16/09/2026
"A confirmação da existência de um testamento continua a depender de um mecanismo burocrático que já não responde às necessidades dos cidadãos", afirma Filipa Azevedo Maia, Vice-presidente da Ordem dos Notários, em artigo de opinião publicado no Jornal de Notícias.
A autora defende a criação de um registo central eletrónico de testamentos e a consulta obrigatória da sua existência nos processos sucessórios, como forma de garantir maior eficiência, segurança jurídica e proteção da última vontade dos cidadãos.
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https://www.jn.pt/opiniao/artigo/registo-central-de-testamentos-uma-reforma-necessaria-para-proteger-a-ultima-vontade/18126272