Comunidade com Força

Comunidade com Força Grupo de Cidadãos do Concelho do Fundão

Eleitos exigem respeito institucionalFonte: Rádio Cova da Beira
14/07/2026

Eleitos exigem respeito institucional
Fonte: Rádio Cova da Beira

Eleitos exigem respeito institucional

A “Comunidade com Força” considera que tem sido “cada vez mais evidente uma postura do presidente da câmara municipal do Fundão que revela um preocupante desrespeito institucional” pelos eleitos daquele movimento nos diferentes órgãos autárquicos do concelho e garante que não se vai deixar “intimidar por atitudes de desconsideração institucional”

Em comunicado, a “Comunidade com Força” afirma que o vereador eleito, os cinco deputados municipais e os vários representantes nas juntas de freguesia foram escolhidos por mais de 3.000 cidadãos, “que confiaram neste movimento independente para os representar, fiscalizar a ação do executivo e apresentar propostas alternativas para o desenvolvimento do concelho. Desrespeitar estes eleitos é, acima de tudo, desrespeitar a vontade democrática de milhares de fundanenses”.

A última reunião pública da autarquia fundanense “voltou, infelizmente, a ser um exemplo claro desta atitude”, sublinhando que “em vez de promover um ambiente de diálogo, respeito institucional e valorização do debate democrático, o presidente da câmara optou por uma postura de desconsideração perante quem legitimamente exerce o seu papel de oposição”. Uma situação que “não é isolada” sustentando que “desde o discurso de tomada de posse” que Miguel Gavinhos “tem revelado uma preocupante tendência para dirigir parte significativa das suas intervenções à «Comunidade com Força», em vez de concentrar a sua energia na resolução dos muitos problemas que o concelho enfrenta”.

Neste comunicado, o movimento sublinha que “quem confunde maioria relativa com poder absoluto demonstra uma visão redutora do funcionamento das instituições democráticas”, recordando que os cidadãos reconheceram ao atual presidente da câmara “a legitimidade para governar, mas sem maioria absoluta. E mesmo que a tivesse alcançado, nunca lhe conferiria o direito de desvalorizar quem representa milhares de fundanenses”, afirmando que o autarca “foi eleito para governar todo o concelho, e não apenas para aqueles que votaram em si”.

A Comunidade com Força garante que “não se vai deixar intimidar por atitudes de desconsideração institucional”, comprometendo-se a “a exercer o mandato com responsabilidade, independência, elevação e firmeza e intervindo sempre que entendermos que estão em causa os interesses do concelho e dos fundanenses”.

A terminar este comunicado, o movimento afirma que “não vai responder a ataques pessoais, mas sim com trabalho, propostas e fiscalização”, sublinhando que “não aceita que se procure diminuir a legitimidade democrática dos eleitos assim como dos milhares de cidadãos que representamos”.

A DEMOCRACIA EXIGE RESPEITO. O FUNDÃO MERECE MAIS.Desde a tomada de posse dos novos órgãos autárquicos, em 12 de outubro...
14/07/2026

A DEMOCRACIA EXIGE RESPEITO. O FUNDÃO MERECE MAIS.

Desde a tomada de posse dos novos órgãos autárquicos, em 12 de outubro de 2025, tem-se tornado cada vez mais evidente uma postura do Presidente da Câmara Municipal do Fundão que revela um preocupante desrespeito institucional pelos eleitos da Comunidade com Força nos diferentes órgãos autárquicos do concelho.
O vereador eleito, os cinco deputados municipais e os vários representantes nas Juntas de Freguesia da Comunidade com Força foram escolhidos por mais de 3.000 cidadãos, que confiaram neste movimento independente para os representar, fiscalizar a ação do executivo e apresentar propostas alternativas para o desenvolvimento do concelho. Desrespeitar estes eleitos é, acima de tudo, desrespeitar a vontade democrática desses milhares de fundanenses.
A última reunião de Câmara voltou, infelizmente, a ser um exemplo claro desta atitude. Em vez de promover um ambiente de diálogo, respeito institucional e valorização do debate democrático, o Presidente da Câmara optou por uma postura de desconsideração perante quem legitimamente exerce o seu papel de oposição. Uma postura que, em diversos momentos, se aproxima de uma lógica de prepotência política, incompatível com os princípios de uma democracia madura e plural.
A democracia não se esgota no ato eleitoral. A democracia vive-se todos os dias através do respeito pelas diferentes opiniões, da capacidade de ouvir quem pensa de forma diferente e da valorização do contraditório. Quem confunde maioria relativa com poder absoluto demonstra uma visão redutora do funcionamento das instituições democráticas.
Infelizmente, esta não é uma situação isolada. Desde o discurso de tomada de posse que o Presidente da Câmara tem revelado uma preocupante tendência para dirigir parte significativa das suas intervenções à oposição e, em particular, à Comunidade com Força. Em vez de concentrar a sua energia na resolução dos muitos problemas que o concelho enfrenta, tem procurado, de forma recorrente, diminuir o papel do principal movimento independente do concelho e daqueles que os fundanenses elegeram para os representar.
Importa recordar uma evidência democrática.
Senhor Presidente, parabéns venceu as eleições! Os cidadãos reconheceram-lhe essa legitimidade. Contudo, venceu sem maioria absoluta. E mesmo que a tivesse alcançado, isso nunca lhe conferiria o direito de desvalorizar quem representa milhares de fundanenses.
Foi eleito para governar todo o concelho, e não apenas para aqueles que votaram em si.
Governar implica respeitar a diversidade de opiniões, aceitar o escrutínio democrático e compreender que a oposição não é um incómodo: é um elemento essencial do funcionamento das instituições e uma garantia de melhor decisão pública.
A Comunidade com Força não se deixará intimidar por atitudes de desconsideração institucional. Continuaremos a exercer o mandato que nos foi confiado com responsabilidade, independência, elevação e firmeza, intervindo sempre que entendermos que estão em causa os interesses do concelho e dos fundanenses.
Não respondemos com ataques pessoais. Respondemos com trabalho, propostas e fiscalização.
Mas também não aceitaremos que se procure diminuir a legitimidade democrática dos nossos eleitos ou dos milhares de cidadãos que representamos.
O Fundão precisa neste momento de uma cultura política assente no respeito, na humildade institucional e no diálogo.
Porque uma democracia forte constrói-se com pluralismo, não com arrogância.
Porque respeitar a oposição é, acima de tudo, respeitar os cidadãos e a democracia.

Comunidade com Força
Movimento Independente

CMF PODE TER QUE DEVOLVER 3.2 MILHÕES DE EUROS
11/07/2026

CMF PODE TER QUE DEVOLVER 3.2 MILHÕES DE EUROS

QUANDO O PARTIDO SE CONFUNDE COM O MUNICÍPIOO recente debate em torno da remoção das oliveiras da Escola Secundária do F...
30/06/2026

QUANDO O PARTIDO SE CONFUNDE COM O MUNICÍPIO

O recente debate em torno da remoção das oliveiras da Escola Secundária do Fundão trouxe à evidência uma questão que, para o Movimento Independente Comunidade com Força, é bem mais preocupante do que o episódio em si. A verdadeira questão é saber quem responde pelos atos do Município e em nome de quem são prestados os esclarecimentos aos fundanenses.
Antes de mais, importa reafirmar um princípio essencial da democracia local. A Comunidade com Força reconhece e respeita a legitimidade democrática da vitória alcançada pelo atual Presidente da Câmara Municipal nas eleições autárquicas de 12 de outubro de 2025. Os fundanenses fizeram a sua escolha e conferiram-lhe a responsabilidade de liderar os destinos do concelho, apesar de, em minoria.
Mas essa vitória trouxe também uma responsabilidade acrescida: governar para todos os fundanenses, e não apenas para aqueles que nele votaram.
Infelizmente, desde o discurso de tomada de posse até ao recente discurso proferido nas comemorações do Dia da Cidade, tem sido recorrente verificar uma excessiva preocupação em dirigir críticas à oposição, em particular ao nosso Movimento Independente. Este registo pouco contribui para o clima de respeito institucional e de cooperação que os cidadãos esperam dos seus eleitos.
Ao longo deste mandato, a Comunidade com Força tem exercido uma oposição séria, responsável e construtiva. Apesar de existirem diferenças profundas quanto às opções estratégicas para o desenvolvimento do concelho, nunca procurámos bloquear o funcionamento dos órgãos municipais nem inviabilizar medidas apenas por serem apresentadas pelo executivo.
Reconhecemos, desde o primeiro dia, o direito de quem venceu as eleições a governar. Recordamos, um executivo que iniciou funções em situação de minoria e que, entretanto, passou a dispor de uma maioria política através de movimentos não muito abonatórios, já durante o mandato. Essa realidade democrática nunca foi por nós posta em causa.
O que hoje nos preocupa é outra realidade: a crescente confusão entre a instituição Município e a estrutura partidária que suporta o executivo.
A propósito da polémica das oliveiras da Escola Secundária do Fundão, independentemente da avaliação que cada um faça sobre a decisão tomada, causa estranheza que os primeiros esclarecimentos públicos não tenham sido prestados pela Câmara Municipal, mas sim pela concelhia do PSD, partido que sustenta parte do executivo.
Se existiam razões técnicas ou de interesse público que justificassem a remoção das oliveiras, essas razões deveriam ter sido explicadas pelo Município, de forma transparente e atempada.
Mais do que isso, tratando-se de um espaço criado no âmbito de um projeto educativo envolvendo alunos, professores e funcionários, a comunidade escolar deveria ter sido previamente informada e envolvida no processo. Deveriam igualmente ter sido apresentadas, desde o primeiro momento, as medidas mitigadoras previstas, designadamente o destino das árvores e o plano para a sua replantação.
Só após a controvérsia pública surgiram explicações, não pela voz institucional da Câmara Municipal Fundão, mas através de um comunicado partidário PSD.
Também nos causa perplexidade que tenham sido divulgadas imagens que não correspondiam às oliveiras objeto da intervenção, contribuindo para uma perceção pública que não retrata a realidade da situação. Serão estas as práticas adquiridas do partido do último vereador coaptado para o executivo.
Importa, por outro lado, reconhecer o profissionalismo e o sentido de responsabilidade de trabalhadores do Município que tiveram o cuidado de retirar as oliveiras em condições que permitem a sua futura replantação. Esse mérito pertence aos trabalhadores municipais e merece ser reconhecido. Aconselhamos a estrutura partidária do PSD a visitar esse espaço e tirar a fotografia correta das oliveiras.
O que não pode continuar a acontecer é que os esclarecimentos sobre atos administrativos públicos sejam sistematicamente assumidos por estruturas partidárias.
Infelizmente, este não é um caso isolado. Ao longo deste mandato, sempre que cidadãos, associações, forças políticas ou até membros da Assembleia Municipal levantam questões sobre decisões do executivo, assiste-se repetidamente ao mesmo fenómeno: é o partido que responde, enquanto o Município permanece em silêncio.
Esta prática enfraquece as instituições, alimenta a confusão entre administração pública e atividade político-partidária e transmite uma imagem errada do funcionamento democrático do poder local.
Por isso, não deixa de ser legítimo questionar, no dia em que a assembleia municipal aprecia uma nova orgânica dos serviços municipais com um novo mapa de pessoal, se o objetivo é reforçar a capacidade de resposta institucional da Câmara Municipal ou se continuaremos a assistir à substituição da comunicação oficial por comunicados partidários.
Chega mesmo a ser legítimo perguntar, com alguma ironia, se a próxima alteração orgânica incluirá também a integração da concelhia do PSD na estrutura do município do Fundão.
O Movimento Independente continuará a exercer uma oposição responsável, exigente e construtiva, sempre orientada pelo interesse público e pelo respeito pelas instituições democráticas e por quem nos elegeu.
Porque os partidos são indispensáveis à democracia.
Mas as instituições públicas pertencem a todos os cidadãos.

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10/06/2026

A Comunidade com Força felicita a Santa Casa da Misericórdia do Fundão pela atribuição da Medalha de Ouro da cidade, sendo um dos homenageados no 279º aniversário de fundação do Concelho do Fundão.

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Vereador da Comunidade com Força questiona o executivo sobre o cumprimento do acordo que foi celebrado poucos dias antes...
10/06/2026

Vereador da Comunidade com Força questiona o executivo sobre o cumprimento do acordo que foi celebrado poucos dias antes das últimas eleições autárquicas referente à construção da estrada entre as Martianas e a Orca.

ACORDO ESTÁ A SER CUMPRIDO

O presidente da câmara do Fundão garante que o município está a
cumprir o acordo que foi celebrado poucos dias antes das últimas
eleições autárquicas referente à construção da estrada entre as
Martianas e a Orca. A questão foi introduzida por Pedro Neto na
última reunião pública do executivo depois de o assunto ter sido
abordado na última reunião da assembleia municipal.

Oiça a notícia com NM (RCB) em: https://shre.ink/7pnC

O vereador da “Comunidade com Força” questionou o executivo da CMF sobre as razões que levaram a que, passados mais de s...
10/06/2026

O vereador da “Comunidade com Força” questionou o executivo da CMF sobre as razões que levaram a que, passados mais de sete meses da tomada de posse, ainda não alteraram os titulares responsáveis da agência “Gardunha XXI”, mantendo-se ainda os do anterior executivo.

Fundão: “Gardunha XXI” motiva polémica na reunião do executivo

O vereador da “Comunidade com Força” quer saber os motivos por que o atual executivo ainda não procedeu à alteração da titularidade dos responsáveis da agência “Gardunha XXI”, sete meses depois de ter assumido funções. A questão foi introduzida na última reunião pública da autarquia e que motivou uma dura troca de palavras entre Pedro Neto e o vice presidente da autarquia.

Oiça a notícia em: https://shre.ink/3GtP

Vereador Pedro Neto, eleito pela Comunidade com Força, pede esclarecimentos à Câmara Municipal do Fundão.
10/06/2026

Vereador Pedro Neto, eleito pela Comunidade com Força, pede esclarecimentos à Câmara Municipal do Fundão.

Pedro Neto pede esclarecimentos à CMF

O vereador da “Comunidade com Força” quer saber se existiu
algum despacho do presidente da câmara municipal que
determinasse a dispensa de serviço dos funcionários da autarquia
que marcaram presença na apresentação da “Expo Fundão”. Pedro
Neto considera que pode estar em causa uma desvirtuação do
serviço público.

Oiça a notícia com Nuno Miguel (RCB) em: https://shre.ink/3v5V

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