Corema - Associação de Defesa do Património

Corema - Associação de Defesa do Património COREMA -Associação de Defesa do Património
Organização Não Governamental de Ambiente - ONGA Pedro da Torre (Valença).

A COREMA – Associação de Defesa do Património, sediada em Lanhelas, nasceu em 1988, afirmando-se a sua constituição dramaticamente oportuna face à urgência de empreender uma acção que estancasse o abastardamento, em marcha, dos valores naturais e culturais da Ribeira Minho. Alguns dos seus fundadores tinham já participado nas lutas ambientais nacionais e locais, destacando-se, nestas últimas, a de

fesa do Rio Minho e da Mata Nacional do Camarido. O carácter emblemático de que se revestiu a conservação deste pinhal ficou bem vincado na escolha do nome da associação, feita a partir da designação científica da planta dunar que o baptizou – a camarinheira ("Corema album"). A COREMA foi uma das primeiras associações a inscrever-se no Instituto Nacional do Ambiente; é membro fundador da Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente e integra os seus Corpos Directivos desde 1995, pertencendo ao Conselho Executivo; integra a Plataforma Ecologista Luso-Galaica, da qual foi membro fundador, em 1994; em representação das Organizações Não Governamentais de Ambiente, é membro efectivo do Conselho de Bacia do Minho, desde 1994; pertence ao Conselho Cinegético Municipal de Caminha, desde 1990; é coordenador regional (de Caminha à Póvoa de Varzim) do projecto COASTWATCH EUROPE. Fez parte da Assembleia do Agrupamento de Escolas "Coura e Minho" e integrou a Comissão de Acompanhamento do Aterro Sanitário de S. A COREMA foi, recentemente, eleita representante das Organizações Não Governamentais de Ambiente (ONGA), através de votação nacional das ONGA inscritas no Instituto do Ambiente, nos seguintes organismos: Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (para o triénio entre 2004 e 2007) e Comissão Mista de Coordenação para a Elaboração do Plano de Ordenamento da Paisagem Protegida do Corno de Bico.

A COREMA e o MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente vão realizar um Seminário subordinado ao tema "A Camarinha e...
05/03/2026

A COREMA e o MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente vão realizar um Seminário subordinado ao tema "A Camarinha em Caminha e na Galiza", no próximo dia 28 de Março (sábado), com início às 9:30 horas, no Auditório do Museu Municipal de Caminha (programa anexo). No mesmo dia à tarde, realizar-se-á uma visita guiada às camarinhas na Mata Nacional do Camarido (programa anexo).
Fazemos notar que, no sentido de cumprirmos escrupulosamente o horário, iniciaremos os trabalhos exactamente às 9:30 horas. Os participantes deverão fazer a sua inscrição através do email [email protected], até ao dia 22 de Março.
Esperamos por si!

29/01/2026

A Zona Especial de Conservação do Rio Minho, que abrange também a zona especial de proteção do rio Coura, no distrito de Viana do Castelo, tem a partir de quarta-feira um regime jurídico de proteção e conservação. Publicado hoje no Diário da República, o decreto-lei que conclui o process...

Dia 29/03/2025 (sábado), início às 9:30 horasIntegrado nos fins-de-semana gastronómicos que estão a decorrer nos seis co...
23/03/2025

Dia 29/03/2025 (sábado), início às 9:30 horas

Integrado nos fins-de-semana gastronómicos que estão a decorrer nos seis concelhos da Ribeira Minho (incluindo o concelho de Paredes de Coura) sob o tema "Lampreia do Rio Minho - um prato de excelência", o Município de Caminha e a COREMA vão realizar uma caminhada pela margem do Rio Minho, na ecovia entre Seixas e Lanhelas (+/- 3 km). A partida ocorrerá às 9:30 horas, em Pedras Ruivas (Seixas), junto ao restaurante aí existente e o término ocorrerá às 11:00 horas no Bar do Rio (Lanhelas), onde haverá uma pequena dissertação sobre a Lampreia, pela Dra. Ana Cristina Lages (membro da COREMA), seguida de uma degustação de produtos locais.

Dia 27/03/2025 (quinta-feira), pelas 11:30 horasInício da Campanha “Reciclar Rolhas, Plantar Árvores – 50 rolhas = 1 árv...
23/03/2025

Dia 27/03/2025 (quinta-feira), pelas 11:30 horas

Início da Campanha “Reciclar Rolhas, Plantar Árvores – 50 rolhas = 1 árvore”. Plantação simbólica de 4 sobreiros no Parque 25 de Abril, em Caminha. Por iniciativa da COREMA, foi celebrado um Protocolo entre a QUERCUS, a COREMA e o Município de Caminha com vista à recolha selectiva de rolhas de cortiça, à sua reciclagem e valorização e à troca por árvores autóctones que serão plantadas no concelho de Caminha. A iniciativa terá a participação dos alunos da Escola Básica de Caminha.

Um das actividades da Corema para 2024 será precisamente o combate às espécies invasoras, com especial destaque para a e...
04/05/2024

Um das actividades da Corema para 2024 será precisamente o combate às espécies invasoras, com especial destaque para a erva-das-pampas, também conhecida como plumas. Fique atento à nossa página pois brevemente iremos publicar as datas e locais.

Iniciativa tem como objectivo aumentar o conhecimento dos cidadãos sobre espécies invasoras. Haverá actividades em Portugal e Espanha – muitas delas são gratuitas.

Aqui f**a um esquema bem elaborado do impacto dos pellets (microplásticos) nos ecossistemas marinhos.
17/01/2024

Aqui f**a um esquema bem elaborado do impacto dos pellets (microplásticos) nos ecossistemas marinhos.

(Gal) ANTE AS MÚLTIPLES PREGUNTAS RECIBIDAS SOBRE OS PELLETS E A SÚA INTERACCIÓN COS MAMÍFEROS MARIÑOS E TARTARUGAS
A Rede de Varamentos de Galicia mantén a asistencia aos varamentos como é habitual, e destaca a atención ao sistema dixestivo durante as necropsias. Ata este momento todos os exemplares examinados de cetáceos foron golfiños, arroaces ou toniñas, e ningún deles presentaba boliñas que tivesen sido inxeridas.

Identif**amos como posibles especies en risco de inxestión aos ANIMAIS FILTRADORES, como son as baleas ou momos, que non seleccionan o seu alimento; aínda que na maior parte dos casos aliméntanse na columna de auga e non na superficie polo que o risco é baixo. Aínda téndoos inxerido, o tamaño das partículas permitiría o paso polo sistema dixestivo.

Neste caso, ao igual que en delfínidos que acaben inxerindo algunha destas bolas a través das súas presas, as consecuencias non deberían ser maiores que calquera das substancias microplásticas que xa atopamos rutineiramente.

No relativo ás TARTARUGAS MARIÑAS o risco é maior dado que se alimentan de seses invertebrados transparentes ou traslúcidos e son preeiras, tanto na columna de auga como na superficie, o que levaría a unha inxesta segura na presenza das boliñas aínda que consideramos que se a frecuencia non é alta non deberían ser letais para o animal e permitiría o paso polo sistema dixestivo, como outros microplásticos que atopamos de forma habitual nelas dende hai anos e da que vos temos posto fotos aquí en repetidas ocasións.

O risco dos elementos plásticos de pequeno tamaño e microplásticos é que actúan como atraíntes doutras substancias tóxicas, que si poderían provocar unha toxicidade secundaria.

En todo caso e grazas ao interese público que está atraendo todo esto, consideramos necesario lembrar que máis alá deste verquido puntual, e debido ao mal estado xeral dos mares, segundo un estudo do IEO cos estómagos recollidos pola rede de varamentos, o 94% dos golfiños comúns de Galicia teñen microplásticos no estómago (https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0025326X18307343). E tamén sabemos que os arroaces son dos máis contaminados con PCBs de Europa, sustancias prohibidas xa hai 40 anos e que seguen no medio (http://www.cemma.org/inve/Jepson_et_al_2015_PCB_pollution_cetaceans_Europe.pdf). E por suposto de macroplásticos e outros obxectos tamén van ben servidos (exemplo: https://www.youtube.com/watch?v=CO0gDdNbG-A)

A Rede de Varamentos de Galicia conta co apoio da Fundación Biodiversidad do Ministerio para la Transición Ecológica, mediante o proxecto Revargal que é financiado pola Unión Europea – NextGenerationEU a través do Plan de Recuperación, Transformación e Resiliencia (PRTR), e co apoio da Consellería de Medio Ambiente da Xunta de Galicia.
---------------
(Esp) ANTE LAS MÚLTIPLES PREGUNTAS RECIBIDAS SOBRE PELLETS Y SU INTERACCIÓN CON MAMÍFEROS MARINOS Y TORTUGAS
La Rede de Varamentos de Galicia mantiene la asistencia a los varamientos con normalidad, y destaca la atención al aparato digestivo durante las necropsias. Hasta este momento, todos los ejemplares de cetáceos examinados eran delfines o marsopas, y ninguno de ellos tenía gránulos que hubieran sido ingeridos.

Identif**amos como posibles especies en riesgo de ingestión a los ANIMALES FILTRADORES, como ballenas o tiburones peregrinos, que no seleccionan su alimento; aunque en la mayoría de los casos se alimentan en la columna de agua y no en la superficie por lo que el riesgo es bajo. Incluso si se ingieran, el tamaño de las partículas permitiría el paso a través del sistema digestivo.

En este caso, como en el caso de los delfínidos que acaban ingiriendo alguna de estas bolas a través de sus presas, las consecuencias no deberían ser mayores que cualquiera de las sustancias microplásticas con las que ya nos encontramos habitualmente.

En lo relativo a las TORTUGAS MARINAS, el riesgo es mayor ya que se alimentan de invertebrados transparentes o translúcidos y son carroñeras, tanto en la columna de agua como en la superficie, lo que permitiría una ingesta segura en presencia de los pellets, aunque consideramos que si no son muchos, no deberían ser letales para el animal y permitirían el paso por el sistema digestivo, como otros microplásticos que encontramos habitualmente en ellas desde hace años y de los que hemos colgado fotos aquí en repetidas ocasiones.

El riesgo de los pequeños objetos de plástico y microplásticos es que actúan como atractores de otras sustancias tóxicas, lo que podría provocar una toxicidad secundaria.

En todo caso, y gracias al interés público que está atrayendo todo esto, consideramos necesario recordar que aparte de este vertido puntual, y debido al mal estado general de los mares, según un estudio del IEO con los estómagos recogidos por la red de varamientos, el 94% de los delfines comunes de Galicia tienen microplásticos en sus estómagos (https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0025326X18307343). Y también sabemos que los delfines mulares son de los más contaminados con PCBs de Europa, sustancias prohibidas hace 40 años y que aún siguen en el medio (http://www.cemma.org/inve/Jepson_et_al_2015_PCB_pollution_cetaceans_Europe.pdf). Y por supuesto de macroplásticos y otros objetos también van bien servidos (ejemplo: https://www.youtube.com/watch?v=CO0gDdNbG-A).

La Red de Varamientos de Galicia cuenta con el apoyo de la Fundación Biodiversidad del Ministerio para la Transición Ecológica, mediante el proyecto Revargal que es financiado por la Unión Europea – NextGenerationEU a través del Plan de Recuperación, Transformación y Resiliencia (PRTR), y con el apoyo de la Consellería de Medio Ambiente de la Xunta de Galicia.

----------------
(Eng) IN ORDER TO ANSWER QUESTIONS ABOUT PELLETS AND THEIR INTERACTION WITH MARINE MAMMALS AND SEA TURTLES IN GALICIA
The Galician Stranding Network maintains normal attendance to the strandings, and focus the attention to the digestive system during necropsies. Until now, all the cetacean specimens examined were dolphins or porpoises, and none of them had pellets that had been ingested.

We identify the FILTERING ANIMALS as possible species at risk of ingestion, such as whales or basking sharks, which don't select their food; although in most cases they feed in the water column and not on the surface so the risk is low. Even if ingested, the size of the particles would allow passage through the digestive system.

In this case, as in the case of delphinids that secondarily ingest some of these balls through their prey, the consequences should not be greater than any of the microplastic substances that we already regularly find inside of them.

Regarding SEA TURTLES, they face a greater risk since they feed on transparent or translucent invertebrates and are scavengers, both in the water column and on the surface, which would allow ingestion in the presence of pellets, although we consider that if there are not many of them, they should not be lethal to the animal and would allow passage through the digestive system, like other microplastics that we have commonly found in them for years and of which we have posted here photos here on repeated occasions.

The risk of small plastic and microplastic objects is that they act as attractors for toxic substances, which could cause secondary toxicity.

In any case, and thanks to the public interest that all this is issue is attracting, it is necessary to remember that apart from this specific spill, and due to the general poor state of the seas, according to an IEO study with the stomachs collected by the stranding network, 94% of common dolphins in Galicia have microplastics in their stomachs (https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0025326X18307343). And we also know that bottlenose dolphins are among the most contaminated with PCBs in Europe, substances banned 40 years ago and which are still in the environment (http://www.cemma.org/inve/Jepson_et_al_2015_PCB_pollution_cetaceans_Europe.pdf). And of course macroplastics and other objects are also well served (example: https://www.youtube.com/watch?v=CO0gDdNbG-A).

The Galician stranding network has the support of the Biodiversity Foundation Fundación Biodiversidad, of the Spanish Ministry for Ecological Transition, through the Revargal project, which is financed by the European Union – NextGenerationEU through the Recovery, Transformation and Resilience Plan, and with the support of the Galician Ministry of the Environment.

Inscreva-se já e participe na iniciativa! 🌊🐚     ̧ao
16/01/2024

Inscreva-se já e participe na iniciativa! 🌊🐚
̧ao

27/09/2023
Tal como aconteceu nos anos anteriores, a COREMA vai associar-se ao EUROBIRDWATCH2023 - Fim-de-semana Europeu de Observa...
21/09/2023

Tal como aconteceu nos anos anteriores, a COREMA vai associar-se ao EUROBIRDWATCH2023 - Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves, organizado pela BirdLife Internacional em todos os países da Europa, coordenado em Portugal pela SPEA.
A acção consistirá numa observação de aves no Estuário do Minho, no próximo dia 30 de Setembro, com início junto ao cais do Ferry-boat de Caminha, às 10:00 horas e término no mesmo local, às 12:30 horas. Desenrolar-se-á ao longo da marginal de Caminha (Av. Dr. Dantas Carneiro) e na foz do Rio Coura. A observação será guiada por Carlos Venade, especialista em avifauna e fotógrafo de natureza.
Recomenda-se aos participantes que levem roupa apropriada ao local, binóculos e/ou máquina fotográf**a.
A inscrição é feita através do e-mail: [email protected]. Esta acção tem o preço de € 5,00 para os não-sócios e € 3,00 para os sócios da Corema, a pagar no início da actividade.

Esperamos por si!
Saudações ambientalistas.

A Corema, juntamente com a Câmara Municipal de Caminha e Junta de Freguesia de Lanhelas esteve esta semana presente na m...
21/09/2023

A Corema, juntamente com a Câmara Municipal de Caminha e Junta de Freguesia de Lanhelas esteve esta semana presente na marcação e protecção das gravuras rupestres existentes no Monte Góios, em Lanhelas. Esta tem sido uma das grandes lutas da nossa associação, já desde a sua constituição, tendo ganho mais força durante a construção da A28, quando houve o risco de destruir alguns dos mais importantes núcleos de arte rupestre.
Há mais de um século que a existência deste “legado” dos nossos antepassados é conhecido, mas só começou a ser melhor entendido e valorizado mais recentemente.
Desde os finais do século XIX que são conhecidos testemunhos de arte rupestre no Monte de Góios, o que culminou com a classif**ação da Laje das Fogaças como Monumento Nacional já em 1974. No entanto, foi no âmbito da avaliação do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (Recape) da A28, ligação rodoviária a Caminha, que se procedeu à realização de trabalhos de prospeção arqueológica que resultaram na identif**ação de várias novas rochas gravadas, distribuídas pela vertente ocidental do Monte de Góios, o que contribuiu para o reconhecimento da área como um autêntico santuário de arte rupestre.
Estes importantes testemunhos da ação humana são enquadráveis num longo período cronológico, desde a Pré-história, mais concretamente dos finais do Paleolítico Superior, até aos períodos históricos mais recentes. O rico acervo iconográfico identif**ado no Monte de Góios é composto por representações tendencialmente antropomórf**as, zoomórf**as e geométricas, realizadas por picotagem ou abrasão.
Estas manifestações constituem um relevante legado da vida cognitiva e/ou espiritual das populações que foram ocupando o território e traduzem-se numa importante janela para o nosso passado.

Com o propósito de assinalar o evento proposto anualmente pela Internacional Coastal Clean-up - Ocean Conservancy, desti...
20/09/2023

Com o propósito de assinalar o evento proposto anualmente pela Internacional Coastal Clean-up - Ocean Conservancy, destinado a comemorar o Dia Internacional de Limpeza Costeira, a COREMA vai realizar no próximo dia 23 de Setembro, às 15H30, uma acção de limpeza de praia. Esta iniciativa decorrerá na praia da Foz do Rio Minho (Caminha) e é organizada em conjunto com a Fundação Oceano Azul, a Associação Portuguesa do Lixo Marinho, o Aquamuseu do Rio Minho (Vila Nova de Cerveira) e a RAIA - Associação Transfronteiriça de Educação Ambiental de Monção.

A inscrição deverá ser feita através de [email protected]

POR TI, POR TODOS, POR UM MAR SEM LIXO!

Endereço

Rua Ilídio Couto 135
Caminha
4910-207LANHELAS

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Corema - Associação de Defesa do Património publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Corema - Associação de Defesa do Património:

Compartilhar