderança do partido. Da direção de Francisco Rodrigues dos Santos sai também a candidatura de Miguel Mattos Chaves, que propõe, entre outras coisas, o regresso que a eleição de futuros líderes aconteça de forma direta e que os candidatos a deputados sejam escolhidos em primárias.

Defensor de um CDS conservador em linha com o PP espanhol, o Partido Conservador inglês ou a CDU alemã, Mattos Chaves quer bater-se pelo “respeito pela natureza do ser humano”, onde existem “apenas dois sexos — femininos e masculinos”, contra “a falsa ‘ideologia de género’ e o seu ensino nas escolas”, e contra o “aborto como método contracetivo”.

Nuno Correia da Silva, também vogal na direção ainda em funções e ex-vereador na Câmara de Lisboa, já admitiu vir a ser candidato se a sua moção – “Liberdade” – sair vencedora. “Os portugueses têm direito a ter um partido de direita que seja conservador sem ser ra***ta, a um partido que defenda a liberdade sem ser liberal, a um partido que valorize o mérito sem esquecer a solidariedade coletiva”, sintetiza Correia da Silva.

Existe ainda o proto-candidato Bruno Costa, que se propõe a fazer do CDS um partido conservador em linha com o exemplo britânico. “O CDS tem de se despir das conceções bacocas de um conservadorismo tradicionalista português, herdado historicamente da sua vertente católico-provinciana do Estado Novo (ou do Integralismo Lusitano) e fruto de equivocadamente se achar que ser conservador é necessariamente ser religioso ou defensor de qualquer forma de imobilismo. Há que abandonar esta estratégia, não só por ser medíocre e ter falhado, mas sobretudo por não ser minimamente fiel ao pensamento conservador moderno sintetiza."


Jornal de Notícias"O fogo amigo também mata. O clima de instabilidade, criado ao longo dos dois últimos anos, de forma p...
22/03/2022

Jornal de Notícias

"O fogo amigo também mata. O clima de instabilidade, criado ao longo dos dois últimos anos, de forma permanente, profissional e em regime de dedicação exclusiva, teve as suas inevitáveis consequências", considera-se na moção "Pelas mesmas razões de sempre", onde se conclui que "para ter futuro, o CDS terá que aprender a ser maior do que os seus conflitos internos".


Nuno Melo até pode torna-se, no congresso de 2 e 3 de abril, no próximo líder do CDS-PP. Mas não é seguro que saia de Guimarães com todo o partido na sua mão. É que os apoiantes do atual presidente, Francisco Rodrigues dos Santos, entregaram uma moção e vão concorrer aos órgãos nacionai...

22/03/2022


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ALAMEDA CIDADE DE Lisbon
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