Sé Velha - Catedral de Santa Maria de Coimbra

Sé Velha - Catedral de Santa Maria de Coimbra Eucaristias:
Terça-Feira - 18h00
Domingo - 10h00 Eucaristias:
Terça-Feira: 18:00h
Quinta-Feira: 18:00h
Domingo: 10:00h

MEDITATIO DO DIA: SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS (Sobre a 1ª Leitura)1. Deus mostra-se a Israel como um Deus interessado no se...
12/06/2026

MEDITATIO DO DIA: SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

(Sobre a 1ª Leitura)
1. Deus mostra-se a Israel como um Deus interessado no seu povo. O interesse do Senhor não provém da grandeza de Israel pois é um povo pobre, pequeno, insignif**ante no contexto dos povos da época. Outros povos podiam despertar maior interesse. Deus ama o seu povo. Um amor voluntário, livre, sem qualquer exigência para além da reciprocidade do amor. Este é o Deus fiel que fez promessas no passado e quer cumpri-las no presente, que libertou do Egito e quer continuar a libertar. Israel é convidado a deixar-se render a este amor cumprindo os mandamentos.

2. O Senhor prendeu-se a nós não por sermos os melhores entre todos os homens, o povo mais numeroso de entre os povos. O Senhor enamorou-se da nossa pobreza. Foi a nossa pequenez e fragilidade que comoveu o seu coração. Alterar esta raiz do amor é perder-se do olhar amoroso de Deus. Deus ama os pobres, os pequenos, os pecadores, os oprimidos, os que por si mesmos não podem salvar-se. Ele vem libertar todo aquele que se encontra na terra de opressão, no Egito da escravidão. É a nós, a mim, como sou, com a minha história de fragilidades que ele ama e que ele quer ver livre e feliz.

(Sobre a 2ª Leitura)
1. João coloca frente a frente o amor de Deus e o nosso amor a presença do amor e a sua ausência. Onde há amor está Deus e onde não há reina a ignorância. No amor Deus permanece com o homem e o homem com Deus, mas onde não há amor só pode existir ausência. O amor de Deus é o amor que amou primeiro e amou ao ponto de nos dar o seu filho. Na força deste amor que nos ama primeiro somos chamados a amar-nos uns aos outros. Confessar este amor maior, este amor primeiro é ser habitado pelo Pai, o Filho e o Espírito.

2. Reconhecer o amor de Deus é o primeiro passo para amar a Deus e aos irmãos. Se recusamos que Deus é amor e que nos ama antes de o amarmos, gera-se em nós a ausência do amor e viveremos para nós próprios. Jesus, enviado pelo Pai, é o grande sinal deste amor que permanece em nós e nos faz permanecer em Deus. Torna-se difícil para os nossos corações demasiado apegados a nós mesmos, abrir o coração para amar aqueles que Deus amou primeiro e reconhecer que neles amamos a Deus. Este amor é fonte de vida, daquela vida que não se acaba porque é vida de Deus, porque é amor eterno que permanece em nós.

(Sobre o Evangelho Mt 11, 25-30)
1. É emblemática esta passagem do Evangelho. Jesus revela em oração, com palavras simples, o coração de Deus que se dá a conhecer aos pequeninos. E estas palavras servem de introdução para manifestar a sua união com o Pai, de tal modo que, para conhecer um é necessário conhecer o outro, mas a revelação é feita por Jesus àqueles que ele entende. O Pai revela-se aos pequeninos através de Jesus, por isso ele convida todos os que andam inclinados sobre si mesmos, curvados sob o peso da vida, para que venham e aprendam uma nova forma de viver, uma forma livre de viver.

2. Sou convidado a ser pequenino, livre e desprendido das realidades que podem tornar-se um peso na minha vida. Só tornando-me pequenino poderei conhecer a Deus e só assim poderei aprender de Jesus que é manso e humilde de coração. Estar com Jesus é aprender uma forma nova de viver que pode ser loucura aos olhos dos homens, mas será sabedoria aos olhos de Deus.

MEDITATIO DO DIA: TERÇA-FEIRA DA SEMANA X DO TEMPO COMUM(Sobre a 1ª Leitura)1. Depois de secar a torrente do rio Jordão,...
09/06/2026

MEDITATIO DO DIA: TERÇA-FEIRA DA SEMANA X DO TEMPO COMUM

(Sobre a 1ª Leitura)

1. Depois de secar a torrente do rio Jordão, Elias obedece ao Senhor e vai para Sarepta à procura de uma viúva. Esta mulher vive na penúria, aguardando que a morte chegue depois de comerem, ela e o seu filho, o pão amassado com a última farinha da panela e o que resta de azeite na almotolia. O profeta faz a diferença na sua vida porque ela confia na palavra do Senhor “Não se esgotará a panela da farinha, nem se esvaziará a almotolia do azeite, até ao dia em que o Senhor mandar chuva sobre a face da terra”. Cumpriu-se a palavra de Deus porque ambos confiaram.

2. Há momentos na vida dos povos e na vida de cada um em que parece haver seca. Falta o sumo da vida, o conteúdo, o sabor, o sentido. Não chove. Aquela água que cai do céu, sinal da bênção de Deus que traz alegria à vida, deixou de aparecer e a vida parece esgotar-se sem que se preveja outra solução além de esperar a morte. Deus, porém, tem sempre a última palavra. Esperar a morte pode ser a condição do homem, mas dar a vida é generosidade de Deus. Deus não criou o homem para a morte nem para a infelicidade. Deus quer o homem vivo e que ele se salve, por isso a sua palavra ressoa em toda a terra e em todos os corações na forma de esperança. Como aquela viúva também nós podemos confiar que a palavra de Deus se realiza plenamente na nossa vida, mesmo quando todos os sinais parecem querer anunciar o contrário.

(Sobre o Evangelho)

1. O texto vem a seguir às Bem-aventuranças e está constituído por duas sentenças iniciadas por “vós sois”. A primeira refere-se ao sal e apresenta uma pergunta com resposta direta. A segunda refere-se à luz e para além de uma explicação mais extensa conclui afirmando a necessidade de brilhar diante dos homens para que eles deem glória ao Pai que está nos Céus.

2. A palavra dirige-se a nós, num plural que me atinge pessoalmente. Este ‘vós’ tem a ver comigo porque são as minhas obras que devem revelar, como uma luz, a minha pertença ao Pai e hão de fazer a diferença no meio do mundo. Chamado a ser sal e a ser luz signif**a, que a minha presença não é indiferente ao mundo. Não posso estar como quem não está nem ser como quem não é. Só há uma maneira de ser sal que é salgando e só há uma maneira de ser luz que é iluminando. De contrário, não serve para nada. Ora, que eu seja sal e luz, depende das minhas obras.

09/06/2026

A União das Freguesias de Coimbra vai dinamizar um programa de atividades totalmente gratuitas, dedicado às crianças e jovens (dos 5 aos 17 anos) residentes na nossa União de freguesias.

Queremos ocupar o tempo livre dos mais novos neste período de férias escolares com momentos lúdicos, desportivos, culturais e de muita socialização!

📅 Período: De 6 a 31 de Julho
⚡ Horário: Das 14h00 às 18h00
💰 Custo: Totalmente Gratuito

Para informações e inscrições:
📱 911 710 073
📧 [email protected]
🌐https://www.ufcoimbra.pt/freguesia/16-ferias-de-verao-2026-ficha-de-inscricao/0

EVANGELHO DO DIA: DOMINGO X DO TEMPO COMUM                                                                  Mt 9, 9-13«P...
07/06/2026

EVANGELHO DO DIA: DOMINGO X DO TEMPO COMUM

Mt 9, 9-13
«Prefiro a misericórdia ao sacrifício. Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores»

Naquele tempo,
Jesus ia a passar,
quando viu um homem chamado Mateus,
sentado no posto de cobrança dos impostos,
e disse-lhe: «Segue-Me».
Ele levantou-se e seguiu Jesus.
Um dia em que Jesus estava à mesa em casa de Mateus,
muitos publicanos e pecadores
vieram sentar-se com Ele e os seus discípulos.
Vendo isto, os fariseus diziam aos discípulos:
«Por que motivo é que o vosso Mestre
come com os publicanos e os pecadores?».
Jesus ouviu-os e respondeu:
«Não são os que têm saúde que precisam de médico,
mas sim os doentes.
Ide aprender o que signif**a:
‘Prefiro a misericórdia ao sacrifício’.
Porque Eu não vim chamar os justos,
mas os pecadores».

7 NOVAS MARAVILHAS DE PORTUGAL Hoje o dia acordou com uma alegria especial. A nossa Catedral é uma das finalistas da zon...
30/05/2026

7 NOVAS MARAVILHAS DE PORTUGAL

Hoje o dia acordou com uma alegria especial. A nossa Catedral é uma das finalistas da zona centro na categoria de "Religião" às Novas Sete Maravilhas de Portugal.

É com entusiasmo que encaramos este novo desafio.

Podíamos falar de história, de arte, ou do património que temos à nossa guarda. Mas no dia de hoje preferimos reforçar os valores intangíveis que nos unem a um ADN português.

Somos a Catedral da primeira geração de portugueses. A Catedral que assistiu à fundação do reino nesse momento primeiro em que tudo se definia.

No contexto peninsular da Reconquista-Cristã as catedrais eram marcas de vitória que contribuíram para a definição do carácter do reino nascente. São estes elos, esta ligação intemporal entre divino e humano que ainda se faz presente nos dias de hoje.

A Sé Velha - Catedral de Santa Maria de Coimbra possui esta dimensão atemporal que marca a face de Coimbra de uma medievalidade bem vincada, capaz de nos lembrar a todos o que fomos, o que somos e o pretendemos ser. A consciência deste legado é para nós pedra de toque na relação que definimos com o mundo que nos rodeia.

Todos aqueles que, como nós, tiverem este sentir e se sintam herdeiros desta portugalidade que nos une e preenche seria com enorme gratidão que receberíamos o vosso voto.

"O Senhor é bom em todos os seus caminhos e perfeito em todas as suas obras" (Sl 145)

MEDITATIO DO DIA: TERÇA-FEIRA DA SEMANA VIII DO TEMPO COMUM (MEMÓRIA DE SÃO FILIPE NÉRI)MEMÓRIAFilipe Néri nasceu em Flo...
26/05/2026

MEDITATIO DO DIA: TERÇA-FEIRA DA SEMANA VIII DO TEMPO COMUM (MEMÓRIA DE SÃO FILIPE NÉRI)

MEMÓRIA
Filipe Néri nasceu em Florença, no ano 1515. Dirigiu-se para Roma e começou por se dedicar ao apostolado da juventude. Fundou uma associação em favor dos enfermos pobres, levando sempre uma vida de grande perfeição cristã. Foi ordenado presbítero no ano 1551 e fundou o Oratório que tinha por objetivo dedicar-se à instrução espiritual, ao canto e às obras de caridade. Promotor de novas expressões culturais e artísticas, notabilizou-se sobretudo pelo seu amor ao próximo, pela sua evangélica e pela sua alegria no serviço de Deus. Morreu no ano 1595.

Sobre a 1ª Leitura

1. Pedro recorda que já outrora os profetas falavam das coisas que agora eles anunciam quando falam de Jesus e do mistério de salvação que ele oferece a todos os homens. No entanto, os profetas não sabiam a quem se referiam as suas palavras nem em que tempo se cumpririam as suas profecias. Agora, porém, todos sabemos que eles anunciavam Jesus Cristos, os sofrimentos da sua paixão e a glória em que se encontra após a ressurreição. Portanto, diz Pedro, é necessário vigiar, estar alerta para vencermos a ignorância e colocarmos toda a esperança na graça de Cristo que nos foi concedida a fim de nos tornarmos santos em Cristo e salvarmos as nossas almas.

2. A graça de Cristo alcançada por meio da sua paixão, morte e ressurreição, anunciada pelos profetas, está à nossa disposição. De facto, outros anunciaram sem terem visto e nós podemos contemplar a graça que Cristo coloca à nossa disposição. Esta graça podemos alcançá-la pela pregação do evangelho. Escutando a palavra do evangelho chegaremos ao conhecimento do dom de Deus e, vencendo a ignorância que nos impede de viver a novidade da salvação oferecida por Cristo, chegaremos à salvação das nossas almas, porque nos tornaremos santos como o Pai que está nos céus.

(Sobre o Evangelho)
1. No seguimento das palavras de Jesus a propósito do homem rico que recusou desprender-se dos bens para o seguir, Pedro lembra que ele e os outros discípulos deixaram tudo, «Vê como nós deixámos tudo para Te seguir». Para o rico é impossível, mas nós, nós deixámos tudo. Que recompensa teremos? Jesus responde à inquietação de Pedro com a abundante generosidade de Deus. Receberás cem vezes mais. Mas simultaneamente receberás a cruz das perseguições para não teres a tentação de ser o primeiro.

2. As palavras de Jesus fazem-me experimentar uma terrível divisão. Por um lado, Ele impõe-se em mim nas suas palavras e na sua presença e seduz-me, de tal modo, que me apetece largar tudo para o seguir. Mas depois f**a em mim esta nostalgia dos bens perdidos. Bem sei que, tudo o que deixo vale muito pouco comparado com Jesus, mas as coisas, as pessoas, a vida, os acontecimentos, os encontros, os sentimentos fazem já parte de mim mesmo. Pensar em deixar tudo é cortar um pedaço de mim. Deixar tudo é um despojamento existencial. De facto, enquanto não for Cristo a viver em mim e não eu, persistirá sempre esta dificuldade de o seguir.

MEDITATIO DO DIA: QUINTA-FEIRA DA SEMANA VII DO TEMPO COMUM(Sobre a 1ª Leitura)1. Paulo é preso e acusado em Jerusalém. ...
21/05/2026

MEDITATIO DO DIA: QUINTA-FEIRA DA SEMANA VII DO TEMPO COMUM

(Sobre a 1ª Leitura)

1. Paulo é preso e acusado em Jerusalém. As acusações não são consistentes e o tribunal precisa averiguar os factos. Reunido o conselho, Paulo lança a confusão apresentando o centro da sua pregação, a ressurreição dos mortos. A discussão instalou-se e a sessão terminou à pressa. No meio desta incerteza, Paulo é visitado pelo Senhor que o anima dizendo “Coragem! Assim como deste testemunho de Mim em Jerusalém, deverás dar testemunho também em Roma”. Paulo vai apelar para César porque é cidadão Romano e, sem esperar, faz uma última viagem apostólica, de mãos atadas, mas livre para falar e anunciar o evangelho.

2. “Coragem”! Senhor Jesus, esta é a palavra que preciso ouvir em muitos momentos da minha vida. Os ventos contrários dos adversários do evangelho pesam sobre mim e formam uma barreira à minha frente querendo impedir que a palavra chega ao coração dos homens. Só tu tens poder para libertar e fortalecer aqueles que chamaste a anunciar a esperança da ressurreição.

(Sobre o Evangelho)

1. Esta oração de Jesus está entrelaçada sobre as coordenadas do futuro. Jesus pede ao Pai pelo futuro dos discípulos. “Peço… para que eles sejam um… para que eles sejam um em nós… para que o mundo creia”; “Dei-lhes a minha glória… para que sejam um… para que sejam consumados na unidade… para que o mundo reconheça”. Jesus reclama do Pai, para os discípulos, a mesma unidade que existe entre eles. Experimentou o mundo e sabe que a vitória sobre o mundo depende desta unidade. Mais, esta unidade é o único meio para que o mundo “reconheça”. O pedido de Jesus é que, no futuro, os discípulos vivam a unidade para vencer o mundo e ao final, o próprio mundo, reconheça que Jesus é o enviado do Pai.

2. Estabelecer a unidade que existe entre o Pai e o Filho na minha própria vida e nas minhas relações com os irmãos é uma exigência do Batismo. Nele, participei na morte e ressurreição de Cristo. Ali, fui tornado outro Cristo e ressurgi das águas como nova criatura, filho de Deus. A unidade de Deus é a fonte de onde recebi a vida nova do batismo. Sem esta unidade a vida de Deus em mim desvanece-se e dá lugar à inimizade do mundo. O amor é a fonte desta unidade divina. Só no amor alcançarei a mesma unidade e só no amor ela será sinal do mistério da salvação que Deus realizou em mim. Só desta maneira o mundo acreditará e será ef**az o meu testemunho.

EVANGELHO DO DIA: SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR                                                    Mt 28, 16-20 «Eu e...
17/05/2026

EVANGELHO DO DIA: SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR

Mt 28, 16-20

«Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos»

Naquele tempo,
os onze discípulos partiram para a Galileia,
em direção ao monte que Jesus lhes indicara.
Quando O viram, adoraram-n’O;
mas alguns ainda duvidaram.
Jesus aproximou-Se e disse-lhes:
«Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra.
Ide e ensinai todas as nações,
batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,
ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei.
Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos».

16/05/2026

Endereço

Largo Da Sé Velha
Coimbra
3000-383

Telefone

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