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10 de Junho. Dia de Portugal. 🇵🇹Celebramos a nossa História, a nossa Cultura e a identidade de um povo que, ao longo dos...
10/06/2026

10 de Junho. Dia de Portugal. 🇵🇹

Celebramos a nossa História, a nossa Cultura e a identidade de um povo que, ao longo dos séculos, nunca desistiu de Portugal.

Mas amar Portugal não é apenas recordar o passado. É também defender o presente e lutar por um futuro melhor: com mais segurança, melhor saúde, habitação acessível e oportunidades para os portugueses.

Porque um país forte faz-se com orgulho na sua História e confiança no seu futuro.

Viva Portugal! 🇵🇹



13/05/2026

O Grupo Municipal do CHEGA alerta para o estado deplorável do parque de estacionamento subterrâneo municipal de Cantanhede e exige que o Município avance com obras urgentes de reparação e manutenção, antes da chegada do próximo período de chuvas.
Depois de anos de degradação, infiltrações e falta de intervenção, é incompreensível que o Executivo continue a desvalorizar a situação, chegando mesmo a afirmar, em Assembleia Municipal, que o parque “não está assim num estado tão lastimável”.
Sra. Presidente e Srs. Vereadores, façam então o favor de estacionar as vossas viaturas no parque em questão!
Enquanto se anunciam novas obras novos parques de estacionamento exteriores, continua-se a ignorar um equipamento municipal já existente, que se encontra num estado deplorável!

02/05/2026

Após os esclarecimentos prestados na Assembleia Municipal do passado dia 29/04, na sequência das questões colocadas pelo líder da bancada municipal do CHEGA, Pedro Marques, ficou finalmente claro o modo como foi conduzido o procedimento relativo ao monumento evocativo do 25 de Abril.

Ficámos a saber que foi o próprio autor da obra quem definiu o material a utilizar, em função de um desenho por si apresentado, e que o Município se limitou a convidar esse mesmo autor pelo preço que ele próprio fixou.

Mais: segundo a Senhora Presidente da Câmara, “trata-se do conceito de achar que vale ou não em termos de arte (…) o que se pode entender é que o que está, não está de acordo com o valor que gostaria, mas isso é a opinião pessoal”.

Ora, quando estão em causa dinheiros públicos, não pode ser uma questão de opinião.

Isto demonstra bem que as prioridades estão invertidas.

Num concelho onde há necessidades na habitação, na saúde e em infraestruturas como estradas, parques de estacionamento, entre outras, opta-se por aceitar, sem comparação de outros valores no mercado e sem critério, um valor definido pelo próprio autor da obra, num investimento superior a 400 mil euros.

Este dinheiro podia, e devia, ter sido melhor aplicado.
Podia servir outras obras, outras necessidades, outras prioridades dos munícipes.

O CHEGA não compactua com este tipo de procedimentos, que acabam por servir interesses de alguns em detrimento do interesse público.

Estaremos cá para expor, questionar e denunciar sempre que os dinheiros públicos não sejam geridos com o rigor e a transparência que os cidadãos exigem.

Mais do que uma questão de gosto, é uma questão de responsabilidade e de boa gestão do dinheiro de todos nós!

No passado sábado, o Partido CHEGA marcou presença na Sessão Solene Comemorativa  do 52° Aniversário do 25 Abril, no Mun...
01/05/2026

No passado sábado, o Partido CHEGA marcou presença na Sessão Solene Comemorativa do 52° Aniversário do 25 Abril, no Município de Cantanhede.
O mote do tema a abordar era "Os 50 anos do Poder Local Democrático em Portugal ".

A sessão contou com a intervenção das diferentes forças políticas representadas na Assembleia Municipal, do Presidente da Assembleia, da Presidente da Câmara e do Convidado Eng. Ribau Esteves, Presidente da CCDR centro. O programa incluiu algumas atuações musicais do grupo Gand'ra.

A intervenção do Partido CHEGA, coube ao Lider da Bancada, Deputado Pedro Marques.

Resumo da intervenção:

Assinalar o 25 de Abril de 1974 é celebrar a liberdade e a democracia, mas é também olhar com seriedade para o presente e para os problemas que persistem, a nível nacional e local.

Hoje, Portugal enfrenta desafios profundos. A crise da habitação continua a agravar-se, dificultando o acesso das famílias a uma casa condigna. Na saúde, mantêm-se falhas no acesso a cuidados atempados, com tempos de espera que não são compatíveis com um Estado que se quer justo e eficaz.

A dificuldade em fixar os jovens é outro dos grandes problemas do país. Muitos são forçados a emigrar por falta de oportunidades, salários baixos e ausência de perspetivas, o que compromete o futuro coletivo.

Paralelamente, tem-se assistido a uma transformação demográfica acelerada, com o aumento expressivo da população estrangeira residente, sem o necessário planeamento e capacidade de resposta. Este fenómeno levanta desafios sérios e exige responsabilidade política, sob pena de agravar tensões sociais e pressionar ainda mais os serviços públicos.

Mas há também um problema crescente de confiança. Muitos cidadãos sentem hoje um afastamento em relação aos seus governantes e às instituições públicas. A perceção de corrupção, a falta de transparência e a ideia de que o mérito é substituído por interesses e proximidades fragilizam a confiança no sistema democrático e afastam os cidadãos da participação cívica.

Estas preocupações refletem-se também no nosso concelho, onde se sentem dificuldades no acesso à habitação, pressão sobre os serviços, insegurança e uma crescente distância entre quem decide e quem vive no terreno, com o sentimento que o círculo do poder autárquico é dominado à décadas pelos mesmos.

Celebrar Abril é, por isso, mais do que recordar o passado. É reconhecer os problemas do presente, e pensar o futuro com seriedade.

É também recordar que a democracia portuguesa só se consolidou com o 25 de Novembro de 1975, momento decisivo na afirmação do Estado de direito e das liberdades fundamentais.




𝐃𝐞𝐜𝐚́𝐥𝐨𝐠𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐌𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞̂𝐬 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚𝐥𝐯𝐚 𝐞 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐠𝐚𝐦 𝐝𝐚 𝐝𝐨𝐮𝐭𝐫𝐢𝐧𝐚 𝐬𝐨𝐯𝐢𝐞́𝐭𝐢𝐜𝐨-𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚.𝐑...
14/04/2026

𝐃𝐞𝐜𝐚́𝐥𝐨𝐠𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐌𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞̂𝐬 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚𝐥𝐯𝐚 𝐞 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐠𝐚𝐦 𝐝𝐚 𝐝𝐨𝐮𝐭𝐫𝐢𝐧𝐚 𝐬𝐨𝐯𝐢𝐞́𝐭𝐢𝐜𝐨-𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚.

𝐑𝐞𝐠𝐫𝐚 𝐧.º 𝟏: Se um paladino do comunismo, formado na prestigiada escola dos doutores em História, proclama que o comunismo salva, ai de quem ouse recordar que foram praticados atos criminosos pela armada do COPCON, MRPP ou pela organização terrorista FP-25, no período do pós 25 de abril, lembrai-vos, foram atos isolados, e, portanto, irrelevantes.

𝐑𝐞𝐠𝐫𝐚 𝐧.º 𝟐: Se alguém ousar discordar, pese embora não negue que durante o período colonialista foram cometidos crimes hediondos, infelizmente típicos da época e transversais aos impérios, mas recusa a romantização simplista do 25 de abril como mera “paz, povo e liberdade”, porque são de direita, apodai-os de porcos e burros, pois não pensam como nós.

𝐑𝐞𝐠𝐫𝐚 𝐧.º 𝟑: Fale-se abundantemente de corrupção do Estado Novo, mas jamais se permita falar no novo estado da corrupção, defendam-se José Sócrates, Manuel Pinho, Armando Vara, António Oliveira e Costa, e outros camaradas, líderes e amigos do nosso comité central.

Quando a lama já não lhes sai da boca, é sinal que estão deitados nela.

A eloquência e sapiência não vêm com um cartão cor de rosa, e a liberdade democrática que dentro de dias tantos irão aclamar é precisamente a que nos permite debater e discordar da própria interpretação que é dada à nossa história, com o direito de, ainda assim, nos honrarmos dela.

Ventura não é perigoso por convencer milhões. É perigoso por rasgar em público os livros de romance publicados pela esquerda e que, pouco a pouco, vão perdendo os seus leitores.

Também eu continuarei a tentar ajudá-lo.

Pedro Vaz Marques

Há sete anos, poucos acreditavam que fosse possível romper com o conformismo e enfrentar o Sistema, mas houve quem não d...
09/04/2026

Há sete anos, poucos acreditavam que fosse possível romper com o conformismo e enfrentar o Sistema, mas houve quem não desistisse e decidisse lutar por um Portugal mais justo, mais seguro e mais português.

Sete anos depois, somos líderes da oposição e a voz de quem trabalha, de quem cumpre e de quem exige respeito pela nação.

O caminho continua. Sempre por Portugal. 🇵🇹

04/04/2026

Intervenção do Deputado do Partido CHEGA na Assembleia Municipal

Relativamente ao ponto em questão, o Deputado resumiu de forma sintética o que está espelhado no documento de Demonstração de Desempenho Orçamental do Município no ano 2025. Nesta demonstração financeira está demonstrado que no periodo de 2025, as despesas efetivas foram superiores às receitas efetivas, resultando um resultado negativo de 355.345 euros.

Já se tinha questionado na reunião de câmara através da Sra. Vereadora Dra Ana Curado e o executivo não conseguiu dar uma explicação de imediato, tendo sido enviado por email à posterior , uma resposta efectuada pelos serviços financeiros da câmara. A resposta dada foi vaga, sendo praticamente um relato da própria questão, não esclarecendo o que foi questionado.
Nesse sentido e estando nós num órgão de escrutínio, fiscalizador do executivo camarário, voltámos a questionar o mesmo assunto, a fim de sermos devidamente exclarecidos.

NÃO FOMOS, mas ficou prometido que voltávamos a questionar na prestação de contas.

Quanto à referência a saldos negativos em Demonstrações Desempenho Orçamental em anos anteriores, estavamos certos, foi em 2023 que esta mesma demonstração apresentou também um resultado negativo.


A Concelhia de Cantanhede do Partido CHEGA, deseja a todos os militantes e simpatizantes uma Santa e Feliz Páscoa.
03/04/2026

A Concelhia de Cantanhede do Partido CHEGA, deseja a todos os militantes e simpatizantes uma Santa e Feliz Páscoa.


Uma grande vitória do CHEGA para o país!Mais um passo para garantirmos a liberdade das nossas crianças! Esta cultura da ...
20/03/2026

Uma grande vitória do CHEGA para o país!
Mais um passo para garantirmos a liberdade das nossas crianças! Esta cultura da extrema-esquerda tem os dias contados.

̧ão

Esta é a prova de que nos obrigaram a retirar os cartazes por pura jogada política. Ainda acham que a esquerda não domin...
11/03/2026

Esta é a prova de que nos obrigaram a retirar os cartazes por pura jogada política. Ainda acham que a esquerda não domina algumas instituições?

̧ão

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