PCP - freguesia Guarda

PCP - freguesia Guarda intervenção política e ideológica do P*P no âmbito da freguesia da Guarda.

21/04/2025
04/09/2024

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04/09/2024

🇵🇸✊ A solidariedade com a Palestina ecoará por toda a Festa do Avante!, e terá um momento particularmente expressivo, no sábado, às 18h, no Palco paz, com a presença de representantes de organizações Palestinianas, e a actuação dos Boémia. Ali perto encontra-se um monumento de solidariedade, e pela avenida bandeiras palestinianas se erguem bem alto.

Marca já na tua agenda: Domingo, às 14h30, no Espaço Internacional, podes ainda participar no debate "Solidariedade com o povo Palestiniano. Paz no Médio Oriente".

ℹ️ Toda a informação disponível aqui (ligação nos comentários)

22/06/2024
04/05/2024

A artista turca de origem circassiana, Gülcan Altan, gravou há apenas quatro anos a sua interpretação de Grândola, com a qual encerramos a série de Panfletos dedicada às versões estrangeiras da canção que imortalizou os valores da Revolução dos Cravos. É o tema deste Panfleto.

Para ouvir esta emissão de Panfletos, clicar aqui:
https://www.rtp.pt/play/p8339/e765784/panfletos

Para ler o texto, clicar aqui:
https://www.facebook.com/groups/panfletos/permalink/969775711462675

04/05/2024

GUILHERME DA COSTA CARVALHO (1921 - 1973)

Antifascista da resistência sofreu as duras condições do «Campo da Morte Lenta« do Tarrafal, esteve preso no Aljube, em Peniche e em várias outras cadeias, num total de 16 anos e seis meses de cativeiro. Foi durante vários anos membro do Comité Central do P*P.
Participou naquelas que são, porventura, as duas mais extraordinárias fugas das prisões do fascismo: de Peniche, em Janeiro de 1960, e de Caxias, em Dezembro do ano seguinte.
Nascido no Porto, numa família de grandes posses, cedo trocou uma vida que podia ter sido igual à de tantos jovens da sua idade pertencentes a uma elite da burguesia nortenha, pela de “funcionário” clandestino do Partido Comunista Português.

HP

«Guilherme da Costa Carvalho, filho de Luís Alves de Carvalho e de Herculana de Jesus da Costa Dias de Carvalho, nasceu a 11 de junho de 1921 na Freguesia do Bonfim, Porto.
Começou a ter atividade política contra o fascismo ainda muito jovem. Em 1943, quando era estudante na Faculdade de Ciências no Porto, aderiu ao Partido Comunista Português (P*P).
Originário de uma família abastada do Porto, Guilherme da Costa Carvalho dedicou a maior parte da sua vida à causa dos trabalhadores, à luta contra o fascismo e pela liberdade.
Em 1945, ingressa na vida clandestina como funcionário do P*P, tornando-se um seu dirigente destacado, integrando o respetivo Comité Central entre 1957 e 1973, com responsabilidades por diversas organizações e sectores partidários em diferentes regiões do país.
Foi preso quatro vezes e evadiu-se duas vezes. Passou dezasseis anos nas cadeias fascistas — do Aljube, Caxias e Peniche, incluindo o Campo de Concentração do Tarrafal onde passou dois anos.
A primeira prisão de Guilherme da Costa Carvalho ocorreu a 20 de outubro de 1948, na Estação de Abrantes, sendo detido pela GNR na sequência de um incidente fortuito. Em junho de 1949 foi condenado pelo Tribunal Criminal de Lisboa à pena de dois anos e seis meses de prisão maior celular e suspensão dos direitos políticos por quinze anos. Em setembro de 1949 foi deportado para o Campo de Concentração do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde.
Foi o único preso a ser visitado durante os dezoito anos da primeira fase de funcionamento do Campo. A visita dos seus pais ao Tarrafal reveste-se da maior importância, ao terem prestado homenagem aos presos que tinham morrido no Campo visitando o cemitério e colocando flores em todas as campas e fotografando-as uma a uma e que, com as fotos de grupo dos presos, se tornaram documentos da maior importância. No regresso, percorreram o País para informar as famílias da situação em que se encontravam os presos, alguns há muitos anos deportados para o Campo de Concentração.
Guilherme de Carvalho regressou em maio de 1951, sendo de imediato enviado para a Cadeia do Forte de Peniche.

O diretor do Forte de Peniche informa o diretor da PIDE que Guilherme da Costa Carvalho deu "novamente" entrada naquela prisão, vindo do Campo de Concentração do Tarrafal.
Apenas viria a ser libertado condicionalmente em Agosto de 1954, quando já tinha ultrapassado largamente a pena a que fora condenado.
Regressou de novo à clandestinidade, voltando a ser preso em Abril de 1959 na cidade do Porto. Em maio é transferido para a Cadeia do Aljube, e depois Peniche, donde se evadiu no dia 3 de Janeiro de 1960, com mais outros dirigentes do P*P, incluindo Álvaro Cunhal. Passados oito meses é preso pela terceira vez, em 14 de novembro de 1960. Enviado para o Forte de Caxias, evadiu-se desta cadeia a 4 de dezembro com mais sete membros do P*P, no que ficou conhecido como a fuga no carro blindado de Salazar.
Voltou a ser preso na Malveira, concelho de Mafra, em maio de 1963, sendo encarcerado no Aljube, Forte de Peniche e Caxias. Julgado em junho de 1967, foi condenado a seis anos e seis meses de prisão e medidas de segurança, quando já se encontrava gravemente doente.
Guilherme da Costa Carvalho foi libertado a 16 de fevereiro de 1972 para não morrer na cadeia, o que vem a ocorrer no Hospital de Oncologia de Lisboa no dia 24 de Março de 1973. Tinha 52 anos. Anunciando a morte de um militante, o P*P em comunicado afirmava: «consumou-se mais um crime do fascismo». A morte prematura de Guilherme da Costa Carvalho, após vários anos de sofrimento, deveu-se à incúria dos serviços médico prisionais e à sanha assassina da PIDE.
No decorrer da última prisão, quando se encontrava no Forte de Peniche, Guilherme da Costa Carvalho, adoeceu gravemente, tendo hemorragias retais. Apesar de ter realizado um exame radiológico, o médico da cadeia diagnosticou que sofria de hemorroidal.
Durante anos, apesar do agravamento do seu estado de saúde, a PIDE recusou sistematicamente os pedidos para que fosse observado por um médico particular. E mesmo quando a autorização foi concedida, e o médico particular verificou, tendo por base o exame do médico da cadeia em que este diagnosticara hemorroidal, tratar-se afinal de uma cancerosa, a PIDE recusou um internamento em hospital adequado.
Guilherme da Costa Carvalho não só foi condenado a pesada pena quando já se encontrava gravemente doente, como foi mantido na cadeia até ter entrado na fase terminal da doença, apesar de já ter terminado a pena a que fora condenado há quase três anos. A morte prematura de Guilherme da Costa Carvalho foi, comprovadamente, mais um crime premeditado do regime fascista.
O funeral de Guilherme da Costa Carvalho constituiu uma importante e combativa manifestação de repúdio por este crime do fascismo. Apesar do aparato policial intimidatório concentrado no IPO, da «escolta» do carro funerário pela PIDE que acompanhou o funeral até ao Porto, dezenas de carros de antifascistas, vindos de várias partes do País, acompanharam o cortejo fúnebre até ao Porto, cortejo que engrossou com dezenas de carros que esperavam o funeral a muitos quilómetros do Porto. No cemitério, onde se concentraram mais de 1500 pessoas, coube a Virgínia de Moura fazer o elogio fúnebre de Guilherme da Costa Carvalho, tendo a multidão gritado: «Assassinos», «Abaixo a PIDE».
A Câmara Municipal do Porto atribuiu o nome de Guilherme da Costa Carvalho a uma das principais artérias da cidade, junto à Avenida dos Aliados e à Praça General Humberto Delgado».

Biografia
in MEMÓRIA COMUM
https://memorial2019.org/presos-e-perseguidos-politicos

03/05/2024

📕 O P*P apresentou hoje o seu compromisso para as eleições ao Parlamento Europeu no próximo dia 9 de Junho. É o segundo partido a fazê-lo depois do PEV o ter feito no passado dia 16 de Abril. Quando muitos lamentam a falta de interesse nos conteúdos concretos que esta eleição coloca à discussão, ou quando outros simplesmente navegam a mais recente polémica mediática (qualquer que ela seja), o P*P e CDU dão, pela sua prática, o exemplo de que sim, é mesmo possível e urgente debater a União Europeia, denunciar as consequências da perda de soberania, chamar à atenção para o recorte neocolonial de várias das suas regras e sobretudo afirmar que sim, Portugal pode e deve libertar-se de amarras que são impostas ao seu desenvolvimento, deve, mantendo e até aprofundando as suas relações com vários países europeus, mas deve também alargar e diversificar as suas relações, económicas, culturais e diplomáticas; que um Governo de Portugal digno desse nome deve assumir-se de corpo inteiro na UE na defesa intransigente dos interesses do país acabando com as décadas de seguidismo e submissão que quer PS, quer PSD ou CDS nos impõe, nas regras da UE, mas também nos baixos salários e reformas, nos serviços público degradados ou na habitação liberalizada.

👉 Vê aqui (ligação nos comentários)

17/04/2024

FRASE DO DIA

“Depois de ser o primeiro à esquerda a apresentar uma moção de rejeição ao programa de Governo, o P*P volta a saltar para a linha da frente com um projecto de resolução contra o Programa de Estabilidade que obriga o documento a ir a votos no Parlamento.”

EXPRESSO
16 DE ABRIL DE 2024

Endereço

Rua Nuno Álvares
Guarda
6300

Website

http://www.cdu.pt/, http://www.avante.pt/

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