Glocal Faro

Glocal Faro Movimento de cidadãos, que visa melhorar a qualidade de vida dos locais, procurando resolver problemas globais, nomeadamente ambientais e sociais

11/06/2026

A associação ambientalista ZERO aproveitou o Dia Mundial do Ambiente, celebrado a 5 de junho, para avaliar a ação do Ministério do Ambiente e Energia, liderado por Maria da Graça Carvalho. A organização identifica progressos em áreas como a conservação da natureza, a gestão de resíduos ...

Importante
11/06/2026

Importante

Thousands of energy-hungry data centres are being built across Europe. Our bills depend on how they’re powered - expensive fossil fuels or homegrown, renewable energy. Sign the petition to call on the EU: Make data centres run on 100% new, renewable energy.

Haja boas notícias!
08/06/2026

Haja boas notícias!

08/06/2026

Nove movimentos cívicos e associações de todo o país criaram uma plataforma nacional contra a proliferação de megaprojetos solares e eólicos e em defesa de uma transição energética justa e sustentável, foi hoje divulgado.

Experiências ou utopias concretizadas?Na Alemanha e não só - ler o artigo na íntegra.O problema da sua expansão está na ...
05/06/2026

Experiências ou utopias concretizadas?

Na Alemanha e não só - ler o artigo na íntegra.
O problema da sua expansão está na regulação, nas leis financeiras...

União das Freguesias de Faro
Ecotopia Activa
Gonçalo Duarte Gomes
LIVRE

Um experimento em sala de aula saiu do controle e criou microssistema financeiro na Bavária. Hoje, moeda própria recompensa ações em favor do meio ambiente e da economia local.

Há quem goste mais de flores.Há quem prefira as árvores pelos benefícios que prestam.Que tal árvores e flores?E se esta ...
01/06/2026

Há quem goste mais de flores.
Há quem prefira as árvores pelos benefícios que prestam.

Que tal árvores e flores?
E se esta combinação quase não precisar de água? Ainda melhor!

Então... porque sistematicamente cortam os loendros? 🤔

Município de Faro
União das Freguesias de Faro
Município de Tavira Municipio Silves
Município de Olhão

Que triste ☹️
29/05/2026

Que triste ☹️

ISTO DEVIA ABRIR TELEJORNAIS ...

VOLTA ... Ecologia ou negócio privado disfarçado?

O chamado “Programa Volta” está a ser apresentado como uma grande vitória ambiental. Mas quando se olha para quem manda realmente no sistema, percebe-se rapidamente que isto tem muito mais de engenharia financeira do que de ecologia.

A entidade que gere o sistema chama-se SDR Portugal. E atenção a este detalhe: não é um organismo público. É uma associação privada.

O presidente da organização é Leonardo Mathias, antigo Secretário de Estado da Economia e diplomata. Mas o verdadeiro poder está em quem fundou e financia o sistema: a Circular Drinks e a SDRetalhistas.

E quem está por trás dessas estruturas? Precisamente os gigantes das bebidas e os maiores grupos de distribuição do país. Estamos a falar de empresas ligadas à Coca-Cola, Super Bock, Central de Cervejas, Sumol+Compal e aos grupos donos do Continente, Pingo Doce, Lidl, Auchan, Mercadona, Aldi e Intermarché.

Ou seja: as mesmas multinacionais que inundam o mercado com plástico descartável passaram agora a controlar o sistema que cobra mais 10 cêntimos ao consumidor em nome da “sustentabilidade”.

A União Europeia obrigou os países a aumentar drasticamente a recolha de garrafas plásticas até 2029 através do princípio do “poluidor-pagador”. Em teoria, quem coloca plástico no mercado devia assumir os custos ambientais da recolha e tratamento.

Mas em Portugal aconteceu algo muito curioso: em vez de criar um sistema público e independente que obrigasse os produtores a suportar diretamente os custos da poluição que geram, foi permitido aos próprios poluidores criarem e gerirem um sistema privado onde o consumidor paga adiantado e faz o trabalho logístico.

Compramos a bebida.
Pagamos depósito.
Guardamos lixo em casa.
Transportamos embalagens.
Esperamos por máquinas.
E ainda corremos o risco de perder o dinheiro.
Porque aqui entra a parte mais interessante do negócio : Se a garrafa ficar amassada, se o código de barras não for aceite, se a máquina estiver avariada, ou simplesmente se a pessoa não tiver tempo para ir devolver embalagens, os 10 cêntimos ficam retidos no próprio sistema.

Não vão para o Estado.
Não vão diretamente para um fundo ambiental público.
Ficam dentro da estrutura privada criada e controlada pelas próprias marcas e grandes superfícies.

Chamam-lhe financiamento do sistema. Na prática, milhões de euros poderão ficar presos todos os anos graças ao esquecimento, desgaste ou impossibilidade das pessoas devolverem embalagens.

E tudo isto enquanto falamos de multinacionais com lucros anuais absolutamente astronómicos. Mesmo assim, conseguiram criar um modelo onde parte do esforço financeiro e logístico passa diretamente para as famílias.

E há outra pergunta que quase ninguém faz:
Se o objetivo fosse realmente ecológico, porque é que o foco continua quase exclusivamente na reciclagem de plástico e latas em vez de apostar fortemente na reutilização de vidro?

Todos nós conhecemos o sistema antigo das cervejas e águas reutilizáveis nos cafés: recolher, lavar, esterilizar e voltar a usar. Décadas a funcionar. Mas reutilizar obriga as multinacionais a alterar linhas de produção, logística e margens de lucro.
Reciclar plástico mantém o ciclo do descartável vivo.

A reciclagem mecânica continua a gastar enormes quantidades de água e energia enquanto se produz mais plástico novo. No fundo, venderam-nos isto como uma revolução ecológica.

Mas o que muita gente vê é outra coisa: os maiores produtores de plástico passaram a controlar o sistema que lucra com a gestão do próprio problema que criaram.

A raposa ficou oficialmente a guardar o galinheiro.

Pela cultura, pelo património, pela arte.Assine!
24/05/2026

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O “Movimento Pela Fábrica” reúne entidades, associações, ONGs e grupos informais - culturais e cívicos -, empresas e cidadãos, nacionais e internacionais, que s

23/05/2026

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