Bloco de Esquerda Distrital de Aveiro

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A CCD do Bloco de Esquerda de Aveiro irá participar na concentração da greve geral de dia 3 de junho às 15h30 na Praça D...
31/05/2026

A CCD do Bloco de Esquerda de Aveiro irá participar na concentração da greve geral de dia 3 de junho às 15h30 na Praça Doutor Melo Freitas, em Aveiro.

Antes, pelas 14h00, estaremos na sede distrital de Aveiro para uma oficina criativa de cartazes.

Vamos acabar de vez com o pacote laboral e lutar por dignidade para quem vive do seu trabalho! Aparece!

Para acabar de vez com ele! Participa!
29/05/2026

Para acabar de vez com ele! Participa!

A eurodeputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, visitou o pinhal de Ovar. Um dos poucos pinhais que ainda sobrevi...
29/05/2026

A eurodeputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, visitou o pinhal de Ovar. Um dos poucos pinhais que ainda sobrevive na orla costeira e que está em perigo. Um pinhal que protege as populações das tempestades, num território em que o mar avança a cada ano, e que alberga espécies únicas.
A imagem da destruição é desoladora e a ação do ICNF, que tem dado cobertura à aliança entre autarquia e madeireiros, é irresponsável.

04/05/2026
O Bloco de Esquerda saiu à rua neste magnífico 1 de maio em Aveiro. Lutaremos para que este pacote desastroso caia. Luta...
01/05/2026

O Bloco de Esquerda saiu à rua neste magnífico 1 de maio em Aveiro. Lutaremos para que este pacote desastroso caia. Lutamos ainda com mais garra por mais dignidade e direitos para quem vive do seu trabalho!

01/05/2026

O presidente Luís Souto decidiu levar o Chega para o seu governo, partido que tem apresentado consistentemente um discurso de ataque aos mais frágeis para proteger os poderosos e para proteger o atual regime de desigualdade social, modelo de regime partilhado por ambas as forças políticas e agora formalizado numa coligação.

Não é assim surpreendente. Ambos são partidos do sistema da desigualdade e da vida difícil para quem depende do trabalho, sendo o Chega nacional liderado por um ex-PSD e o Chega local liderado por um ex-CDS-PP.

É, no entanto, uma decisão contrária à campanha desses dois partidos durante as autárquicas de 2025. E é grave por levar para a governação um partido que ambiciona a fascização da sociedade, no sentido de querer implementar um ataque às mulheres e minorias para garantir a presente ordem social de exploração do trabalho, baixos salários, habitação cara, desmantelamento dos serviços públicos e desigualdade social enorme e crescente.

Para o Bloco de Esquerda, a decisão do PSD de acolher o Chega na governação é uma decisão grave que desprotege as pessoas em condição de maior vulnerabilidade em Aveiro e no país. O racismo, a misoginia e a homofobia não podem ter assento na governação.

Acresce que até ao momento apenas foi anunciado que o vereador do Chega teria lugar e salário de vereador com pelouro em troca do seu voto em coligação com o PSD. Não há qualquer ideia ou política apresentada que sustente ou justifique a decisão. É assim claro que o presidente Luís Souto tem uma única preocupação: o poder absoluto e não os aveirenses. E Diogo Soares Machado quer partilhar o espólio da governação local. O oportunismo de ambas as partes não poderia ser mais evidente.

O Bloco de Esquerda reafirma a necessidade de mudar radicalmente o atual sistema e não de o aprofundar com políticas de desigualdade económica e de ódio social. A vida pode ser melhor: sem exploração, com habitação digna e acessível para todos e serviços públicos universais.

Foi hoje aprovado por unanimidade o projeto de resolução do Bloco para a criação do nó de acesso à A1 entre Anadia e Oli...
30/04/2026

Foi hoje aprovado por unanimidade o projeto de resolução do Bloco para a criação do nó de acesso à A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro.

Projeto de Resolução n.º 859/XVII/1.ª (BE) – Recomenda ao Governo a criação de um nó de acesso à Autoestrada A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro, como medida de coesão territorial e justiça social.

Link: https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=356587

Não damos mão ao pacote do patrão!
30/04/2026

Não damos mão ao pacote do patrão!

No próximo dia 17 de abril, trabalhadores de vários setores voltam a convergir numa resposta coletiva contra o penoso pa...
14/04/2026

No próximo dia 17 de abril, trabalhadores de vários setores voltam a convergir numa resposta coletiva contra o penoso pacote laboral do governo da AD. Estão convocadas greves em vários setores e paralisações para possibilitar a participação numa grande manifestação nacional em Lisboa, em frente à Assembleia da República, promovida pela CGTP-IN.

Neste contexto, o Bloco de Esquerda afirma a sua solidariedade com a luta dos trabalhadores e reafirma a sua firme oposição a um pacote laboral que representa um retrocesso nos direitos conquistados e uma transferência de poder para as entidades patronais. Entre os motivos apontados estão o prolongamento dos contratos a prazo, o favorecimento de soluções como banco de horas em detrimento do pagamento do trabalho suplementar, a facilitação de despedimentos, o incentivo ao recurso ao outsourcing, e as limitações ao direito à greve e à atividade sindical.

Precisamos de uma lei laboral que proteja quem vive do seu trabalho e que salvaguarde a dignidade de toda a gente que faz erguer o nosso país.

Perante isto, é necessário reforçar a mobilização no local de trabalho e na rua. A participação em greves, concentrações e na manifestação nacional é um instrumento decisivo para travar um pacote que agrava a precariedade, desregula horários e enfraquece direitos coletivos. O dia 17 de abril deve ser um momento de unidade e de afirmação: quem trabalha não aceita um país de salários baixos, insegurança e direitos reduzidos.

Exigimos trabalho com direitos, tempo para viver e uma lei laboral que proteja quem cria riqueza.

Assim, o Bloco de Esquerda associa-se aos demais setores em greve e sindicatos empenhados em derrotar o pacote laboral no distrito de Aveiro, assim como apelamos à mobilização para as demais diversas formas de luta convocadas para dia 17 de abril.

O Bloco de Esquerda tomou conhecimento de que a empresa Yazaki Saltano, em Ovar, avançou agora com o despedimento de mai...
16/01/2026

O Bloco de Esquerda tomou conhecimento de que a empresa Yazaki Saltano, em Ovar, avançou agora com o despedimento de mais 163 trabalhadoras e trabalhadores, somando-se às 304 rescisões já efetuadas anteriormente. No total, são quase 500 pessoas atiradas para o desemprego, num processo que confirma os alertas que o Bloco de Esquerda vem fazendo há meses sobre a instabilidade e a insegurança vividas dentro desta empresa.

Este novo despedimento representa um golpe duríssimo para centenas de famílias e aprofunda o caos social que se instalou na região. O que durante meses foi vivido como incerteza permanente, angústia e promessas vagas, culmina agora num desfecho inaceitável, marcado pela total ausência de responsabilidade social por parte da empresa.

O Bloco de Esquerda já tinha denunciado, em momentos anteriores, que a Yazaki estava a prolongar deliberadamente a indefinição quanto ao futuro dos postos de trabalho, mantendo os trabalhadores reféns do medo e da precariedade. Infelizmente, os acontecimentos vêm dar razão a essas preocupações. É incompreensível que uma multinacional com lucros elevados à escala internacional alegue não ter alternativas para preservar o emprego, optando antes por despedimentos em massa com impactos devastadores no território.

Perante esta situação, o Bloco de Esquerda irá questionar o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para saber que respostas concretas tem o Governo para dar a estas trabalhadoras e trabalhadores. É essencial garantir proteção social imediata, acesso a apoios no desemprego e medidas ef**azes de reconversão e criação de emprego. Exigimos também esclarecimentos sobre eventuais apoios públicos atribuídos a uma empresa que procede desta forma.

Ao mesmo tempo, é urgente que o município de Ovar e os restantes municípios de onde são oriundos estes trabalhadores assumam uma posição clara. O Bloco de Esquerda defende a criação imediata de um Plano de Emergência Social na região, capaz de responder às necessidades urgentes das famílias afetadas, assegurando que ninguém f**a sem rendimentos, sem apoio e sem perspetivas.

A precariedade laboral e os despedimentos em massa não podem ser normalizados. O Bloco de Esquerda continuará a estar ao lado dos trabalhadores da Yazaki e de todos os que enfrentam situações semelhantes, lutando para que os seus direitos sejam respeitados e para que empresas desta dimensão sejam responsabilizadas pelas consequências sociais das suas decisões.

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