14/09/2026
𝑬𝑺𝑻𝑹𝑨𝑵𝑯𝑨 𝑭𝑶𝑹𝑴𝑨 𝑫𝑬 𝑶𝑷𝑶𝑺𝑰𝑪̧𝑨̃𝑶
A Comunidade com Força publicou uma espécie de comunicado sobre os valores que o Município do Fundão tem por transferir para a Junta de Freguesia do Fundão - União.
Aponta atrasos, questiona a atuação do Presidente da Junta e lança insinuações sobre a sua presença em iniciativas municipais - e vão dois ataques a presidentes de junta, revelando a incapacidade do movimento para ser mais que uma mera força de bloqueio -, chegando a sugerir que exigir pagamentos pode custar convites.
O PSD considera necessário esclarecer os factos e responder a este exercício de aproveitamento político. Comecemos pela origem dos compromissos.
Estão por regularizar três verbas, num total de 144 mil euros, relativas a obras anunciadas em 2025 (em pleno ano de eleições). Estes compromissos foram assumidos pelo anterior Executivo e ficaram por fazer e por pagar, deixando ao atual Executivo a responsabilidade de assegurar a sua regularização.
Entretanto, na reunião de agosto, o Presidente da Câmara expôs publicamente esta situação. Identificou as três verbas pendentes, explicou a sua natureza e garantiu que o Município iria assumir e honrar esses compromissos. Fê-lo por sua iniciativa, dando conhecimento da situação à população e assegurando à Junta que as obrigações seriam cumpridas.
A CF ouviu este esclarecimento pelo seu vereador que, mais uma vez, nada disse. Sabia quem tinha tornado públicos os valores e conhecia o compromisso de pagamento. Ainda assim, publicou um comunicado a “estranhar o silêncio”, omitindo precisamente a explicação e a garantia dadas pelo Presidente.
Ou seja, usam a informação prestada pelo Presidente para o atacar e escondem a parte em que ele assume a resolução do problema.
De resto, há questões a que a própria CF tem de dar resposta - Pedro Neto era vereador eleito, Malícia Trindade era o Presidente de Junta e Luís Oliveira era o Presidente da Assembleia de Freguesia.
Que diligências fizeram para o recebimento destas verbas antes das eleições? Que respostas obtiveram? Porque ficaram estes pagamentos pendentes no final dos seus mandatos? Que cobrança política foi feita junto dos responsáveis de então? Quem teve responsabilidades quando os pagamentos ficaram pendentes tem de explicar o que fez nessa altura.
O Presidente da Câmara deu a cara, apresentou os valores e assumiu o compromisso de pagar. Atacar a Câmara por ser transparente e por uma situação que ela própria tornou pública, omitindo o compromisso que também ela própria assumiu, revela bem a seriedade deste comunicado.
Estranha forma de fazer oposição!