José Ribeiro - Fafe Sempre

José Ribeiro - Fafe Sempre Página de apoio à candidatura Independente do Dr. José Ribeiro à Assembleia Municipal de Fafe.

10/01/2025

 

08/02/2024

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Bom fim-de-semana.  José Ribeiro.
16/09/2023

Bom fim-de-semana.


José Ribeiro.

Bom domingo.
23/07/2023

Bom domingo.

Bom domingo.
28/05/2023

Bom domingo.

Bom fim-se-semana.
28/04/2023

Bom fim-se-semana.

26/04/2023
25/04/2023

Celebramos hoje a efeméride que assinala o quadragésimo nono aniversário do 25 de abril de 1974.

Não sendo eu ainda nascido nessa data, toda a minha vida vivi em liberdade e por isso sou grato a todos os que me antecederam e lutaram por esta causa maior. Aos capitães de Abril, heróis da revolução, que sempre serão merecedores da nossa gratidão, reconhecemos que estes jovens militares abriram uma nova era e que continuam ainda hoje a ser uma fonte de inspiração para todos os portugueses e não só. Mas as comemorações do 25 de Abril, não devem reduzir-se a uma celebração de uma heroica memória. Devem e sobretudo ser uma passagem de testemunho para as novas gerações.

Certo é que celebrando Abril, celebramos o passado e tudo quanto foi necessário atravessar para aqui chegarmos, mas estas comemorações que hoje se assinalam devem também despertar cada um de nós para que, das mais variadas formas, continuemos a procurar resposta para as frustrações, desilusões, fragilidades e insuficiências que o regime democrático ainda não resolveu.

Não fosse este acontecimento tão importante na nossa história e hoje não seria possível termos a democracia viva e presente nas nossas vidas, e muito menos dela fazerem parte Movimentos Cívicos como este que aqui represento e muito me orgulho em fazer parte.

Falar de Abril, das suas conquistas e da sua história, é algo que indubitavelmente urge ver-se falado e discutido entre os jovens, onde aqui eu também me incluo. Os jovens de 1974 são os avós de 2023 mas é aos jovens de hoje que se exige que não sejam politicamente menos participativos que as gerações pretéritas.

É necessária uma maior participação cívica de nós jovens, mesmo quando a nossa voz nem sempre é suficientemente audível no espaço público ou simplesmente não é levada com seriedade que deveria ser. Por forma a contornar este problema, apelo às novas gerações para que não se conformem, para que lutem pelo que acreditam, para que sejam ativos e proativos, para que sejam parte ativa do desenvolvimento cívico, político e democrático do nosso país, para que assumam uma participação mais convencional através dos sistemas partidários se assim entenderem ou através de movimentos cívicos que representem aquilo em que acreditam.

As diversas ações que hoje e durante estes dias se celebram, bem como as que se preveem organizar a nível local e nacional para assinalar os 50 anos do 25 de Abril de 1974 devem ser recheadas de sementes do futuro e não apenas revivalismo do passado. Devem ser não apenas de admiração e fascínio por quem lutou pela liberdade, mas sim cheias de fé e de esperança de que o futuro será melhor. só assim iremos honrar Abril e quem tanto lutou por ele.

49 anos depois, creio que ninguém ousará discordar que a liberdade e a democracia são sempre obras inacabadas e hoje, quando a democracia portuguesa está a celebrar mais um aniversário alusivo ao fim do tempo da ditadura, verificamos que muito ainda há a fazer pois é necessário agir contra o populismo, as desigualdades, a corrupção, o medo e o ódio que ainda hoje vivem no nosso país.

“Aquele que não luta pelo futuro que quer, deve aceitar o futuro que vier.” Esta é uma frase que me lembro de ter lido há algum tempo, mas que mantenho presente em pensamento muitas vezes, principalmente sempre que me sinto a desanimar na luta por algo ao longo da vida. Principalmente nós os jovens devemos parar, pensar e refletir sobre se temos lutado pelo futuro que queremos.

Este pensamento é também válido para nós que representamos os cidadãos nos mais diversos órgãos políticos. O 25 de Abril veio trazer poder a cada terra, desde as grandes cidades à aldeia mais pequena. Em 12 de dezembro de 1976, realizaram-se as primeiras Eleições Autárquicas. Desde aí muito foi feito no e pelo poder local. Mas certamente, cada um de nós conseguiria elencar uma dúzia de coisas por fazer e que muita falta fazem à nossa sociedade. Por isso, é nossa obrigação lutar por um futuro melhor, querer mais, ouvir mais, debater mais e fazer mais, pois só assim estaremos a viver realmente em liberdade e democracia.

Para quem não se lembra – e hoje é um bom dia para lembrar – o Movimento das Forças Armadas traçou três objetivos à Revolução dos Cravos: Descolonizar, Democratizar e Desenvolver. A Descolonização está (felizmente) concluida e desse assunto não vislumbro saudade. A Democracia está como Churchill nos disse que estaria: “A pior forma de governo, à exceção de todos os outros já experimentados ao longo da história”.

Sendo meu dever olhar para o futuro, vou olhar especialmente para o “D” de Desenvolver. O desenvolvimento de um País – como, aliás, a defesa da Democracia – é uma tarefa permanente, nunca terminada, como já referi. Sejamos realistas e reconheçamos que estamos melhor que há 49 anos atrás (e que mau seria se assim não fosse…) mas também não me conformo como em pleno século XXI não fomos ainda capazes de fazer mais e melhor. E falo de forma geral. Como pessoas, como políticos, como sociedade…. Vivemos na era da informação e do digital, mas há problemas na nossa sociedade a nível nacional e local, que se deviam resolver de forma mais célere, mas por vezes parece que quem os tenta resolver tem um conhecimento mais limitado que o do tempo dos homens das cavernas e a velocidade com que o faz é mais lento que o movimento das placas tectónicas.

Não quero usar esta sessão solene nem aproveitar a importância da celebração desta efeméride para deixar recados a quem nos governa no nosso concelho. Isso já é feito em local apropriado e assim poderão continuar a contar que aconteça, pois, como o nome do nosso movimento diz, trabalhamos e lutamos por algo que nos diz muito:

Por Fafe Sempre!

Mas não posso terminar a minha intervenção sem aqui deixar um apelo a todos que defendem e lutam pelos valores de Abril. Os valores populares de Abril são poucos, mas sólidos. Esta revolução representou o repúdio de um regime autoritário e fechado, substituindo-o por um sistema aberto, livre e integrado no mundo livre. Esse é o seu valor principal e ninguém pode negar que se deve manter íntegro ao longo dos anos. Para isso, é necessário que afamados temas como a transparência, seriedade, honestidade, lealdade, exclusividade, integridade e verdade sejam valores maiores e que estejam sempre acima dos interesses de cada um, em especial de quem governa e ainda nos conduz ao futuro que se pretende para o país.

Mas Abril fez-se – também – por uma outra razão: não podíamos aceitar um país desigual, com demasiada pobreza e ausente para os mais frágeis e demasiado exigente para aqueles que lutam e tentam fazer mais e melhor a cada dia. E o nosso país (infelizmente) ainda é demasiado assim.

Em 2023, não pedimos uma revolução nas ruas. O que precisamos é de uma revolução dentro de cada um de nós. Façamo-la. Por nós, pelos outros, por Fafe, Sempre!
Viva o 25 de Abril!
José Ribeiro Por Fafe Sempre!

Bruno Oliveira

Opinião de Rui Ribeiro.  José Ribeiro
05/03/2023

Opinião de Rui Ribeiro.


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